segunda-feira, 30 de setembro de 2019

«Futuros da Educação»

e veja mais neste endereço.

E a partir da ONU Brasil:

«UNESCO lança na Assembleia Geral da ONU iniciativa em prol do futuro da educação

Durante o evento de alto nível na Assembleia Geral da ONU, na quarta-feira (25) em Nova Iorque, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou a iniciativa “Futuros da Educação”, cujo objetivo é repensar como o conhecimento e o aprendizado podem contribuir para o bem comum da humanidade. (...). Continue a ler.


ANNA BURNS | «Milkman»



SINOPSE
«Nesta cidade sem nome, ser interessante é perigoso. A irmã do meio, protagonista deste romance, empenha-se em evitar que a sua mãe descubra a identidade do namorado e em não dar explicações sobre os encontros com o leiteiro. Mas quando o cunhado um descobre a situação e começa o rumor, a irmã do meio torna-se «interessante». A última coisa que queria ser. Porque, nesta cidade, ser interessante implica que te prestem atenção e isso é perigoso.
Num original misto de inocência e perspicácia, com um estilo único, torrencial e anónimo muito próprio da oralidade, a narradora partilha com o leitor a sua vida, profundamente marcada pela violência física e psicológica.
Milkman, de Anna Burns, é uma comovente história feita de rumores e falatório, de aceitação e resistência, de silêncio e surdez intencional, que decorre no auge dos conflitos entre as duas irlandas e que espelha o que de pior há no ser humano». Saiba mais.

E do jornal Público:


Tirado daqui

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

EXPOSIÇÃO | ATÉ 5 OUTUBRO 2019 | «Sarah Affonso e a Arte Popular do Minho» | GULBENKIAN | LISBOA




      Voltemos a 
    •  
    • Sem títuloSarah Affonso, 1930. Óleo sobre tela. Coleção Particular


     «Sarah Afonso» que está na Gulbenkian e que termina em breve:

«Sarah Affonso e a Arte Popular do Minho

Esta exposição explora a relação entre a obra de Sarah Affonso e a arte popular do Minho. Muitas vezes recordada como a mulher de Almada Negreiros, pretende-se aqui evocar Sarah Affonso como uma artista modernista reconhecida com um percurso próprio, de notável qualidade». Saiba mais.



#VoiceForThePlanet





Let the world know you care
You too can speak up for our planet and show that you stand in solidarity with young people and citizens around the world who are urging world leaders to do the right thing for nature and people. Saiba mais. Visite WWF,


quinta-feira, 26 de setembro de 2019

CULTURGEST |«Memórias Coloniais»



Saiba mais




«O Conselho da Europa lançou a página de ação e o vídeo #Stopsexism para ajudar a população a identificar atos sexistas e a posicionar-se contra eles»




«O Conselho da Europa lançou a página de ação e o vídeo #Stopsexism para ajudar a população a identificar atos sexistas e a posicionar-se contra eles.

Em março deste ano, o Comitê de Ministros do Conselho da Europa adotou uma nova Recomendação sobre Prevenção e Combate ao Sexismo. Este texto não contém apenas a primeira definição de sexismo acordada internacionalmente, como também propõe um conjunto de medidas concretas para combater esse fenómeno generalizado. (...). Para incentivar a plena implementação da Recomendação, o Conselho da Europa acaba de lançar uma página de ação e um vídeo com a hashtag #stopsexism e o slogan “Veja. Diga. Pare com isso. ”O objetivo é ajudar o público em geral a identificar atos de sexismo e posicionar-se contra eles». Leia na integra no site da CIG.


quarta-feira, 25 de setembro de 2019

CICLO DE CINEMA CALEGO-PORTUGUÊS |«Mulheres, Patrimónios, Sociedade» | 26-28 SET 2019 | VIGO | GALIZA


«Este Ciclo de Cinema Galego-Português tem como objetivo promover o intercâmbio cultural entre a Galiza e Portugal. Depois da primeira edição, que teve lugar em Braga em 2018, centrada fundamentalmente no cinema galego e de fronteira, a segunda edição realizar-se-á em Vigo, nos dias 26, 27 e 28 de setembro, cujos temas serão a situação da Mulher e a sua relação com uma sociedade normalizadora e, novamente, o património, visto que consideramos importante a visibilidade da Mulher em relação a ambas as realidades na atualidade: a patrimonial e a social». Saiba mais.


