quarta-feira, 18 de julho de 2018

NO DIA EM QUE NELSON MANDELA FARIA 100 ANOS | Voltemos ao «Bom dia, Senhor Mandela» | A HISTÓRIA DO PERCURSO DE ZELDA LA GRANGE COMPROVA COMO «UM HOMEM QUE MODIFICOU TODA UMA NAÇÃO FOI TAMBÉM CAPAZ DE MODIFICAR A VIDA DE UMA MULHER EXTRAORDINÁRIA»


SINOPSE

«Zelda la Grange cresceu na África do Sul enquanto jovem africânder que apoiava as leis da segregação. No entanto, poucos anos após o fim do apartheid, tornar-se-ia para Nelson Mandela uma assistente de máxima confiança, passando a respeitar e acarinhar o homem que lhe haviam ensinado ser o inimigo. 
Bom-Dia, Sr. Mandela relata a história extraordinária de como uma jovem viu a sua vida, convicções, preconceitos e tudo aquilo em que acreditara serem completamente modificados pelo maior homem do seu tempo. Eis o percurso incrível de uma dactilógrafa, na casa dos 20 anos, que viria a ser escolhida para se tornar a funcionária leal e dedicada do Presidente, passando a maior parte da sua vida profissional de adulta ao lado do homem a quem viria a chamar «Khulu», ou «avô», acompanhando-o, prestando-lhe apoio e preocupando-se com ele. 
Neste livro, Zelda presta homenagem a Nelson Mandela tal como o conheceu - um mestre que lhe proporcionou as lições mais valiosas da sua vida. Um homem que se recusou a ver-se definido pelo seu passado, que perdoava a todos e os respeitava, mas que também era franco, trocista e direto. Ao reconstruir o seu país, ele l
ibertou-a igualmente de um mundo confinado pelo medo e desconfiança, dando à vida dela verdadeiro sentido. Agora, Zelda partilha com o mundo as dádivas duradouras e estimulantes de Nelson Mandela». Saiba mais.



CONFERÊNCIA | «Mandela/Inspiração para os Construtores de Pontes» | HOJE | 18 JULHO 2018 |14:00 H |LISBOA






«A Associação Mutualista Montepio junta-se às festividades e recebe, dia 18 de julho, às 14 horas, no Auditório Montepio, uma conferência com o tema “Mandela, inspiração para os construtores de pontes”. Este evento, que vai encerrar o programa de celebrações, é uma forma de homenagear a capacidade de Nelson Mandela para fazer a paz e promover a reconciliação». Continue a ler.





terça-feira, 17 de julho de 2018

«As grandes figuras da arte contemporânea portuguesa no século XX são maioritariamente mulheres: Vieira da Silva, Paula Rego, Leonor Antunes, Ana Jotta. A representação desse contributo nas instituições é importantíssima. Na nossa coleção temos um núcleo de mulheres com um trabalho excepcional e está na hora de as mostrar»

Da entrevista a João Ribas | Jornal Público/15 julho 2018

«ONZE MULHERES DE CADA LADO»





SINOPSE
«Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais)».

Mas mais do que a sinopse para nos apercebermos do «espírito» do livro talvez ler as criticas disponíveis no site da Editora. De lá por exemplo: «aqui não vamos ler apenas uma fase pouco conhecida de Herberto, vamos rir, rir muito, porque este livro é humor à primeira vista. Pela nossa saúde que é. Não é um humor qualquer, é Humor Herberto Helder, três agás maiúsculos de seguida em crónicas hílares como «Um passeio no campo» [...] […] Esta «coletânea» de Herberto celebra a alegria de estar no mundo. Esse é um voto «porventura ingénuo, mas que constitui precisamente o fundamento fervoroso e dramático da utopia.»| Pedro Santos Guerreiro, Expresso
ou 

IRONIA FEBRIL | 
Fábio Lino 2018-06-06 |Quando
 chegarmos ao fim de 2018, "em minúsculas" de Herberto Helder irá, certamente, figurar como um dos livros do ano. Com uma prosa poética de alto nível, HH espicaça todos os seus leitores com o seu humor irónico, injeta pensamento e contemplação no reportar dos factos banais e quotidianos. Não deixa de ser irónico, contudo, que os jornais que tanto têm apregoado este livro, desde que foi publicado no início de maio, sejam também um dos seus principais alvos críticos. Uma leitura mais do que recomendada.

