quarta-feira, 24 de maio de 2017

«Escolhe o amor, Manchester»




EXPOSIÇÃO | «MADONNA/Tesouros do Museu do Vaticano» | 19 MAIO A 10 SETEMBRO 2017 | MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA | LISBOA



«Pela primeira vez em Portugal, um conjunto de obras das famosas coleções dos Museus do Vaticano, especialmente da sua valiosa Pinacoteca, compõem uma exposição que inclui pinturas de Primitivos italianos (Taddeo di Bartolo, Sano di Pietro, Fra Angelico), de grandes mestres do Renascimento e do Barroco (Rafael, Pinturichio, Salviati, Pietro da Cortona, Barocci), além de notáveis tapeçarias e códices iluminados do acervo da Biblioteca Apostolica Vaticana. Completam este grupo algumas pinturas da Galleria Borghese (Venusti e Sassoferrato) e da Galleria Corsini (Gentileschi e Van Dyck). Num arco cronológico que vai do final da Antiguidade à época moderna, a iconografia da Virgem Maria é o grande eixo temático desta mostra, que engloba ainda um núcleo de obras de autores italianos oriundas de diversas instituições portuguesas, públicas e privadas». Saiba mais.







«12 Female Curators and Gallerists on Their Favorite Female Artists»

Veja aqui

terça-feira, 23 de maio de 2017

JORNADAS | «As Mulheres e a Deficiência - Violências e Discriminações vs Direitos»


«AS MULHERES E A DEFICIÊNCIA – VIOLÊNCIAS E DISCRIMINAÇÕES VS DIREITOS
No quadro do projecto relacionado com os direitos das mulheres intitulado As Mulheres e a Deficiência – Violências e Discriminações vs Direitos com financiamento da CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, no âmbito da pequena subvenção às Organizações Não Governamentais dos Direitos das Mulheres, realiza-se, em Almada, no dia 31 de Maio, as primeiras Jornadas.
A violência contra as mulheres constitui crime e uma violação dos direitos humanos. Segundo dados do relatório do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (2014) uma em cada duas mulheres com deficiência é vítima de violência (inclusive abuso sexual). Com esta temática pretende-se sensibilizar as mulheres, as famílias e organizações de pessoas com deficiência, bem como autarquias, entidades públicas e privadas para a problemática específica da deficiência que incide duma forma particular sobre as mulheres.
O MDM convida-vos a participar nas Jornadas sobre As mulheres e a Deficiência – Violências e Discriminações vs Direitos que terão lugar a 31 de Maio, em ALMADA, no Auditório do Edifício Sede do Poder Local do Feijó – 10:00
 ENTRADA LIVRE (mas inscrição obrigatória)
As Jornadas serão compostas por três painéis subordinados aos temas onde se cruzarão diferentes perspectivas: Inclusão e participação das mulheres com deficiência e o exercício de direitos; Violências e discriminações das mulheres com deficiência; Sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com deficiência.

Estarão presentes a Secretária de Estado da Inclusão e das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes e a Presidente da CIG, Teresa Fragoso. Esta iniciativa está incluída na I Semana Social – Almada Somos Nós, uma organização da Câmara Municipal de Almada».


P R O G R A M A 
e ficha de inscrição

Contactos
     Andreia Egas  -  966 706 036
 Regina Marques  -  918 123 238


DA VIDA DOS OUTROS | CANADÁ | «Women in Theatre»

Veja aqui

Mais antigo, de 2006, do Canada Council for the Arts, este estudo:



Disponível aqui

Study Highlights
 • In the Canadian theatre industry key positions of creativity and authority are primarily male dominated. Women currently account for 33% of the artistic directors, 34% of the working directors and 27% of the produced playwrights. 
• Men are particularly hired as ADs, directors and playwrights in greater numbers than women at the larger, more established theatres, whereas women are found in greater numbers at smaller companies with modest to mid-size budgets.
 • While women constitute one-third of the nation’s artistic directors, people of colour comprise only 11% of these positions (6% female and 5% male). 
• With 1,945 productions staged by 113 surveyed companies between 2000/01 and 2004/05, 68% of the plays were written by men, 27% by women, and 4% were developed as collective creations. People of colour comprised 9% of the produced playwrights, with 5% of the plays written by men and 4% written by women. Overall, Canadian playwrights accounted for 60% of the total productions. 
 (...)

