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quinta-feira, 21 de junho de 2018

LANÇAMENTO | 39.ª Edição da Revista Faces de Eva | 21 JUNHO 2018 | 18.00 H | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA





LANÇAMENTO
39.ª Edição da Revista Faces de Eva
21 JUNHO 2018 | 18:00 H
Biblioteca Nacional de Portugal
LISBOA




«A Biblioteca Nacional de Portugal, a Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher (NOVA FCSH) e as Edições Húmus apresentam a 39.ª edição da revista "Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher", homenageando a escritora e feminista Maria Isabel Barreno». Saiba Mais.



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

APAV | «Miscellanea»

Do Editorial:
«(...)
Ao longo dos últimos anos, a relação entre a investigação científica e a prática profissional no domínio da intervenção e apoio a vítimas de crime tem ganho um crescente protagonismo. Contudo, nem sempre esta operacionalização é óbvia. Por vezes, deparamo-nos com intervenções práticas desprovidas de cientificidade e construídas apenas com base no saber prático, mas pouco sustentadas do ponto de vista dos fundamentos teóricos que devem nortear a intervenção. Por outro lado, é comum encontramos investigações, que escrutinam o impacto da vitimação e as vítimas, que procuram encontrar as motivações para a existência e manutenção de comportamentos que produzem ou conduzem à violência mas que são, no final, pouco impactantes na sua capacidade de alimentar ou transferir o conhecimento adquirido para a prática e, mais grave, são elas próprias (re)vitimizadoras. Enquanto estrutura que apoia vítimas de crime, temos um papel essencial neste equilíbrio e procuramos assegurá-lo no âmbito das colaborações que estabelecemos: proteger as vítimas de investigações “vazias” e “egoístas”, do ponto de vista da sua verdadeira relevância para a prática. A investigação nem sempre serve os interesses das vítimas. Este argumento, recorrentemente e infundadamente utilizado em muitos pedidos de colaboração para estudos e projetos de investigação pode ser, na verdade, falacioso. Com efeito, muitas vezes, a participação das vítimas em recolhas de dados para fins de investigação, pode lesá-las de forma tão irremediável que quase poderiam configurar situações de revitimação e vitimação secundária. Por esse motivo, tentamos ser criteriosos na intenção de colaborar com a investigação, sem deixar que esta intenção interfira com a nossa principal missão: apoiar vítimas de crime. Este número duplo da Miscellanea, à semelhança dos anteriores, abre espaço a temas e estudos que consideramos relevantes para a intervenção que preconizamos.  (...)». Continue a ler..



quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

NA REVISTA BROTÉRIA | Desigualdade. Exclusão.Pobreza. Governação Integrada. Alimentação. Desenvolvimento.Opção Preferencial.Mudanças Climáticas.Migrações

«Desigualdade, exclusão, opção preferencial: Dia Mundial dos Pobres em foco na “Brotéria”


 Desigualdade, exclusão, pobreza, governação integrada, alimentação, desenvolvimento, opção preferencial, mudanças climáticas e migrações são alguns dos temas relacionados com o Dia Mundial dos Pobres tratados pela edição mais recente da revista “Brotéria”». Leia mais. Um excerto:
«Não amemos com palavras, mas com obras
Manuela Silva 
Os pobres têm rostos, são pessoas concretas: mulheres e homens; crianças, jovens, adultos ou anciãos; pessoas que, por alguma razão, assim são consideradas por si próprias ou designadas como tal pelo olhar de outros ou pelos critérios adotados nas estatísticas. Para o olhar do outro, ser pobre é alguém com um ou mais destes atributos: baixo rendimento, desempregado ou com trabalho precário e baixo salário, reduzido nível de literacia, ser doente crónico ou portador de deficiência física ou mental, residir em habitats degradados, não ter família ou viver em situação de marginalidade, pertencer a uma dada etnia, ser oriundo de famílias com cultura de pobreza geracional, viver de esmolas ou de magros subsídios». 



terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A 3 DE DEZEMBRO FOI O DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA | Assinalamos a data divulgando a «Plural & Singular»




«São mais de 80 páginas sobre a deficiência e a inclusão, nas quais também falamos dos vários projetos do Núcleo de Inclusão, Comunicação e Media que gere a marca Plural&Singular. Não deixe de espreitar, por exemplo, o texto sobre a experiência de Cláudia Pires, portuguesa em Bruxelas que “testou” o que tanto se almeja em Portugal, já que é assistente pessoal da inglesa Rebecca Farren... O balanço da Normédica Ajutec 2017, entrevista com Nuno Vitorino Surf Adaptado, a antevisão do 5.º Aniversário da Plural&Singular que hoje decorre no Centro Português de Fotografia (CPF) e muito mais | Leia, partilhe, divulgue... | ».


