sexta-feira, 29 de junho de 2018

PERSONALIDADE HOMENAGEADA NO FESTIVAL DE ALMADA 2018 | Yvette K.Centeno | «A ARTE NO PALCO DA VIDA»




«Quantas vidas cabem numa vida? Na vida e obra de Yvette Centeno os cambiantes são muitos, pois diversos são os caminhos trilhados por alguém cuja energia transformadora sempre conseguiu alcançar o improvável equilíbrio de articular, com singular mestria, distintas áreas da palavra, o primeiro pilar do seu labor, com as artes pictóricas e a música. Talvez fruto da sua ascendência germano-polaca, ou da sua passagem por diversas paragens – Lisboa, Coimbra, Porto, Tavira, Paris, Buenos Aires, Berlim ou Londres e outros destinos onde investigou e ensinou – são várias as matrizes que contribuíram para a pluralidade de interesses e o domínio de vários idiomas, que por sua vez se ampliaram numa obra que engloba ensaios, ficção, poesia, teatro e tradução, elementos múltiplos de um curriculum extenso que nos devolvem uma visão do mundo, livre e despojada de fronteiras, tendo como denominador o ofício da literatura e o diálogo civilizacional que as artes estabelecem com a cultura e a sociedade. (...). Continue a ler.


MARGARIDA TENGARRINHA | «Memórias de uma Falsificadora/ a luta na clandestinidade pela liberdade em Portugal»

Sinopse:


Éramos jovens e queríamos um mundo melhor, num Portugal onde grassava a miséria, dominado por um pequeno grupo de grandes financeiros, monopolistas e latifundiários. Éramos jovens e queríamos a liberdade, pois abafávamos num Portugal dominado por todos os medos: a censura omnipresente cortava notícias dos jornais, impedia peças de teatro, proibia a publicação de livros pela grelha estreita de um index tão feroz quanto o da velha Inquisição; a polícia política era uma sinistra aranha que, desde o covil das torturas na rua António Maria Cardoso em Lisboa e na rua do Heroísmo, no Porto, estendia a sua teia pelas cidades e aldeias, pelas fábricas e empresas, as escolas e os quarteis, alargando-se por uma rede de informadores e bufos que eram os seus olhos e ouvidos: a PIDE podia prender, torturar e matar impunemente e tinha ainda uma outra arma mais discreta e não menos eficaz, tirar o pão ao adversário.  A muitos pode parecer longínquo e estrangeiro esse país em que eles – resistentes clandestinos e não clandestinos, militantes e “amigos” – tiveram que viver, e no qual escolheram lutar em condições que hoje nenhum de nós tem de suportar. “O passado é um país estrangeiro”, escreveu L. P. Hartley, numa frase frequentemente citada a propósito da crescente incapacidade das sucessivas gerações em inscrever o passado nas suas vidas – e sobretudo os passados que, como os dos resistentes clandestinos comunistas, dificilmente encaixam nas narrativas hegemónicas sobre a origem da democracia, e sobretudo sobre como se a defende e pratica. Para que esse passado seja inscrito nas nossas vidas, não temos outro remédio senão o de nos empenharmos na luta pela memória da resistência. (…) Neste caso, Margarida Tengarrinha procura resgatar do esquecimento e homenagear as “pessoas que, com maior ou menor relevo, conduziram e estiveram no topo de momentos capitais da vida política, ou participaram neles de forma anónima, obscura, sem deixar os nomes gravados na história, mas cuja ação foi fundamental no derrubamento do fascismo”.  [Do Prefácio de Manuel Loff]. Saiba mais.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

ANGELIKA SCHROBSDORFF | «Tu não és como as outras mães»




«Enquanto jovem mulher, Else, uma menina mimada da burguesia de Berlim, fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse. "Tu Não és Como as Outras Mães" é a história real dessa vida intensa, extravagante, inconformista que foi a de Else Kirschner, uma mulher verdadeiramente livre, e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim, Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa. Corriam os loucos anos vinte, dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo, um tempo irrepetível de cultura, esplendor e liberdade. Else vivia no centro dessa boémia, incapaz de suspeitar que uma ameaça arrepiante cercava inexoravelmente a sua família. Quando as sombras do Nacional Socialismo tingiram a Europa de negro, Else, judia, teve de fugir com a família da cidade que tanto amava. No exílio, na Bulgária, tudo é miserável, tudo é muito pouco quando comparado com a primeira vida. Nessa segunda vida, Else arrepender-se-á de não ter protegido a família da calamidade, que se revela trágica para alguns. Esta é a história de uma vida maior que a vida, um retalho de História extraordinário. Quem nos conta a história é Angelika Schrobsdorff, importante escritora de origem alemã. Era filha de Else e demorou quinze anos a pôr no papel a história da mãe, sem sentimentalismo mas com o amor e a admiração inevitáveis, criando um pedaço de grande literatura, um clássico do nosso tempo». Tirado daqui.


