terça-feira, 10 de novembro de 2015

LISBON & ESTORIL FILMS FESTIVAL´15 | «La academia de las musas» | DE JOSÉ LUIS GUÉRIN




O LISBON & ESTORIL FILMS FESTIVAL 15 está a decorrer. E tem uma oferta diversificada: «(...)Mais do que uma mostra de filmes, o LEFFEST quer dar ao espectador a possibilidade de confrontar ideias, ter voz activa, participando das experiências de vida e reflexões de cineastas, pensadores e artistas. Experiências e reflexão que o LEFFEST propõe no grande écran - através de uma programação diversificada que abrange as melhores produções cinematográficas, consagradas e emergentes - e ao vivo, nas várias manifestações artísticas, masterclasses, debates e simpósios programados a cada edição. (...)». O melhor a ir ao site do Festival: neste endereço.

Do muito que se poderá assinalar, o «La academia de las musas» despertou a nossa atenção:




HORÁRIOS
CASINO ESTORIL
Sexta 13 | 16:00H
CINEMA MEDEIA MONUMENTAL Sala 1
Sábado 14 | 17:00H


Sobre a obra:
«(…). Dos treze títulos a concurso (e com a ressalva de não termos podido ver os filmes de Jerzy Skolimowski, Kiyoshi Kurosawa ou João Salaviza), a nossa chamada de atenção vai, de caras, para o novo trabalho do catalão José Luis Guerín (“La Academia de las Musas”). O que temos? No início, apenas isto: o registo documental das várias sessões de um curso, onde — em constante debate com as suas alunas — um professor de filologia da Universidade de Barcelona se propõe pensar a função literária das musas. Não será preciso esperar muito, porém, até que este documentário académico se deixe contaminar pela ficção (como, aliás, quase sempre acontece no cinema híbrido de Guerín). Com efeito, “La Academia de las Musas” cedo sairá das salas de aula, mostrando-nos como, fora delas, o professor e as alunas vão alternativamente assumindo, numa relação de mútuo vampirismo, os papéis do sedutor e do seduzido. Nesse gesto, as personagens acabarão por incorporar as ideias sobre as quais haviam discutido, e o filme, esse, transformar-se-á num belíssimo ensaio sobre a relação do masculino e do feminino, da teoria e da prática, da palavra e da ação — pares de contrários que, neste quadro, comunicam a todo o instante, por força do desejo intelectual ou sexual que vai atraindo os corpos entre si. Talvez seja por isso que Guerín procura filmar as personagens por trás de superfícies espelhadas (os vidros dos carros, dos cafés...), onde os seus rostos se descobrem transfigurados pelos reflexos que sobre eles se imprimem. Pois, aqui, trata-se em última análise de mostrar como cada plano de existência (o do quotidiano, o da literatura...) se reflete de maneira inevitável em todos os outros. (…).VASCO BAPTISTA MARQUES - Revista E | Expresso | 7.11.2015. (os destaques são nossos).  






segunda-feira, 9 de novembro de 2015

TEATRO | «Breviário para um Extermínio Silencioso» | ATÉ 15 NOV 2015 | ESPAÇO ESCOLA DE MULHERES




BREVIÁRIO PARA UM EXTERMÍNIO SILENCIOSO 
ESCOLA DE MULHERES - OFICINA DE TEATRO
Até 15 de novembro de 2015
de quinta-feira a sábado:  21h30 | domingo: 16h30
Espaço Escola de Mulheres
Clube Estefânia| Lisboa
Saiba Mais.



«A ação evolui a cada visita da funcionária ao gabinete da gerente. A desapropriação de todas as liberdades individuais em função de uma lógica empresarial e do lucro, é a estratégia adotada, silenciosa, invisível, maquiavélica e não inocente. E assim o extermínio, como uma contração da liberdade (até de pensamento), para um futuro (?) social de escravatura e tecnologia».  Rui Neto. +.