segunda-feira, 22 de maio de 2017

RELATÓRIO | «A child is a child»


«Millions of children are on the move across international borders – fleeing violence and conflict, disaster or poverty, in pursuit of a better life.
The global number of refugee and migrant children moving alone has reached a record high. At least 300,000 unaccompanied and separated children were recorded in some 80 countries in 2015–2016, up from 66,000 in 2010–2011.
Hundreds of thousands move on their own. When they can’t find opportunities to move legally, children resort to dangerous routes and engage smugglers to help them cross borders.
Serious gaps in the laws, policies and services meant to protect children on the move leave refugee and migrant children bereft of protection and care.
Deprived, unprotected and often alone, children on the move can become easy prey for traffickers and others who abuse and exploit them.
The current system is failing refugee and migrant children. States have a responsibility to uphold their rights and protect all children within their borders, without exception.
A child is a child. It is now time to act». Leia mais.
Ainda:


Veja a agenda completa. 

«VIOLÊNCIA DOMÉSTICA / Estudo avaliativo das decisões judiciais»






quinta-feira, 18 de maio de 2017

HOJE | DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS | «Museus e histórias controversas: Dizer o indizível em museus»




E sobre iniciativas em Portugal veja através da DG do Património
E uma Presse Release do ICOM Internacional:


Leia aqui
               Veja mais




«Criminosos, e não as vítimas, devem ser culpados pela violência sexual em conflitos, diz ONU»








«As sobreviventes de violência sexual em zonas de guerra precisam ser reconhecidas como vítimas legítimas de conflitos e do terrorismo, e não culpadas, estigmatizadas ou ridicularizadas.
A informação é do novo relatório da ONU, que deve ser apresentando ao Conselho de Segurança ainda neste mês de maio.
“A vergonha e o estigma são partes integrantes da lógica da violência sexual empregada como tática de guerra ou terrorismo. Os agressores entendem que esse tipo de crime pode transformar as vítimas em marginais, acabando assim com os laços familiares e de parentesco que unem as comunidades”, apontou o último relatório do secretário-geral sobre as violências sexuais relacionadas a conflitos, elaborado pelo Escritório da Representante Especial da ONU sobre a questão.
O relatório apela a líderes políticos, comunitários e religiosos para que abordem as normas sociais prejudiciais e ajudem a redirecionar o estigma da violência que as vítimas sofrem para os criminosos.
O documento afirma que, se isso não acontecer, as vítimas podem sofrer represálias letais, exclusão econômica e indigência, além de cometer suicídio, entre outros problemas graves.
As crianças nascidas a partir da violência sexual também são alvo de preocupação no relatório, já que elas podem enfrentar uma vida de marginalização devido ao estigma e ao status jurídico incerto.
“Se as mulheres que sofreram violência sexual e as crianças nascidas do estupro não forem reintegradas em suas sociedades e economias, continuarão suscetíveis à exploração e ao recrutamento”, alerta o relatório.(...)». Continue a ler.


quarta-feira, 17 de maio de 2017

No Dia Internacional Contra a Homofobia, a Lesbofobia e a Transfobia



«(...)
Neste contexto, e por ocasião do próximo Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e Transfobia e do Dia Nacional contra a Homofobia e Transfobia, 17 de maio, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), enquanto mecanismo público para a igualdade de género, colocará na fachada das suas instalações, situadas na Avenida da República, nº 32, uma faixa arco-íris, símbolo do movimento LGBTI, assinalando de forma simbólica o compromisso político atual para com a agenda LGBTI. A bandeira arco-íris será, igualmente, colocada no sítio web e na página institucional do Facebook da CIG.
Nesse mesmo dia, pelas 10h30, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino apresentará, também na CIG, os “Atacadores Arco-Íris”, uma iniciativa que conta com o apoio de várias Federações desportivas. Estes atacadores serão distribuídos por atletas de várias modalidades e utilizados nas competições que terão lugar nos dois fins de semana seguintes». Leia mais.