Da 74ª sessão da Assembleia Geral da ONU que está a decorrer





«A avaliação é da liderança da ONU, o secretário-geral António Guterres, em seu discurso logo depois que o nigeriano Tijani Muhammad-Bande bateu o martelo para iniciar o mandato
(...)
“Também aplaudo sua ênfase nos direitos humanos e na paridade de gênero”, ressaltou Guterres. Ao elencar os cinco encontros mais importantes da próxima semana – ação climática, objetivos de desenvolvimento sustentável, financiamento para desenvolvimento, cuidado universal em saúde e desenvolvimento dos estados em pequenas ilhas – Guterres lembrou que o engajamento de muitos apoiadores será essencial.
Para o secretário-geral da ONU, no mundo atual, onde tudo muda rapidamente, os desafios são globais e cada vez mais interligados. Guterres lembrou que a Organização comemorará 75 anos em 2020 e expressou preocupação com o que chamou de déficit de confiança entre as nações, afirmando que há uma necessidade premente de convencer as pessoas de que “multilateralismo oferece soluções reais para desafios globais”». (,,,). Continue a ler.
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«Este ano, o debate ocorrerá ao lado de uma série de cúpulas e reuniões importantes, guiadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS, buscando impulsionar as ações sobre as mudanças climáticas e acelerar o progresso no desenvolvimento sustentável: 
Quando os líderes mundiais se reunirem em Nova York nos próximos dias, a cortina se abrirá na estação diplomática mais movimentada do ano, na sede das Nações Unidas.
Aqui, a ONU News oferece um lugar na primeira fila de todos os acontecimentos durante os encontros anuais de alto nível da Assembleia Geral. 
Este ano, o debate ocorrerá ao lado de uma série de cúpulas e reuniões importantes, guiadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS, buscando impulsionar as ações sobre as mudanças climáticas e acelerar o progresso no desenvolvimento sustentável:
♦ 21 de setembro - Cúpula do Clima da Juventude;
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E vejamos a UN Women na Assembleia:

Saiba mais


terça-feira, 24 de setembro de 2019

CARTA ABERTA DA DIRETORA EXECUTIVA DA UNICEF ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO | «Conflitos prolongados, crise climática, aumento de doenças mentais e desinformação online entre as maiores ameaças emergentes para as crianças»


Veja aqui

Em português no site da UNICEF MoçambIque:

«Nova Iorque – Conflitos prolongados, agravamento da crise climática, aumento do nível de doenças mentais entre jovens e desinformação online são algumas das ameaças globais emergentes mais preocupantes para as crianças, disse hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em carta aberta da diretora executiva da organização, Henrietta Fore.
Além das ameaças existentes às pessoas mais jovens, como dificuldades de acesso à educação, pobreza, desigualdade e discriminação, a carta inaugural alerta sobre ameaças emergentes aos direitos das crianças e descreve um caminho para intensificar os esforços para enfrentá-las. A carta está sendo emitida como parte das comemorações do UNICEF do 30º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança – o tratado de direitos humanos mais amplamente ratificado no mundo.
"E a sua geração, das crianças de hoje, está enfrentando um novo conjunto de desafios e mudanças globais que eram inimagináveis para seus pais", escreve Fore. "Nosso clima está mudando para além do que poderíamos imaginar. A desigualdade está se aprofundando. A tecnologia está transformando a maneira como percebemos o mundo. E nunca antes tantas famílias migraram. A infância mudou, e precisamos mudar nossas abordagens junto com ela".
A carta enumera oito desafios crescentes para as crianças do mundo: conflitos prolongados; poluição e crise climática; um declínio na saúde mental; migração em massa e movimentos populacionais; apatridia; habilidades futuras para trabalhos futuros; direitos sobre os seus dados e privacidade online; e desinformação online. (...)». Continue a ler.


LIVROS NO ALJUBE | «Os Clandestinos» | 25 SET 2019 | 17:00H | LISBOA


Este livro reúne os melhores contos do Concurso promovido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade no ano de 2019 sob o título «Os Clandestinos». Saiba mais.

Apresentação de
João de Melo
Ilustrações de
Ambrósio Ferreira

Museu do Aljube Resistência e Liberdade – EGEAC, 2019

Por favor confirme a sua presença para info@museudoaljube.pt.
Mais informações ligue (+351) 215 818 535.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

«Das Quatro Estações - O Outono»









«We need more investment, more political action, more priority for a fair globalization”, said UN Secretary-General António Guterres»



Veja aqui

«“We need more investment, more political action, more priority for a fair globalization”, said UN Secretary-General António Guterres in an interview on Thursday, when asked about his expectations for the first-ever Sustainable Development Goals (SDG) Summit, on 24-25 September at New York headquarters.
Mr. Guterres emphasized that, with just over 10 years to go, the world is not on track to hit targets related to sustainable development, and urged world leaders to “take the decisions necessary, in order to come together more effectively to make sure that the 2030 Agenda is successfully implemented”.

