sexta-feira, 22 de março de 2019

EXPOSIÇÃO | «A Metade do Céu» vista por mulheres | 21 MARÇO 2019 A 23 JUNHO 2019 | MUSEU ARPAD SZENES-VIEIRA DA SILVA | LISBOA



Veja aqui


«Em 2019, o Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva celebra o vigésimo quinto aniversário de abertura ao público. É no âmbito desta celebração que, a par das obras de Maria Helena Vieira da Silva, o museu apresenta, entre 21 de Março e 23 de Junho, um projecto expositivo com a assinatura de Pedro Cabrita Reis: A metade do ceú. O artista propõe uma exposição colectiva inteira e declaradamente liberta de qualquer condicionalismo temático, desprovida de uma narrativa curatorial e que se quer, aliás, alheia ao artifício discursivo. Ora, antes assente numa intenção elementar, nessa vontade axiomática, já inabalável: «[...] que fosse, muito simplesmente, um modo de revelar o pensamento, o olhar e a prática criativa d’A metade do ceú [...]» – aquela que, segundo Mao Tsé-Tung, toda e qualquer mulher sustenta. É a partir desta expressão, achada num texto atribuído ao líder chinês, que o artista concebe e desdobra o projecto expositivo, lembrando, ainda assim, «[...] que a arte foi e será sempre avessa e imune à ideologia...». Importa, sobretudo, esse intento exordial. Importa trazer ao encontro de Vieira da Silva uma perspectiva singular – pessoal, afectiva, decerto apaixonada – sobre essa outra metade. 
Pedro Cabrita Reis traz  ao Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva uma importante selecção «[...] de Josefa de Óbidos até ontem [...]», para celebrar  o contraste, o princípio da divergência. A metade do céu instaura um território de confronto – e, desde logo, pelo seu carácter pluridisciplinar, convocando o desenho e a pintura, a escultura e a instalação, a fotografia e o vídeo. Contudo, a demanda pela alteridade está para lá da dimensão formal. Interessa o conflito, tanto ou mais que o consenso. Há que atentar, muito particularmente, no conflito que lateja em cada trajectória, contrariando uma visão padronizante eventualmente alimentada pela (ou por alguma) história da arte. Pois que esta exposição perscruta o lado lunar de cada artista, dando a ver, sempre que possível, o que menos se espera dela – uma ou outra obra não tão frequentemente mostrada, talvez até desfasada, de algum modo inusitada. É o caso de Menez, Ana Hatherly ou Helena Almeida. A metade do céu traduz uma certa ânsia pelo estremecimento do desvio epifânico, dessa queda absolutamente primordial. 
Por certo, mesmo a mais ilustre e estudada artista é aqui apresentada para e na iminência de ser redescoberta, uma e outra vez, pelo olhar contemporâneo. Há que trazer a natureza morta de Josefa de Óbidos à luz da produção artística actual – mais não seja, em busca desse assombro. É justamente na tangência, algures no interstício, que se cumpre o desígnio da exposição».Saiba mais.






«MODERN GUIDE TO EQUALITY / Advancing equality in the workplace»





A notícia na ONU Brasil abaixo levou-nos, uma vez mais, ao Guia da imagem acima.



ONU Mulheres traz ao Brasil aliança pela igualdade de gênero na publicidade


quinta-feira, 21 de março de 2019

MANUEL DA SILVA RAMOS | «Os Três Seios de Novélia»





«Cinquenta anos após a edição do romance, que recebeu, em 1968, o Prémio de Novelística Almeida Garrett, a Parsifal publica uma “edição comemorativa, em capa dura e profusamente ilustrada pelo pintor António Carmo, de uma das mais vanguardistas e singulares obras de ficção portuguesas das últimas décadas e cuja modernidade se mantém completamente atual”.
A nova edição conta com um “Manual do Silva Ramos”, que a editora apresenta como um “elucidário pessoal politicamente pouco correto”.
Manuel da Silva Ramos, de 71 anos, estudou Direito na Universidade de Lisboa, mas teve de se exilar em França por razões políticas. Aos 21 anos venceu o Prémio de Novelística Almeida Garrett, instituído pela Editorial Inova e pela Portugália Editora, precisamente com “Os Três Seios de Novélia”».

