sábado, 19 de agosto de 2017

« A justiça em Portugal é “mais dura” para os negros»

Leia no Jornal Público
«(...)
Diogo foi um dos jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que engrossou as estatísticas prisionais. Um em cada 73 cidadãos dos PALOP com mais de 16 anos em Portugal está preso. É uma proporção dez vezes maior do que a que existe para os cidadãos portugueses — onde um em cada 736 cidadãos na mesma faixa etária está detido. O número sobe para 1 em 48 quando se trata de cabo-verdianos, a comunidade africana mais expressiva em Portugal: ou seja, 15 vezes mais.

Mais um dado: se tivermos apenas em conta os homens, que constituem, na verdade, o grosso da população prisional, concluímos que um em cada 37 cidadãos dos PALOP está preso versus um em cada 367 homens portugueses (e uma em cada 1071 mulheres dos PALOP versus uma em cada 6732 portuguesas). (…)».

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

«Barcelona»





«EDUCATION FOR PEACE AND SUSTAINABLE DEVELOPMENT»




«The Mahatma Gandhi Institute of Education for Peace and Sustainable Development is a culmination of UNESCO’s long years of work towards the conviction that education can be an agent of fundamental change. With the deadline year for the Millennium Development Goals (MDGs) on the horizon, and the post-2015 global development agenda under deliberation worldwide, the international community is looking to more fundamental transformations. The future we want will demand approaches to peace and development that strike at the very core of our challenges, and change will have to be behavioural and systemic. It is this idea that informs the mission of the MGIEP – that the questions of peace and war, development and deprivation, are all deeply interlinked, and that the quests for peaceful societies and sustainable economies will have to be undertaken in consonance with each other. (...)». Continue - Pg.6.




quarta-feira, 16 de agosto de 2017

«RAINHAS DE PORTUGAL»







Veja aqui





«The issue of gender in digital tech»




Leia aqui

«This week’s hot tech topic has been the Google Memo, an open document written by a Googler, James Damore, which has created a stir in Silicon Valley and beyond.
Much of the memo speculated on whether innate gender differences might be responsible for the lack of women in coding. Several of the author's comments were perceived as perpetuating gender stereotypes, leading to his being fired by the tech giant, already twitchy over claims of pay discrimination.
The issue of gender in digital tech warrants a dedicated discussion, especially since much of the popular press commentary tends towards the simplistic and emotionally-charged. (Suffice to say, there is evidence both for supply-side and demand-side problems - and lashings of confirmation bias all round)». Continue a ler.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

FERNANDA BOTELHO | «Esta Noite Sonhei Com Brueghel»







SINOPSE
«Brueghel representa, em suma, nesse encontro de Luíza consigo mesma
 através da escrita da autobiografia, um caminho tortuoso para ir ao encontro 
da História que, em episódios verdadeiros ou ficcionados, o pintor fixou,
 mas propicia também - e sobretudo - a reconciliação das memórias materna
 e paterna que instituem e fundam a protagonista. Tudo, as monstruosidades
 ou as cenas do quotidiano que minuciosamente o pintor pôs nas telas, evocando 
silêncio doméstico da minha infância, confortante mas ressoando de
 inquietações, tudo compõe a tela deste livro de complexa estrutura. nos 
seus níveis entrecruzados, na brilhante ironia a que se contrapõe a 
desapiedada imagem de uma mulher em busca de si, Fernanda Botelho
 dá-nos em Esta noite sonhei com Brueghel um subtil e sofisticado
 retrato português. Luíza é Fernanda - a sua, a nossa desassombrada 
efígie.». Saiba mais.





«Where are the mothers ?»





Disponível aqui

sábado, 12 de agosto de 2017

Arundhati Roy | «O Ministério da Felicidade Suprema»



SINOPSE
«Num cemitério da cidade, Anjum desenrola um tapete persa puído entre duas campas. Num passeio de betão surge um bebé, como que do nada, num leito de lixo. Num vale coberto de neve, um pai escreve à filha de cinco anos, falando-lhe do número de pessoas que estiveram presentes no seu funeral.
Num apartamento, sob o olhar atento de uma pequena coruja, uma mulher solitária alimenta uma osga até à morte. E, na Jannat Guest House, duas pessoas dormem abraçadas como se tivessem acabado de se conhecer. 
Uma viagem íntima pelo subcontinente indiano, desde os bairros superlotados da Velha Deli e os centros comerciais reluzentes da nova metrópole às montanhas e os vales de Caxemira, com um elenco glorioso de personagens inesquecíveis, apanhadas pela maré da História, todas elas em busca de um porto seguro. Contada num sussurro, num grito, com lágrimas e gargalhadas, é uma história de amor e ao mesmo tempo uma provocação. Os seus heróis, presentes e defuntos, humanos e animais, são almas que o mundo quebrou e que o amor curou. E, por este motivo, nunca se renderão. 
Vinte anos após o enorme sucesso de O Deus das Pequenas Coisas surge o tão aguardado segundo romance da inigualável Arundhati Roy». Saiba mais.
.
.   .

