«O parco pacote de reformas anunciado pelo o rei Abdullah em 2011 – que incluía entre outras coisas o acesso das mulheres sauditas às urnas, nas eleições de 2015 – parece estar a ser cumprido após a sua morte. Pela primeira vez elas puderem votar, num país onde o sistema patriarcal é levado ao extremo, das mais variadas formas. Se o facto de as mulheres poderem ir a votos já era uma gigante vitória, a eleição de uma seria um género de cereja no topo do bolo. O que ninguém esperava era que no fim 17 nomes femininos figurassem entre os eleitos. Mesmo que os respetivos cargos municipais tenham fraquíssima relevância política, não importa: fez-se história. E se há alguém que saiu vencedor destas eleições foram as sauditas no seu todo. As que votaram, as que foram eleitas e todas aquelas que mesmo assim não conseguiram ir às urnas por todas as impensáveis discriminações a que estão sujeitas». Continue a ler.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (64) | «Mãezinhas» | TEATRO LETHES | FARO
«Mãe é o lugar de
onde viemos. É uma onda que nos embala. É um colo onde nos podemos entregar. Mãe é uma ventania que nos despenteia quando
fazemos maldades. Mãe podem ser todas aquelas pessoas na nossa vida que nos
fazem voar! São a casa para onde regressamos todos os dias. Um espetáculo de
marionetas sobre a importância das nossas mãezinhas, para criança aprender e
adulto rememorar de forma lúdica, poética, e com muita ternura».
"Mãezinhas" é a a 17.ª Produção do VATe
- Serviço Educativo da ACTA - A Companhia de Teatro do Algarve, desenvolvida no
âmbito do programa Pegada Cultural - Primeiros Passos, com apoio e parcerias do
CIAC /UAlg, Alma d'Arame, Teatro Municipal Joaquim Benite, AMAL e Algar SA.
M Ã
E Z I N H A S
ACTA - A COMPANHIA
DE TEATRO DO ALGARVE
dezembro | 14 a 20
segunda-feira a sexta-feira |
10:30h e 14:30h
sábado | 11:00h
domingo | 16:00h
Teatro Lethes
Teatro Lethes
Faro
RELATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO 2015 | «O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano»
E da ONU Brasil:
PNUD lança Relatório de Desenvolvimento Humano 2015
com foco nos desafios do novo mundo do trabalho
A publicação,
intitulada ‘O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano’, defende o
trabalho justo e decente para todos. Nos últimos 25 anos, graças à melhoria nas
áreas de saúde e educação, além da redução da pobreza extrema, 2 bilhões de
pessoas deixaram os baixos níveis de desenvolvimento humano.
Especificamente sobre as mulheres:
«O
relatório apresenta nova estimativa detalhada sobre a divisão do trabalho, não
apenas o trabalho remunerado, entre homens e mulheres. Embora as mulheres
realizem 52 % de todo o trabalho no mundo, ainda existem desigualdades
evidentes na distribuição do trabalho.
As mulheres têm
menos probabilidade de ser pagas por seu trabalho do que os homens, sendo que
três em cada quatro horas de trabalho não remunerado são realizadas por
mulheres. Em contrapartida, os homens respondem por duas de cada três horas de
trabalho remunerado. Considerando que são as mulheres que assumem a prestação
de assistência a membros da família mais vulneráveis, o relatório adverte que,
com o envelhecimento das populações, essa disparidade pode aumentar.
Nos casos em que
as mulheres são remuneradas, elas auferem, em média, em nível mundial, 24%
menos do que os homens e ocupam menos de um quarto das posições de chefia nas
empresas em todo o mundo.
“Para reduzir essa
desigualdade, as sociedades necessitam de novas políticas, incluindo a melhoria
do acesso aos serviços de prestação de cuidados remunerados. Garantir a
igualdade de remuneração, assegurar licenças maternidade e paternidade
remuneradas, e combater o assédio e as normas sociais que excluem tantas mulheres
do trabalho remunerado são algumas das mudanças necessárias. Isso permitiria
que a sobrecarga do trabalho não remunerado de prestação de assistência fosse
partilhada de forma mais ampla, dando às mulheres a possibilidade efetiva de
optar, ou não, por integrar o mercado de trabalho”, afirmou Helen Clark».