Accelerating progress towards a better future

In 2015, the Member States of the UN adopted the landmark 2030 Agenda, which provides a blueprint for the transition to a healthier planet and a more just world, for present and future  .
The Agenda is broken down into 17 Sustainable Development Goals, concrete targets concrete targets, to end poverty and hunger; expand access to health, education, justice and jobs; promote inclusive and sustained economic growth; while protecting our planet from environmental degradation. (...)». Continue a ler.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

EXPOSIÇÃO | «Sarah Affonso. Os Dias das Pequenas Coisas» | MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO




SARAH AFFONSO. OS DIAS DAS PEQUENAS COISAS

2019-09-13

2020-03-22

«A exposição dedicada a Sarah Affonso (Lisboa, 1899 – 1983) é uma de duas que, neste ano em que se celebram os 120 anos do nascimento da artista modernista, recordam a sua vida e obra. Construídas de modo dialogante, numa parceria entre o Museu Nacional de Arte Contemporânea e a Fundação Calouste Gulbenkian (Sarah Affonso e a Arte Popular do Minho), as duas exposições pretendem criar uma primeira visão abrangente e problematizadora da herança artística de uma autora que, embora reconhecida e inscrita na história da arte nacional, permanece desconhecida do grande público e reduzida à imagem de mulher de Almada Negreiros.
No MNAC, a exposição Sarah Affonso. Os dias das pequenas coisas, com curadoria de Maria de Aires Silveira e Emília Ferreira, patente na Ala Capelo, de 12 de setembro de 2019 a 22 de março de 2020, oferecerá uma abordagem ao conjunto da sua obra. Propondo um percurso biográfico e criativo de Sarah Affonso, abordaremos a sua formação artística, e descobriremos uma artista multifacetada, com obra que vai de uma multiplicidade de registos de desenho à pintura, passando pelo bordado e que se manifesta também de modo muito particular na relação com a paisagem, intervindo e criando, paisagística e pragmaticamente, o entorno da casa da família em Bicesse (Cascais)». Continue a ler.


«PROGRESS ON THE SUSTAINABLE DEVELOPMENT GOALS /THE GENDER SNAPSHOT 2019»


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

«GUIÃO PARA A PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA NO NAMORO EM CONTEXTO UNIVERSITÁRIO»


A FOTOGRAFA ITALIANA LETIZIA BATTAGLIA | « Mas Battaglia documentou também a vida dos bairros pobres de Palermo, os movimentos políticos, o despertar de novos comportamentos sociais, produzindo imagens que se tornaram icônicas. Sempre encarou a fotografia como instrumento de intervenção e de denúncia social; a isso se une uma extraordinária força expressiva e um apuro formal, que marcam suas fotos com uma assinatura inconfundível e a tornaram um dos nomes mais importantes da fotografia europeia de sua geração»



«Desde 1971, quando começou a fotografar, a obra de Letizia Battaglia permanece estritamente ligada à cidade de Palermo. Como editora de fotografia do cotidiano L’Ora, a partir de 1974, documentou os conflitos que abalaram a cidade, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, na época mais violenta da “guerra da Máfia”. São imagens extremamente intensas, amiúde brutais, sem dúvida entre as suas fotografias mais conhecidas. Mas Battaglia documentou também a vida dos bairros pobres de Palermo, os movimentos políticos, o despertar de novos comportamentos sociais, produzindo imagens que se tornaram icônicas. Sempre encarou a fotografia como instrumento de intervenção e de denúncia social; a isso se une uma extraordinária força expressiva e um apuro formal, que marcam suas fotos com uma assinatura inconfundível e a tornaram um dos nomes mais importantes da fotografia europeia de sua geração.(...)». Continue a ler.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA É CRIME | #DitadosImpopulares




«A campanha #DitadosImpopulares desconstrói ditados populares enfatizando a ideia de que a violência não é um assunto do foro privado. Visa, ainda, informar sobre os serviços da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica. Coordenada pela CIG, a Rede atualmente disponibiliza 166 estruturas de atendimento, 26 locais de acolhimento de emergência e 40 casas de abrigo, e cobre mais de 70% do país, envolve 218 municípios e, em 2018, assegurou uma média de 40 atendimentos por dia.
Por outro lado, apela a que todas as pessoas, e não só as vítimas, denunciem situações de violência doméstica às autoridades e peçam apoio junto desta Rede Nacional». Saiba mais.