E duma entrevista da autora:

Da Revista E | Expresso| |5AGOSTO2017

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

AGUSTINA BESSA-LUÍS | «A Sibila»



PREFÁCIO DE GONÇALO M. TAVARES
Surgido em 1954, o romance A Sibila confirmou Agustina Bessa-Luís como uma voz inovadora, em ruptura com as correntes literárias então predominantes.

Os seus livros estavam povoados de personagens que não se resumiam a estereótipos sociais, impelidas como eram pela caótica energia dos seres humanos.
O romance venceu em 1953 um concurso organizado pela editora Guimarães, com um júri formado por Vitorino Nemésio, Branquinho da Fonseca, Álvaro Lins e Tomás de Figueiredo. No ano seguinte receberia o Prémio Eça de Queiroz.
Eduardo Lourenço foi um dos que melhor entendeu o alcance da obra, escrevendo na revista Colóquio de Dezembro de 1963: «Foi há dez anos que o milagre, já anteriormente preparado, teve lugar na praça pública. Não há assim tantos que um verdadeiro não mereça ser glorificado como convém. O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária.»




quarta-feira, 9 de agosto de 2017

«Desire, love, identity / exploring LGBTQ histories»




Veja aqui


E do post «Be bold: LGBTQ histories»:

«(...)It became clear after working with Camden LGBT ForumLGBT History MonthGendered IntelligenceThe Network and Untold London, as well as colleagues including former curator Richard Parkinson (now Professor at the University of Oxford) and Jan Pimblett, Principal Development Officer at London Metropolitan Archives, that there was a need for something in the galleries to respond to the lack of prominent LGBTQ histories across the Museum. As such, we have built upon Richard’s book A Little Gay History: desire and diversity across the world and have created the display Desire, love, identity: exploring LGBTQ histories and an accompanying trail. (...)». Leia na integra.



«A print from Australian artist David McDiarmid’s Rainbow Aphorisms
 series, part of the British Museum’s collection since 2006. (tirada daqui)







segunda-feira, 7 de agosto de 2017

CASA DA ACHADA | «ciclo terceira idade»

Veja mais 


Ciclo: Terceira Idade

Terceira idade é o título do último livro de poesia de Mário Dionísio. A partir desta obra, propomos um ciclo para pensar a velhice, o que é isso de uma «sociedade envelhecida» e que problemas levanta, o que é «reformar-se», porque pode ter tanta força a «criação tardia» para artistas e amadores das artes, ou o que pode ser a riqueza de vida de alguém que viveu muitos anos e tem, por isso, muitas histórias para contar. Não são apenas questões de idade e de saúde, mas problemas da vida em comum e da transmissão cultural que, tudo indica, é uma questão política... e das complicadas. O que é isso de «conflito de gerações»? E será que «no meu tempo é que era bom»? Vozes, fazeres, ideias e artes de «mais novos» e «mais velhos», precisam-se!

A acompanhar o ciclo, todas as segundas-feiras há filmes ao ar livre, com personagens que vivem a terceira idade, e todos os dias uma exposição de quadros que Mário Dionísio pintou nos últimos anos da sua vida pode ser vista na Casa da Achada até 25 de Setembro: «Mário Dionísio - Pintura 1988-1993».








domingo, 6 de agosto de 2017

«Hiroshima e Nagasaki - 6 e 9 de agosto de 1945»






«O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, defendeu este domingo, durante as comemorações do  72.º aniversário do bombardeamento atómico de Hiroshima, no Japão, que “o nosso sonho de um mundo livre de armas nucleares continua longe de ser uma realidade”. António Guterres lembra que existem cerca de 15 mil armas nucleares em todo o mundo e a “perigosa retórica sobre a sua utilização” agrava as suas ameaças.
Foi a 6 de agosto de 1945, às 08h15 locais, que o bombardeiro B-29 norte-americano, que ficou conhecido como “Enola Gay”, largou a bomba atómica “Little Boy” sobre a cidade de Hiroshima. Três dias mais tarde, a 9 de agosto, os Estados Unidos faziam explodir um segundo engenho atómico “Fat Man” sobre Nagasaki. Cerca de 210 mil pessoas morreram, obrigando o imperador japonês Hirohito a render-se e pôr fim à Segunda Guerra Mundial».