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
«Falta de representatividade das mulheres na Conferência do Clima da ONU»
«(...)
Segundo a ONU Mulheres, mudanças climáticas atingem mais as mulheres e meninas, particularmente, já que muitas delas passam uma quantidade de tempo desproporcional buscando comida, combustível e água, ou batalhando para que os cultivos sejam produtivos. De acordo com a agência da ONU, essa relação estreita com o universo à sua volta também mostra que mulheres precisam ser parte da solução». LEIA NA INTEGRA.
E do que foi dito em sede COP21:
ARÁBIA SAUDITA | «Mulheres votam pela primeira vez»
![]() |
| Ler aqui. |
Depois:
«Arábia Saudita. Treze mulheres eleitas nas eleições municipais
1.472 PARTILHAS
Salma bint Hizab al-Oteibi foi a primeira mulher eleita democraticamente no país, naquelas que foram as primeiras eleições abertas ao voto das mulheres. Mais 12, para já, seguiram-lhe o exemplo». Continue a ler.
E a propósito, para quem ainda não viu, lembramos que o filme «As Sufragistas» está em exibição .
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (63) | «Amigos de Peito» | PRÉMIO DA BIENAL ILUSTRARTE
«Neste livro somos levados pela mão de um menino que mora num
bairro como tantos outros. Ele quer falar-nos de amigos, amigos do peito. Para
isso, o menino leva-nos pelas ruas do seu bairro».
E há mais:
Violeta Lópiz vence prémio da bienal Ilustrarte 2016
A autora espanhola Violeta Lópiz venceu o Prémio Ilustrarte 2016, com as ilustrações do livro «Amigos do peito», no âmbito da Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, que acontece em janeiro em Lisboa, revelaram à Lusa os organizadores. +
E sobre o Prémio também se pode saber, por exemplo, aqui, donde:
E saiba mais no blogue de Violeta Lopiz
E sobre a autora, neste endereço.
FRANCISCO BETHENCOURT | «Racismos»
SINOPSE
Monumental no seu alcance global e histórico, a primeira história
exaustiva do racismo, das Cruzadas ao século XX. Demonstrando que não existe uma
tradição contínua de racismo no Ocidente, Francisco Bethencourt revela que o
racismo precedeu quaisquer teorias de raça e que deve ser visto sob o prisma e
no contexto das hierarquias sociais e das condições locais. Defende que, nas
suas diferentes facetas, todo o racismo foi desencadeado por projetos políticos
que monopolizavam recursos económicos e sociais específicos. Uma grandiosa obra
interdisciplinar que se distancia das ideias lineares ou adquiridas sobre o
racismo e reformula o nosso entendimento das relações interétnicas. +
.
. .
Aquando da edição da obra em inglês, esta entrevista ao autor, de Isabel Salema, no jornal Público. De lá:
E da entrevista a Francisco Bethencourt deu ao Jornal de Letras de 28 de outubro de 2015:
«(...)No século XVIII, raça é utilizada para designar a variedade de espécie humana, agregada em categorias em função dos continentes, mas já com a ideia de raça negra existente em diversos continentes, como na Oceania integrada na história natural da época. Raça é, nesse mesmo período, uma palavra utilizada para designar as mulheres, como sub-espécie humana. (...)».
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
«Os Nossos Direitos. As Nossas Liberdades. Sempre»
«O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro. Em 2015, a data comemorativa é dedicada ao lançamento de uma campanha que pretende sensibilizar para a relevância de duas convenções internacionais que, em 2016, assinalam o seu 50.º aniversário: o Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.
“Os Nossos Direitos. As Nossas Liberdades. Sempre” é o lema escolhido pelas Nações Unidas para dar voz a esta campanha, realçando os direitos inalienáveis a cada cidadão e a necessidade de um empenhamento contínuo no sentido de os respeitar.