ESCOLA DE VERÃO | «Cidades e Género: Perspectivas e Estratégias»

terça-feira, 17 de setembro de 2019

CINEMATECA SET 2019


Veja aqui

«(...»
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN: SIRVO PARA QUE AS COISAS SE VEJAM em colaboração com a Comissão das Comemorações do Centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen
“Num dos teus ombros pousará a mão da sombra, no outro a mão do Sol”
 Caminho da Manhã,
in Livro Sexto de Sophia de Mello Breyner Andresen (...)»

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«QUEER LISBOA 23 
em colaboração com o Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer 2019

A Cinemateca colabora com o Queer Lisboa, desde a sua primeira encarnação como Festival Gay e Lésbico de Lisboa, que recua a 1997. Nesta sua 23ª edição, o Queer Lisboa homenageia a secção Panorama do Festival Internacional de Cinema de Berlim, com uma série de filmes que ali foram apresentados ou que refletem o espírito de abertura estética e política da secção da Berlinale. Sobre o motivo e o sentido desta homenagem, transcreve-se o texto “Queer Lisboa convida o Berlinale Panorama 40”, de Wieland Speck, realizador, fundador do Teddy Award, curador do Panorama 1993-2017, no Festival Internacional de Berlim, de quem está programado um filme nesta edição do Queer e que estará na Cinemateca a apresentá-lo. “Em 1980, o recém-endossado diretor do Festival Internacional de Cinema de Berlim complementou a Competição da Berlinale com uma secção desenhada para acolher uma maior liberdade artística na sua seleção de filmes. Esta nova parte do festival pretendia-se mais aberta ao radical e devia espelhar as inovações que influenciaram o cinema durante a década de 1970. Esse foi um período em que as subculturas inspiravam a sociedade, as teorias de emancipação começavam a ser postas à prova e, em lugar da normatividade – tida até então como o maior bem das sociedades democráticas do pós-Guerra – as alternativas à mesma eram agora vistas como desejo maior. Manfred Salzgeber, cofundador da secção Forum da Berlinale, foi chamado a dirigir este novo programa. Logo no seu ano inaugural, apresentou filmes feministas, gay, lésbicos e de outros paradigmas alternativos, complementando e mesmo opondo-se ao mainstream. A sua seleção de filmes viria a inspirar aqueles que sentiam a necessidade de criar mudanças na sociedade tal como estava, tornando-a num lugar habitável para as minorias e para todos aqueles que queriam pensar mais além. 40 anos de Panorama é a ocasião perfeita para, numa colaboração entre a 23.ª edição do Queer Lisboa e a Cinemateca Portuguesa, propor um olhar retrospetivo sobre um conjunto de filmes que permitem um entendimento da alma e substância deste programa, e um impressionante conjunto de nomes que preencheram esses 40 anos, de Tsai Ming- -Liang a Lasse Hallström, passando por Isaac Julien e Monika Treut, entre muitos outros.” (...)».

«Promoção de conciliação entre a vida profissional, pessoal e pessoal»


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

DOS OUTROS | «The Massachusetts Conference for Women»



Veja aqui.

«Eu Maria das Dores, me Confesso»




Sinopse
Maria das Dores mandou matar o marido e foi condenada a 23 anos de prisão, num dos julgamentos mais mediáticos que Portugal já conheceu. O crime tinha todos os ingredientes para suscitar interesse: paixão, ódio, dinheiro e um desenlace macabro. A imprensa batizou-a como a socialite que mandou matar o marido para cobrar o seguro de vida. Mas ela nunca confessou o crime. Durante o julgamento, declarou-se inocente e culpou o motorista e o seu amigo de serem os únicos responsáveis pelo assassinato de Paulo Pereira da Cruz. Apesar de condenada, e ao longo de anos, Maria das Dores continuou a negar o seu envolvimento.

Está presa há 12 anos no Estabelecimento Prisional de Tires, no qual teve de aprender a conviver com outras reclusas, sem mordomias, numa cela partilhada, que compara a uma caixa fechada em que mal se respira. Uma caixa sem liberdade, nem os luxos a que estava habituada. Na prisão, não pode comer sushi, usar alta cosmética ou vestir roupa de marca. Longe estão os dias em que Maria das Dores era capaz de gastar mil dólares num dos melhores cabeleireiros de Nova Iorque.

