quinta-feira, 9 de novembro de 2017

«Guerrilla feminista en un concurso machista»




«(...)
“Mi nombre es Camila Canicoba y represento al Departamento de Lima. Mis medidas son 2.202 casos por feminicidios reportados en los últimos nueve años en mi país”. Así, contundente, fue la respuesta de una de las participantes a la típica pregunta sobre sus caderas, pecho y cintura. Y la siguieron el resto de sus compañeras, enfundadas en dorados vestidos de lentejuelas. Una a una, fueron enumerando cientos de violaciones, explotación sexual, malos tratos. Datos de una realidad constante para un país, Perú, que ha registrado entre enero y septiembre 94 asesinatos machistas y 175 tentativas. (...)». Leia na integra no Blog Mujeres do El Paìs.




LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 11 |«Cidades e Comunidades Sustentáveis»





«Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos, e melhorar as condições nos bairros de lata.
Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária através da expansão da rede de transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos.
Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planeamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países.
Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o património cultural e natural do mundo. 
Até 2030, reduzir significativamente o número de mortes e o número de pessoas afetadas por catástrofes e diminuir substancialmente as perdas económicas diretas causadas por essa via no produto interno bruto global, incluindo as catástrofes relacionadas com a água, focando-se sobretudo na proteção dos pobres e das pessoas em situação de vulnerabilidade. (...)». Continue a ler.





quarta-feira, 8 de novembro de 2017

JULIÁN FUKS | «A Resistência»



SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
"Meu irmão é adotado, mas não posso e não quero dizer que meu irmão é adotado", anuncia, logo no início, o narrador deste romance. O leitor descobre-se à partida imerso numa memória pessoal que se revela também social e política. Do drama de um país, a Argentina a partir do golpe de 1976, desenvolve-se a história de uma família, num retrato denso e emocionante.
Adotado por um casal de intelectuais que logo iriam procurar exílio no Brasil, o rapaz cresce, ganha irmãos, e as relações familiares tornam-se complexas. Cabe então ao irmão mais novo o exame desse passado e, mais importante, a reescrita do próprio enredo familiar.
Um livro em que emoção e inteligência andam de mãos dadas, tocando o coração e a cabeça dos leitores. Saiba mais.


RELATÓRIO SOBRE O PROBLEMA DA SOLIDÃO | nos mais velhos | PARA COMPREENDER E ENFRENTAR | DOS GOVERNOS AOS NEGÓCIOS






Uma passagem:
«To better understand the magnitude of this issue, current interventions and ideas for future solutions, we conducted 50 interviews with experts from six countries and representing a variety of disciplines. We gained unique insights from this global group of medical professionals, social workers, academic researchers, technologists, consumer and device manufacturing experts, software startups focused on the aging market, advocacy groups and government officials. This report focuses on five important questions:
•Why must organizations understand loneliness and aging?
•What precipitates loneliness?
•Why is loneliness so difficult to mitigate?
•How is loneliness in the aging population being alleviated today?
•What are guidelines for future solutions?».




terça-feira, 7 de novembro de 2017

«UN WOMEN ANNUAL REPORT 2016-2017»


«THIS REPORT SHOWCASES the many ways in which we support work at country and global level to turn the aims of the 2030 Agenda for Sustainable Development into results for women and girls worldwide, working closely with Member States and a wide range of partners to realize rights and build resilience».





ERNESTO RODRIGUES | «Uma Bondade Perfeita»


Ernesto Rodrigues vence prémio PEN clube com o livro "Uma Bondade Perfeita". Veja aqui. De lá: «As características peculiares da narrativa, a história actual sobre refugiados, bem como a linguagem foram os motivos para a distinção deste livro editado em 2016»