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SINOPSE (Tirada daqui)

Prémio de Novelística Almeida Garrett de 1968.
Os Três Seios de Novélia é um pequeno romance de amor irreal onde a rumorejante solidão de um jovem escritor o força a procurar a mulher alquímica, sua secreta nostalgia. É também uma descoberta de Lisboa, com os seus cafés, praças, ruas, avenidas, onde a promessa de qualquer mulher compensará o reles quotidiano. Esta invenção de uma mulher clara que existia efectivamente nas ruas de Lisboa de 1968, e continua a existir, é também o triunfo da literatura. Um Longo Nascimento, o segundo texto do livro, é um pequeno diário de uma infância e adolescência felizes na província onde a alfaiataria dos pais, lagartos ao sol, primas, faces de meninas prémenstruadas, cântaros defenestrados na última noite do ano, livros, escritores mortos, se amontoam para glorificar uma vida ainda fugitiva de criador. A Respiração é o atelier em brasa do artista. A sua imaginação mais desabrida, delirante. Estamos aqui no interior do vulcão da imaginação.
E o final «Sermão de Santo António aos Astronautas» é a cereja em cima do bolo ardente.
Manuel da Silva Ramos tinha 20 anos quando escreveu Os Três Seios de Novélia.

«Curso online visa aumentar conscientização sobre mudanças climáticas»




«A UN CC:Learn, uma parceria de mais de 30 organizações das Nações Unidas, promove curso online com informações básicas em português sobre mudanças climáticas.
Composto por seis módulos, cada um com de quatro a cinco objetivos de aprendizagem, o curso tem duração de 2 horas.
Após cada módulo, o usuário deverá responder um breve questionário para verificar se alcançou os objetivos de aprendizagem.
Após responder seis questionários com pontuação acima de 70% em cada um, o usuário poderá receber um certificado do Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR). Saiba como participar». Saiba mais, saiba como participar.




quarta-feira, 20 de março de 2019

CONFERÊNCIA | Economia e Sociedade / «Pensar o Futuro» | 25 MARÇO 2019 | GULBENKIAN | LISBOA



«Convite da Conferência, promovida pelo Grupo Economia e Sociedade (GES), de que é coordenadora a Professora Manuela Silva.
A  Drª Maria Isabel Roque de Oliveira está disponível para informações complementares que entendam necessárias.
As questões deverão ser enviadas para fmro26@sapo.pt
Com os melhores cumprimentos e agradecendo desde já a atenção, subscrevo-me desejando a todos uma óptima semana.
Maria José Dionísio
CIDSENIOR
938249186»



AINDA O 8 MARÇO 2019 | «Um Breve Nó» | DE MARIA TERESA HORTA



Tirado da Página Oficial Facebook da Autora



terça-feira, 19 de março de 2019

«O PAI» | Trecho que abre o romance "Perto do coração selvagem"| DE CLARICE LISPECTOR




SINOPSE
A Relógio d´Água publica o primeiro romance da escritora brasileira Clarice Lispector, escrito em 1944, durante a sua adolescência. Movimentando-se sempre na esfera íntima do ser humano, Clarice dá-nos a conhecer Joana, numa viagem crua pela sua realidade. +. 

O livro começa com «O Pai ...», e ao registá-lo aqui queremos assinalar o dia de hoje:

Leia mais aqui.









DOS OUTROS | FRANÇA | MUNDO DA CULTURA | «Where is the equality between women and men in the world of culture?»




«Where is the equality between women and men in the world of culture? The edition(publishing) 2019 of the Monitoring centre(Observatory) of the equality between women and men revealed March 7th of very waited statistical data, which reveal the persistence of important disparities. If an increasing feminization of cultural professions in work for more than fifteen years is observed, the women stay minority in the executive positions of the cultural sphere (with the exception of the public service broadcasting). Also, they reach less than their masculine counterparts means of production, artistic programme planning(programming) and media(audiovisual) realisation, where they stay less visible(obvious) than the men(people). (...)». Continue a ler.

E neste endereço o Road map Equality 2018-2022. 



segunda-feira, 18 de março de 2019

«Ser artista é difícil. Mas ser artista mulher em Portugal é um desafio colossal»

Leia aqui

«2019 marks the 50th anniversary of The Museum at FIT»





«The Museum at FIT»  celebra  50 anos. No site do Museu pode saber-se das iniciativas das comemorações, e aceder às disponibilizadas online, como a da imagem acima. Do que se pode ver/ler:

«Since 1997, Dr. Valerie Steele has curated a number of thematic exhibitions exploring topics of sexuality, gender, and identity, including The Corset: Fashioning the Body (2001) and Gothic: Dark Glamour (2008). Together with senior curator Fred Dennis, she organized the pioneering exhibition A Queer History of Fashion: From the Closet to the Catwalk (2013)». Leia mais.