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a data, 10 de dezembro, como Dia dos Direitos Humanos, em 1950, para chamar a atenção "dos povos do mundo' para a Declaração Universal dos Direitos Humanos como o padrão comum de realização para todos os povos e todas as nações». Tirado daqui, do Portal da Saúde.
Continuando com aquele Portal, «Em Portugal, a Assembleia da República, reconhecendo a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que define os direitos humanos básicos e foi adotada pela Organização das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, aprovou em 1998 uma resolução na qual institui o dia 10 de dezembro como o Dia Nacional dos Direitos Humanos». E conforme se pode ler no site do Parlamento, sublinhados nossos :«O Prémio Direitos Humanos 2015 foi atribuído à Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, "pela resposta que, em tempo real, ofereceu, logo no início da atual crise dos refugiados, aos jovens sírios", e à Associação dos Deficientes das Forças Armadas, "pelo seu papel notável de 41 anos de apoio aos ex-combatentes vítimas da guerra colonial". Saiba mais.
ALEXANDRE ABREU | «Campeões da desigualdade»
![]() |
| Veja aqui. |
«Campeões da desigualdade
Mais uma vez, Portugal destaca-se como especialmente desigual entre os países avançados. Está na altura de se reconhecer a gravidade deste problema
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
«Papel insubstituível da mulher»
Mulher portuguesa alta (det.) | Robert
Delaunay |
1916 | Museu
Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espan
Carta às Mulheres de João Paulo II faz 20 anos e Francisco sublinha «papel insubstituível» da mulher
O papa Francisco considera que é necessário «afirmar o
papel insubstituível da mulher na família e na educação dos filhos, como também
o contributo essencial das mulheres trabalhadoras na edificação de estruturas
económicas e políticas ricas de humanidade».
A declaração conta de uma mensagem, assinada pelo
secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, por ocasião da
realização, em Roma, do seminário internacional sobre a relação entre as
mulheres e o trabalho, organizado pelo Conselho Pontifício para os Leigos,
revela hoje a Rádio Vaticano.
São precisas «sugestões concretas e modelos positivos para
harmonizar os compromissos laborais e as exigências familiares», realça
Francisco na mensagem aos participantes no encontro que assinala os 20 anos da
Carta às Mulheres, assinada em 1995 por S. João Paulo II». Continue a ler.
«ABRIGO DA TEMPESTADE»
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
MARÍLIA PERA
Marília Pera morreu: Leia aqui. E no HUFFPOST Brasil: «Entre um personagem e outro, ela conseguiu dar vida a mulheres tão incríveis quanto ela de forma tão verdadeira que, em alguns momentos é até possível enxergar certa semelhança física entre ela, Coco Chanel e até Carmem Miranda.
Marília morreu na manhã deste sábado (5), aos 72 anos. Mas jamais será esquecida. De Coco Chanel a Dalva de Oliveira, aqui estão X mulheres tão incríveis quanto Marília que já foram interpretadas, dirigidas e produzidas por ela». +.
A nosso ver, quem viu Marília Pera no «Pixote - a lei do mais fraco» nunca mais a terá esquecido. Sobre o filme, da wikipedia: «Vincent Canby, crítico de cinema do The New York Times, gostou da atuação neo-realista e da direção do drama, e escreveu: "Pixote, terceiro longa-metragem de Hector Babenco, diretor brasileiro nascido na Argentina, é um ótimo filme, intransigentemente cruel, sobre os meninos de rua de São Paulo, em particular sobre Pixote - que, de acordo com o programa, traduz-se aproximadamente como "Peewee"... As performances dos atores são boas demais para serem verdade, mas o Sr. da Silva e a Sra. Pêra são explêndidos».