Nós vimos também muita ternura. E só pelas crónicas «Os domingos de Nambuangongo» e «Onze Mulheres de Cada Lado» é de ousar: não perca! E já que estamos em ambiente futebolístico - O Mundial de Futebol terminou no domingo, mas os festejos continuam - este início:




Resumindo, nos anos 70 do século passado, Herberto Helder foi ver um jogo de futebol de mulheres! E fez uma crónica. Para lá da ironia sem fim que acompanha todo o texto - e a referência aos «jornalistas da bola» é insuperável - talvez ainda hoje esta crónica valha mais do que não sei quantos discursos que querem dizer que «as profissões não têm sexo», sem anular o universo feminino. O fim da crónica é  ... delirante: «Quando saímos do campo, o sol declinava nos horizontes purpúreos, as avezinhas retornavam aos seus ninhos pipilando - uma luz doirada parecia coroar as cabeças tanto das vencedoras como das vencidas».



segunda-feira, 16 de julho de 2018

FESTIVAL DE ALMADA | «Atriz» | AINDA PODE SER VISTO NO TNDM ll | HOJE |19:00H | LISBOA





«U
ma actriz-vedeta aguarda a morte num quarto de hospital pejado de flores, vítima de um tumor cerebral que nunca chega a ser nomeado. Vêm visitá-la os seus pais, os filhos, a irmã e o cunhado (seu ex-amante), o marido alcoólico, os ex-colegas de trabalho - e todos servem de pretexto para discretear sobre o teatro, a vida, a morte, a liberdade, a família… Pascal Rambert escreveu esta peça para o elenco do Teatro de Arte de Moscovo, em 2015, quando se deu conta do amor que o público russo nutria pelos actores: “Quando se vai ao teatro, na Rússia, vai-se ver os actores”, acrescentando que gosta de “escrever para as actrizes: dar-lhes trabalho”. No caso particular da protagonista de Actriz, Marina Hands, o seu desempenho valeu-lhe, já este ano, o Molière para Melhor Actriz. A crítica francesa considerou-a “deslumbrante” (Guide critique)». Saiba mais,






«As Cartas da Prisão de Nelson Mandela»





SINOPSE
Preso em 1962, quando o regime do apartheid na África do Sul intensificava a sua campanha brutal contra os opositores políticos, o advogado e ativista do Congresso Nacional Africano Nelson Mandela, então com quarenta e quatro anos, não fazia a menor ideia de que passaria os vinte e sete anos seguintes na prisão. Durante os seus 10 052 dias de encarceramento, o futuro líder da África do Sul escreveu uma imensa quantidade de cartas às inflexíveis autoridades prisionais, a companheiros ativistas, a responsáveis governamentais e, acima de tudo, à sua corajosa mulher, Winnie, e aos cinco filhos.

Agora, no centenário do seu nascimento, 255 dessas cartas, muitas das quais nunca antes tornadas públicas, são compiladas num volume que as organiza cronologicamente, dividindo-as pelas quatro instituições prisionais por onde passou até à sua libertação, a 11 de fevereiro de 1990.
Ilustrado com reproduções de alguns dos seus escritos, este é um documento de um valor excecional para o conhecimento desta que foi uma das figuras mais inspiradoras do século XX, revelando-o como pai e marido extremoso, como um lutador incansável pelos direitos humanos e, acima de tudo, como homem de uma coragem imperturbável, que se recusou a comprometer os seus valores mesmo quando confrontado com um enorme sofrimento.  Saiba mais.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Laura Soveral








