sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

EXPOSIÇÃO NA CASA DA ACHADA | «um grande comicio sem palavras»






CARLOS FARINHA RODRIGUES | «Indicadores de desigualdade e de pobreza em Portugal: um pequeno passo na direcção certa»


Leia aqui

O artigo termina assim: 
«(...)Por último, a taxa de pobreza da população empregada permanece praticamente inalterada nos últimos anos (10,8% em 2016). A existência de uma taxa tão elevada de working poor tem de constituir um forte factor de preocupação social. Deve igualmente questionar-nos sobre as fragilidades do nosso mercado de trabalho e sobre as políticas laborais e salariais vigentes.
Estes resultados globalmente positivos sobre a evolução recente dos indicadores de pobreza, de exclusão social e de desigualdade económica não nos podem fazer esquecer que Portugal continua a ser um país com elevados níveis de pobreza, de precariedade social e de assimetrias sociais. Neste contexto, continua a ser necessário um papel mais actuante das políticas públicas no combate às situações de maior vulnerabilidade social.
Mas a redução sustentada da pobreza e da exclusão social não pode ser alcançada exclusivamente através de medidas dirigidas à população pobre. Pressupõe alterações profundas nas prioridades que presidem à noção de desenvolvimento do país, a implementação de políticas que promovam o emprego e o crescimento económico, conjuntamente com um sistema de protecção social mais eficiente no apoio aos indivíduos e famílias que dele efectivamente carecem. Pressupõe, ainda, uma política efectiva de combate às desigualdades sociais».


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

NO DIA INTERNACIONAL DOS MIGRANTES | «X Jornadas do Observatório das Migrações» | 18 DEZ 2017 | GULBENKIAN | LISBOA



18-12-2017 - X Jornadas do Observatório das Migrações: Inscrições abertas

18 Dez 2017
O Observatório das Migrações promove no próximo dia 18 de dezembro de 2017, Dia Internacional dos Migrantes, em Lisboa no auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, a décima edição das Jornadas do Observatório das Migrações (ver programa aqui). Nesta edição, entre outras novidades, será lançado o mais recente Relatório Estatístico Anual 2017 Indicadores de Integração de Imigrantes (de Catarina Reis Oliveira e Natália Gomes) da Coleção Imigração em Números do OM (brevemente disponível neste endereço), estando, também, previsto o lançamento de três novos estudos OM: o Estudo 58, Estudo 59 e Estudo 60, da Coleção de Estudos OM.
Estas Jornadas OM serão inauguradas pela Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Professora Doutora Rosa Monteiro, desenvolvendo-se depois em três sessões plenárias: a primeira sobre indicadores de governação das migrações e indicadores de integração de imigrantes, com a intervenção de Jill Helke da Organização Internacional das Migrações (OIM) de Genebra e Catarina Reis Oliveira e Natália Gomes do OM; a segunda sessão sobre os impactos da crise na inserção laboral dos imigrantes nos últimos anos com intervenções, entre outros, de Alina Esteves (IGOT), Ana Cláudia Valente (CESOP), Cátia Batista (NSBE, Economia e NOVAFRICA), Carlos Trindade (CGTP), José Cordeiro (UGT) e António Correia de Campos, Presidente do Conselho Económico e Social; e, finalmente, a terceira sessão sobre artistas imigrantes em Portugal com intervenções de Lígia Ferro e Otávio Raposo (ISCTE), José Lino Neves (Coordenador do Gabinete de Apoio Técnico às Associações de Imigrantes - ACM) e Rui Telmo Gomes (CIES-IUL).
As inscrições para as Décimas Jornadas OM decorrem até ao dia 14 de dezembro de 2017. Inscreva-se através do email seminarios@acm.gov.pt ou aqui (inscrição gratuita). SAIBA MAIS.



ESPECTÁCULO | «Nathan, o Sábio» | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | ALMADA




A propósito do Espectáculo o artigo seguinte de Rodrigo Francisco,  Encenador de «NATHAN, O SÁBIO» e Diretor da Companhia Teatro de Almada:

AINDA:

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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

DEBATE | «Mulheres e Europa» | HOJE | 13 DEZ 2017 | 17:00H | FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS | LISBOA


«O DIREITO DE APRENDER»