LUCIANO REIS | «As Grandes Divas do Século XX»
«Nomes como Amália Rodrigues, Laura Alves, Milú, Beatriz Costa, Maria Matos ou Amélia Rey Colaço, entre muitas outras, marcaram definitivamente o mundo do espectáculo português ao longo do século XX. Os rostos destas divas são-nos familiares desde sempre, algumas das suas míticas interpretações em filmes ou peças de teatro são ainda recordadas, as suas canções pertencem já ao património colectivo. Talentosas, bonitas, bem-sucedidas, pisaram com êxito os palcos e foram fonte de inspiração para gerações de mulheres. Rainhas do espectáculo que conquistaram multidões e corações, estas divas têm, no entanto, um lado menos conhecido: como qualquer mulher, tiveram sonhos e ambições, conheceram a ascensão e a queda, o reconhecimento e a solidão, acreditaram e viveram momentos de desânimo, sentiram invejas nos camarins, disputaram o estrelato, conheceram o amor e a traição. Contendo inúmeras imagens, algumas delas inéditas, "As Grandes Divas do Século XX" é um livro que nos permite conhecer a vida e a obra de algumas mulheres que marcaram o espectáculo e a sociedade nas últimas décadas». +
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
FILME | «Que horas ela volta ?»
«A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica». Tirado daqui.
E a crítica de cinema no DN:
«A convulsão do contraste brasileiro num filme de Anna Muylaert.
O Brasil pôs a mão na consciência com este filme - choque
de dois mundos : de um lado, os patrões, retrato de uma burguesia decadente e
urbana, do outro, a classe baixa, os empregados. A partir de aqui chega uma
história de mudança de identidade.
Um filme onde tudo bate certo, tudo é dramaticamente
certeiro numa limpeza formal incrível. A tal ideia conceptual de "filme
espelho" de uma sociedade concretizada com um caderno de intenções
realistas notável, algures entre a investigação e a pesquisa humana deste
momento em que começam a haver mudanças entre a classe média e a classe baixa,
onde uma filha de uma empregada pode conseguir entrar para a universidade e o
filho dos patrões talvez não. Trata-se então de filmar uma revolução feliz.
Daquelas que nos faz chorar de mansinho e com um dispositivo narrativo que faz
brilhar todas as excelentes ideias de um argumento sublime. Muylaert não dá um
passo em falso : desde os avanços narrativos até à direção dos atores.
Neste
momento, há quem acredite que esta candidatura brasileira ao Óscar de melhor
filme estrangeiro tenha pernas para ser finalista».
CONTRA A «VIOLÊNCIA GÉNERO» | «White Ribbon Campaign» | OS HOMENS SÃO PARTE DA SOLUÇÃO
Desde logo, a brochura da
imagem dá uma boa contextualização sobre o problema aqui em causa, ou seja, sobre
as diferentes formas de violência de que a mulher é vitima, nomeadamente na UE,
e permite ir de encontro à justeza da campanha em curso, dinamizada pela EIDGE, na esfera do movimento mundial designado «White Ribbon Campaign», em que se sublinha que os homens são parte da solução para acabar com esta tragédia: « Violence against women is a shameful reality throughout the European Union and across the world. Mostly it is committed by men. It is rooted in gender inequalities, and it still far too often goes unnoticed and unchallenged. The White Ribbon Campaign exists to change this.
Men and boys wearing the White Ribbon declare that they will never commit, excuse, or remain silent about men's violence against women. White Ribbon is one of the world’s largest male-led campaigns to end men’s violence against women. It started in 1991 in Canada, and is now active in many countries across the globe. Every year it is growing stronger as more men and boys realise that women’s and girls’ safety is their issue too.
Men are part of the solution. You are part of the solution. Your voice matters. Take the White Ribbon pledge and join the campaign now». Veja mais aqui.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
3 DEZEMBRO | «Dia Internacional das Pessoas com Deficiência»
Sobre este Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, por exemplo, no Portal da Saúde:
«No dia 3 de dezembro comemora-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, efeméride que tem por objetivo sensibilizar a população mundial para a necessidade de construir uma sociedade inclusiva e para todos.