Laura Soveral morreu.  «Uma atriz incrível»diz o realizador Miguel Gomes  à Lusa. E do jornal Público“O cinema é para receber a luz, e há actores que nascem com esse dom, como a Laura Soveral, que sabia como responder a isso, sabia como transformar a sua presença no grande ecrã em luz.” Ainda não refeito da comoção perante a notícia que lhe dávamos, João Botelho comentou assim a morte da actriz que com ele trabalhou em meia dúzia de filmes. (...). Aqui na Terra, A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos EUA, O Fatalista, A Corte do Norte, Filme do Desassossego Os Maias – Cenas da Vida Romântica são os filmes em que Laura Soveral foi actriz de João Botelho, ao longo de duas décadas. Do primeiro deles, recorda-se bem Luis Miguel Cintra, principalmente da cena em que o seu personagem, Miguel, dançava com uma mulher-a-dias. “É uma cena muito comovente!”, comenta o actor, lamentando a perda de “uma grande companheira” com quem trabalhou igualmente em filmes de Manoel de Oliveira (A Divina Comédia e Vale Abraão). E que acolheu e dirigiu no (seu) Teatro da Cornucópia, nos anos 90, nas produções Primavera Negra, a partir de Raul Brandão, e O Lírio, Vida e Morte de um Malandro, de Ferenc Molnár, esta com encenação de Christine Laurent. “Era uma pessoa linda, muito elegante, culta, inteligente”, continua Cintra, realçando o facto de Laura Soveral se “interessar verdadeiramente pela peça ou pelo filme que ia fazer para além do seu próprio papel”  quando chegava a sua vez, “sentia-se essa preparação, essa diferença”. (...).» +.
E na nossa homenagem recordemosdo muito que se podia assinalar, o filme UMA ABELHA NA CHUVA, onde uma conjugação que muitos e muitas terão na memória: Carlos Oliveira, o autor do romance;  Fernando Lopes, o realizador;  João Guedes, o ator; Laura Soveral, a atriz. A «atriz incrível» está lá.



Daqui

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (98) | «Ana de Castro Osório. A Mulher Que Votou na Literatura»






«ANA DE CASTRO OSÓRIO – A MULHER QUE VOTOU NA LITERATURA” é a biografia da “mãe” da literatura infantil em Portugal, um dos títulos da colecção GRANDES VIDAS PORTUGUESAS, publicada pelo Pato Lógico, em parceria com a Imprensa Nacional – Casa da Moeda.

Nesta biografia da mãe da literatura infantil em Portugal, Carla Maia de Almeida fala de um tempo em que nenhuma mulher podia votar. Foi neste início do século xx que Ana de Castro Osório se notabilizou como defensora dos direitos das mulheres, com a mesma coragem com que assumia a publicação de obras marcantes da literatura para crianças. Marta Monteiro ilustra este título da colecção Grandes Vidas Portuguesas“». Continue a ler.



quinta-feira, 12 de julho de 2018

«The Influence Effect: A New Path to Power for Women Leaders»




«Women hold over half of all professional jobs today, yet they represent just four percent of CEOs in the S&P 500. Even worse, that percentage has barely budged in a decade.

That’s where The Influence Effect comes in. Based on recent research by the authors of the New York Times bestseller Break Your Own Rules, this book begins with the premise that when it comes to political savvy, what works for men at work won’t work for women. Packed with the authors’ coaching insights and their “Big Five” strategies designed specifically for female executives, this book guides women to break past political barriers and get right to what they really want—influence. 

Authors Kathryn Heath, Jill Flynn, Mary Davis Holt, and Diana Faison make success far less complex, helping women overcome entrenched resistance to their ideas, create their own access points to power, and attract followers in a way that works for them. They present tools such as Influence Loops (to organically increase influence), Personal Scaffolding (to grow a groundswell of support), and Scenario Thinking (a savvy twist on strategic planning). These and other smart strategies finally allow women to succeed on their own terms.
Illustrated with dozens of engaging, real stories culled from the authors’ many years of coaching experience, The Influence Effect moves women past the politics problem and offers a new path to power. Actually, it’s more than a path—it’s a runway—it frees women to take off in their careers on their own terms. The Influence Effect will work for women, not because gender barriers will no longer exist, but because they will no longer hold women back». +.