Leia aqui

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

«O mundo em 2030 vai depender da forma como hoje se vai tratar as raparigas que têm 10 anos»




«Now more than ever, we must ensure that the marginalized, the forgotten—the ones often left behind—can exercise their fundamental human right to decide, free of coercion, discrimination and violence, when or how often to have children.
UNFPA, the United Nations Population Fund, is proud to have enabled millions of women of childbearing age to exercise that right and to have helped to nearly double modern contraceptive use worldwide from 36 per cent in 1970 to 64 per cent in 2016.
This annual report shows how funds entrusted to UNFPA have enabled us to protect and promote the health and rights of millions of women and young people and enable them to realize their full potential».Leia mais.
A propósito, da entrevista que Mónica Ferro, Chefe da Representação Regional do Fundo das Nações Unidas de Apoio à População,   deu à Revista Expresso de 22 de julho 2017:




quarta-feira, 2 de agosto de 2017

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (84) | «Emma Watson apresenta a maior aula do mundo»





«Emma Watson convida as crianças a se envolver nos Objetivos Globais da ONU, parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável».

terça-feira, 1 de agosto de 2017

JEANNE MOREAU | «Féministe sans en revendiquer l'étiquette»








Jeanne Moreau morreu. Uma grande
 actriz, e uma feminista  sem o reivindicar como se diz neste artigo:

«JEANNE MOREAU, LES COMBATS D'UNE FEMME».





segunda-feira, 31 de julho de 2017

ANTÓNIO REIS | «poemas quotidianos»




SINOPSE
POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS 
ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA
 DE PEDRO MEXIA. 
«O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos 
sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a 
realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios 
à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, 
antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de 
limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a 
deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai 
para o trabalho. 
Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, 
um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que 
se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas 
é entremostrado ou sugerido.» —Fernando J.B. Martinho.Saiba mais.




Pg. 24



quinta-feira, 27 de julho de 2017

EXPOSIÇÃO | «Racismo e Cidadania» | PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS | ATÉ 3 SET 2017 | LISBOA









Exposição
Padrão dos Descobrimentos
Racismo e Cidadania
De 6 de Maio a 3 de Setembro
Portugal



«A exposição tem por objetivo discutir a relação entre racismo e cidadania num espaço de seis séculos, de 1497 ao presente. A exposição vai estar centrada no caso português, embora abra janelas comparativas para a compreensão do racismo como preconceito relativo a descendência étnica combinado com ação discriminatória. No período considerado, ocorreram a expulsão de muçulmanos, a conversão forçada de judeus, o tráfico de escravos, a colonização de territórios em África, América e Ásia, a abolição da escravatura, a descolonização e o início de um processo inverso de imigração.
A exposição visa estimular o grande público a questionar o passado e o presente das relações entre povos, conjugando emigração com imigração, exclusão e integração, ausência de direitos e acesso à cidadania.
Com curadoria científica e investigação de Francisco Bethencourt (Portugal)».




«Juízes censurados por preconceito contra mulheres»




quarta-feira, 26 de julho de 2017

DOCUMENTÁRIO | «Objetivo: Mulheres» | HOJE | 26 JUL 2017 | 23:50H | RTP 2

Saiba mais

«PARADIGM FOR PARITY»





«The Paradigm for Parity movement is a coalition of business leaders dedicated to addressing the corporate leadership gender gap. The coalition is made up of CEOs, senior executives, founders, board members, and business academics who are committed to achieving a new norm in the corporate world: one in which women and men have equal power, status, and opportunity. Our ultimate goal is to achieve full gender parity by 2030, with a near-term goal of women holding at least 30% of senior roles.
 Powerful evidence links gender-balanced leadership with financial and stock market outperformance. Simply put, companies with both women and men in senior leadership positions have superior financial results.
To accelerate the pace of gender equity in senior executive roles and on corporate boards, the coalition created the Paradigm for Parity 5-Point Action Plan. Based on extensive research and best practices, this is the first set of specific actions that, when concurrently implemented, will catalyze change and enable companies to more effectively increase the number of women of all backgrounds in leadership positions.
 Companies that have pledged to implement the Paradigm for Parity 5-Point Action Plan are stepping forward to make real changes inside their companies to establish gender equality». Saiba mais.


terça-feira, 25 de julho de 2017

PEDRO SANTOS GUERREIRO | «Um minuto de silêncio»


Leia na integra

«Once you get to the top of the company, in most cases, you are dealing with a male kingdom»




Leia no NYT


«(...)

