![]() |
Leia aqui |
Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feminismo. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
«Patrícia Martins, Luísa Barateiro, Lúcia Furtado e Patrícia Vassallo e Silva acordam e vão dormir com o activismo na cabeça, na voz e nas mãos. As quatro mulheres não poupam críticas à justiça portuguesa e relembram que a luta feminista não se faz sem o combate à precariedade, ao racismo ou à LGBT-fobia»
quinta-feira, 19 de julho de 2018
«Stradivarius lanza en España una camiseta con la frase 'No es no', uno de los lemas del movimiento feminista. El colectivo critica que las marcas se apropien de sus demandas»
![]() |
| Leia aqui |
A nosso ver, no mínimo, uma boa notícia como ponto de partida para a discussão do feminismo no século XXI, nomeadamente à luz do «mainstreaming de género».
segunda-feira, 20 de março de 2017
ANTÓNIO GUERREIRO | «O fim dos homens»
«(...)
Se os movimentos feministas, nas últimas décadas, chegaram a algumas encruzilhadas e surgiram alguns discursos que desorientaram e suscitaram a hostilidade de sectores da ideologia feminista tradicional, foi porque as reivindicações, até então marcadas pelo modelo da luta de classes, se viram destituídas de fundamento. Um feminismo radical, que vê os homens como uns pobres idiotas que nem vale a pena atacar, começou por ser caricatural. Mas essa é, hoje, uma imagem plausível, como nos mostra a publicidade. E ainda que se mantenha uma sub-representação das mulheres em lugares de chefia, ainda que o machismo se mantenha vivaz, já se fala em toda a Europa de quotas masculinas e discriminação positiva dos homens em sectores onde há desequilíbrios acentuados. (...). Leia na integra.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
«Five minutes with Laura Bates: Feminism, politics and business in the contemporary UK»
Laura Bates founded the Everyday Sexism Project website in 2012, and since then has become a key advocate for women’s rights in the UK. In an interview with editorsJennifer Thomson and Helena Vieira, Laura discussed the greater number of women in British and international politics, the problem of sexual assault on UK university campuses – and the many challenges which still lie ahead for the women’s movement and feminist activism.
«With our second ever female Prime Minister, British politics currently has a very feminised face – is there now potential for there to be better dialogue around women’s issues in our society?
I think that being able to see women in prominent political positions always brings a certain benefit with it, because of the role modelling potential of girls being able to see those people in those positions. But I don’t think that we can necessarily assume that meaningful feminist change comes just as a result of having women in those positions, because of course their politics are what really matters. I think there are still very grave concerns under Theresa May’s leadership, for example the ring-fencing of funding for frontline women’s services, the detention of refugee women. I don’t think we can automatically tick the box and say a female leader solves women’s issues. It’s also important to look at the bigger picture. Only 191 out of our 650 MPs are female, less than a third. There are more men in parliament right now than there have ever been female politicians. We’re still dramatically underrepresented amongst the people who are making the decisions that affect out lives on a daily basis. There’s a very long way to go.
So you don’t think that women lead differently from men?
I don’t think that there is an automatic gendered approach to politics any more than there is to any other job. I think it’s interesting when you see that being touted in the media, that women will bring a new, softer, kind of politics. I think that’s a false assumption. I think it’s possible that we’re socialised into believing that men behave more aggressively and women have a more conciliatory or a more cooperative style, and of course that might be true for some women but I certainly don’t think that it’s accurate to suggest that all women have a single political style any more than we would do the same for men». Leia na integra.
.
. .
E saiba sobre o «The everyday sexism project», em português:
![]() |
| Veja aqui |
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
DIANA RALHA | «O feminismo tramou as mulheres»
«(...)
Vivo
com um feminista ferrenho. Este é o homem que casou comigo e que, para espanto
de todos, adoptou o meu último apelido no seu nome,
em último lugar, e depois fez aplicar a mesma regra no nome dos nossos filhos,
na simples constatação de que as mulheres também podem passar o seu nome pelas
gerações; não é território só dos homens.