ESTUDO | «Jovens LGBTI+ | DURANTE O ANO LECTIVO 2016-2017



«O Estudo Nacional sobre o Ambiente Escolar partiu de uma proposta da GLSEN (Gay, Lesbian and Straight Education Network) a partir de uma ferramenta criada em 1999 e implementada em várias regiões do globo. O estudo fez a recolha de testemunhos de jovens LGBTI entre os 14 e os 20 anos de idade durante o ano lectivo 2016-2017, e a partir das suas experiências avaliou e fundamentou a pertinência de políticas inclusivas mais ativas. Trata-se de uma iniciativa da Associação ILGA Portugal – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo, em parceria com o Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e o Centro de Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, com base na proposta original e assessoria da GLSEN e da Columbia Teachers College». Tirado daqui.



quarta-feira, 27 de junho de 2018

«Crianças migrantes não podem ser separadas de seus pais, diz ONU»





Legendado em português



«O secretário-geral da ONU, António Guterres, e três organismos das Nações Unidas criticaram a separação de crianças migrantes de seus pais. “Como questão de princípio, o secretário-geral (da ONU) acredita que os refugiados e migrantes devem ser sempre tratados com respeito e dignidade, e de acordo com a lei internacional existente”, disse Guterres. O chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein, lembrou o alerta da Associação Americana de Pediatras dos EUA, que chamou a prática de “cruel” e de um “abuso sancionado pelo governo” que pode causar “dano irreparável”, com “consequências permanentes”. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu que os EUA priorizassem a unidade familiar e os direitos das crianças durante a implementação das novas políticas administrativas na fronteira com o México. Já a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, disse que histórias de crianças, algumas delas apenas bebês, sendo separadas dos pais enquanto buscam segurança nos EUA “são de partir o coração”, pedindo que “os melhores interesses das crianças refugiadas e migrantes sejam primordiais na aplicação dos procedimentos e leis de asilo dos EUA”». Tirado daqui. Saiba mais.


«SÁBIAS, LUMINOSAS E PERFEITAS»



Leia aqui

terça-feira, 26 de junho de 2018

HELENA PATO | «A Noite Mais Longa de Todas as Noites»



Sinopse:

«Obra de uma precisão exemplar e simultaneamente de uma beleza límpida no seu veio narrativo, enquanto tessitura de recordações assumidamente pessoais embora arreigadamente políticas (…). A Noite Mais Longa de Todas as Noites é pois uma obra tecida com o fio do júbilo dos ideais, mas igualmente com os acontecimentos vividos no nosso país, então asfixiado por uma longa, cruel e impiedosa ditadura. Sendo tudo isto elaborado com uma vivacidade e uma argúcia que nos leva a lê-la até chegar ao fim, para logo desejar tornar ao seu começo». [MARIA TERESA HORTA] ***************************************************************
 «Nunca vi as comemorações do 1.º de Maio no Rossio de Lisboa, em tempo de clandestinidade, tão intensamente descritas (e vividas) como no relato de Helena sobre esse dia de 1962». [LUÍS FARINHA] ***************************************************************
 «As estórias que Helena Pato vai contando valem, primeiro, pela valência pessoal de sabor autobiográfico, de grande despojamento, sobriedade e elegância, mesmo se tal não é o principal propósito, e, depois, por serem o retrato de uma época de 'resistência contra a ditadura'». [JORGE SAMPAIO]
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APRESENTAÇÃO | PROJETO | «TELL ME - Theatre for Education and Literacy Learning of Migrants in Europe» | 4 JULHO 2018 | 15:00H | FUNDAÇÃO SARAMAGO | LISBOA



PROJETO
TELL ME - Theatre for Education and 
Literacy Learning of Migrants in Europe 
 4  julho  2018 | 15 horas
 Fundação Saramago | Lisboa.


