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quinta-feira, 4 de abril de 2019

BIBLIOTECA NACIONAL | CICLO DE CONFERÊNCIAS | CICLO DE OFICINAS | «História da Pobreza e da Fome» | NO QUADRO DOS ODS DA AGENDA 2030








«Nestes ciclos, organizados por Ana Isabel Queiroz (IHC-NOVA FCSH), abordam-se conceitos fundamentais para a compreensão dos fenómenos da pobreza e da fome ao longo da história e equacionam-se fatores geográficos, ecológicos, culturais, sociais, económicos e políticos. Apresentam-se práticas metodológicas usadas em diferentes áreas académicas, inscrevendo a investigação sobre o tema em Ciências Sociais e Humanidades no quadro dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas (1 - Erradicar a Pobreza; 2 - Erradicar a Fome)». Saiba mais.



História da Pobreza e da Fome

CICLO DE OFICINAS | 4 abr.- 14 nov. ´19 | 09h30 - 17h15 |Sala de Formação |Entrada livre com *inscrição obrigatória
CICLO DE CONFERÊNCIAS | 4 abr. - 14 nov. '19 | 18h00 - 19h30 | Auditório | Entrada livre



quinta-feira, 18 de outubro de 2018

«uma em cada quatro crianças menores de 18 anos está em risco de pobreza e exclusão social no conjunto da União Europeia»






A propósito do relatório da imagem, por exemplo, este trabalho:


União Europeia: Uma em quatro crianças em risco de pobreza e exclusão

Pelo menos 25 milhões de crianças na União Europeia vivem em agregados com baixos rendimentos, sem condições e onde a fome é frequente, revela um relatório da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA) hoje divulgado.
O relatório “Combating child poverty: an issue of fundamental rights”, divulgado a propósito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que hoje se assinala, conclui que uma em cada quatro crianças menores de 18 anos está em risco de pobreza e exclusão social no conjunto da União Europeia.
O documento, que tem como referência o ano de 2016, aponta que a média dos 28 países não reflete, no entanto, “importantes disparidades nacionais”.
Em Estados membros como a Roménia (49,2%) e a Bulgária (45,6%) quase metade das crianças estavam em risco de pobreza e exclusão social.
Mais de 30% das crianças corriam risco de pobreza e exclusão social em países como a Grécia (37,5%), Hungria (33,6%), Itália (33,2%), Espanha (32,9%) e Lituânia (32,4 %).
As percentagens mais baixas registaram-se na Dinamarca (13,8%), Finlândia (14,7%) e Eslovénia (14,9%).


Portugal contava-se entre os países com entre 20 e 29% de crianças em risco de pobreza e exclusão social.
O risco afeta as crianças europeias de uma maneira global, mas é pior em alguns grupos, nomeadamente entre as comunidades ciganas e os migrantes. Continue a ler.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

NA REVISTA BROTÉRIA | Desigualdade. Exclusão.Pobreza. Governação Integrada. Alimentação. Desenvolvimento.Opção Preferencial.Mudanças Climáticas.Migrações

«Desigualdade, exclusão, opção preferencial: Dia Mundial dos Pobres em foco na “Brotéria”


 Desigualdade, exclusão, pobreza, governação integrada, alimentação, desenvolvimento, opção preferencial, mudanças climáticas e migrações são alguns dos temas relacionados com o Dia Mundial dos Pobres tratados pela edição mais recente da revista “Brotéria”». Leia mais. Um excerto:
«Não amemos com palavras, mas com obras
Manuela Silva 
Os pobres têm rostos, são pessoas concretas: mulheres e homens; crianças, jovens, adultos ou anciãos; pessoas que, por alguma razão, assim são consideradas por si próprias ou designadas como tal pelo olhar de outros ou pelos critérios adotados nas estatísticas. Para o olhar do outro, ser pobre é alguém com um ou mais destes atributos: baixo rendimento, desempregado ou com trabalho precário e baixo salário, reduzido nível de literacia, ser doente crónico ou portador de deficiência física ou mental, residir em habitats degradados, não ter família ou viver em situação de marginalidade, pertencer a uma dada etnia, ser oriundo de famílias com cultura de pobreza geracional, viver de esmolas ou de magros subsídios». 



sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

CARLOS FARINHA RODRIGUES | «Indicadores de desigualdade e de pobreza em Portugal: um pequeno passo na direcção certa»