The challenge for women is how to enter 
into the intangible but crucial circle of male 
camaraderie. “Once you get to the top of the
 company, in most cases, you are dealing
 with a male kingdom,” she said. “For as long as
 we are the  minority group, it is much more 
about our capacity to adjust to them than their 
capacity to open up  to us. I don’t think it’s about 
fairness. It is narrow-minded and ineffective, 
but human.” (...)».

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A SELEÇÃO FEMININA DE FUTEBOL ESTÁ A DISPUTAR PELA PRIMEIRA VEZ O CAMPEONATO EUROPEU: ONTEM GANHOU !




Leia aqui


E, a propósito,  um excerto do artigo 
«Campeãs europeias», de Mariana Cabral,  
no Expresso desta semana:




«A Inclusão de Migrantes e Refugiados: o Papel das Organizações Culturais»





«“Quem trabalha na área da Cultura acredita no seu poder em transformar vidas e contribuir para a inclusão e a coesão social, promovendo o conhecimento, o diálogo, a tolerância e o respeito. Por essa razão, quem trabalha neste sector não consegue imaginar de que forma este processo de inclusão poderá acontecer sem a Cultura.” Na introdução ao livro A Inclusão de Migrantes e Refugiados: o papel das organizações culturais, a coordenadora da publicação, Maria Vlachou, sintetiza as preocupações cada vez mais urgentes de muitos profissionais do sector cultural que querem dar o seu contributo para a inclusão de migrantes e refugiados, mas não sabem como fazê-lo, nem por onde começar. É para colmatar esta necessidade que surge esta publicação, servindo de base para desenvolver a reflexão e uma prática mais sustentada pelas organizações culturais. A primeira parte do livro reúne dez entrevistas que constituem testemunhos de profissionais a trabalhar em organizações culturais com muita experiência nesta área: Counterpoints Arts (Reino Unido), Bibliotecas de Roskilde (Dinamarca), NOESIS – Centro de Ciência e Museu de Tecnologia de Salónica (Grécia), Museus Nacionais Liverpool (Reino Unido), Museu Roterdão (Holanda), Projeto Museu da Migração (Reino Unido) e Instituto para a Cidadania Canadiana (Canadá).
Em Portugal, também não faltam exemplos de boas práticas: é o caso do projeto “RefugiActo: a voz e o eco dos refugiados através do teatro”, que surgiu em 2004 no contexto das aulas de língua portuguesa do Conselho Português para os Refugiados e que tem tido o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian através do programa PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social. Trata-se de um grupo de teatro amador, onde se partilham emoções, saberes e experiências, e por onde têm passado pessoas de todo o mundo. Também surgem como referência, no livro, os casos do festival TODOS – Caminhada de Culturas, que tem trabalhado para desenvolver a interculturalidade em Lisboa com recurso às artes, valorizando o seu cariz contemporâneo e comunitário, e o trabalho da Associação Renovar a Mouraria, envolvida no projeto internacional Enciclopédia dos Migrantes: o lado intimista e individual das histórias sobre migração. Esta “enciclopédia”, que divulga “um saber não científico”, foi publicada, em papel e em versão digital, em francês, espanhol, português e inglês, conta com testemunhos de 400 migrantes e nela estão representados 103 países e 74 línguas maternas. (...)». Leia mais.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

«A arte e a cultura na transformação do nosso mundo»





Leia aqui



«Relatório nacional sobre a implementação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável».




«No passado dia 18 de julho, Portugal apresentou, na sede das Nações Unidas, o “Relatório nacional sobre a implementação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”.
Este documento “consubstancia a revisão nacional voluntária do processo de implementação da Agenda 2030, resultado de um esforço de coordenação interministerial e de consulta pública, espelhando a perspetiva nacional sobre cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, identificando prioridades e desafios, políticas e iniciativas concorrentes para a prossecução da Agenda 2030, e partilhando boas práticas e medidas nacionais com o mundo” (p. 13)». Transcrito daqui.