sexta-feira, 30 de novembro de 2018

LUÍS OSÓRIO | «mãe, promete-me que lês»







SINOPSE
Luis Osório abre sem reservas o seu álbum de família. Numa relação convulsa e intimista, folha a folha, conta-nos pormenores de vivências extremas que nos emocionam devastadoramente e nos confrontam com a terrível complexidade das relações familiares. 
Ousadas, pungentes, ternas, estas são as recordações de um homem que confessa ter medo, muito medo de voltar a perder alguém, medo de morrer porque gosta muito de viver
.+.





«ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DAS COMUNIDADES CIGANAS»



Leia no Diário da República

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

«BRIDGING THE DIGITAL GENDER DIVIDE / INCLUDE, UPSKILL, INNOVATE»






«Gender equality is not only a fundamental human right. It is also a keystone of a prosperous, modern economy that provides sustainable inclusive growth. Recognising that gender equality is essential for ensuring that men and women can contribute fully for the betterment of societies and economies at large, G20 Leaders first committed to “women’s full economic and social participation” in Los Cabos in 2012. They then set the ambitious goal to reduce the gender gap in labour market participation by 25% by 2025 (the 25x25 target) at the 2014 Brisbane Summit, and committed to implementing a set of policies to improve the quality of women’s employment and the provision of support services. Since then, as documented by the OECD, most G20 countries have made progress, but much remains to be done. In 2016, the gap in labour market participation rates between men and women aged 15-64 was around 26% for G20 economies. Today the digital transformation provides new avenues for the economic empowerment of women and can contribute to greater gender equality. The Internet, digital platforms, mobile phones and digital financial services offer “leapfrog” opportunities for all and can help bridge the divide by giving women the possibility to earn additional income, increase their employment opportunities, and access knowledge and general information. We need to seize this opportunity to foster greater gender equality in the labour market, boost economic growth and build a more inclusive, digital world. (...). Continue a ler. na pg. 5.




CONVERSAS | «Espaços para arquitetas» |12 DEZ 2018|18:30H | LISBOA






quarta-feira, 28 de novembro de 2018

«O HOMEM PROMOTOR DA IGUALDADE»



Leia aqui
«(...)

Procurando dar a conhecer os diferentes prismas da igualdade de género abordados no encontro, o SAPO24 publicou vários artigos e entrevistas, ao longo de nove semanas. Fique a conhecer alguns dos temas discutidos:
(...)»

DOS OUTROS | CANADÁ | «Women’s Leadership Matters /The Impact Of Women’s Leadership In The Canadian Federal Public Service»



terça-feira, 27 de novembro de 2018

A importância do pacto global para a migração





Presidente da Assembleia Geral da ONU reafirma importância de pacto global para migração


Em resposta a relatos recentes de que alguns países estão se afastado do pacto das Nações Unidas sobre migração global, marcado para ser adotado em dezembro, a presidente da Assembleia Geral da ONU, María Espinosa, defendeu na quarta-feira (21) o acordo como uma ferramenta que irá permitir que todos os migrantes, de todos os lugares, tenham seus direitos protegidos.
O acordo, que deve ser adotado em conferência em Marrakesh, no Marrocos, estabelece objetivos claros para migração segura, ordenada e regular; responde às preocupações de governos signatários e reforça soberania nacional; e reconhece as vulnerabilidades enfrentadas por migrantes. Leia mais.

«When we sing, we feel free»



Veja aqui

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

DJAIMILIA PEREIRA DE ALMEIDA | «Luanda, Lisboa, Paraíso»





SINOPSE
Chegados a Lisboa, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar?
«Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem.»
Luanda, Lisboa, Paraíso, o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas obscuras, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado. +.




«As Mulheres Ciganas Existem. E resistem»





Reportagem "As Mulheres Ciganas Existem. E resistem" do SAPO 24 recebe menção honrosa da Associação Corações com Coroa
Veja aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