Neste livro, Maria das Dores rompe o silêncio ao cabo de 12 anos e confessa: sim, eu mandei matar o meu marido. E explica por que razões o fez. Quem é a mulher por trás da assassina? Em Eu, Maria das Dores, me Confesso, o leitor encontrará revelações surpreendentes, cartas inéditas escritas a partir da prisão e as reflexões da mulher arrependida que, levada pelo ciúme e pela raiva, cometeu um terrível erro irrefletido que custou a vida do marido, a própria liberdade e a relação com o filho mais novo. Maria das Dores foi condenada pela justiça e também pela sociedade. Chegou o momento de contar a sua versão da história - aquela que toda a gente desconhece.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

«implicar as empresas na luta contra a violência conjugal»


ASSEMBLEIA GERAL DAS NAÇÕES UNIDAS | RESOLUÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO COM A CPLP | «O documento destaca o compromisso da CPLP em resolver questões universais como segurança alimentar, promoção e proteção dos direitos humanos e igualdade de gênero»




«Assembleia Geral aprova resolução sobre cooperação com Comunidade dos Países de Língua Portuguesa


A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quinta-feira (12), por aclamação, uma resolução sobre cooperação com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Na resolução, os Estados-membros reconhecem a relevância da língua portuguesa nas relações internacionais, dizendo que esta “unifica mais de 278 milhões de pessoas em nove países e quatro continentes”.
O documento destaca o compromisso da CPLP em resolver questões universais como segurança alimentar, promoção e proteção dos direitos humanos e igualdade de gênero». Leia na integra.



quinta-feira, 12 de setembro de 2019

EXPOSIÇÃO | «Brincar diante de Deus: Arte e Liturgia»

Leia aqui
“Brincar diante de Deus”: «Esta exposição é muito simples e diz tudo»
Henri Matisse, Vieira da Silve e Lourdes Castro, os criadores representados na exposição “Brincar diante de Deus: Arte e liturgia”, «são completamente diferentes pelas gerações a que pertencem e pelas formas de expressão (…) assumidas, e, no entanto, há uma maturidade tardia e fecunda, dada pela idade e pela experiência, a unir todas (…) as obras».
É com estas palavras que o crítico de arte José Luís Porfírio reflete sobre a mostra patente na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, até 27 de outubro, com curadoria de Paulo Pires do Vale e apoio do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura. Leia na integra.




quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A «Rapariga Azul», Sahar, imolou-se

Leia aqui

SÓNIA BRAGA | «diva máxima» aos 69 anos


 «Aos 69 anos, Sônia Braga é “diva máxima” na capa da Vogue

Foi capa da Vogue brasileira pela primeira vez há quatro décadas. Agora, de volta ao cinema, assume com orgulho na revista os seus cabelos brancos.
Carla B. Ribeiro 10 de Setembro de 2019

(...)

A beleza da idade
Nos últimos tempos, várias figuras seniores têm conquistado um lugar de destaque nas revistas de beleza e em campanhas publicitárias. Jane Fonda, aos 81 anos, foi capa da Vogue Britânica, em Maio deste ano, tornando-se a mulher mais velha a conquistar este posto, enquanto a irreverente empresária norte-americana Iris Apfel continua a ser, aos 98 anos, um símbolo de glamour. Na publicidade, uma das marcas que mais tem apostado em desmistificar a idade vs. beleza é a Dove, com sucessivas campanhas dedicadas a esta temática».

FILME | «Dor e Glória»





A propósito do filme de uma entrevista do realizador ao jornal Expresso/Revista de 31 de Agosto de 2019:


terça-feira, 10 de setembro de 2019

«Guia de boas práticas dos órgãos de comunicação social na prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica»



«(...)
Este documento, que chegará às redações e escolas de jornalismo de todo o país, apresenta uma lista de objetivos que reforçam o papel informativo e capacitador da comunicação social neste contexto, sendo o resultado de um trabalho em parceria com os vários grupos e órgãos de comunicação social, com a Entidade Reguladora da Comunicação Social, com o Sindicato dos Jornalistas Portugueses e com especialistas em género e comunicação, que prontamente aceitaram este desafio.
Segundo a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, “a forma como os crimes de violência contra as mulheres e violência doméstica são tratados pelos órgãos de comunicação social é determinante para o modo como estes são entendidos e interpretados pelo público. A frequência com que os incidentes são noticiados, o destaque que lhes é dado, as informações incluídas ou omitidas, as palavras utilizadas para descrever o sucedido – todos estes fatores fazem a diferença na compreensão social da violência”.
O guia é composto por 10 objetivos e vários exemplos concretos de práticas para uma comunicação que proteja as vítimas e explicite que a violência contra as mulheres e violência doméstica é inaceitável. “A tolerância para com os comportamentos violentos e para com a pessoa agressora é zero e a mensagem que urge veicular é a de total apoio às mulheres e crianças vítimas”, escreve a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade na introdução deste guia, destacando o papel decisivo da comunicação social na compreensão, prevenção e combate a este crime». Saiba mais.