SINOPSE
«Uma obra que junta uma grande qualidade narrativa e um enredo brilhante.
No dia em que foi mãe, 1 de Março de 1990, Ágata jura dar a vida pela filha, Indira. Tem 18 anos. Quatro anos antes, no Verão, voluntariou-se para um infantário, no estrangeiro. Irma, a irmã, recomendou-a a uma senhora do bairro, Alcina, que dirigia uma organização não-governamental num país longínquo. Foi encontrar o filho da benfeitora, que nascera em 1984: Clemente tinha dois anos. Durante uma semana, não o arrancou do mutismo. Dividida entre dezenas de meninos, que a guerra fechara nos arrabaldes da capital, não houve tempo, quando invadiram o recreio. Não viu quem o raptava; encontrou-se sob um mascarado, que a violou. 
Menigno, o bruto, forçou-a repetidamente; nos intervalos, alimentavam-na bem, perguntando-lhe, em língua retorcida, se sabia o paradeiro de Alcina, a mãe do menino. Ela acariciava uma medalha pobre no seio. Engravidou, mas não viu a filha que nascia: Indira.
Clemente, agora um carrasco de 26 anos, tem por tarefa executar a mãe, Alcina. Recorre a Filodemo, um frade cujo passado de jornalista ilumina existência crua e vingativa de Menigno, ex-marido e director da prisão. 
Num universo turvo, desequilibrado, com sujeitos em perda de identidade, o sexto romance de Ernesto Rodrigues magnifica «uma bondade perfeita, absoluta, tal que nenhuma violência ou imposição nos possa forçar a ser maus». 
Este é um livro que conduz o leitor por uma intrincada teia de encontros e desencontros, sendo atravessado por uma escrita cuidada, que garante prazer de leitura. Pouco deve ser tido como garantido na narrativa, pois ali se semeia surpresa, se tece intriga, se avança com a certeza de que as personagens vão crescendo ao longo das páginas, ganhando espessura e interesse». +.


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

WORLD ECONOMIC FORUM | Relatório Global de Desigualdade de Género 2017 | «Retração: 10 Anos de Progresso na Paridade de Género Global fica estagnado em 2017»




«Retração: 10 Anos de Progresso na Paridade de Gênero Global fica estagnado em 2017
· Um mau ano em uma boa década: o Relatório de Desigualdade Global de Gênero 2017 do Fórum Econômico Mundial revela que as lacunas de paridade em saúde, educação, política e local de trabalho estão aumentando pela primeira vez desde que os registros começaram em 2006
·Um total de 68% da lacuna de desigualdade de gênero mundial está fechado agora, com a impulsão revertida pelo declínio da igualdade de gênero no local de trabalho e na representação política
·Alguns países, incluindo França e Canadá, têm feito grandes avanços em direção à paridade no último ano. A Islândia permanece como o país com maior igualdade de gênero no mundo, enquanto os Estados Unidos caíram quatro colocações para o 49º lugar no Índice de Desigualdade Global de Gênero» . Leia mais.

Sobre o Relatório o destaque dado no Slate é impressivo:

«Les inégalités femmes-hommes devraient mettre 217 ans à disparaître totalement»



«Um mês de escândalos de assédio sexual é o princípio de uma mudança cultural?»


Começa assim o artigo do Público:
«Outubro foi um mês de denúncias, e um mês negro em Hollywood. “Não acho que Novembro vá ser mais bonito”, riposta ao PÚBLICO Alan Poul, produtor e realizador. Há um mês, o escândalo Harvey Weinstein era uma história sórdida de assédio e violência sexual que finalmente saía do território das conversas em surdina para um mundo que parecia mais preparado para o denunciar – e para acreditar nas suas alegadas vítimas. Hoje, quando o efeito Weinstein já é a demissão de um ministro britânico, de vários responsáveis em diferentes sectores e de milhões de mulheres (e homens) a dizer “Me Too”, esse mesmo mundo está preparado para mudar?»
Outro excerto:
«(...)
Chegámos a um ponto de acerto de contas há muito devido”, diz Alan Poul, produtor de Sete Palmos de Terra. Numa passagem por Lisboa, considera que era necessário este “ponto de viragem para que as pessoas compreendam quanto se exigiu de forma sistémica às mulheres que se pusessem em posição de desvantagem” e “como o status quo reforça estas tendências que sabemos durarem há centenas de anos”. (...)». Leia mais. Já depois deste trabalho do Público:



Leia aqui

E em Portugal? O que diz Rita Blanco:
O assédio e abuso sexual do produtor de Hollywood Harvey Weinstein a várias atrizes internacionais não é caso isolado. Mesmo em Portugal, onde não existe uma indústria cinematográfica propriamente dita, também acontece, revela a atriz Rita Blanco. “Isso é real. Sabemos” ...». Veja aqui