Leia aqui

O artigo termina assim: 
«(...)Por último, a taxa de pobreza da população empregada permanece praticamente inalterada nos últimos anos (10,8% em 2016). A existência de uma taxa tão elevada de working poor tem de constituir um forte factor de preocupação social. Deve igualmente questionar-nos sobre as fragilidades do nosso mercado de trabalho e sobre as políticas laborais e salariais vigentes.
Estes resultados globalmente positivos sobre a evolução recente dos indicadores de pobreza, de exclusão social e de desigualdade económica não nos podem fazer esquecer que Portugal continua a ser um país com elevados níveis de pobreza, de precariedade social e de assimetrias sociais. Neste contexto, continua a ser necessário um papel mais actuante das políticas públicas no combate às situações de maior vulnerabilidade social.
Mas a redução sustentada da pobreza e da exclusão social não pode ser alcançada exclusivamente através de medidas dirigidas à população pobre. Pressupõe alterações profundas nas prioridades que presidem à noção de desenvolvimento do país, a implementação de políticas que promovam o emprego e o crescimento económico, conjuntamente com um sistema de protecção social mais eficiente no apoio aos indivíduos e famílias que dele efectivamente carecem. Pressupõe, ainda, uma política efectiva de combate às desigualdades sociais».


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

SEMINÁRIO | «Lutar Contra a Pobreza» | HOJE | 18 NOV 2016 | 14:00 H | AUDITÓRIO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS | LISBOA





Como decorre da imagem acima, a iniciativa, organizada «pela Rede Europeia Anti-Pobreza, começará com uma intervenção de fundo por Carlos Farinha Rodrigues, Presidente do IPP e, em seguida, reunirá entidades e personalidades que trabalham na área social, traçando um panorama da luta contra a pobreza em Portugal e simultaneamente procurando traçar cenários futuros que perspetivem a sua erradicação. 
  O Seminário contará com a presença de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, que proferirá o discurso de encerramento.
  O evento tem entrada livre, mas a inscrição é obrigatória e pode ser realizada através deste link, onde também se disponibiliza o programa da conferência».



segunda-feira, 9 de maio de 2016

NO DIA DA EUROPA | «Rede Europeia Anti-Pobreza»


Leia aqui


«Na conferência de abertura do Encontro Nacional, em Santarém, destinado a celebrar os 25 anos da Rede Europeia Anti-Pobreza, Carlos Farinha Rodrigues promete demonstrar que, ao contrário do que muitos afirmam, a classe média não foi a mais penalizada no período de ajustamento económico e o que a crise não poupou os "mais pobres dos mais pobres".
O professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) diz que os mais pobres foram de longe os que mais sofreram entre 2009 e 2013, "O rendimento dos 10% mais ricos desceu 8%. Quando analisámos a quebra do rendimento dos 10% mais pobres verificámos que desceu 24%" no período entre 2009 e 2013.
Apesar de não ter havido cortes nos salários mais baixos, Carlos Farinha Rodrigues justifica a quebra de rendimentos dos mais pobres com a redução das prestações sociais». Continue a ler na TSF.




quarta-feira, 1 de abril de 2015

POBREZA FEMININA | Causas principais



No dia 30 de março teve lugar o workshop da imagem. Aqui pode ver as apresentações dos especialistas. E há  também o estudo  que se segue:




Abstract 
«Upon request by the FEMM Committee, these in-depth analyses highlight different aspects of female poverty. They complement two other Workshop contributions from a research project of the European Commission and from UNICEF. Wim van Lancker and his team examine the extent of women’s poverty in the EU and the impact of social exclusion through poverty on living and working conditions of women and their children. He concludes with a discussion of policy measures that have been taken in EU Member States for enabling paid employment and ensuring adequate income protection. Diane Perrons explores the impact of the crisis on female poverty. Multiple differences exist among European Union Member States but overall poverty has increased and women are still more likely than men to live in poverty, though until 2012 the increase for men was greater than that for women. Economic performance and economic policies seem to be associated with poverty. The paper recommends that macroeconomic policy be mainstreamed to identify gender specific outcomes. Maria Stratigaki focuses on European policies and activities and the role of the European Social Fund in the fight against female poverty. She emphasises the need for developing a holistic methodological approach to face gendered poverty, going beyond tackling poverty exclusively via active labour market policies».