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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

OBAMA FEMINISTA



 Recorte daqui

O Presidente norte americano considera ser a obrigação de todos os homens lutarem contra o sexismo, num artigo em que acaba a falar sobre a “histórica” candidatura de Hillary Clinton à presidência.

Barack Obama destaca o papel que as mulheres tiveram e têm na sua vida num artigo publicado na revista “Glamour” onde afirma ser um “feminista”, destaca os direitos conquistados pelas mulheres num passado recente e frisa que ainda tendemos todos a ficar demasiadas vezes “fechados na caixa dos estereótipos quanto a como homens e mulheres devem comportar-se”.
“Eu fui criado por uma mãe solteira, que passou grande parte da sua carreira a dar poder às mulheres em países em desenvolvimento. Eu observei a minha avó, que me ajudou a criar, a trabalhar para subir num banco apenas para atingir um teto de vidro. Eu tenho visto como a Michelle equilibra as exigências de uma carreira preenchida com o tratar de uma família”, refere Obama a propósito das mulheres da sua família. Continue a ler.




(Montagem) - leia aqui.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

OS DIREITOS LGBT | «todas as pessoas têm igual valor»






O presidente dos Estados Unidos foi eleito “aliado do ano” da comunidade LGBT pela revista Out


A legalização do casamento gay em todos os estados norte-americanos é “um grande passo para a igualdade” e uma “vitória para a América”, afirmou Barack Obama, em Junho, reforçando o seu apoio à comunidade LGBT. Na edição de Dezembro da Out Magazine, que marca também o número 100, o presidente está na capa. É a primeira vez que um presidente em funções é fotografado para uma revista dirigida, maioritariamente, a Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero.
“Aliado, herói, ícone”, apresenta a publicação. Em entrevista à Out, Obama aprofundou a sua posição acerca dos direitos da comunidade LGBT, tanto antes de chegar à Casa Branca como durante a sua administração, e falou sobre o que já foi conquistado e o que o levou a lutar pela igualdade. “A minha mãe incutiu em mim a forte crença de que todas as pessoas têm igual valor”, relembrou o presidente, relembrando as dificuldades que enfrentou por ser negro e ter “um nome estranho”.

“Uma das razões que me levou a envolver-me na política foi querer ajudar a cumprir a promessa de que somos todos criados de igual forma e ninguém deve ser excluído do sonho americano”, continuou Obama, agradecendo também ao professor universitário Lawrence Goldyn, o primeiro gay que conheceu e que o influenciou directamente neste tema. “Ele saiu do seu espectro de acção para aconselhar estudantes lésbicas, gays e transgénero. E tenham em atenção que isto foi em 1978.”  Continue a ler no jornal Público. E veja na revista OUT.


segunda-feira, 27 de julho de 2015

BARACK OBAMA NO QUÉNIA | «As mulheres não podem continuar a ser tratadas como cidadãs de segunda»


Aqui, na BBC, o discurso de BaracK Obama no Quénia
 em Defesa das Mulheres


Na sua visita ao Quénia  Barack Obama fez um discurso em defesa dos direitos das mulheres - ver imagem acima. A comunicação social  deu-lhe grande cobertura. Por exemplo no Obervador: «Barack Obama. “Não há espaço para a opressão das mulheres no século XXI”».

Começa assim:

«Barack Obama é, por estes dias, uma verdadeira estrela em Nairobi. Depois de no sábado – e contra todas as recomendações dos seus conselheiros – ter feito um discurso onde criticou as leis contra homossexuais no Quénia e no resto do continente africano, este domingo, o Presidente norte-americano voltou-se para a defesa da igualdade de direitos das mulheres africanas. “As mulheres não podem continuar a ser tratadas como cidadãs de segunda”, afirmou.
Num discurso marcado pelas referências às suas raízes quenianas, o líder norte-americano começou por defender que no século XXI “não há espaço” para aquelas tradições que, em muitas partes do mundo, continuam a “oprimir as mulheres” e a tratá-las como “cidadãs de segunda”. Obama apelou, ainda, para que fossem banidas as práticas que violam os direitos da mulher em todo o mundo. “No mundo, há uma tradição de oprimir as mulheres. Não há espaço para isso no século XXI”, apontou o chefe de Estado norte-americano.

 A violação dos direitos das mulheres com práticas tão abusivas como a mutilação genital ou os abusos, são praticadas no Quénia e em numerosos países africanos, onde Obama considera necessário lutar pela igualdade de género. 
“Cada país e cada cultura têm tradições que são únicas e que ajudam a tornar esse país o que ele é. Mas só porque [uma tradição] faz parte do passado do país, não faz dela uma tradição correta, não significa que possa definir o futuro do país. Maridos que batem nas mulheres, crianças que não vão à escola, casamentos forçados… são tradições. [Assim como], considerar as mulheres cidadãs de segunda. [Mas] são tradições que precisam de mudar”, insistiu». Continue a ler.