segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Papa Francisco no Dia Mundial dos Pobres - 18 de Novembro de 2018








"O grito dos pobres torna-se mais forte a cada dia, e a cada dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos, que são sempre menos e sempre mais ricos", disse Francisco na homilia. Saiba mais.



«Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos»



Leia no Expresso


«(...)
Acredita que o Papa pode fazer a diferença?
Espero que sim. Ele tem sido um líder fantástico em tantos assuntos, como no ambiente, na pobreza, na exclusão, no isolamento. Não há dúvidas de que as pessoas LGBTI se sentem magoadas e marginalizadas, postas de parte por causa das coisas que são ditas pela Igreja. Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos. Isso significa que ele considera que há dano e, uma vez que se considera isso, a questão é o que fazer a seguir? De certeza que ele não quer que esse dano continue. Gostávamos muito que ele tivesse a postura que teve com o ambiente ou com a exclusão social com as pessoas LGBTI, em especial com os jovens.
(...)»


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

MARGARIDA ALPUIM | «Os homens perdem privilégios quando lutam pela igualdade de género? Os estereótipos que eles e elas querem desconstruir»



Leia aqui

ACONTECEU | «Gender Equality in Urban Planning and Housing Policies» | PAMPLONA


«Gender Equality in Urban Planning and Housing Policies

Back to top



The massive demonstrations of March 8th on the International Women's Day, highlighted the need to move forward on measures that promote gender equality. This objective is particularly relevant in the field of social rights, such as the right to housing. Just around us, things like how street are named, the design of safe public spaces or the equipment and mobility measures that facilitate conciliation between family and work life have a key impact from a gender perspective. 
Therefore, on the first afternoon of this Conference, the following questions will be addressed; What does "urbanism with a gender perspective" mean? What practical measures can be adopted to include the gender perspective into the design of our cities? What examples can we find in other local and regional administrations in this regard? Professionals from the institutional, academic and civil society sectors will provide examples that would allow to focus the debate on practical measures. (...)». Continue a ler.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

ALEX DAHL | «O Rapaz à Porta»




«Cecilia Wilborg tem a vida perfeita: um marido atraente, duas bonitas filhas e uma grande casa em Sandefjord, uma cidade que parece tirada de um bilhete-postal. Ela esforça-se para manter tudo como está, pois um erro do passado pode destruir-lhe o presente.

Annika Lucasson vive uma vida sombria com o namorado abusivo e traficante de drogas. Já perdeu tudo muitas vezes e agora tem uma última oportunidade de se salvar, graças a Cecilia. Mas, Annika conhece o seu segredo e o que Cecilia está disposta a fazer para que tudo acabe.

Então aparece Tobias, um rapaz de oito anos, sozinho e sem amigos. Mas que ameaça fazer desmoronar o mundo de Cecilia.
O quer ele de Cecília?». Saiba mais.

___________
Da critica:
«Dahl delineia sem piedade o preço de viver numa sociedade que insiste em que as mulheres devem apenas tentar ser mulheres e mães perfeitas e paralelamente com carreiras de êxito também, ou serão levadas a sentir que nunca são boas o suficiente.»Publishers Weekly. +. 





«Why aren't there more collaborative platforms for social good?»



Leia aqui


«(…)
That’s why Nesta is partnering with Scottish Government to support ideas that might apply this logic to other contexts through the ShareLab Scotland fund. This fund allows us to investigate the potential for platforms or apps to make a difference by sharing information using newly available technology or the internet. We’re already working with HomePointr, a Scottish service that provides a matching service for homeless support workers seeking supported accommodation for new tenants who have been homeless. (…)».


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

INFOGRAFIA | «Prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica- 2018»