Não minto também se vos disser que não sei há quanto tempo
não ponho roupa a lavar, ou no estendal, que há anos que não tenho nada a ver
com o caixote dos gatos, e que o cão também nem se lembra do que é ir comigo à
rua, ou que mesmo as minhas adoradas orquídeas, aquelas que coleccionava mesmo
antes de ser mãe, é ele quem cuida delas (deixo-o ser desarrumado à vontade,
acho que já não refilo tanto com a bagunça: pelo menos faço um esforço para não
me tirar do sério). Nunca me falou com maus modos (e todos temos dias maus eu
não posso dizer o mesmo, infelizmente já fui parva com quem só me fez bem ao
longo de quase dez anos) e só muito de vez em quando os nossos quatro filhos o
tiram do sério.
Sei que não inverteremos nunca os papéis. Ele é das
pessoas mais brilhantes e inteligentes que conheço, mas não tem absolutamente
nada a provar a ninguém e o feminismo não o pôs entre a espada e a parede. Eu
visto as calças (na verdade esta também é uma imagem parva porque eu quase
nunca visto calças) e ele, que também trabalha que se farta a partir de casa,
na profissão mais solitária do mundo, a de tradutor e revisor, cuida da
família, esse território outrora exclusivo das mulheres.
Sejamos
justos: o feminismo afinal não me tramou assim tanto.
Agora tenho duas gigantescas missões garantir que as três
filhas se sentem, como eu, capazes de ser e fazer o que bem lhes passar pela
moleirinha, mas, mais importante ainda, educar o meu filho a ser tão feminista
quanto o pai.
Nota
final muito importante: Na empresa onde trabalho no ofício
cada vez mais difícil da comunicação e da assessoria de imprensa, há quatro
colaboradores com quatro filhos. Há pelo menos um com três, e dezenas com o
casalinho piroso. Neste momento estão três bebés para nascer até ao final do
ano: um verdadeiro baby boom.
Somos uma empresa líder de mercado, posição que conquistámos e garantimos, pela
excelência dos serviços prestados pelos melhores profissionais. Eu e os meus
colegas temos um dos trabalhos mais exigentes e stressantes à face da terra, e
ainda assim esta empresa regista uma taxa de natalidade muitíssimo superior à
da média nacional. Alguma coisa corre verdadeiramente bem por aqui. O que é
essencial quando falamos de igualdade e oportunidades. Devo também ao meu
patrão e à segurança social portuguesa a possibilidade de, por duas vezes, ter
podido tirar oito meses de licença de maternidade, uma pausa longa e importante
no ritmo frenético, e que me permitiu ter a certeza que nasci mesmo para ser
mãe e dona-de-casa». Leia na integra.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
CONCILIAR CARREIRA E VIDA PESSOAL
A REVISTA do Jornal Expresso de 27 de Outubro último teve o «feminismo» como tema de capa como se pode ver pela imagem (bem discutível, segundo alguns) que era promovido assim: «Até que ponto conseguem as mulheres conciliar carreira e vida pessoal? A desistência de algumas executivas relançou a questão». E a entrada do trabalho:
O artigo, na nossa ótica, merece ser lido na totalidade e, eventualmente, ainda voltaremos a ele para divulgarmos os pontos de vista de mulheres portuguesas que foram ouvidas. E também para darmos a conhecer uma cronologia bem impressiva, porque simples, do percurso da «mulher» ao longo dos tempos que fazia parte do dossiê. Agora, apenas um dos destaques do trabalho:
E por fim, o artigo «As Mulheres ainda não podem ter tudo» mencionado na Revista já tinha sido objeto de um post anterior aqui no Em Cada Rosto Igualdade.
E sem a colaboração da Susana Neves o de hoje não teria sido possível.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