quarta-feira, 5 de abril de 2017

«(In)visibilidades de género - Práticas feministas na produção artística contemporânea»



«A revista Contemporânea, nesta edição especial, editada por Ana Cachola e com um ensaio visual de Ana Vidigal, pretende problematizar a presença feminina no campo artístico, refletindo sobre a (in)visibilidade do género e a importância histórica e sociológica da arte produzida por artistas mulheres.
Num momento em que o mundo da arte, à escala global, tem demonstrado uma preocupação aguda com estas questões, a Contemporânea assume-se como barómetro da situação artística portuguesa».



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

REVISTA CAFÉ COM LETRAS n.º2 | DOSSIER | «A literatura lusófona no feminino | Que é feito das feministas portuguesas? | O terceiro sexo - viagem à intimidade do sexo liquido e asséptico da pós-modernidade | O feminismo depois de Simone de Beauvoir: contra-cultura ou "outra" paixão inútil?»





A revista da imagem é de maio, mas podia ser de hoje. Aqui está  apresentada assim:
«Já está nas livrarias o número 2 da revista Café com letras. Leia a entrevista da escritora, filósofa e activista Marcia Tiburi com Manoel Gustavo de Souza, onde nos fala dos actuais problemas do Brasil e da sua obra “Como conversar com um Fascista”, publicada agora pela editora Nota de Rodapé e a ser traduzida na Suécia, onde a autora esteve recentemente. Leia também o comentário à entrevista, de Rubens Casara. Temos ainda o dossier “A literatura lusófona no Feminino”, coordenado por Ana Raquel Fernandes e textos Julia Coutinho, de Helena Vasconcelos, Maria Helena Serôdio, Maria João Cabrita, Ana Margarida Martins, Maria João Faustino, Carlos Mendes de Sousa, Ana Margarida Martins e a magnífica entrevista de Maria Teresa Horta, feita por Ana Raquel Fernandes e ainda um texto sobre a autora, revisitando a sua obra e vida. Mário Santos escreve a biografia de Christine de Pizan, sábia e “feminista avant la lettre”, nascida em Veneza, em 1364 e um texto sobre a pensadora portuguesa Maria Filomena Molder, por Luís Mendonça. Na crítica, podemos ler textos de Celina Martins sobre Gonçalo M. Tavares, Filipa Melo sobre o último livro de George Steiner, entre outras críticas, Marta Soares sobre o livro de Marisa das Neves Henriques. A crónica é de Possidonio Cachapa e as notícias estão sob a responsabilidade de Samuel F. Pimenta. Um número imperdível!
Veja aqui onde pode comprar a revista, no ponto mais próximo de si!».
.
.    .


Visitando o blogue da revista pode saber-se mais, nomeadamente sobre a n.º 2. Por exemplo, da entrevista a Maria Teresa Horta:
                   

«Mas esses poemas nunca poderiam ser ditos por um homem.  
 A minha voz é feminina, a minha escrita é de mulher. Gostaria  que 
os meus poemas fossem sempre ditos por mulheres».






quarta-feira, 23 de março de 2016

REVISTA | Faces de Eva | NÚMERO 34


Sinopse:

Numa época em que os confrontos mundiais são muito evidentes, em que a paz, a partilha e a união parecem ideais arcaicos e já fossilizados em mentes cada vez mais raras – utópicos – clamam alguns, apresentarmos mais este número da nossa Revista Faces de Eva reveste-se de um forte simbolismo que gostaríamos de realçar. Como pode uma publicação sobre mulheres, resultante do esforço de muitas mulheres, mas também de alguns homens, contribuir para o apaziguamento dos ódios remanescentes, dos conflitos abertos, das crispações sangrentas? Conhecer o/a outro/a, ouvir-lhe a voz, a "sua" voz, encontrar pontos de confluência, apesar das diferenças, pode ser um pequeníssimo oásis no meio de um imenso deserto, árido como palavras que nada dizem, olhares que se não cruzam, sentimentos que se evitam, ou emoções que irrompem em poças de sangue tão inúteis como desprezíveis. Sabemos que as mulheres são diferentes entre si, numa mesma família, local, país ou continente, como são diferentes em outras geografias, culturas e religiões. Haverá um denominador comum que as posiciona numa categoria de género pela qual são reconhecidas, apesar de estarmos conscientes de que falamos de um modelo binário, assente em sistemas de significação, historicamente liderados pelos homens. (da “Nota de Abertura”, por Isabel Henriques de Jesus)