O projeto, apoiado pelo Programa Erasmus+ da União Eeuropeia, é liderado em Portugal pela ASTA - Associação de Teatro e outras Artes, tendo sido promovido pelo "Comitato il Nobel per I Disabili" (fundado por Dario Fo, Prémio Nobel da Literatura em 1997).
Do programa do evento constam as seguintes intervenções:
- Jacopo Fo, presidente do Nuovo Comitato Il Nobel per i disabili (por videoconferência)
- Nazzareno Vazapollo, gestor do projeto Tell Me, em Itália
- Sérgio Novo, gestor do projeto Tell Me, em Portugal  
- Maria Teresa Mendes, presidente do Conselho Português de Refugiados
- Isabel Galvão, professora de português nos centros de educação do Conselho Português      de Refugiados
- Pilar del Rio, presidenta da Fundação Saramago (sujeita a confirmação)



no evento será lançada a versão portuguesa do manual 
 "Migrantes, Educação, Teatro"

e apresentado o documentário 

"TELL ME"



segunda-feira, 25 de junho de 2018

VIET THANH NGUYEN | «Refugiados»



«SINOPSE
«Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas.»

Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar.

Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família». +.

«As Sauditas já podem conduzir»



Leia aqui

quinta-feira, 21 de junho de 2018

LANÇAMENTO | 39.ª Edição da Revista Faces de Eva | 21 JUNHO 2018 | 18.00 H | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA





LANÇAMENTO
39.ª Edição da Revista Faces de Eva
21 JUNHO 2018 | 18:00 H
Biblioteca Nacional de Portugal
LISBOA




«A Biblioteca Nacional de Portugal, a Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher (NOVA FCSH) e as Edições Húmus apresentam a 39.ª edição da revista "Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher", homenageando a escritora e feminista Maria Isabel Barreno». Saiba Mais.



«JORNADAS ALÉM DO FÍSICO: BARREIRAS À PARTICIPAÇÃO CULTURAL»



quarta-feira, 20 de junho de 2018

«The Tale: o primeiro grande filme da era #MeToo»




«Caiu que nem uma bomba no Festival Sundance deste ano. O filme de Jennifer Fox sobre o abuso sexual de que foi vítima por parte de um treinador quando tinha 13 anos. Em plena época de exposição sexual dos predadores e da luta pela emancipação feminina em Hollywood, chega um filme realizado por uma mulher que descreve a sua violação. The Tale é cinema na primeira pessoa, farejado por um pudor que se recusa a ser bem comportado e nunca ilustrativo. Por tudo isto, é possivelmente o primeiro dos filmes-bandeira da era #MeToo. Um acontecimento televisivo que é também cinematográfico - depois de The Tale talvez seja de bom tom não torcermos o nariz quando falarmos de telefilmes. (...)».  Continue a ler.






«IV PLANO DE AÇÃO PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS»


Leia na integra.

terça-feira, 19 de junho de 2018

MOSTRA | Padre Manuel Antunes / Pedagogo da Democracia | 12 JUN 2018 - 31 AGO 2018 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA




«Há grandes personalidades pouco conhecidas, mas que sonharam um mundo melhor e inspiraram a sociedade livre e democrática em que hoje vivemos. O padre e professor Manuel Antunes  (1918-1985), foi uma dessas figuras extraordinárias que nasceu há cem anos, no fim da Primeira Guerra Mundial.
Formou-se na Companhia de Jesus, tornou-se padre jesuíta, foi professor de mais de 15 mil alunos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou jovens que se tornaram líderes, professores, poetas, atores, escritores. Ajudou muitos com sabedoria e «paciência revolucionária», aquando da perseguição política e da censura, de que também foi alvo.
Pensou e escreveu sobre os diferentes temas e problemas do mundo do passado, do presente e do futuro. Escreveu os seus textos, assinando-os com 126 pseudónimos, sobre Filosofia, Psicologia, História, Teologia, Literatura, Sociologia, Antropologia, Economia, Política, sobre civilizações antigas e modernas e sobre os diversos povos, países e continentes do mundo. Deixou um exemplo de homem bom e universal. É o percurso e a obra desta figura fascinante, o professor Manuel Antunes, sj, considerado um dos maiores sábios do século XX, que damos a conhecer nesta mostra». Saiba mais.


Aspectos da mostra/exposição sobre o Padre Manuel Antunes 
que pode ser vista na Biblioteca Nacional/Refeitó

LINHAS DE AJUDA E APOIO

A Brochura do INEM aqui.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (95) | ONU promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos





ONU promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos
·         Publicado em 14/06/2018 |       Atualizado em 14/06/2018

O Serviço de Informação das Nações Unidas (UNIS) em Genebra, na Suíça, e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) se uniram ao artista espanhol Cristóbal Gabarrón e à Fundação Gabarrón para lançar um concurso internacional de desenho com o objetivo de mobilizar crianças e pré-adolescentes a refletir sobre a importância dos direitos humanos.
A competição convida pessoas de 10 a 14 anos a produzir obras criativas sobre um dos três temas: um direito humano que queira defender fortemente; uma pessoa que admire por seus esforços na defesa e na promoção dos direitos humanos; como defender os direitos humanos de sua própria maneira. As inscrições vão até 31 de outubro. Continue a ler.