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

ORNA DONATH | «Mães arrependidas»






SINOPSE
«Um tema tabu que começa lentamente a ser discutido: mães que se arrependeram de ter filhos. Mães Arrependidas levanta a discussão pública sobre um tema quase inteiramente silenciado: a vasta quantidade de mulheres que, depois de serem mães, não encontraram a profetizada "plenitude" na maternidade e, muito embora amem os seus filhos, desejariam não ser mães de ninguém. Com base num ensaio que a socióloga Orna Donath, da universidade Bem-Gurion, elaborou para uma publicação académica, este livro apresenta uma análise intrigante sobre um fenómeno de uma atualidade premente». Saiba mais.





«KEY INDICATORS FOR ASIA AND THE PACIFIC | While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty»







«The Key Indicators for Asia and the Pacific 2017 (Key Indicators 2017), the 48th edition of this series, provides statistics on a comprehensive set of economic, financial, social, environmental, and Sustainable Development Goal (SDG) indicators for the 48 regional members of the Asian Development Bank (ADB). 
As the data in this publication demonstrates, Asia and the Pacific’s development continues to be impressive on many fronts. Between 2002 and 2013, approximately 707 million people in the region moved out of extreme poverty, based on the $1.90 a day poverty line. The region’s share of global GDP increased from 29% to 41%, in terms of purchasing power parity, between 2000 and 2016. Energy efficiency, measured as GDP per unit of energy use, improved 1.5% annually between 2000 and 2014. And the maternal mortality ratio was halved between 2000 and 2015. As statistics on participation in global value chains show, the region has cushioned the impact of the slowdown in global trade observed since 2011 by increasing the domestic content of its exports and relying more on domestic absorption as a driver of growth.
While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty. Economic growth in the region has been accompanied by a rise in carbon dioxide emissions and a decline in renewable freshwater resources per capita. The region’s population is gradually aging, and by 2050 it is estimated that for the first time in history there will be roughly as many people in the region over the age of 65 as under the age of 15. (...)».
A propósito de dados e estatísticas este artigo:



Disponível aqui

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

RELATÓRIO UNICEF |«A FAMILIAR FACE/ Violence in the lives of children and adolescents»



«SUMMARY
All children have the right to be protected from violence inflicted on them by anyone in their lives – whether parents, teachers, friends, romantic partners or strangers. And all forms of violence experienced by children, regardless of the nature or severity of the act, are harmful. Beyond the unnecessary hurt and pain it causes, violence undermines children’s sense of self-worth and hinders their development. 
Yet violence against children is often rationalized as necessary or inevitable. It may be tacitly accepted due to the familiarity of perpetrators, or minimized as inconsequential. The memory or reporting of violence may be buried due to shame or fear of reprisal. Impunity of perpetrators and prolonged exposure may leave victims believing violence is normal. In such ways, violence is masked, making it difficult to prevent and end. 
A Familiar Face: Violence in the lives of children and adolescents uses the most current data to shed light on four specific forms of violence: violent discipline and exposure to domestic abuse during early childhood; violence at school; violent deaths among adolescents; and sexual violence in childhood and adolescence. 
The statistics reveal that children experience violence across all stages of childhood, in diverse settings, and often at the hands of the trusted individuals with whom they interact on a daily basis. 
Ensuring that violence in all its forms is documented through solid data is a first step towards its elimination». 



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

1 NOVEMBRO | Dia Nacional da Igualdade Salarial





«Em Portugal, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, relativos a 2015, as mulheres ganham, em média, menos 16,7% que os homens, o que corresponde a menos 61 dias de trabalho remunerado.
A diferença da remuneração média mensal de base das mulheres em relação à dos homens não sofreu qualquer alteração face ao observado em 2014, verificando-se apenas uma tímida tendência para a redução deste diferencial nos últimos anos.