Foi lançada  «a infografia “Prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica- 2018” com enfoque na evolução de indicadores no período entre 2014 e 2017.
Com este documento, e no mês em que se assinala o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres”, a CIG pretende partilhar dados sobre o crescimento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), bem como a evolução do investimento público nas políticas estruturais nesta área, numa lógica de transparência e boa governança.
As políticas públicas de promoção da igualdade e não discriminação, sob coordenação da CIG, têm assumido como central a prevenção e o combate à violência contra as mulheres, incluindo a violência doméstica e de género, alinhadas com as recentes orientações europeias e internacionais sobre a matéria, em particular com a Convenção de Istambul, do Conselho da Europa (ratificada por Portugal em 2013).
Os dados indicam que os últimos anos têm sido marcados pela consolidação da RNAVVD, quer por via do aumento do número das estruturas de atendimento especializado, garantido uma maior cobertura nacional, quer pelo aumento da capacidade de acolhimento em Casas de Abrigo, bem como pelo alargamento do número de respostas de acolhimento de emergência. Tal reflete ainda o aumento significativo do investimento público na consolidação da RNAVVD e no reforço das medidas de teleassistência e de vigilância eletrónica que visam a proteção das vítimas.
Estes dados traduzem o empenho continuado do Estado português nesta matéria, agora reforçado na atual Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 "Portugal + Igual"».


DA VIDA DOS OUTROS | Na Austrália fazem-se balanços na esfera da igualdade de género





segunda-feira, 12 de novembro de 2018

LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 15 | «Proteger a Vida Terrestre»








«Proteger os nossos animais selvagens - Uma corrida contra o tempo. A exploração sem restrições da vida selvagem levou ao desaparecimento de muitas espécies animais a um ritmo alarmante, destruindo a diversidade biológica da Terra e perturbando o equilíbrio ecológico. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está ativamente envolvido em trabalhar com governos, cientistas, organizações privadas e outros grupos interessados para preservar e proteger as espécies em vias de extinção».
_____________


  • «Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas húmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais
  • Até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, travar a deflorestação, restaurar florestas degradadas e aumentar substancialmente os esforços de florestação e reflorestação, a nível global
  • Até 2030, combater a desertificação, restaurar a terra e o solo degradados, incluindo terrenos afetados pela desertificação, secas e inundações, e lutar para alcançar um mundo neutro em termos de degradação do solo
  • Até 2030, assegurar a conservação dos ecossistemas de montanha, incluindo a sua biodiversidade, para melhorar a sua capacidade de proporcionar benefícios que são essenciais para o desenvolvimento sustentável
  • Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, travar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas
  • Garantir uma repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos e promover o acesso adequado aos recursos genéticos
  • Tomar medidas urgentes para acabar com a caça ilegal e o tráfico de espécies da flora e fauna protegidas e agir no que respeita tanto a procura quanto a oferta de produtos ilegais da vida selvagem
  • Até 2020, implementar medidas para evitar a introdução e reduzir significativamente o impacto de espécies exóticas invasoras nos ecossistemas terrestres e aquáticos, e controlar ou erradicar as espécies prioritárias
  • Até 2020, integrar os valores dos ecossistemas e da biodiversidade no planeamento nacional e local, nos processos de desenvolvimento, nas estratégias de redução da pobreza e nos sistemas de contabilidade   (...)»Saiba mais.



CONFERÊNCIA | «Direitos Humanos e Controlo Externo das Forças e Serviços de Segurança do Ministério da Administração Interna»| 14 NOV 2018 | ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO | LISBOA





«Promovida pela Inspeção-Geral da Administração Interna e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, no âmbito dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos  e dos 40 anos da Adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos».


Entrada livre
com inscrição até 09 de Novembro 
para o email gabinete.dir@gai.pt






sexta-feira, 9 de novembro de 2018

HOMENAGEM A MARIA VELHO DA COSTA | 12 -13 NOV 2018 | PORTO


«Mulheres ao poder na Etiópia»



Leia aqui
«No dia 25 de outubro de 2018, Sahle-Work Zewde foi nomeada como presidente da Etiópia, a primeira mulher de sempre a assumir esse cargo (não executivo). Aos 68 anos de idade, a diplomata de carreira foi eleita por unanimidade nas duas câmaras da Assembleia Parlamentar Federal da Etiópia, substituindo assim o demissionário Mulatu Teshome. Cerca de uma semana antes da nomeação de Zewde, o primeiro-ministro Abiy Ahmed remodelou a composição do Governo, diminuindo o número de ministérios (de 28 para 20) e assegurando uma estrita igualdade de género: 10 ministros e 10 ministras. A Etiópia tornou-se assim o segundo país africano a implementar a paridade de género entre os membros do Governo, seguindo o exemplo pioneiro do Ruanda.
“Eu sou produto de pessoas que lutaram pela igualdade e liberdade política neste país e vou trabalhar arduamente para os servir. Se pensavam que já falei muito sobre mulheres, saibam que estava apenas a começa”, declarou Zewde no dia da eleição, perante os representantes parlamentares etíopes. “Se a presente mudança em curso na Etiópia for liderada por homens e mulheres em igualdade, poderá manter o seu ímpeto e realizar uma Etiópia próspera, livre de discriminação religiosa, étnica ou de género”, sublinhou a nova presidente. Mudança que não se cingiu ao Governo e à Presidência da República. No dia 1 de novembro, a advogada Meaza Ashenafi, feminista, especializada em direitos humanos, foi nomeada como presidente do Supremo Tribunal Federal da Etiópia».