CONTRA VIOLÊNCIA SOBRE MULHERES | Manifestação em Madrid | JUNTA MILHARES

Manifestantes por la Gran Vía a su paso por la Plaza de Callao. Este año la violencia machista se ha cobrado la vida de 41 personas, según los datos oficiales, si bien las organizaciones feministas elevan la cigra a 57 contando los casos de asesinatos que aún no ha resuelto la justicia. | SAMUEL SÁNCHEZ | Tirada daqui


No Diário de Notícias sobre a manifestação:

Manifestação contra violência sobre mulheres junta milhares em Madrid
Perto de 300 autocarros transportando manifestantes de todas  as regiões
do país dirigiram-se este sábado à capital espanhola.
Dezenas de milhares de pessoas de toda a Espanha marcharam
 hoje em Madrid contra a violência sobre as mulheres, que já 
provocou 41 vítimas este ano.
Gritando frases como "não estamos todas aqui, faltam as mortas"
 ou "a luta será feminista ou não será", os manifestantes - homens
 e mulheres - concentraram-se no centro da capital espanhola,
 respondendo ao apelo de mais de 400 associações feministas. 

SARAH HELM | «Se isto é uma mulher»



Sinopse
«Numa manhã soalheira no mês de maio de 1939, um grupo de cerca de oitocentas mulheres foi conduzido em marcha forçada pelos bosques até um local a noventa quilómetros a norte de Berlim. O seu destino era Ravensbrück, um campo de concentração concebido só para mulheres por Heinrich Himmler, o líder da SS e principal arquiteto do genocídio nazi. Durante décadas, a história de Ravensbrück permaneceu oculta atrás da Cortina de Ferro, e ainda hoje continua a ser pouco conhecida. Sarah Helm, num meticuloso trabalho de pesquisa e recolha de informação até então perdida ou de difícil acesso, abre-nos finalmente as portas deste lugar sombrio. Através de testemunhos descobertos após a Guerra Fria e de entrevistas com sobreviventes que nunca antes tinham partilhado a sua experiência, a autora dá-nos a conhecer, além dos horrores mais impensáveis praticados pelo regime nazi, vários exemplos notáveis da incrível tenacidade do espírito humano».


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

CONFERÊNCIA | «Juventude: a Maior Geração de Sempre, a Solução para o Desenvolvimento Glocal» | NOVEMBRO 2015 | DIA 9 | FUNDAÇÃO ORIENTE | LISBOA


«No dia 9 de novembro de 2015,no Auditório do Museu do Oriente, pelas 15 horas, irá realizar-se a 4ª Conferência CCC, cujo tema será «Juventude: a maior geração de sempre, a solução para o desenvolvimento glocal» e contará com o contributo de Jorge Sampaio, ex-Presidente da República e da jovem ativista Rita Brito.
Após a conferência decorrerá a 3ª Edição do Prémio de Comunicação CCC, «Corações Capazes de Construir / Ano Europeu para o Desenvolvimento», onde mais uma vez serão premiados trabalhos de jornalismo e campanha que se tenham destacado na promoção dos direitos humanos, igualdade, não-discriminação e não-violência, este ano com um enfoque acrescido nos temas tratados ao longo do Ano Europeu para o Desenvolvimento». (destaques nossos).  Saiba mais.

NOVA OBRA DA COMPANHIA MAIOR | «Força» | NOVEMBRO 2015 | 12 a 15 | CCB




«Perante um manifesto claro do sentido de responsabilidade e desejo pelo bem-estar da família, que uma pessoa mais velha carrega; perante a consciência clara de um presente conflituoso, no país e no mundo, que tem de se enfrentar ano após ano; perante a constatação de que as dúvidas crescem com a vida e que é assim que cresce a sabedoria, Filipa Francisco propôs às mulheres e homens da Companhia Maior trabalharem sobre a força como palavra-chave para um espetáculo construído em conjunto.
Prosseguindo um processo criativo de procura e experimentação contínua dos efeitos desse estímulo – um método que a coreógrafa desenvolve há muito e que não é raro na dança contemporânea -, todos enfrentaram a fragilidade da indefinição e das incertezas, que tem dias que enfraquecem e desmotivam; assim chegaram a uma composição coerente e original, que é esta nova obra da Companhia Maior. (...)».  Mais.