Entre 20-24 de novembro de 2017 decorreu a semana «Aprender ao Longo da Vida». Do que se passou o Jornal de Letras de 6 a 19 de dezembro publicou trabalho e de que se pode saber no site da Associação «O Direito de Aprender». Em particular: Literacia Digital e Emprego  e Construindo a autonomia na idade adulta… 
Deste último: «(...)  Superando antinomias, a jornada de construção da autonomia, que torna viável a vida em comum, passa, antes, por ser tributária dos seguintes princípios: é um processo ontogenético que se estende por toda a vida; que se requer apoiado e refletido em permanência; que é multidimensional e multidirecional; que está inserido em diferentes contextos (biográfico, histórico, sociocultural, etário, de género, etc.); que requer uma abordagem interdisciplinar para uma compreensão adequada e uma ação valiosa.
O desenvolvimento da autonomia não chega nunca a ser terminado, dado implicar o desenvolvimento de capacidades, perspetivas e insights de complexidade, profundidade e consciência crescentes. Do ponto de vista neurobiológico, o lobo pré-frontal - estrutura cerebral responsável pelo controlo de numerosas funções, entre as quais o controlo executivo e a autorregulação da pessoa - é o de mais tardio desenvolvimento, maturando apenas entre os 25-30 anos. E as investigações mais recentes apontam no sentido de poder continuar a desenvolver-se ao longo de toda a adultez, sendo um dos ‘nichos’ cerebrais onde mais ocorrem os processos de sinaptogénese e neurogénese, particularmente com práticas meditativas e de mindfulness. Atendendo à dimensão cognitiva, é de sublinhar a trajetória que podemos percorrer, perante ambientes e oportunidades adequadas, e que implica uma reorganização qualitativa das estruturas de pensamento e de atribuição de significado: um movimento de etapas pré-reflexivas, típicas das idades mais precoces, que nos imergem no mundo das dualidades (e.g., certo ou errado, forte ou fraco), passando pelas estruturas quase-reflexivas (a descoberta da incerteza, da subjetividade, e a crença de que todas as opiniões são importantes), até às estruturas reflexivas (ligadas à emergência da reflexividade crítica), em que se toma consciência clara de que nem tudo é igualmente valioso, que é necessário um pensamento interssistémico, assim como aliar à razão o insight e o coração. A ação genuinamente proveniente destas últimas estruturas requer empatia, confiança, solidariedade, segurança, honestidade e integridade, remetendo para a importância da dimensão afetiva e relacional. (...)». Continue a ler.
E do primeiro. «(...)Em Portugal, em 2017, 52 % da população não tem as competências digitais básicas necessárias para aceder eficazmente à Internet, e 30 % não tem quaisquer competências digitais, isto em comparação com uma média da UE de 44 % e 19 %, respetivamente. Pior, 22 % dos adultos da mão de obra ativa não tem competências digitais, o dobro da média da EU.
Estes dados refletem-se no IDES, onde temos as áreas da conetividade, da integração das tecnologias digitais na sociedade e (sobretudo aqui) na componente dos serviços públicos digitais, uma posição do país superior à média europeia, estando, em alguns casos, como o dos serviços públicos digitais, no top europeu. Contudo, quando analisamos a utilização da internet, e, sobretudo, o capital humano, os indicadores descem substancialmente, colocando Portugal no final da tabela.
Em suma, temos uma administração pública digital muito desenvolvida, uma cobertura de rede quase total e uma integração do digital acentuada. Contudo, os nossos cidadãos têm um nível de literacia, digital incluída, muito abaixo do desejável, e em tudo desajustada ao necessário. Um desacerto, portanto.
Recorda-se a origem do problema: as baixas qualificações da população portuguesa. Das cerca de 400.000 pessoas em situação de desemprego, inscritas nos serviços públicos de emprego em final de setembro, cerca de 291.000 têm habilitação escolar até ao 9º ano de escolaridade e baixíssimas qualificações profissionais. (...)». Leia na integra.

ATORES SENIORES |«bolsas no valor de 90 mil euros para ajudar a financiar os salários dos atores portugueses com mais de 65 anos e poucos rendimentos em 2018, procurando promover a contratação destes profissionais para as áreas do cinema e televisão» | PELA GDA E GEDIPE

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (91) | “Histórias da Ajudaris – Da minha janela, vejo…» | É UM CONCURSO DE LEITURA E ESCRITA EM LÍNGUA PORTUGUESA





«A Ajudaris em parceria com o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, (Camões, I.P.) promovem a 1ª edição do concurso de leitura e escrita em Língua Portuguesa “Histórias da Ajudaris – Da minha janela, vejo….”, em Portugal, território nacional, continente e ilhas e na rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE) do Camões, I.P. O concurso pretende estimular a escrita de textos coletivos originais de pequenos grandes autores e dar visibilidade à produção escrita, através da publicação em livro de textos selecionados. Os textos a concurso podem ser elaborados em diferentes contextos de promoção da leitura e da escrita, na sala de aula, em atividades da biblioteca escolar, em workshop ou em atividades extracurriculares». Saiba mais.
E veja o site da Ajudaris.