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

INÊS HENRIQUES | «Depois de batalhar por direitos iguais para as mulheres, nos 50 quilómetros marcha, a “pequena” de Rio Maior só descansa quando garantir que vai estar nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, a lutar pelo ouro»





Recortes e montagem da Entrevista de Inês Henriques à Revista E
do semanário Expresso de 3 NOV 2018





Outro excerto:


«(...)Mas bate o recorde do mundo com 4h08,26.
Pois. Isto foi em janeiro, mas a marca só foi certificada quase no final de maio de 2017. Havia muita gente a dizer que aquilo não valia nada, mesmo já depois de a IAAF certificar. Como eu não tinha feito o mínimo, 4h06, apesar de termos esse objetivo escondido porque permitia-nos estar no Campeonato do Mundo numa prova mista sem direito a nada (as mulheres podiam participar mas tinham de fazer o mínimo dos homens), pedimos à Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) para pedir à IAAF que eu, como recordista do mundo, fosse convidada para estar no Campeonato do Mundo. Achámos que era muito importante estar lá uma mulher. E se tinham posto em causa, portugueses e estrangeiros, o que eu tinha feito em Porto de Mós, eu queria estar onde o mundo inteiro ia estar e mostrar que era possível fazer aquilo. A FPA disse: “Esquece, eles não vão deixar.” Mas eu insisti: “Já há um não?” “Não.” “Então, pode haver um sim.” Antes de ir para estágio, o Jorge Miguel fez um plano de treino para 20 quilómetros e outro para 50 quilómetros e perguntou-me qual é que eu queria cumprir. Eu quis cumprir o de 50 quilómetros.
Porquê?
Porque preferia estar preparada e receber um não, mas também estar preparada caso recebesse um sim. Porque se eu fosse e não cumprisse, os 50 quilómetros femininos nunca mais entravam. É que eles colocaram as 4h06 porque pensaram que nenhuma mulher no mundo iria fazer aquilo. Pensaram, nós damos uma oportunidade mas elas não vão conseguir e não nos chateiam a cabeça. Esta foi a intenção da IAAF. Fiz esse pedido e quando fui ao Grande Prémio Internacional da Corunha falei com Damilano, presidente da comissão de marcha da IAAF, para ele me ajudar.
E ajudou?
Inicialmente não estava a perceber muito bem o que é que eu queria. Expliquei-lhe. Passadas umas semanas mandou-me um e-mail a perguntar se a FPA já tinha enviado o pedido. Disse que sim. Mas o pedido não estava a chegar às pessoas certas. Alguém estava a barrar. Ele foi-me dando indicações, que fui passando à FPA. Faltavam cinco semana para o Mundial e eu ainda não sabia de nada. Já tínhamos pensado, se a IAAF não nos permitir estar no Mundial, vai haver uma prova no início de setembro nos EUA, vamos aproveitar o treino na mesma e vamos aos EUA bater o recorde do mundo.
Não seria a mesma coisa.
Não. Mas era uma forma de bater o recorde do mundo. Por isso entrei em contacto com a americana Erin, a primeira mulher a fazer os 50 quilómetros, porque era ela e o marido que organizavam a prova. Ela falou com o advogado dela (Paul Demeester) e ele entrou em contacto comigo. Disse que me ia ajudar. Ele estava a tentar introduzir os 50 quilómetros, mas as atletas americanas não tinha marcas de relevo e eu tinha. A três semanas do Mundial recebo um e-mail do advogado a dizer que as mulheres no mundo que tivessem menos de 4h30 podiam estar presentes no Mundial, a prova seria ao mesmo tempo que a dos homens com direito a tudo, em termos de dinheiro, etc. (...)».
.
.     .