Em Portugal, o Instituto Nacional para a Reabilitação, entidade responsável pelas comemorações nacionais da data, promove, no dia 3 de dezembro, quinta-feira, um evento sob o tema adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU) "A inclusão importa: acesso e capacitação para todos" (Inclusion matters: access and empowerment for people of all habilities)
O tema da iniciativa, a decorrer no auditório 2 da Fundação Calouste de Gulbenkian, em Lisboa, visa chamar a atenção para os direitos das pessoas com deficiência, no âmbito da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
De acordo com informação disponibilizada ONU, cerca de 15 por cento da população mundial vive com algum tipo de deficiência.
O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência foi instituído pela Organização das Nações Unidas, em 1992, e coincide com o dia em que foi adotado o Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembleia-Geral da ONU, em 1982».
E de site das Nações Unidas:
Ainda, a propósito deste dia, em 2015, a Crónica «Sinais» de hoje - O PODER DOS SONHOS - do jornalista Fernando Alves na TSF - Neste endereço.
MÃES PORTUGUESAS QUE INTERROMPEM A CARREIRA SÃO DAS MAIS AFETADAS NAS PENSÕES
«(...)
A woman on average wage interrupting her career for five years to care for two young children would lose about 4% in pension income on average. The largest declines are recorded in Germany, Iceland, Israel, Italy, Mexico and Portugal, while pensions are not affected in about one-third of countries. Unemployment periods generate similar albeit slightly larger reductions in pension entitlements on average.(...)».
Sobre esta matéria um trabalho do jornal online Observador:
«PENSÕES
A woman on average wage interrupting her career for five years to care for two young children would lose about 4% in pension income on average. The largest declines are recorded in Germany, Iceland, Israel, Italy, Mexico and Portugal, while pensions are not affected in about one-third of countries. Unemployment periods generate similar albeit slightly larger reductions in pension entitlements on average.(...)».
Sobre esta matéria um trabalho do jornal online Observador:
«PENSÕES
Mães portuguesas são das mais afetadas na OCDE por ficarem em casa
196 PARTILHAS
Quer seja por um período de cinco ou dez anos, as mulheres portuguesas são das mais afetadas em termos de pensões caso escolham ficar em casa com os filhos. Perdas nas pensões oscilam entre 10 e 21%». Para ler na integra aqui.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
NUNO ROGEIRO | «Menos Que Humanos»
«O grande tema da actualidade internacional e europeia é crise dos refugiados sírios. Nuno Rogeiro apresenta as causas e consequências desta catástrofe humanitária, e o que ela significa para os portugueses. Detalhes nunca antes revelados integram este livro, que é o primeiro a ser publicado sobre o tema». +
CONFERÊNCIA EQUINET | Sobre a livre circulação na EU e o papel dos Organismos que promovem a igualdade | 8 DEZ 2015 | PARIS
Lembremos, desde logo de que trata, a REDE EQUINET: «A EQUINET promove a igualdade na Europa, apoiando a atuação dos organismos para a igualdade e criando condições para que o seu trabalho, ao ser desenvolvido com independência e eficácia, funcione como catalisador de sociedades mais igualitárias». Isto mesmo se pode ler no site da CIG a propósito da publicação da Brochura Equality bodies and Equinet
Promoting equality in Europe - disponível aqui - e que pretende responder a questões como as seguintes: O que são organismos para a igualdade? Porque são necessários organismos para a igualdade? Que desafios se colocam aos organismos para a igualdade? Estas e outras questões são abordadas na brochura que a EQUINET – European Network of Equality Bodies (Rede Europeia de Organismos para a Igualdade) acaba de publicar, cuja finalidade é aumentar a consciencialização sobre o papel dos organismos para a igualdade e os desafios que estes enfrentam, a nível nacional e da União Europeia, mas também sobre as formas como podem cooperar e trazer valor ao trabalho desenvolvido quotidianamente pelas várias partes interessadas».