Sobre o Relatório da imagem:
«Portugal entre os países que mais protegem lésbicas, gays, bissexuais
Portugal está entre os países mais avançados do mundo em matéria de reconhecimento de pessoas LGB (Lésbicas, Gays, Bissexuais). É o que indica o relatório Homofobia Patrocinada pelo Estado: Uma Pesquisa Mundial de Leis de Orientação Sexual: Criminalização, Protecção e Reconhecimento, que nesta segunda-feira à tarde é lançado pela ILGA-Internacional,a antecipar o Dia Internacional Contra a Homofobia, a Lesbofobia e a Transfobia, que se assinala quarta-feira.
Portugal é um dos nove Estados do mundo a incluir na sua Constituição a proibição de discriminação em razão da orientação sexual. É um dos 23 Estados a reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo e um dos 28 a reconhecer outras formas de união. É ainda um dos 26 Estados a aceitar o direito à adopção conjunta e um dos 27 a aceitar o direito à co-adopção. E um dos 72 Estados a ter disposições legais contra a discriminação no emprego com base na orientação sexual.
 Uma série de mapas mostra o quão desigual é o mundo. As leis que protegem as pessoas LGB da discriminação e da violência têm estado a expandir-se. Mesmo assim, ainda há 72 países a criminalizar o sexo consentido entre homens. Em 42 desses países, tal disposição legal aplica-se também a mulheres.
 “Quando nos centramos no panorama específico da comunidade LGBTI [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais] na Europa, é evidente que entramos num período em que os processos legislativos estão a desacelerar”, lê-se no relatório, desta vez elaborado por Aengus Carroll e Lucas Ramón Mendos. “Neste momento, é vital implementar leis e políticas sobre igualdade LGBTI ganha nos últimos 15 anos”, prossegue. “Não só é prioridade garantir que as triunfos legais se traduzem em mudanças reais na experiência de vida das pessoas LGBT, mas também assegurar que não há um retrocesso ou uma erosão desses triunfos.”
 Embora esse não seja o enfoque do relatório, os autores chamam também a atenção para as mudanças relacionadas com as pessoas transgénero. “O progresso legal continua a avançar a bom ritmo”, indicam. No ano passado, o parlamento da Noruega aprovou a autodeterminação da identidade de género, engrossando o grupo formado por Dinamarca, Malta e Irlanda. Mencionam avanços em diversos países. A visibilidade das pessoas intersexo, referem ainda, também aumentou. “Mais instituições e governos incluíram, de uma forma explícita, este tema na sua agenda. 
 Portugal tem, neste momento, três projectos de lei na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a defender a autodeterminação de género (um da autoria do Bloco de Esquerda, outro do PAN – Pessoas, Animais, Natureza e outro do Governo). A proposta do executivo foi a última a entrar e é mais abrangente. É pelo direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e pelo direito à protecção das características sexuais de cada pessoa. In Público, 15 de maio de 2017».  Tirado daqui.




segunda-feira, 15 de maio de 2017

SALVADOR SOBRAL | «Música não é fogo de artificio, música é sentimento»








«Vivemos num mundo de música descartável, música fast food, sem qualquer conteúdo. Isto pode ser uma vitória para a música, de pessoas que fazem música que significa algo. Música não é fogo de artificio, música é sentimento. Vamos tentar mudar isso e trazer a música de volta ao que realmente importa». Leia mais. Uns dias antes de ganhar:



Leia aqui

sábado, 13 de maio de 2017

«À procura da manhã clara»








As «sentinelas da madrugada» da homilia do  do Papa Francisco, acabada de acontecer,  levou-nos de imediato aos «Filhos da Madrugada» de Zeca Afonso. É a força da arte. Não resistimos, aqui fica, para crentes e não crentes:




quinta-feira, 11 de maio de 2017

PAPA FRANCISCO EM FÁTIMA







Assinalemos a vinda do Papa Francisco 
a Fátima. Escolhemos estes olhares:






Leia aqui

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INDIELISBOA 2017 | «I am not your negro» | 14 MAIO | 21:30H | CULTURGEST | LISBOA




Sinopse
«A história do racismo nos EUA é explorada a partir do manuscrito não terminado de James Baldwin, intitulado “Remember This House”, e das memórias que o autor guarda dos líderes dos movimentos civis Martin Luther King, Malcolm X e Medgar Evers».


quarta-feira, 10 de maio de 2017

NO INDIELISBOA | DE SUSANA DE SOUSA DIAS| «Luz Obscura» | DIAS 10 | 11 |12 | MAIO 2017

                                                                (montagem)

«Susana de Sousa Dias prossegue o seu trabalho de revisitação dos arquivos do Estado Novo. Luz Obscura regressa às fotografias tiradas pela PIDE aos presos políticos, dando especial atenção àquelas onde surgem menores (incluindo bebés de colo). Ouvimos testemunhos de familiares de comunistas assassinados, explicando como se viram arrastados para processos de humilhação – crianças tratadas como prisioneiros, sendo que muitas delas nunca mais viram os pais. Um filme que restitui as genealogias amputadas pela ditadura, a mesma que se dizia defensora suprema da família».

«JANE AUSTEN» | Mostra e Colóquio na Biblioteca Nacional | HOJE | 10 MAIO 2017


terça-feira, 9 de maio de 2017

«mulheronas, almas potentes»


    ALEX RADEMAKERS (Tirada daqui)

«(...)
Só que uma canção na voz de Sílvia Pérez Cruz rompe com qualquer (réstia de) normalidade. Não é apenas mais uma canção. É sempre a canção mais essencial ao mundo no momento em que dura na sua voz. E se essa canção se chama Gracias a la vida, como aconteceu no concerto Canções para Revoluções, com que Lisboa celebrou o último 25 de Abril, não ter sentido o corpo estremecer e ser invadido por aquele canto que transporta tanto do fogo do flamenco quanto da liberdade aérea do jazz seria motivo suficiente para procurar ajuda médica e esperar um diagnóstico pouco animador. Porque com Sílvia, à semelhança daquilo que ela diz acontecer-lhe com as suas heroínas — “mulheronas, almas potentes”, como lhes chama — Lola Flores, Amália Rodrigues, Edith Piaf ou Chavela Vargas, acredita-se nela com quantas forças temos quando se lança a uma canção. Como acontecia com qualquer uma destas “mulheronas”, há uma emoção suprema nas suas interpretações, como se cada palavra não pudesse senão conter a inteira verdade do mundo, como se sugasse toda a energia da terra e tudo murchasse à sua volta, como se todos os mistérios da vida coubessem na sua voz, como se o mais terreno e o mais transcendente se encontrassem, por momentos, num mesmo lugar. (...)». Leia na integra no Público.






PROLONGANDO O DIA DAS MÃES | infografia do INE




Uma colega da Biblioteca Nacional chamou a nossa atenção para a infografia da imagem, e foi assim que veio para o Em Cada Rosto Igualdade: a nossa ver,  útil, clara e  bonita, a síntese feita pelo INE. Para ver melhor, por exemplo, aqui.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

YOLANDA GONÇALVES| «Luzia Quê?»






Sinopse

«A história de uma mulher de espírito inquieto e irreverente que viveu do teatro e para o teatro. Uma vida partilhada num sonho tornado realidade.
O sonho de duas mulheres, Luzia Maria Martins e Helena Félix: fundar uma companhia que apresentasse teatro inédito e de qualidade em Portugal. Tarefa extremamente difícil num país manietado pela censura do regime salazarista, em que o teatro era encarado como uma pura diversão de massas. Uma luta sem tréguas, mesmo depois do 25 de Abril, até ao estertor final…
“A verdadeira história da Companhia Teatro Estúdio de Lisboa está ainda por contar. Um dia ela será contada, espero, mesmo que seja depois da nossa morte.” (Luzia Maria Martins).
“Há uma coerência que um dia alguém encontrará em todo o nosso repertório: um apelo para a consciencialização das verdades que pretendemos serem objecto de reflexão dos espectadores.” (Luzia Maria Martins)». +.