CAMPANHA | #VamosGanharALutaContraAViolência


«A propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala no próximo dia 25 de novembro, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, promove a campanha #VamosGanharALutaContraAViolência em conjunto com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), a Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), o Movimento Democrático de Mulheres (MDM), a Associação Plano I, a Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PPDM), a União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
Todos os dias, em Portugal e no mundo, raparigas e mulheres são vítimas de algum tipo de violência. A violência contra as mulheres é simultaneamente uma causa e uma consequência das desigualdades de género. Segundo dados da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (2014), 33% das mulheres na UE começam a passar por situações de violência de ordem física e/ou sexual a partir dos 15 de idade. Em Portugal, esta percentagem situa-se nos 24%. Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (2017), cerca de 80% das vítimas de violência doméstica, no nosso país, são mulheres.
Destaca-se ainda que a violência contra as mulheres tem uma dimensão maior do que aquela que a estatística nos mostra. De acordo com o Instituto Europeu de Género, 47% das mulheres que experienciaram violência não relataram o ocorrido a ninguém e isto acontece porque, frequentemente, as sociedades ainda toleram a violência contra as mulheres ao colocarem a culpa na vítima e falhando na punição do agressor.
Violência doméstica, tráfico de seres humanos, violação e outras agressões sexuais, casamento forçado, mutilação genital feminina ou assédio sexual são alguns dos crimes praticados contra as mulheres.
A violência doméstica é crime público. Denunciar é uma responsabilidade coletiva». Saiba mais.
Ligue 800 202 148.



DOS OUTROS | FRANÇA | MINISTÉRIO DA CULTURA | Infografia sobre mulheres fotógrafas


«Infographie

Les femmes photographes, radiographie d’une profession

PUBLIÉ LE 12.11.2018
CRÉATION ARTISTIQUEPHOTOGRAPHIEACCÈS À LA CULTUREÉGALITÉ ENTRE FEMMES ET HOMMES
Pour la première fois, les chiffres-clés sur les femmes photographes ont été rassemblés par le ministère de la Culture. Une initiative qui met en relief la féminisation croissante de cette profession mais aussi la persistance de disparités importantes concernant les revenus, les cartes de presse ou les distinctions artistiques».  Veja aqui,


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

SÉRGIO COSTA ARAÚJO | «Onde pára a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza Infantil?»





«Onde pára a Estratégia Nacional de Combate à Pobreza Infantil?

"É fundamental que todos aqueles que batalham diariamente, de modo mais visível ou menos visível, pelos direitos de todas as crianças e jovens, se unam, questionando intensamente, por exemplo, sobre o grau de importância política que Portugal atribui hoje às questões da pobreza infantil." Análise em torno das políticas voltadas para a infância e da juventude e da importância dos instrumentos disponibilizados pelas estruturas Europeias em benefício das crianças. Um ensaio de Sérgio Costa Araújo publicado no Dia Universal dos Direitos da Criança». Leia na integra.

PRÉMIO DE JORNALISMO | «Direitos Humanos & Integração» | CONHEÇA DISTINGUIDOS DE 2018









Veja sobre o Prémio e os Candidatos aqui, no site da Comissão Nacional da Unesco. Sobre  vencedores, por exemplo, no Jornal Público:


PÚBLICO ganha dois prémios de jornalismo Direitos Humanos & Integração

Os prémios anuais distinguem os melhores trabalhos em três modalidades: imprensa escrita, rádio e meios audiovisuais. Leia na integra.



terça-feira, 20 de novembro de 2018

NA RTP1 | «3 MULHERES / de palavra fazem revolução»




3 Mulheres de palavra fazem revolução
«"3 Mulheres" é uma série de ficção que, a partir das biografias e da intervenção cultural e cívica da poetisa Natália Correia, da editora Snu Abecassis e da jornalista Vera Lagoa (pseudónimo de Maria Armanda Falcão), recorda os últimos anos do Estado Novo - 1961 e 1973 - do início da Guerra colonial à véspera da Revolução de Abril. A ação e os percursos cruzados de mulheres como Snu, Natália e Maria Armanda, são um exemplo de coragem e compromisso com os tempos futuros.
Natália Correia foi uma irreverente escritora que esteve envolvida em grandes polémicas. Exemplo disso foi o lançamento da obra "Antologia Erótica e Satírica", que a levou a ser condenada pela justiça. Maria Armanda Falcão foi a primeira locutora da RTP, jornalista, cronista e, mais tarde, enveredou pelo ramo empresário. Snu Abecassis era considerada uma princesa nórdica pela sua beleza e sempre defendeu que as pessoas deveriam ter a oportunidade de aprendizagem».Saiba mais e veja ou reveja aqui. 


ESTUDO |«Domestic Sexual Abuse of Girls»







segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Papa Francisco no Dia Mundial dos Pobres - 18 de Novembro de 2018








"O grito dos pobres torna-se mais forte a cada dia, e a cada dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos, que são sempre menos e sempre mais ricos", disse Francisco na homilia. Saiba mais.



«Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos»



Leia no Expresso


«(...)
Acredita que o Papa pode fazer a diferença?
Espero que sim. Ele tem sido um líder fantástico em tantos assuntos, como no ambiente, na pobreza, na exclusão, no isolamento. Não há dúvidas de que as pessoas LGBTI se sentem magoadas e marginalizadas, postas de parte por causa das coisas que são ditas pela Igreja. Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos. Isso significa que ele considera que há dano e, uma vez que se considera isso, a questão é o que fazer a seguir? De certeza que ele não quer que esse dano continue. Gostávamos muito que ele tivesse a postura que teve com o ambiente ou com a exclusão social com as pessoas LGBTI, em especial com os jovens.
(...)»


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

MARGARIDA ALPUIM | «Os homens perdem privilégios quando lutam pela igualdade de género? Os estereótipos que eles e elas querem desconstruir»



Leia aqui

ACONTECEU | «Gender Equality in Urban Planning and Housing Policies» | PAMPLONA


«Gender Equality in Urban Planning and Housing Policies

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The massive demonstrations of March 8th on the International Women's Day, highlighted the need to move forward on measures that promote gender equality. This objective is particularly relevant in the field of social rights, such as the right to housing. Just around us, things like how street are named, the design of safe public spaces or the equipment and mobility measures that facilitate conciliation between family and work life have a key impact from a gender perspective. 
Therefore, on the first afternoon of this Conference, the following questions will be addressed; What does "urbanism with a gender perspective" mean? What practical measures can be adopted to include the gender perspective into the design of our cities? What examples can we find in other local and regional administrations in this regard? Professionals from the institutional, academic and civil society sectors will provide examples that would allow to focus the debate on practical measures. (...)». Continue a ler.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

ALEX DAHL | «O Rapaz à Porta»




«Cecilia Wilborg tem a vida perfeita: um marido atraente, duas bonitas filhas e uma grande casa em Sandefjord, uma cidade que parece tirada de um bilhete-postal. Ela esforça-se para manter tudo como está, pois um erro do passado pode destruir-lhe o presente.

Annika Lucasson vive uma vida sombria com o namorado abusivo e traficante de drogas. Já perdeu tudo muitas vezes e agora tem uma última oportunidade de se salvar, graças a Cecilia. Mas, Annika conhece o seu segredo e o que Cecilia está disposta a fazer para que tudo acabe.

Então aparece Tobias, um rapaz de oito anos, sozinho e sem amigos. Mas que ameaça fazer desmoronar o mundo de Cecilia.
O quer ele de Cecília?». Saiba mais.

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Da critica:
«Dahl delineia sem piedade o preço de viver numa sociedade que insiste em que as mulheres devem apenas tentar ser mulheres e mães perfeitas e paralelamente com carreiras de êxito também, ou serão levadas a sentir que nunca são boas o suficiente.»Publishers Weekly. +. 





«Why aren't there more collaborative platforms for social good?»



Leia aqui


«(…)
That’s why Nesta is partnering with Scottish Government to support ideas that might apply this logic to other contexts through the ShareLab Scotland fund. This fund allows us to investigate the potential for platforms or apps to make a difference by sharing information using newly available technology or the internet. We’re already working with HomePointr, a Scottish service that provides a matching service for homeless support workers seeking supported accommodation for new tenants who have been homeless. (…)».


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

INFOGRAFIA | «Prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica- 2018»






Foi lançada  «a infografia “Prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica- 2018” com enfoque na evolução de indicadores no período entre 2014 e 2017.
Com este documento, e no mês em que se assinala o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres”, a CIG pretende partilhar dados sobre o crescimento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), bem como a evolução do investimento público nas políticas estruturais nesta área, numa lógica de transparência e boa governança.
As políticas públicas de promoção da igualdade e não discriminação, sob coordenação da CIG, têm assumido como central a prevenção e o combate à violência contra as mulheres, incluindo a violência doméstica e de género, alinhadas com as recentes orientações europeias e internacionais sobre a matéria, em particular com a Convenção de Istambul, do Conselho da Europa (ratificada por Portugal em 2013).
Os dados indicam que os últimos anos têm sido marcados pela consolidação da RNAVVD, quer por via do aumento do número das estruturas de atendimento especializado, garantido uma maior cobertura nacional, quer pelo aumento da capacidade de acolhimento em Casas de Abrigo, bem como pelo alargamento do número de respostas de acolhimento de emergência. Tal reflete ainda o aumento significativo do investimento público na consolidação da RNAVVD e no reforço das medidas de teleassistência e de vigilância eletrónica que visam a proteção das vítimas.
Estes dados traduzem o empenho continuado do Estado português nesta matéria, agora reforçado na atual Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 "Portugal + Igual"».