Se puder, não fique pelos recortes acima, a entrevista mostra-nos uma história de vida forte, inspiradora, nomeadamente em defesa dos direitos das mulheres, e  de fazer «inveja» a muitos movimentos que mais mobilizam a comunicação social.


UNESCO | «Gender Equality and Culture»

Veja aqui
Ainda;


«UNESCO’s Culture programmes support and empower women and men to equally enjoy, participate in and contribute to culture through:

terça-feira, 6 de novembro de 2018

MARIA JOSÉ MOURA




Maria José Moura morreu. Muitos são os que neste momento triste enaltecem o seu percurso profissional, nomeadamente o Presidente da República. De facto, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota divulgada na página da Presidência na Internet, lamentou  a morte de Maria José Moura e «elogiou o papel da investigadora e bibliotecária na definição da política da leitura pública em Portugal». Por sua vez, a DGLAB sublinha que Maria José Moura, responsável pela criação da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas em 1986, era considerada, por muitos, a "mãe" da Rede de Bibliotecas Municipais. As diversas homenagens que lhe foram feitas, em Portugal e no estrangeiro, reconheceram a mulher que serviu a causa das bibliotecas durante toda a vida. A DGLAB, organismo que sucedeu ao IPLB e DGLB, lamenta profundamente esta perda.  Leia mais.

Destaquemos palavras de Maria José Moura que se podem ler, por exemplo, aqui: «(...)Em entrevista à Lusa, em 2016, 30 anos depois da criação das bases de uma rede nacional de bibliotecas públicas municipais, a bibliotecária recordou esse processo, a pedido da então secretária de Estado da Cultura, Teresa Gouveia, que contou consigo, como representante da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, assim como com Teresa Calçada, atual responsável do Plano Nacional de Leitura, Pedro Vieira de Almeida e Joaquim Macedo Portilheiro, do antigo Instituto Português do Livro. A rede conta hoje com mais de 200 equipamentos, em todo o país.
"O facto de não haver bibliotecas públicas em Portugal, dez anos depois do 25 de Abril, era um escândalo", disse então Maria José Moura à Lusa. "Todos os países civilizados, melhor ou pior, têm bibliotecas (...). A rede de bibliotecas itinerantes - foi uma sorte que este país teve - era o que havia. Fora isso, só havia meia dúzia de bibliotecas das câmaras, com as estantes fechadas. Tudo poeirento, triste, sem luz. Era uma coisa sem vida", recordou. (...) salientou o lado formativo das bibliotecas, espaços que podem ser sucedâneos das escolas: "As pessoas têm possibilidade de encontrar resposta para uma quantidade enorme de coisas que antes não precisavam". Para Maria José Moura, a biblioteca ideal é aquela em que "as pessoas conseguem encontrar respostas para as suas necessidades, sejam elas de ordem pessoal" ou profissional. "As bibliotecas têm de se adaptar àquilo que lhe é pedido e não ver nisso uma desconsideração. Não se sentir diminuída. Pelo contrário", afirmou (...)». 
Recorde-se também distinções: foi condecorada pelo Estado português com a Ordem do Mérito e, em 1998, recebeu o Prémio Internacional do Livro, em Amesterdão, por proposta da Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecária. 

Uma vida cheia, a de Maria José Moura, que nos deixa ensinamentos com futuro. Obrigado. 

ENVELHECIMENTO ACTIVO | Barbra Streisand



In Semanário Expresso| Revista E | 3 NOV 2019 

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A 3 DE NOVEMBRO ASSINALOU-SE O DIA EUROPEU DA IGUALDADE SALARIAL 2018 | «Isto é como se simbolicamente a partir deste dia, e até ao final do ano, as mulheres deixassem de ser remuneradas»