O conteúdo:

Saiba Mais.



quinta-feira, 12 de novembro de 2015

OS DIREITOS LGBT | «todas as pessoas têm igual valor»






O presidente dos Estados Unidos foi eleito “aliado do ano” da comunidade LGBT pela revista Out


A legalização do casamento gay em todos os estados norte-americanos é “um grande passo para a igualdade” e uma “vitória para a América”, afirmou Barack Obama, em Junho, reforçando o seu apoio à comunidade LGBT. Na edição de Dezembro da Out Magazine, que marca também o número 100, o presidente está na capa. É a primeira vez que um presidente em funções é fotografado para uma revista dirigida, maioritariamente, a Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero.
“Aliado, herói, ícone”, apresenta a publicação. Em entrevista à Out, Obama aprofundou a sua posição acerca dos direitos da comunidade LGBT, tanto antes de chegar à Casa Branca como durante a sua administração, e falou sobre o que já foi conquistado e o que o levou a lutar pela igualdade. “A minha mãe incutiu em mim a forte crença de que todas as pessoas têm igual valor”, relembrou o presidente, relembrando as dificuldades que enfrentou por ser negro e ter “um nome estranho”.

“Uma das razões que me levou a envolver-me na política foi querer ajudar a cumprir a promessa de que somos todos criados de igual forma e ninguém deve ser excluído do sonho americano”, continuou Obama, agradecendo também ao professor universitário Lawrence Goldyn, o primeiro gay que conheceu e que o influenciou directamente neste tema. “Ele saiu do seu espectro de acção para aconselhar estudantes lésbicas, gays e transgénero. E tenham em atenção que isto foi em 1978.”  Continue a ler no jornal Público. E veja na revista OUT.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

LANÇAMENTO | Número 33 da Revista «Faces de Eva» dedicado a Maria Ivone Leal | HOJE 11 JUNHO 2015 | 18:00H | BIBLIOTECA NACIONAL |LISBOA




Hoje 11 junho  2015 
  lançamento da Revista Faces de Eva da imagem. 
Às 18:00H no Auditório da Biblioteca Nacional em Lisboa.   

            Entrada Livre

Na apresentação 
conferência por Teresa Pinto: 
«Mudanças necessárias, mas não suficientes... A
 persistência das desigualdades de género».


Quanto ao número 33 da Revista,  é dedicado a Maria Ivone Leal  (1924-2013), investigadora em Estudos sobre as Mulheres e uma das pioneiras do ensino infantil em Portugal. Maria Ivone Leal é autora, entre outros, de O masculino e o feminino em literatura infantil (1982), Um século de periódicos femininos. Arrolamento de periódicos entre 1807 e 1926 (1992),  e Cristina de Pisano e todo o universo de mulheres (1999).




Entretanto, aproveitemos para lembrar que a revista «Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher» deu o seu primeiro número à estampa em 1999, publicando dois números por ano. É promovida pelo grupo de investigação com o mesmo nome, integrado no Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICSNOVA)  da Universidade Nova de Lisboa.


segunda-feira, 9 de março de 2015

AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | Em 2015 recordar a Revista Mulheres e o espaço que a arte tinha nela | UM NÚMERO EM QUE O CINEMA É CAPA






No dia em que decorre o encontro  a que anteriormente nos referimos, no post
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | NO DIA A SEGUIR | Encontro «O papel das mulheres no mercado e na produção cinematográfica» | MARÇO 2015 | 9 | CINEMATECA, parece-nos um bom ambiente para se trazer à memória a Revista MULHERES e ilustrar o espaço que a cultura e arte tinham nela. Para quem não saiba ou não se recorde, à data do número da imagem: a Diretora (Interina ) era Helena Neves, a Chefe de Redação Maria Teresa Horta. 


quinta-feira, 30 de maio de 2013

REVISTA FACES DE EVA | LANÇAMENTO N.º 29


faces eva 2013
| Lançamento da Revista Faces de Eva nº 29 | Embaixada do Brasil | HOJE DIA 30 |
 18 Horas | Rua das Laranjeiras - Lisboa |