sexta-feira, 15 de março de 2019

«63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres»





Está a decorrer o  encontro anual  da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres -  a CSW 63.  Irá reunir mais de 9 mil representantes de organizações da sociedade civil nas Nações Unidas nas próximas duas semanas. O tema deste ano é “sistemas de proteção social, acesso a serviços públicos e infraestruturas sustentáveis para igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas”. Muitas das discussões também  focarão a Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável.
Sobre o discurso de abertura de António Guterres via ONU Brasil:

«Igualdade de gênero é uma ‘questão de poder’
Em seu discurso de abertura, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Comissão sobre a Situação das Mulheres poderia ser igualmente chamada de “Comissão sobre a Situação do Poder”.
“Porque este é o cerne da questão. Igualdade de gênero é fundamentalmente uma questão de poder”, disse, acrescentando que o mundo tem registrado retrocessos no que se refere à garantia dos direitos das mulheres.
Guterres – que se definiu como um “feminista orgulhoso” – disse que, para mudar relações de poder, superar lacunas e vieses e lutar para preservar conquistas, é necessário envolver mulheres como participantes iguais na sociedade.
“Quando excluímos mulheres, todos pagam o preço. Quando incluímos mulheres, o mundo todo ganha”, disse.
Similarmente, a presidente da Comissão deste ano, a embaixadora Geraldine Byrne Nason, da Irlanda, disse em discurso que “resiliência está no DNA de mulheres e o mundo precisa da resiliência de mulheres mais do que nunca”.
Os tópicos que serão abordados nas próximas duas semanas variam de planejamento de espaço urbano a transportes públicos, com considerações sobre mobilidade e segurança de mulheres e aumento do acesso das mulheres rurais a parteiras experientes».



A INIVISIBILIDADE DAS MULHERES NAS ARTES | «a ministra da Cultura, Graça Fonseca, anunciou que o Governo prepara medidas para combater “a invisibilidade das mulheres artistas”, uma vez que “há uma subrepresentação de mulheres evidente”»



Leia aqui

quarta-feira, 13 de março de 2019

AINDA 8 MARÇO 2019 | ONU celebrou dia das mulheres com apelo à participação feminina na ciência e inovação






«Se você está lendo esta mensagem, é provavelmente graças
a Hedy Lamarr, cujo trabalho abriu o caminho para
o WIFI moderno. Neste ,
celebramos as mulheres pioneiras, cientistas
e inventoras. »




«Em evento em Nova Iorque para lembrar o Dia Internacional das Mulheres, dirigentes da ONU ressaltaram o papel que as mulheres e meninas têm a desempenhar na quarta revolução industrial, contribuindo com suas capacidades para criar soluções de desenvolvimento, tecnologia e infraestrutura. Organização pediu mais inclusão das mulheres nas disciplinas e áreas de ciência, matemática, engenharia e inovação». Leia na ONU Brasil.




AINDA 8 MARÇO 2019 | CHRISTINE LAGARDE | « A Global Imperative / Empowering women is critical for the world’s economy and people»

segunda-feira, 11 de março de 2019

AS MULHERES ARTISTAS NA COLEÇÃO DA TATE

WOMEN and ART

Explore the stories and achievements of women artists in our collection


To kick off Women's History Month, we've joined the National Museum of Women in the Arts as they champion women artists across the globe through their #5WomenArtists campaign.
As part of this, we've announced five major solo exhibitions of women artists! You can look forward to seeing Lynette Yiadom-Boakye, Paula Rego, Magdalena Abakanowicz, Maria Bartuszová and Haegue Yang – all coming to Tate in 2020-21!
Plus, from next month Tate Britain presents 'Sixty Years' - a free display of British women artists from 1960 to the present day.  



DOCUMENTÁRIO | «Mulheres do meu País» | DA REALIZADORA RAQUEL FREIRE




«Sinopse: "Mulheres do meu País" é um filme-retrato sobre a condição da mulher portuguesa no século XXI.
 O documentário retrata 14 mulheres portuguesas: Lúcia Vaz (afrodescentente, empregada de limpeza); Alelaide Costa (engenheira do Ambiente e bombeira); Maria do Mar Pereira (socióloga); as irmãs Flores (artesãs do Alentejo); Clara Queiroz (geneticista); Toya Prudêncio (activista cigana); Márcia Sousa (operária e activista lésbica); Mynda Guevara (rapper da Cova da Moura); Ângela Pica (sobrevivente de violência doméstica e cuidadora informal); Leonor Freitas (empresária); Alice Cunha (mulher transgénero e activista); Maria João Pereira (bailarina); e Maria José Neto (pescadora de alto-mar).
Segundo a realizadora, estas mulheres portuguesas têm em comum "a força e a capacidade de olhar o mundo à volta, de o compreender e de o transformar"». Tirado daqui.