«F O R Ç A»
novembro 2015 
dias 12 a 14 | 21:30 h
dia15 | 16:00 h
CCB | Pequeno Auditório
M/6 |  1h sem intervalo

Sobre Filipa Francisco - criação e direção artística - como se pode ler no site do CCB: «Filipa Francisco trabalha com as pessoas e as suas características individuais ou de comunidade com paixão. É também uma artista interventiva atenta aos direitos humanos, como vimos nas suas representações da violência doméstica (Nu Meio), das mulheres da República (Para Onde Vamos?) e da exclusão social de reclusos (Rexistir). Na obra com as jovens da Cova da Moura (Íman) e os ranchos folclóricos (A Viagem) a preciosidade da diferença cultural é evidente. Estas exigentes aventuras harmonizam sátira e beleza e transmitem o valor da arte para a experiência e participação na vida. Com a Companhia Maior a coreógrafa elogia a força latente de corpos que julgamos frágeis e dá voz a pessoas que querem falar do que está a acontecer ao mundo» - Paula Varanda.



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (60) | «Mariana num mundo Igual»




«Na sequência do seu papel como «Champion» da UN Women para a campanha #Beijing20, a atriz Mariana Monteiro desenvolveu este livro que pretende ensinar aos mais novos como viver e crescer num mundo igual».


Sinopse
«Todos os dias és confrontada e confrontado com atitudes e comportamentos que te discriminam dos demais, simplesmente porque és menino ou porque és menina. A nossa sociedade entende que meninos e meninas não podem ou não têm capacidade para realizar as mesmas tarefas. E, assim sendo, explicam-te, na escola, na rua ou em casa, que as meninas gostam mais de bonecas do que de ferramentas de bricolage e convencem-te que os rapazes não têm talento para serem manicures. Esta diferenciação não é justa e pode ser um grande obstáculo à concretização dos teus sonhos. A Mariana Monteiro quer ajudar-te a compreender, a ultrapassar e a não promover esta discriminação. Por isso, com a ajuda de um grande amigo, regressa ao passado, voltando à sua infância, e interpela, na sua escola, alunas e alunos como tu, alertando-as e alertando-os para a importância da promoção da Igualdade do Género e de Oportunidades».




ESTUDO | Sobre a implementação da «Resolução 1325» do Conselho de Segurança das Nações Unidas


FOREWORD
«Fifteen years ago, Security Council resolution 1325 reaffirmed the importance of the equal participation and full involvement of women in all efforts for maintaining and promoting peace and security. In the years since, it has buttressed this decision by adopting six further resolutions on women, peace and security. 
I am personally committed to implementing these resolutions. I have highlighted women’s leadership in peacebuilding as a priority and appointed an unprecedented number of women leaders in the United Nations. It is essential to ensure that the UN is fit for purpose when it comes to women, peace and security, and that we become a model for all actors to emulate. 
Women’s leadership and the protection of women’s rights should always be at the forefront – and never an afterthought – in promoting international peace and security. In an era when armed extremist groups place the subordination of women at the top of their agenda, our response should be unwavering support for empowering girls and women. The newly adopted 2030 Agenda for Sustainable Development reflects this priority with its emphasis on gender equality and respect for the human rights of all.
The Global Study on the implementation of resolution 1325 is an important part of the United Nations global agenda for change to better serve the world’s most vulnerable people. As noted by the HighLevel Independent Panel on United Nations Peace Operations and the Advisory Group of Experts for the 2015 Review of the United Nations Peacebuilding Architecture, changes in conflict may be outpacing the ability of United Nations peace operations to respond effectively. Any reforms must include gender equality and women’s leadership as central ingredients.
The Global Study offers new evidence, ideas and good practices that can help generate new commitments and implement old ones. Let us not squander the potential dividends of gender equality for peace and development. Empowering women to end and prevent conflicts is essential and urgent. I commend this Study. It is a call to action that all should heed». 