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E de Kathryn Heath, na Harvard Businee Review:




3 Simple Ways for Women to Rethink Office Politics and Wield More Influence at Work

DECEMBER 18, 2017

LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 13 | «Ação Climática»









«Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados com o clima e as catástrofes naturais em todos os países.
Integrar medidas relacionadas com alterações climáticas nas políticas, estratégias e planeamentos nacionais.
Melhorar a educação, aumentar a consciencialização e a capacidade humana e institucional sobre medidas de mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce no que respeita às alterações climáticas.
Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas [UNFCCC, em inglês] de mobilizarem, em conjunto, 100 mil milhões de dólares por ano, a partir de 2020, a partir de variadas fontes, de forma a responder às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações significativas de mitigação e implementação transparente; e operacionalizar o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível.
Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planeamento e gestão eficaz no que respeita às alterações climáticas, nos países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, e que tenham um especial enfoque nas mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas. (...). Continue a ler.





quarta-feira, 11 de julho de 2018

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (97) | Madalena Matoso vence a 22ª edição do Prémio Nacional de Ilustração ( PNI) | COM «NÃO É NADA DIFÍCIL/O LIVRO DOS LABIRINTOS»



Veja  no site da Planeta Tangerina.  De lá:«“Não é nada difícil”, 
de Madalena Matoso,  é um dos melhores livros do mundo. 
A New York Rights Fair,  que arranca no final do mês em Nova Iorque, 
escolheu  as 30 melhores obras visuais de todo o mundo. Entre
 eles está "Não é nada difícil", de Madalena Matoso».


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«Madalena Matoso vence a 22ª edição do PNI. As Menções Especiais foram para Abigail Ascenso e Joana Estrela.
 O júri, reunido no dia 5 de julho de 2018 na Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, decidiu, por unanimidade, atribuir o Prémio Nacional de Ilustração, referente às obras publicadas em 2017, a Madalena Matoso pelo conjunto de ilustrações do livro Não é nada difícil (texto da própria), publicado pela Planeta Tangerina. As Menções Especiais foram atribuídas a Abigail Ascenso pelas ilustrações da obra A Noite, com texto de Manuel António Pina, publicada pela Assírio & Alvim; e a Joana Estrelapelas ilustrações da obra A Rainha do Norte (texto da própria) e publicada pela Planeta Tangerina.
O júri referiu em Ata que a obra de Madalena Matoso exibe uma coerência organizada numa arquitetura labiríntica quase abstrata sem, no entanto, ousar criar o caos. Nos interstícios do labirinto espreitam textualidades suscitando a decifração por inferência e dedução, tornando inteligente buscar e encontrar. Cada página labora sobre o recorte como se fosse urgente destapar para confundir, sobrepor para mostrar, e em toda a obra fica patente um percurso de evolução da autora e do desenho, fenomenologicamente autónomo mas adstrito às suas próprias potencialidades visuais». Continue a ler.



«Why gender equality matters to achieving all 17 SDGs»





Veja na integra

terça-feira, 10 de julho de 2018

PARLAMENTO EUROPEU | ESTUDOS | «Backlash in Gender Equality and Women’s and Girls’ Rights»




«BACKGROUND AND AIMS 
The aim and focus of the present analysis is to map the backlash against gender equality and women’s rights in the recent years of the present decade in selected EU member states: Austria, Hungary, Italy, Poland, Romania, and Slovakia. These countries were selected taking into account Opinions, all Initiative reports or the Delegations that the FEMM Committee has programmed in the course of 2018. The analysis aims to identify and describe areas, measures and initiatives that have increased risks or have put women and girls in a more disadvantageous position, decreased the protection of women's rights, as well as eroded their established entitlements, or which have blocked related progress. The report does not provide a comprehensive and in-depth overview and assessment of the situation of women in the countries concerned, or of state performance and the institutional, legislative and policy framework in gender equality and women’s rights. It seeks to introduce the basics of that framework, and to describe those areas, policy fields and issues that are revealed to have been mostly affected by the backlash and by movement in a negative direction. In this context, the study also reflects on some missed opportunities where progress has not happened despite the potential for this, as well as reflects on new problems that have arisen in recent years. The analysis is based on desk research and a literature review, as well as interviews made with – and other contributions provided by – national experts in the relevant countries».  