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No Em Cada Rosto Igualdade sobre Luzia Maria Martins:

MULHERES NA CULTURA - Luzia Maria Martins


TATE | «Queer British Art»








sexta-feira, 5 de maio de 2017

ASSINALEMOS O DIA DAS MÃES DO PRÓXIMO DOMINGO COM «CONTOS DA LUA VAGA» | «(...) o amor infinito de uma mãe que insiste em sobreviver, contrariando as leis da natureza, para assim salvar o seu filho»



O Dia das Mães é no próximo domingo, dia 7, assinalemo-lo com o filme Contos da Lua Vaga, pegando numa cena que não se esquece.
Mas antes, «“Pura e simplesmente um dos maiores cineastas de sempre” disse Jean-Luc Godard acerca de Kenji Mizoguchi. Os Contos da Lua Vaga, uma história de fantasmas sem igual, é uma das suas maiores obras. Partindo de histórias de Akinari Ueda and Guy de Maupassant, trata-se de um assombroso conto de amor e perda, que mistura de forma única o real e o que nos transcende, e de um dos mais belos filmes alguma fez feitos».
Sobre o filme, e a «cena», no Jornal de Letras de 12 a 25 Abril 2017, a propósito do ciclo «Mizoguchi», a passar no cinema Nimas, com cópias restauradas:



 Também  disponível na internet,legendado:






OUTRA VEZ TEATRO | «Migrantes» | ATÉ 14 MAIO 2017 | E UMA CONVERSA COM O PÚBLICO | DIA 6 | ALMADA




Em cena no Teatro Joaquim Benite 
 em Almada como já tínhamos 
divulgado aqui, mas agora, depois de
 termos visto o espectáculo, 
a nosso ver, se puder não perca. Na imagem
 a seguir um excerto da entrevista
  do autor da peça publicada 
no Textos d´Almada n.º 64 (imagem acima).


.
.      .
Entretanto:

As notícias que diariamente se publicam nos jornais nem sempre deixam antever a complexidade da actual crise de refugiados. No próximo Sábado, dia 06 de Maio, às 18h, ouvimos as histórias dos seus protagonistas.
Depois de, no dia 22 de Abril, termos estado à conversa com o encenador e o autor de Migrantes, a discussão sobre a actual crise de refugiados prepara-se para ser alargada a diferentes quadrantes da sociedade civil. No próximo Sábado, dia 06 de Maio, às 18h, recebemos várias representantes de organizações ligadas ao acolhimento de refugiados no nosso País. É o caso de Susana Gaspar, a Presidente da Amnistia Internacional Portugal; de Isabel Galvão, do Conselho Português para os Refugiados; e de um representante da Crescer na Maior, a associação responsável pela integração dos refugiados ao abrigo do Plano Municipal de Acolhimento da Câmara Municipal de Lisboa. Connosco estarão também Margarita Vladimirovna Sharapova, autora de um livro sobre a temática LGBT que encontrou refúgio em Portugal depois de ter visto a sua liberdade comprometida na Rússia com a promulgação da lei da propaganda gay, e Joana Bom, uma fotógrafa portuguesa que esteve na Grécia e na Macedónia e que recentemente aceitou expor uma parte do trabalho resultante dessa experiência no TMJB -  Ângela Pardelha, in CTA 03 Mai 2017.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

INDIELISBOA 2017 | «Os Filmes do Feminino»




veja aqui





LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 4 | «Educação de Qualidade»





 Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida
Desde 2000, houve enorme progresso na promoção do acesso universal da educação primária para as crianças ao redor do mundo. Para além do foco na educação básica, todos os níveis de educação estão contemplados no objetivo de desenvolvimento sustentável 4, que enxerga como fundamental a promoção de uma educação inclusiva, igualitária e baseada nos princípios de direitos humanos e desenvolvimento sustentável. A promoção da capacitação e empoderamento dos indivíduos é o centro deste objetivo, que visa ampliar as oportunidades das pessoas mais vulneráveis no caminho do desenvolvimento. Veja as metas do Objetivo 4.