Agora voltemos à Conferência da imagem inicial: centra-se na «Diretiva 2014/54/EU» que pode ser lida em português nestes endereço. De lá, por exemplo:
Artigo 4.o
Organismos vocacionados para a promoção da igualdade de tratamento e para o apoio aos trabalhadores da
União e membros das suas famílias
1. Cada Estado-Membro deve designar uma ou mais estruturas ou organismos (a seguir denominados «organismos»)
para a promoção, a análise, a monitorização e o apoio da igualdade de tratamento dos trabalhadores da União e
membros das suas famílias, sem discriminação em razão da nacionalidade, restrições ou entraves injustificados ao seu
direito à livre circulação, e estabelecer as disposições necessárias ao seu correto funcionamento. Esses organismos podem
ser parte de organismos existentes a nível nacional com objetivos idênticos.
(...).
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
SALÁRIO IGUAL | «Só daqui a 118 anos»
de 19 NOV 2015
As mulheres recebem hoje em dia salários que, em média, equivalem
ao que os homens ganhavam há uma década atrás. E serão precisos mais 118 anos
para que os dois géneros tenham remunerações iguais, de acordo com um estudo do
Fórum Económico Mundial.
Segundo o Relatório de Desigualdade
Global de Género 2015, cerca de 250 milhões de mulheres entraram no mercado de
trabalho desde 2006.
“Mais mulheres que homens entraram em
universidades em cerca de cem países, mas as mulheres só são maioria em cargos
de chefia em muito poucos países”, afirmou Saadia Zahidi, uma das responsáveis
pelo estudo, em comunicado. “Empresas e governos precisam implementar novas
políticas para evitar essa perda contínua de talento e, em vez disso,
utilizá-la para aumentar o crescimento e a competitividade.”
COP 21 | E o caso particular das mulheres nas mudanças climáticas
Em Paris está a decorrer a COP 21, ou seja, uma cimeira sobre as alterações climáticas - o site oficial. E recorrendo a ONU Brasil, outras coordenadas para se seguirem os trabalhos, nomeadamente em português:
- Acompanhe ao vivo: http://unfccc6.meta-fusion.com/cop21
- Confira as perguntas e respostas sobre a Conferência do Clima de Paris emnacoesunidas.org/cop21/faq
- Acesse todas as notícias sobre o tema em nacoesunidas.org/tema/clima
- Outras informações da ONU (em inglês, francês, espanhol, russo, árabe e chinês):www.un.org/sustainabledevelopment/cop21
Mulheres, homens e mudanças climáticas
Esse
texto não é sobre eu ou você. É sobre os milhões de pessoas que serão, e já
estão sendo, afetadas de forma mais severa pelas alterações no clima.
Claro,
as mudanças vão nos afetar também. Mas os problemas ambientais não atingem a
humanidade de forma igual. A pessoa que puder se refugiar no ar-condicionado
fresquinho não sofrerá tanto quanto a que precisar trabalhar ao sol quando a
temperatura do planeta aumentar. Continue a ler..
Agora, da UN Women: Gender equality,women’s empowerment and climate change:
The Issue
A changing climate poses risks for all of humanity. However, for
women and girls in particular, many of whom spend a disproportionate amount of
time searching for food, fuel and water, or struggling to grow crops the
differentiated impact is tremendous. In fact, when disasters strike, women are
more likely than men to die, such as the case of the 2004 Asian tsunami were 70
per cent of the fatalities were women [1].
Women and girls are also key leaders and agents of change. They
play a critical, but often unrecognized, role in climate action and the
management of natural resources. In most developing countries, for example,
women are the primary household energy managers and can also be powerful agents
of change in the transition to sustainable energy. Women entrepreneurs have
enormous potential to create distribution and service networks in rural areas,
helping to lower the cost and increase access to sustainable energy. As
decision-makers, they have offered innovative solutions to respond to climate
change impacts and to making development more sustainable overall. Continue a ler.
Por fim, voltemos ao Problema Global, trazendo para aqui o relatório seguinte do Banco Mundial que certamente muito vai ser menciuonado na COP 21.
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