E ouça uma entrevista com a Realizadora na TSF. De lá:"Cheguei até às pessoas que senti que tinham sofrido mais injustiças e que tinham construído sozinhas mecanismos e ferramentas para transformarem o mundo à sua volta", conta a realizadora. "São mulheres comuns, heroínas anónimas, aquelas que ninguém vê e que vão mudando o mundo à sua volta. E para mim, é a forma como mudamos o mundo hoje em dia. Não há uma emancipação; há emancipações. Há mulheres que são resilientes."

sexta-feira, 8 de março de 2019

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2019 | Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas António Guterres









 International Women's Day 8 March
Secretary-General's Message for 2019


Gender equality and women’s rights are fundamental to global progress on peace and security, human rights and sustainable development. We can only re-establish trust in institutions, rebuild global solidarity and reap the benefits of diverse perspectives by challenging historic injustices and promoting the rights and dignity of all.    
In recent decades, we have seen remarkable progress on women’s rights and leadership in some areas. But these gains are far from complete or consistent – and they have already sparked a troubling backlash from an entrenched patriarchy.
Gender equality is fundamentally a question of power. We live in a male-dominated world with a male-dominated culture. Only when we see women’s rights as our common objective, a route to change that benefits everyone, will we begin to shift the balance.
Increasing the number of women decision-makers is fundamental. At the United Nations, I have made this a personal and urgent priority. We now have gender parity among those who lead our teams around the world, and the highest-ever numbers of women in senior management. We will continue to build on this progress.
But women still face major obstacles in accessing and exercising power. As the World Bank found, just six economies give women and men equal legal rights in areas that affect their work. And if current trends continue, it will take 170 years to close the economic gender gap.
Nationalist, populist and austerity agendas add to gender inequality with policies that curtail women’s rights and cut social services. In some countries, while homicide rates overall are decreasing, femicide rates are rising. In others we see a rollback of legal protection against domestic violence or female genital mutilation. We know women’s participation makes peace agreements more durable, but even governments that are vocal advocates fail to back their words with action. The use of sexual violence as a tactic in conflict continues to traumatize individuals and entire societies.
Against this backdrop, we need to redouble our efforts to protect and promote women’s rights, dignity and leadership. We must not give ground that has been won over decades and we must push for wholesale, rapid and radical change.
This year’s theme for International Women’s Day, “Think Equal, Build Smart, Innovate for Change”, addresses infrastructure, systems and frameworks that have been constructed largely in line with a male-defined culture. We need to find innovative ways of reimagining and rebuilding our world so that it works for everyone. Women decision-makers in areas like urban design, transport and public services can increase women’s access, prevent harassment and violence, and improve everyone’s quality of life.
This applies equally to the digital future that is already upon us. Innovation and technology reflect the people who make them. The underrepresentation and lack of retention of women in the fields of science, technology, engineering, mathematics and design should be a cause of concern to all.
Last month, in Ethiopia, I spent time with African Girls Can Code, an initiative that is helping to bridge the digital gender divide and train the tech leaders of tomorrow. I was delighted to see the energy and enthusiasm these girls brought to their projects. Programmes like this not only develop skills; they challenge stereotypes that limit girls’ ambitions and dreams.
On this International Women’s Day, let’s make sure women and girls can shape the policies, services and infrastructure that impact all our lives. And let’s support women and girls who are breaking down barriers to create a better world for everyone.  
António Guterres

Sobre a mensagem (em português), veja  no Vatican News. Destacam:  «(...)

Construção com inteligência

Os países, com mais igualdade de gênero, apresentam maior crescimento econômico. As empresas, com mais mulheres na liderança, têm uma melhor produtividade. Os acordos de paz, que incluem as mulheres, são mais duráveis. Parlamentos com mais mulheres promulgam mais legislação sobre questões sociais fundamentais, tais como saúde, educação, combate à discriminação e de apoio à criança. (...)»