«Corrupção e cumplicidade não conhecem fronteiras geográficas. De acordo com representantes das Nações Unidas, os frágeis são aqueles que mais sofrem com as consequências da prática»



Leia aqui

sexta-feira, 6 de julho de 2018

CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA | «Frida Kahlo – As Suas Fotografias» | 6 JUL A 4 NOV 2018 | PORTO



Veja mais fotografias aqui.



«Em 2003 o arquivo adormecido foi aberto, sob a supervisão de Hilda Trujillo Soto, diretora do Museu Frida Kahlo. Uma parte das fotografias desse arquivo foi transformada nesta exposição de 241 fotografias inéditas, com a curadoria de Pablo Ortiz Monasterio. Representam diversas fases e pessoas da vida da artista e que foram objetos da sua afeição pessoal. Os autores das fotografias são Man Ray, Martin Munkácsi, Edward Weston, Brassaï, Tina Modotti, Pierre Verger e Manuel Álvarez Bravo. A exposição dividida em seis secções – Origens; Casa Azul; Política, Revoluções e Diego; Corpo Acidentado; Amores; e Fotografia». Continue a ler.






OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (96) | Festival de Almada / «Bonecos de Luz» | 5 A 11 JULHO 2018 | TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE




quinta-feira, 5 de julho de 2018

LÍDIA JORGE | «Estuário»






«Estuário é um livro sobre a vulnerabilidade de um homem, de uma família, de uma sociedade e do próprio equilíbrio da Terra, relatados pelo olhar de um jovem sonhador que se interroga sobre a fragilidade da condição humana.
Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se, então, apercebendo que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas travadas ao seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade.
Em outros seus livros costumam a autora dar o rosto à modernidade para dela desocultar os seus efeitos escondidos. Mas neste caso ambiciona mais. Estuário pertence à categoria dos livros de premonição, através do enlace entre o desenho do futuro e a Literatura».



PRÉMIO MUNICIPAL MADALENA BARBOSA | Candidaturas até 14 setembro 2018






Saiba mais

quarta-feira, 4 de julho de 2018

MUSEU SERRALVES | «Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX» | ATÉ 30 SETEMBRO 2018





PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: MARTINE SYMS
  - LESSONS I - CLXXX
 14 JUN 2018 A 30 SET 2018

«Martine Syms (Los Angeles, California, USA, 1988) é uma artista residente em Los Angeles. Recorrendo ao vídeo e à performance, Syms examina representações de negritude e a sua relação com a narrativa, o vernáculo, o pensamento feminista e as tradições raciais. A sua obra engloba temas tão diversos como afro-futurismo, teoria queer, o poder da linguagem e a natureza espiritual da cor púrpura. 
Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX, uma obra em curso constituída por vídeos de trinta segundos – um poema cumulativo cuja estrutura se desenvolve de forma aleatória. Imagens desconexas de experiências e sujeitos que se acumulam num aglomerado de narrativas fragmentárias relacionadas (direta a acidentalmente) com a vida dos negros americanos. Retirados de uma miríade de fontes e contextos – incluindo vídeos do Youtube, programas de televisão dos anos 1980 e material filmado do arquivo pessoal da artista – esses fragmentos autónomos formam um corpus crescente que Syms compila desde 2014.
Exposição organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por João Ribas, diretor do Museu»Saiba mais.



«Estas Aulas São Para A Vida»


Revista Sábado
21 JUN 2018