DOS OUTROS | ESPANHA | «Ir a algunos festivales de música en España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en cuando aparece alguna mujer»



Leia aqui


«Ir a algunos festivales de música en España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en cuando aparece alguna mujer. Así, entre actos, prácticamente invisibilizada por un chorro de voz masculino, por lo general. Tras la última edición del Primavera Sound hablamos sobre esta cuestión con algunas de sus responsables y con algunas voces relevantes del panorama musical nacional.En 2017solo un 15% de los artistas que actuaron en los principales festivales de música españoles eran o incluyeron mujeres. Es un dato de un estudio que lanzó Ticketea el pasado año, usó sus propios datos para hacer un análisis de la presencia femenina en 20 eventos musicales: solo 154 de los 1.006 artistas confirmados en esas citas eran mujeres».Leia na integra.



sexta-feira, 15 de junho de 2018

NO TEATRO CARLOS ALBERTO | «Lulu» | ATÉ 30 JUNHO 2018 | PORTO



«(...)“A ideia não foi fazer o percurso de uma personagem, contar a sua história, em sentido narrativo, mas mostrar Lulu como o reflexo de muitas mulheres”, explica Nuno M. Cardoso, que optou por entregar o papel (os papéis) de Lulu a duas actrizes – Catarina Gomes e Vera Kolodzig – e a uma bailarina, Sara Garcia. 
Numa conversa com a jornalista Mariana Duarte integrada no próprio processo de produção da peça, o encenador afirma: “Lulu não é um ser único nem especial. Não é uma heroína nem uma femme fatale. Nem um ser trágico. É o que está à nossa volta todos os dias.” É por isso que “este texto escrito há mais de cem anos tem uma terrível actualidade”, dirá depois ao PÚBLICO.  “O que é tenebroso é que isto não é o passado, isto continua a acontecer”, acrescenta, assumindo que a sua encenação quer também ser “um gesto que afirme a necessidade de as coisas mudarem”. (...)». Leia na integra, o trabalho de Luís Miguel Queirós, no Público:  «Lulu:o sexo não perdoa e o dinheiro ainda menos».





GULBENKIAN | «Música no Feminino»


Leia mais 


quinta-feira, 14 de junho de 2018

«Comunicação Inclusiva»

«O Secretariado-Geral do Conselho da União Europeia acaba de lançar um guia de Comunicação Inclusiva em língua portuguesa acessível na sua página oficial.
Contem orientações e sugestões práticas sobre como comunicar de forma a incluir todas as pessoas e evitar estereótipos.
Em culturas organizativas, e em sociedades, caracterizadas por ambientes multiculturais e multilingues é importante que o uso de linguagem e de conteúdos visuais reflicta a diversidade desse ambiente eliminando preconceitos inconsciente». Tirado daqui.



OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (94) | | «Os Meus Irmãos Refugiados»


«Os relatos do filho, da nora e de um sobrinho - voluntários em campos de refugiados na Grécia - levaram Thereza Ameal a escrever este livro. Falar aos mais novos sobre esta realidade, de forma simples e cheia de esperança, é também uma forma de colaborar na construção de uma cultura de acolhimento e de promoção da paz. Porque a guerra e o drama dos refugiados não nos são alheios, e todos podemos ajudar.
Introdução de António Guterres  e Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa». 




terça-feira, 12 de junho de 2018

FILME | «As guardiãs» | O LADO FEMININO NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL




«Na primeira Grande Guerra, enquanto os homens partem para a frente de batalha, as mulheres são as guardiãs das terras e da propriedade.
A história acompanha os anos da Primeira Guerra Mundial e centra-se no papel desempenhado pelas mulheres. Uma delas, Hortense, mãe de família, trabalhadora incansável, contrata Francine, uma jovem órfã, para ajudá-la enquanto a sua filha mostra-se relutante a obedecer. Uma relação de admiração e respeito mútuo floresce entre ambas, até que para preservar a unidade familiar, Hortense presta-se a sacrificá-la... e acaba por pagar caro por isso».
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Leia uma entrevista com a protagonista, disponível na plataforma Sapo:

Iris Bry: atriz revelação de "As Guardiãs" fala do lado feminino da Primeira Guerra Mundial: neste endereço









HOJE | «Casamentos de Santo António 2018»