«SHIFT»


Shift is the leading center of expertise on the UN Guiding Principles on Business and Human Rights.

Our team facilitates dialogue, builds capacity and develops new approaches with companies, government, civil society organizations and international institutions to enable them to implement the Guiding Principles. We are a non-profit, mission-driven organization.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

NATHANIEL HAWTHORNE | «A Letra Encarnada»



«SINOPSE
Depois de ter sido sentenciada como culpada por adultério, Hester Prynne é obrigada a usar a letra vermelha bordada "A" como castigo pelo seu crime. A tradução é de Fernando Pessoa». +.
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Ainda sobre o livro, daqui:
«Embora eu prefira os seus inumeráveis rascunhos, apontamentos, esboços e pequenos textos de toda a ordem, A Letra Encarnada é um livro admirável daquele que foi, a par de Melville, o grande escritor americano do século dezanove. Aliás amigos íntimos (alguns insinuam que mais do que isso) professavam admiração recíproca. Hawthorne era um homem estranho. De beleza física invulgar foi um puritano toda a vida, sujeito a crises de desânimo e insegurança constantes. Valia-lhe o apoio da mulher, muito mais forte psicologicamente do que ele e que se manteve a seu lado numa dedicação inalterável. Este romance dramático e intenso é uma obra- -prima, como praticamente tudo o que o autor deixou. Curioso o facto de uma novela tão americana na sua trama essencial tocar o leitor de cultura muito diferente pelo jogo de emoções e temas. Apesar de, no fundo da alma, Hawthorne ser um moralista severo, é capaz de flagelar com arrebatamento a severidade essa parte de si mesmo, na autocrítica arrepiante a que procedeu toda a sua vida».
António Lobo Antunes


KATRIN JAKOBSDÓTTIR | Aos 41 anos acaba de se tornar chefe do Governo da Islândia



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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

«#MeToo. Elas quebraram o silêncio, e por isso são a personalidade do ano para a TIME»


«A revista norte-americana TIME elegeu como Pessoa do Ano 2017 o movimento que desvendou dezenas de casos de assédio sexual e violação». Leia mais.
 A propósito veja «Todas as 91 figuras do ano da Time», e ... constate quantas foram de mulheres ou sobre mulheres.


MARIA ANTÓNIA PALLA | «Só Acontece aos Outros /Histórias de Violência»


«SINOPSE
Este livro reúne um notável conjunto de reportagens com tratamento literário, casos reais publicados no jornal O Século nos anos 70, antes e depois do 25 de Abril. A impressionante actualidade dos temas e casos abordados faz-nos reflectir sobre a lentidão das mudanças sociais, para lá do voluntarismo da acção política.

Uma menina desaparece da sua aldeia e aparece morta. Lobos, dizem. 
Uma anciã é violada por um jovem, depois de ter alertado a polícia de que o rapaz andava a rondá-la, sem que ninguém a acreditasse. 
Um actor e um futebolista, amantes sucessivos da mesma jovem, actriz do teatro de revista, tornam-se amigos e organizam-se para a espancar e torturar selvaticamente. 
Um rapaz português aparece morto numa cadeia de Espanha. 
Uma menina de três anos é morta a pontapé pelo companheiro da mãe. 
Uma mulher mata o filho recém-nascido. 
Um pensionato onde se amontoam e maltratam crianças e jovens. 
O suicídio de um rapaz de dezoito anos, escravizado pela família. 
Um juiz do Tribunal de Família que reconhece a um homem o direito de gastar em vinho o dinheiro que devia entregar aos filhos. 
Uma mulher que, cansada de maus-tratos, envenena o marido. 
A união e a luta das juvenilíssimas operárias de uma fábrica têxtil por melhores condições de vida, em plena revolução de Abril. 
O julgamento de uma jovem, por crime de aborto, em 1979. 
A condenação súbita de uma mulher à solidão de um lar de idosos, quando deixa de fazer falta à família que criou. 
A vitória sobre a violação e a fome de uma cabo-verdiana emigrada em Portugal. 
Maria Antónia Palla mergulhou em cada um dos universos destas histórias, ouviu intervenientes e testemunhas, e oferece-nos o retrato profundo de uma sociedade ancorada em medos, fragilidades e violências que persistem para lá das mudanças legais e das modernizações aparentes. Oferece-nos também, acima de tudo, a força, os sonhos, a dignidade e a voz desses que nunca são verdadeiramente ouvidos». +.
E um excerto do Prefácio de Helena Matos:



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A 3 DE DEZEMBRO FOI O DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA | Assinalamos a data divulgando a «Plural & Singular»




«São mais de 80 páginas sobre a deficiência e a inclusão, nas quais também falamos dos vários projetos do Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media que gere a marca Plural&Singular. Não deixe de espreitar, por exemplo, o texto sobre a experiência de Cláudia Pires, portuguesa em Bruxelas que “testou” o que tanto se almeja em Portugal, já que é assistente pessoal da inglesa Rebecca Farren... O balanço da Normédica Ajutec 2017, entrevista com Nuno Vitorino Surf Adaptado, a antevisão do 5.º Aniversário da Plural&Singular que hoje decorre no Centro Português de Fotografia (CPF) e muito mais | Leia, partilhe, divulgue... | ».


A DECORRER | «Seminário Final do Programa PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada»

Saiba mais

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

«ASSIM PERCEBEMOS MELHOR»


«O poema "Menina dos Olhos Tristes" de Reinaldo Ferreira, musicado por José Afonso, abriu o discurso do ministro da Defesa na cerimónia do 1.º de Dezembro. Azeredo Lopes recordou os soldados portugueses que garantem a defesa do país.
"Menina dos olhos tristes / porque estás a chorar / o soldadinho não volta / do outro lado do mar. Assim percebemos melhor aqueles que enfrentam o perigo em Bangiui ou em Bocaranga, na República Centro Africana. Estão a garantir a nossa defesa. Ou no Mali, a bordo de um C-130. Ou perto de Bamako, onde perdeu a vida, já em junho deste ano, o sargento-chefe Benido. Ou, antes, na Bósnia, no Líbano ou no Mediterrâneo, ou na Lituânia. Ou, dentro em breve no Afeganistão. Ou, em Bensmayah, no Iraque", lembrou.(...)». Leia na integra,




É a força da Cultura e das artes !

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

«Um dia quero ser fixe como tu»






Também nós queremos dizer presente neste luto coletivo porque o Zé Pedro morreu, e vamos fazê-lo com palavras de outros. Na circunstância, de outras:

Adeus aos meus amores que me vou p'ra outro mundo de Joana Ribeiro Santos; Não Sou a Única a Olhar o Céu de Helena Margarida; A homenagem de Helena Reis, irmã de Zé Pedro.





quinta-feira, 30 de novembro de 2017

RAQUEL GASPAR SILVA | «Fábrica de Melancolias Suportáveis»





O critico José Mário Silva na Revista do Expresso sobre o livro começa assim: «Poderosa estreia de Raquel Gaspar Silva na ficção, este romance é um notável exercício narrativo sobre os poderes e limites da memória». E termina deste modo: «Sobre o seu talento e a força da sua voz, porém. não restam dúvidas (basta ler a frase em que uma mulher, após uma tentativa de suicídio , vem "à tona como um lenço de seda amarrotado")».

Ainda sobre o livro como se pode ler aqui:
«Sentada no banco da igreja, na nave central, mesmo no epicentro da cova da fábrica, trabalhando na forja da sua história, ouvindo as outras vozes que ascendiam do entulho dos mortos por baixo de si.» A narradora esperou pela morte dos seus para começar a transformá-los em personagens. Mas Carlota, irmã dedicada, mãe de uma prole a que nunca deu à luz, não morreu. Vive na história, numa cúpula de eternidade indestrutível. Esta história é dela e (talvez) para ela. Foram poucas as vezes em que Carlota contou alguma coisa sem omissões — era assim que se libertava dos outros. Contou que eram seis irmãos e que nunca passaram fome. Dos pais, lembrou a coragem, e à memória que deles tinha acrescentava elogios — mas quando o fazia, recuava ou inclinava o corpo para trás. Quando todas as personagens começaram a morrer, o rebuliço incómodo da escrita surgiu. A ferida. E como saber tudo? Onde está a verdade? Não importa. Na fábrica de memórias suportáveis em que todos nos vemos, em que nos encontramos, nestas páginas sobre o que é ser uma família e o que é recordar, somos todos uma história. Um romance cuja ação decorre no Alentejo, marcado por um registo muito português. Uma estreia literária de maturidade incomum, o romance afirma uma nova voz na literatura portuguesa».




OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (90) | «Cachecóis para aquecer o coração»





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quarta-feira, 29 de novembro de 2017