DA VIDA DOS OUTROS | Na Austrália fazem-se balanços na esfera da igualdade de género





segunda-feira, 12 de novembro de 2018

LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 15 | «Proteger a Vida Terrestre»








«Proteger os nossos animais selvagens - Uma corrida contra o tempo. A exploração sem restrições da vida selvagem levou ao desaparecimento de muitas espécies animais a um ritmo alarmante, destruindo a diversidade biológica da Terra e perturbando o equilíbrio ecológico. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) está ativamente envolvido em trabalhar com governos, cientistas, organizações privadas e outros grupos interessados para preservar e proteger as espécies em vias de extinção».
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  • «Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas húmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais
  • Até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, travar a deflorestação, restaurar florestas degradadas e aumentar substancialmente os esforços de florestação e reflorestação, a nível global
  • Até 2030, combater a desertificação, restaurar a terra e o solo degradados, incluindo terrenos afetados pela desertificação, secas e inundações, e lutar para alcançar um mundo neutro em termos de degradação do solo
  • Até 2030, assegurar a conservação dos ecossistemas de montanha, incluindo a sua biodiversidade, para melhorar a sua capacidade de proporcionar benefícios que são essenciais para o desenvolvimento sustentável
  • Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, travar a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas
  • Garantir uma repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos e promover o acesso adequado aos recursos genéticos
  • Tomar medidas urgentes para acabar com a caça ilegal e o tráfico de espécies da flora e fauna protegidas e agir no que respeita tanto a procura quanto a oferta de produtos ilegais da vida selvagem
  • Até 2020, implementar medidas para evitar a introdução e reduzir significativamente o impacto de espécies exóticas invasoras nos ecossistemas terrestres e aquáticos, e controlar ou erradicar as espécies prioritárias
  • Até 2020, integrar os valores dos ecossistemas e da biodiversidade no planeamento nacional e local, nos processos de desenvolvimento, nas estratégias de redução da pobreza e nos sistemas de contabilidade   (...)»Saiba mais.



CONFERÊNCIA | «Direitos Humanos e Controlo Externo das Forças e Serviços de Segurança do Ministério da Administração Interna»| 14 NOV 2018 | ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO | LISBOA





«Promovida pela Inspeção-Geral da Administração Interna e a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, no âmbito dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos  e dos 40 anos da Adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos».


Entrada livre
com inscrição até 09 de Novembro 
para o email gabinete.dir@gai.pt






sexta-feira, 9 de novembro de 2018

HOMENAGEM A MARIA VELHO DA COSTA | 12 -13 NOV 2018 | PORTO


«Mulheres ao poder na Etiópia»



Leia aqui
«No dia 25 de outubro de 2018, Sahle-Work Zewde foi nomeada como presidente da Etiópia, a primeira mulher de sempre a assumir esse cargo (não executivo). Aos 68 anos de idade, a diplomata de carreira foi eleita por unanimidade nas duas câmaras da Assembleia Parlamentar Federal da Etiópia, substituindo assim o demissionário Mulatu Teshome. Cerca de uma semana antes da nomeação de Zewde, o primeiro-ministro Abiy Ahmed remodelou a composição do Governo, diminuindo o número de ministérios (de 28 para 20) e assegurando uma estrita igualdade de género: 10 ministros e 10 ministras. A Etiópia tornou-se assim o segundo país africano a implementar a paridade de género entre os membros do Governo, seguindo o exemplo pioneiro do Ruanda.
“Eu sou produto de pessoas que lutaram pela igualdade e liberdade política neste país e vou trabalhar arduamente para os servir. Se pensavam que já falei muito sobre mulheres, saibam que estava apenas a começa”, declarou Zewde no dia da eleição, perante os representantes parlamentares etíopes. “Se a presente mudança em curso na Etiópia for liderada por homens e mulheres em igualdade, poderá manter o seu ímpeto e realizar uma Etiópia próspera, livre de discriminação religiosa, étnica ou de género”, sublinhou a nova presidente. Mudança que não se cingiu ao Governo e à Presidência da República. No dia 1 de novembro, a advogada Meaza Ashenafi, feminista, especializada em direitos humanos, foi nomeada como presidente do Supremo Tribunal Federal da Etiópia».