A propósito o que se pode ler no site da CITE:
«A Comissão Europeia assinala hoje, dia 3 de novembro, o Dia Europeu da Igualdade Salarial 2018.
diferença de remuneração entre homens e mulheres na UE é, segundo os dados mais recentes do Eurostat, de 16,2% [1], o que corresponde a 59 dias de trabalho remunerado. Isto é como se simbolicamente a partir deste dia, e até ao final do ano, as mulheres deixassem de ser remuneradas.
As disparidades salariais entre homens e mulheres continuam a verificar-se em todos os países da UE, oscilando entre os 25,3% na Estónia, 21,8% na República Checa e 21,5% na Alemanha, países onde se registam os maiores índices de desigualdade salarial; e os 5,2% na Roménia e 5,3% na Itália, países com o menor nível de desigualdade salarial. No contexto europeu, Portugal apresenta um nível de disparidade salarial 1,3 p.p. superior à média, ou seja 17,5%.
A Comissão Europeia assinala este dia com o objetivo de chamar a atenção para a desigualdade salarial entre homens e mulheres e para as suas causas subjacentes, que são múltiplas e onde se inclui: as mulheres trabalharem mais frequentemente a tempo parcial; trabalharem em setores mais mal remunerados; serem as principais responsáveis pelo trabalho de cuidado na família; continuarem a ter maiores dificuldades e obstáculos para aceder a posições de liderança dentro das organizações/empresas.
Declaração - Frans Timmermans, Primeiro Vice-Presidente da Comissão Europeia, Věra Jourová, Comissária para a Justiça, Consumidores e Igualdade de Género e Marianne Thyssen». Saiba mais.

EXPOSIÇÃO | «Gritos Mudos» |OEIRAS






24 outubro a 15 de dezembro | Galeria do Palácio dos Aciprestes
«Gritos Mudos é um projeto fotográfico que tem como objetivo sensibilizar para um problema tão atual, como a Violência Doméstica. Através da fotografia, pretende-se retratar emoções como o Medo, a Tristeza, a Raiva, e a Zanga que muitas vítimas sentem ao longo de todo o Ciclo da Violência.  
A ideia do projeto resultou do trabalho desenvolvido na área da Psicologia com vítimas da Violência Domestica e da Paixão pela Fotografia. Para esse efeito, convidou-se um conjunto de fotógrafos amadores e figurinos que se disponibilizaram a expressar as suas emoções, num cenário hipotético de violência domestica.  
São 35 imagens que contam histórias com uma carga emocional muito grande onde a Fotografia é usada como expressão artística. 
No âmbito desta exposição, decorrerá um ciclo de encontros em torno do tema da Igualdade, a divulgar brevemente». Saiba mais.



sexta-feira, 2 de novembro de 2018

«FIA Charter for Gender Equality and Equal Opportunities»






Sexual Harassment and Gender Equality

«In 2010, FIA adopted its Gender Equality and Equal Opportunities Charter and it remains a guiding reference document for the Federation. It builds on work that has been ongoing in FIA, stretching back into the 1960s. The focus on gender equality in FIA recognizes that women performers face a range of obstacles and challenges that impact significantly on their working conditions and careers. A wide body of research, including surveys carried out by the Federation and its member unions, testify to this fact. Women performers face shorter careers, lower wages and a narrower choice of work.
The question of the portrayal of gender and the representation of the experience of both men and women is also an important one. Full and equal opportunities are of benefit to all performers. Finding solutions for common challenges related to social protection, work-life balance, childcare and sexual harassment are key for both men and women performers who wish to earn a living from their craft. The issue of sexual harassment has come dramatically to the fore since the revelations starting in 2017 with the Harvey Weinstein case, pointing to an endemic culture of sexual harassment in the sector, affecting many performers in their daily working lives. An international working group was created in FIA in the Autumn of 2017 to address this specific topic and to add value to the ongoing efforts of FIA members at national level». Tirado daqui.

MARIA DO ROSÁRIO PEDREIRA | ELSA MARTINS | «Portuguesas Extraordinárias»






Conhece algumas das portuguesas mais corajosas da nossa História!
As mulheres portuguesas são famosas por serem trabalhadoras, lutadoras, carinhosas e dedicadas. Cavaleiras, empresárias, políticas… Ao longo da História, várias foram as que se rebelaram contra convenções e obstáculos e alcançaram feitos incríveis que mudaram Portugal e o Mundo. 
Este livro, com ilustrações apelativas, biografias, curiosidades e factos históricos fascinantes, celebra algumas das mais importantes portuguesas que se destacaram em diferentes áreas, da política às letras e ao empreendedorismo. 
Fica a conhecer as pioneiras que abriram caminho para futuras gerações de mulheres extraordinárias!
Josefa de Óbidos; Catarina de Bragança; Vieira da Silva; Catarina Eufémia; Maria de Lourdes Pintasilgo; Maria Lamas; entre outras. +.