Ban Ki-moon United Nations Secretary-General


Ainda a propósito da Resolução 1325, a partir da ONU Brasil:

«Integração da mulher aos processos de paz e direitos humanos é foco de debate da ONU

(...)
Ban Ki-moon destacou que medidas de inclusão foram adotadas desde 2000, mas reconheceu a necessidade de maior participação das mulheres. O secretário-geral enfatizou ainda a importância de tomar medidas para proteger os direitos das mulheres mais vulneráveis, como as indígenas e as vítimas do extremismo violento.
“As vozes das líderes e ativistas mulheres pela paz são raras nesse fórum. Mas são as mais importantes que você vai ouvir hoje”, declarou a diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, ressaltando os movimentos femininos para promover a justiça.
Mlambo-Ngcuka exemplificou a atuação das mulheres com os processos de paz na Colômbia e Filipinas acrescentando que, para construir a paz, uma “significativa inclusão de mulheres” se faz necessária». Leia na integra.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

RECORDAR | «Princípios de Empoderamento das Mulheres» | QUEM NÃO PRATICA ESTÁ A TEMPO DE COMEÇAR




«Esta publicação destaca por que igualdade  é um negócio sério,  fornecendo  contexto para
 a iniciativa dos WEPs e  explicando cada um  dos Princípios  em mais detalhes.  
Além disso, destaca  as atuais práticas de negócio que  promovem os  WEPs e os objetivos da empresa, resume dicas  de prestação de informações para ajudar qualquer empresa 
a começar, fornece fatos e números e define termos de gênero».

Da introdução da brochura (destaque nossos):

«O empoderamento das mulheres é essencial para que elas participem plenamente de todos os setores e níveis da atividade econômica. Para isso, é necessário: 

■ Construir economias fortes;
■ Estabelecer sociedades mais estáveis e justas; 
■ Atingir os objetivos de desenvolvimento sustentável e direitos humanos reconhecidos internacionalmente; 
■ Melhorar a qualidade de vida de mulheres, homens, famílias e comunidades; 
e
 ■ Impulsionar os negócios e os resultados financeiros. 

No entanto, assegurar a inclusão de talentos, habilidades, experiências e energia das mulheres requer ações intencionais e políticas deliberadas. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres, uma iniciativa resultante da parceria entre a ONU Mulheres e o Pacto Global das Nações Unidas (UNGC), oferece um conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a concentrar-se nos elementos-chave para a promoção da igualdade de gênero no local de trabalho, no mercado de trabalho e na  comunidade. (...)». Continue a ler e Veja mais materiais.





DIANA RALHA | «O feminismo tramou as mulheres»


«(...)
Vivo com um feminista ferrenho. Este é o homem que casou comigo e que, para espanto de todos, adoptou o meu último apelido no seu nome, em último lugar, e depois fez aplicar a mesma regra no nome dos nossos filhos, na simples constatação de que as mulheres também podem passar o seu nome pelas gerações; não é território só dos homens.
Não minto também se vos disser que não sei há quanto tempo não ponho roupa a lavar, ou no estendal, que há anos que não tenho nada a ver com o caixote dos gatos, e que o cão também nem se lembra do que é ir comigo à rua, ou que mesmo as minhas adoradas orquídeas, aquelas que coleccionava mesmo antes de ser mãe, é ele quem cuida delas (deixo-o ser desarrumado à vontade, acho que já não refilo tanto com a bagunça: pelo menos faço um esforço para não me tirar do sério). Nunca me falou com maus modos (e todos temos dias maus eu não posso dizer o mesmo, infelizmente já fui parva com quem só me fez bem ao longo de quase dez anos) e só muito de vez em quando os nossos quatro filhos o tiram do sério.
Sei que não inverteremos nunca os papéis. Ele é das pessoas mais brilhantes e inteligentes que conheço, mas não tem absolutamente nada a provar a ninguém e o feminismo não o pôs entre a espada e a parede. Eu visto as calças (na verdade esta também é uma imagem parva porque eu quase nunca visto calças) e ele, que também trabalha que se farta a partir de casa, na profissão mais solitária do mundo, a de tradutor e revisor, cuida da família, esse território outrora exclusivo das mulheres.
Sejamos justos: o feminismo afinal não me tramou assim tanto.
Agora tenho duas gigantescas missões garantir que as três filhas se sentem, como eu, capazes de ser e fazer o que bem lhes passar pela moleirinha, mas, mais importante ainda, educar o meu filho a ser tão feminista quanto o pai.
Nota final muito importante: Na empresa onde trabalho no ofício cada vez mais difícil da comunicação e da assessoria de imprensa, há quatro colaboradores com quatro filhos. Há pelo menos um com três, e dezenas com o casalinho piroso. Neste momento estão três bebés para nascer até ao final do ano: um verdadeiro baby boom. Somos uma empresa líder de mercado, posição que conquistámos e garantimos, pela excelência dos serviços prestados pelos melhores profissionais. Eu e os meus colegas temos um dos trabalhos mais exigentes e stressantes à face da terra, e ainda assim esta empresa regista uma taxa de natalidade muitíssimo superior à da média nacional. Alguma coisa corre verdadeiramente bem por aqui. O que é essencial quando falamos de igualdade e oportunidades. Devo também ao meu patrão e à segurança social portuguesa a possibilidade de, por duas vezes, ter podido tirar oito meses de licença de maternidade, uma pausa longa e importante no ritmo frenético, e que me permitiu ter a certeza que nasci mesmo para ser mãe e dona-de-casa». Leia na integra.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