International Women’s Day 2019 
 United Nations Video Message

«This #WomensDay, we’re innovating for change»









HOJE 8 MARÇO 2019 | «Mulheres em Portugal»




HOJE DIA 8 DE MARÇO 2019 | entrega da Medalha Municipal de Mérito de Lisboa ao Movimento Democrático de Mulheres | 17:30 H | SALÃO NOBRE DOS PAÇOS DO CONCELHO







«Assunto: Câmara Municipal de Lisboa atribui Medalha de Mérito Municipal ao Movimento Democrático de Mulheres “pelo trabalho desenvolvido em defesa dos direitos das mulheres ao longo dos seus 50 anos de existência”
Terá lugar amanhã, Dia Internacional da Mulher, a cerimónia de entrega da Medalha de Mérito Municipal da Câmara Municipal de Lisboa ao Movimento Democrático de Mulheres.
É com muita honra que o MDM recebe esta distinção no Dia Internacional da Mulher, data história da luta das mulheres pela igualdade, direitos, justiça social, contra a guerra e pela paz, “pelo trabalho desenvolvido em defesa dos direitos das mulheres ao longo dos seus 50 anos de existência”.
Num tempo em que os direitos e a condição das mulheres sofrem tantos revezes, o reconhecimento do papel e da luta persistente e continuada do MDM na defesa dos direitos e da dignidade das mulheres,  constitui um importante estimulo ao trabalho e à luta pela Igualdade na vida que urge alcançar para todas as mulheres do nosso país.
O MDM estende este reconhecimento às sucessivas gerações de mulheres que têm construído, ao longo de muitas décadas, a acção do Movimento em prol da emancipação das mulheres em Portugal e em todo o mundo».



HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2019 | «Can You name five women artists?»


«Since 2016, the National Museum of Women in the Arts (NMWA) has been asking this question on social media each March during Women’s History Month using the hashtag #5WomenArtists. The campaign calls attention to the fact that women have not been treated equally in the art world, and today they remain dramatically underrepresented and undervalued in museums, galleries, and auction houses.So far, more than 1,000 cultural institutions from seven continents and 47 countries, plus over 10,000 individuals have participated!». Saiba mais.


TATE x NMWA Collaboration: Additionally, this year NMWA has teamed up with the Tate to expand the reach of #5WomenArtists as part of Tate’s ongoing commitment to increase the representation of women across the arts sector and within its galleries. In addition to hosting dedicated events during March and sharing the campaign across its digital channels, Tate staff members met colleagues at NMWA to collaborate on leveraging digital engagement for social change.

quinta-feira, 7 de março de 2019

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | ONTEM ERAM 11 AS MULHERES MORTAS DESDE O INÍCIO DO ANO. HOJE JÁ SÃO 12

HOJE

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ONTEM

Leia aqui

7 MARÇO 2019 | Dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica





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Daqui


A CAMINHO DO 8 MARÇO 2019 | «A Mulher Nas Colecções do Arquivo Fotográfico da CME» | 7 A 30 MARÇO 2019 | ÉVORA


«A exposição enquadra-se nas comemorações do Dia Internacional da Mulher e tem como fonte o amplo acervo do Arquivo Fotográfico da CME.
O conjunto de fotografias expostas - reproduções digitais de negativos a preto e branco - resulta da pesquisa de sinais de narrativas e imagens iconográficas do tema nas diferentes coleções do Arquivo Municipal, remetendo para a perceção e representação da imagem da mulher nos últimos 150 anos.
A seleção das imagens, que se quis o mais abrangente possível, teve em conta as diferentes coleções do Arquivo, e uma preocupação cronológica que permite acompanhar o estatuto da mulher nos diferentes períodos históricos e na obra dos vários fotógrafos. Maria Eugénia Reya Campos, Ricardo Santos, José Pedro Braga Passaporte, Ricardo Santos, Estevão de Oliveira Fernandes, Francisco Manuel Fialho, Mário da Gama Freixo, Joaquim da Silva Nogueira (Photo Brasil), Eduardo Nogueira, David Freitas, António Passaporte, Marcolino Silva, Paulo Nuno Silva revelam-nos testemunhos do dia-a-dia, dificuldades do mundo do trabalho e da afirmação das mulheres num universo masculino; trazendo para o discurso expositivo a burguesa do séc. XIX, a mulher confinada ao espaço doméstico, as operárias fabris das primeiras unidades industriais da região, as camponesas alentejanas e das serras algarvias, as primeiras empregadas de serviços, as artistas dos palcos lisboetas e eborenses, as funcionárias da autarquia de Évora, ou as mulheres anónimas que o olhar de cada fotógrafo soube enobrecer». Saiba Mais.