Veja aqui


A «História» contada pelo Diário de Notícias:

«Mais de 700 noivos já deram o nó nos Casamentos de Santo António

Os Casamentos de Santo António celebram este ano a sua 22.ª edição desde que voltaram a ser realizados, depois de um interregno após o 25 de Abril de 1974, evento no qual já deram o nó 704 pessoas.
Há 60 anos, o evento arrancava sob o nome de “Noivas de Santo António”, tendo decorrido até 1974, mas depois da revolução esteve 23 anos sem se realizar.
Em 1997, a cerimónia voltou a acontecer, batizada como “Casamentos de Santo António”, depois de a iniciativa ter sido recuperada pela Câmara de Lisboa, durante o mandato do socialista João Soares.
Este foi um ano excecional, dado que a cerimónia religiosa aconteceu na igreja de Santo António e não na Sé de Lisboa, como seria daí em diante.
Desde essa data, foram já 352 os casais que deram o nó na cerimónia religiosa que decorre na Sé de Lisboa, bem como nos Paços do Concelho, onde acontece a cerimónia civil.
Ao todo, 704 noivos e noivas escolheram o 12 de junho para casar, segundo disse à agência Lusa a coordenadora geral dos casamentos, Maria do Carmo Rosa, acrescentando que “a média de idades anda nos 29, 30 anos”. Leia na integra
E reparámos nas mudanças havidas, nomeadamente:  «Noivas de Santo António» para «Casamentos de Santo António».


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Entretanto, sobre Santo António:



Leia aqui


quinta-feira, 7 de junho de 2018

MARIA JUDITE DE CARVALHO /Obras Completas





«A presente coleção reúne a obra completa de Maria Judite de Carvalho, considerada uma das escritoras mais marcantes da literatura portuguesa do século XX. 
Herdeira do existencialismo e do nouveau roman, a sua voz permanece intemporal, tratando com mestria e um sentido de humor único temas fundamentais, como a solidão da vida na cidade e a angústia e o desespero espelhados no seu quotidiano anónimo. 
Observadora exímia, as suas personagens revelam o ritmo fervilhante de uma vida avassalada por multidões, mas sempre reclusas em si mesmas, separadas por um monólogo da alma infinito.
Este primeiro volume inclui as duas primeiras coletâneas de contos de Maria Judite de Carvalho: Tanta Gente, Mariana (1959) e As Palavras Poupadas (1961), Prémio Camilo Castelo Branco». Saiba mais.
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A propósito, no Público:

Neste Endereço

AINDA É NOTÍCIA | O número de mulheres no Governo de Espanha de Pedro Sánchez | MAIS DE 60%





A notícia, por exemplo, no Observador:

«Espanha. O Governo mais feminino de sempre está completo

Os nomes dos novos ministros espanhóis foram conhecidos oficialmente esta quarta-feira, 6 de junho. Mais de 60% são mulheres. Conheça os novos governantes». Leia na integra.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

«Lisboa, cidade triste e alegre»





LISBOA, CIDADE TRISTE E
 ALEGRE: ARQUITETURA DE UM LIVRO
12 ABR 2018 A 16 SET 2018
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA
PALÁCIO PIMENTA
LISBOA


«(...)
Livro de culto sobre Lisboa, considerou-se fundamental dedicar-lhe uma exposição na cidade que o inspirou e à qual os autores consagraram esta obra, que assim descreveram na apresentação:
 (...) o retrato da Lisboa humana e viva através dos seus habitantes – de dia, de noite, nos seus bairros, na Baixa, no Tejo – revelação ora alegre ora triste, mas sempre terna e sentida, da vida de uma cidade. Talvez por isso fosse mais adequado chamar-lhe «poema gráfico» - até porque o arranjo das imagens e a própria composição do livro têm, no seu grafismo, o fluir, a alternância de ritmos, as ressonâncias de uma obra poética.
 Dada a diversidade de características da obra - que ultrapassam largamente o domínio da fotografia – o Museu de Lisboa convidou, para prestar testemunho, um conjunto de personalidades provenientes de áreas distintas. 
Assim, participam no catálogo e no ciclo de conversas: Alexandre Pomar, André Príncipe, Mário Moura, Michel Toussaint, Luís Camanho, Paulo Catrica, Pedro Mexia e Teresa Siza. Este projeto é de uma exposição e também de uma edição.(...)». Leia na integra.






Sobre o Livro/Exposição, por exemplo, no Observador:

“Lisboa, cidade triste e alegre”: o retrato em movimento que de livro passou a exposição 

Veja aqui.