SOBRE A EXPOSIÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA








«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) acaba de publicar dois manuais dirigidos à comunidade educativa:
  • Manual para a educação de infância – crianças expostas à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade
  • Manual para os ensinos básico e secundário – crianças e jovens expostas/os à violência doméstica: conhecer e qualificar respostas na comunidade.
Na génese das presentes publicações encontram-se dois manuais canadianos, da autoria da London Family Court Clinic, que foram, posteriormente, adaptados à realidade do concelho de Cascais, pelo Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica e publicados pela respetiva autarquia, em 2007 e 2009». Continue a ler.

«Albinismo: os direitos humanos contra crenças e mitos»




«(...)
Crenças equivocadas sobre a condição das pessoas com albinismo fazem muitos sofrerem em todo o mundo, muitas vezes pagando com a própria vida. A Tanzânia, por exemplo, presenciou uma série de ataques brutais e assassinatos de pessoas com albinismo. Os ataques estão ligados aos mitos e à “feitiçaria”. Em uma tentativa de proteger este grupo vulnerável, o governo da Tanzânia tem acolhido crianças com esta condição em centros em todo o país – o que, assim como o preconceito, causou preocupação por conta da segregação sofrida. (...). Leia mais na ONU Brasil.


http://albinism.ohchr.org/

Clique na imagem  para  o site da ONU

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

PRÉMIO MUNICIPAL MADALENA BARBOSA 2015 | Abertura de Candidaturas | ATÉ 23 NOVEMBRO





«O Prémio Municipal Madalena Barbosa é instituído pela Câmara Municipal de Lisboa (CML), em parceria com a Comissão Para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).
A presente iniciativa visa distinguir, por meio de concurso, o melhor projeto/ação no âmbito da temática da “Igualdade de Género”.
O apoio técnico é assegurado por um Grupo de Trabalho composto por representantes da autarquia e da CIG.
O júri é constituído por 5 elementos, sendo 2 propostos pela CIG.
Ao estudo vencedor é atribuído um prémio pecuniário, até um montante máximo de € 7.000,00 (sete mil euros) suportado, em partes iguais, pela CML e pela CIG, cabendo a cada uma, o pagamento de € 3.500,00 (três mil e quinhentos euros)». Saiba mais.




CONFRARIA VERMELHA | livraria de mulheres | ABRIU NO PORTO






A partir de sexta-feira passada  há uma nova livraria no Porto. «É delas para elas e para eles também. A Confraria Vermelha é a mais recente aposta de uma jovem que decidiu abrir uma livraria feminina, única no país». Leia mais no site da TSF,  e no seguinte (clique na imagem).


https://livrariaconfrariavermelha.wordpress.com/




sexta-feira, 30 de outubro de 2015

FILME | «As Sufragistas» | NOS CINEMAS A 5 DE NOVEMBRO




Anteriormente já nos tínhamos referido ao filme as Sufragistas, aquando deste post: 

NO FESTIVAL DE CINEMA DE TELLURIDE | Apresentação do filme « As Sufragistas» e revelações de Meryl Streep sobre igualdade entre homens e mulheres


Agora, outro,  para divulgarmos a estreia do filme  em Portugal a 5 de novembro. Mas, entretanto, temos as ante-estreias, como se pode ver, por exemplo, no jornal i.  E no âmbito do lançamento  do filme destaque-se a iniciativa «Quando as mulheres ganharam voz» a que se refere o recorte da imagem seguinte.



Neste endereço  trailer legendado.


«FEMINIST AFRICA»



No African Gender Institute




quarta-feira, 28 de outubro de 2015

«NOS CAMINHOS DA INFÂNCIA | Pensar em Educação com o Cinema» | 2015 | OUT | 30-31 | NOV | 6-7 | GULBENKIAN





NOS CAMINHOS DA INFÂNCIA
PENSAR EM EDUCAÇÃO COM O CINEMA
30 e 31 outubro | 6 e 7 novembro | 2015
Sala Polivalente do CAM
Fundação Calouste Gulbenkian


«Para os cineastas que há 15 anos atrás fundaram a associação Os Filhos de Lumière – e se dedicam à sensibilização de crianças e jovens para o cinema como forma de olhar o mundo, de desenvolver um imaginário, de crescer, de viver com os outros -, a reflexão sobre as questões da educação tornou-se um elemento crucial da sua actividade.
O desafio que o Dr. Carmelo Rosa lançou para organizarmos um ciclo de cinema que servisse de mote para pensar a educação veio, assim, ao encontro de algo que está no centro das nossas interrogações.
Os filmes escolhidos para este programa não tocam forçosamente a escola (embora também o façam), mas sim a infância, o imaginário e as questões que cada realizador levanta sobre o que é crescer e aprender a viver no mundo.
Mas a confrontação essencial entre uma escola com um formato cada vez mais fechado e burocratizado e o mundo exterior (a vida), não pode deixar de ser um dos aspectos chave dessa reflexão.
Apesar de ser – como lembra o cineasta Víctor Erice – a mais secreta das linguagens artísticas e a menos compreendida, o Cinema é um meio fundamental para nos levar a pensar, mas também a sonhar e a imaginar outras formas de ver e de viver.
Os autores, cineastas e pedagogos presentes irão tecer uma multiplicidade de olhares singulares sobre estas questões, “dar a ver o outro lado das coisas”, uma das faces mais importantes do olhar cinematográfico.
A Fundação Lucinda Atalaia, que há muito reflecte sobre estas questões, participa em conjunto connosco nesta procura e neste olhar novo sobre a educação e sobre o cinema.
A Cinemateca Portuguesa, para quem a relação entre o cinema e a educação é uma questão crucial, é também um parceiro essencial na concretização deste programa.
Pensar em educação para pensar o cinema, ou vice-versa». Continue a ler.
Teresa Garcia e Pierre-Marie Goulet (Associação Os Filhos de Lumière)




IGUALDADE | A prática de Serena Williams





«Here’s one of the affirmations I gave myself when I was younger: “I will work in Africa and help kids and help people.” And I did. I opened a school in Kenya in 2008 and a second in 2010. Now, sometimes in Africa they send only the boys to school. So we had a strict rule that our schools had to be at least 40 percent girls. It was impossible to get 50-50 boys to girls, and we really had to fight for 60-40. But we got it.
Equality is important. In the NFL, they have something called the Rooney rule. It says that teams have to interview minority candidates for senior jobs. It’s a rule that companies in Silicon Valley are starting to follow too, and that’s great. But we need to see more women and people of different colors and nationalities in tech. That’s the reason I wanted to do this issue with WIRED—I’m a black woman, and I am in a sport that wasn’t really meant for black people. And while tennis isn’t really about the future, Silicon Valley sure is. I want young people to look at the trailblazers we’ve assembled below and be inspired. I hope they eventually become trailblazers themselves. Together we can change the future». Leia aqui.

Destacar ainda que a luta pela igualdade é o tema da WIRED da imagem. Veja aqui. De lá: «The Battle for Equality Is a WIRED Issue - FROM SILICON VALLEY’S stubborn diversity problem to Facebook COO Sheryl Sandberg’s call to “lean in” to the digitally enabled nationwide rise of Black Lives Matter, the WIRED world is squarely at the heart of today’s conversation about race and gender.
So earlier this year, we decided to devote all of our attention to these important matters and dedicate an issue of WIRED to equality and the future—and we had the great good luck to have Serena Williams join us as guest editor. Because Williams isn’t just a tennis champion and singularly great athlete; she’s been a leader in the fight for equal representation and pay in her sport as well as being a passionate advocate for giving girls in Africa the same access to education as boys». Continue a ler.