Com o objetivo de chamar a atenção para a persistência desta disparidade salarial entre mulheres e homens, assinala-se no dia 1 de novembro o Dia Nacional da Igualdade Salarial, marcando o número de dias extra que as mulheres têm de trabalhar num ano para atingirem o mesmo salário que os homens ou, numa outra perspetiva, é como se a partir de 1 de novembro, e até ao final do ano, as mulheres deixassem de ser remuneradas pelo seu trabalho». Saiba mais.


terça-feira, 31 de outubro de 2017

ISABELA FIGUEIREDO | «A Gorda»



«Obra vencedora do Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues 2017 Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda. E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente, gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver. Este é um dos melhores livros que se escreveu em Portugal nos últimos anos». +.



CONSELHO DA EUROPA | Recomendação sobre a igualdade de género no setor do audiovisual

Veja aqui

Do divulgado sobre a recomendação no site da CIG: « A recomendação visa incluir uma perspetiva de igualdade de género em todos os ramos e atividades do setor audiovisual para responder a questões como a falta de consciência da prevalência da desigualdade de género, a distribuição desigual de financiamento e de investimento, o apoio desequilibrado para divulgação de conteúdos criados por mulheres, a baixa representação de mulheres em posições-chave no setor audiovisual, diferenças salariais entre mulheres e homens, falta de apoio a pais e mães e cuidadores/as e o desigualdade de acesso a oportunidades de emprego». Veja aqui.
E sobre a atividade mais ampla  do Conselho da Europa na esfera da Igualdade de Género: 
Saiba mais.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

MARY WOLLSTONECRAFT|«Uma Vindicação dos Direitos da Mulher»





«Esta obra revolucionária e fundadora do feminismo é um clássico essencial sobre o papel social das mulheres. Em 1792, inspirada pela conquista dos direitos do Homem na França revolucionária, Mary Wollstonecraft proclamava alto e bom som que cabia ao «sexo fraco» tomar as rédeas do seu destino e quebrar as cadeias da submissão e ignorância que o prendiam. Trava-se, nestas páginas, um corajoso combate com uma moral conservadora que condenava metade da humanidade ao papel decorativo de companheira dócil do homem. Em cada linha desta resposta a Émile, de Jean-Jacques Rousseau, perpassam o acesso à educação e ao trabalho, como condição da emancipação feminina, e a ideia de que, sem liberdade, não há deveres sociais a cumprir. Uma Vindicação dos Direitos da Mulher conserva toda a sua actualidade e continuará a influenciar gerações de leitores». +.


FREDERICO LOURENÇO | «Em Defesa da mulher "adúltera"»

 Jornal Expresso de 28 outubro 2017

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

«O que significa igualdade de gênero para as e os jovens?»










RELATÓRIO| «Balanced participation of women and men in decision-making»





Conforme se pode ler no site da CIG:
«(...)
Este relatório analisa os progressos realizados por 46 países em relação ao objetivo estabelecido pelo Comité de Ministros, em 2003, de que pelos menos 40% de homens e mulheres participem em diferentes aspetos da vida política e pública, tais como o poder legislativo, instituição de quotas nos sistemas eleitorais e partidos políticos, poder executivo, poder judicial e, por fim, o serviço diplomático. (...)». Leia mais.






quarta-feira, 25 de outubro de 2017

«Ora, o adultério da mulher é um gravíssimo atentado à honra e dignidade do homem»


Leia aqui


Excertos do artigo do Público;
«(...)
Trata-se de um caso de violência doméstica, em que a vítima foi agredida pelo ex-marido e pelo homem com quem tinha mantido uma relação extraconjugal (que motivou a separação do casal, meses antes da agressão). Em Junho de 2015, depois de a mulher ser sequestrada pelo ex-amante, que lhe pedia que retomassem a relação, o homem chamou o ex-cônjuge da vítima para juntos a confrontarem. Na agressão, foi usada uma “moca” com pregos. “É um caso extremamente violento”, caracteriza Isabel Ventura.(...).
Inês Ferreira Leite, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, lamenta o impacto simbólico da fundamentação apresentada. A jurista, que investiga a violência de género nos homicídios conjugais e violência doméstica, afirma que, “quando um acórdão da Relação fala disto com normalidade, em vez de com censura, está de certa forma a tornar mais legítimo que haja mais homens a serem violentos contra as suas mulheres”. “Está a colocar em risco a vida de muitas mulheres em Portugal”, condena a jurista. (...)». 
E  excerto do Acórdão:

Excerto - pg. 9
Leia aqui na integra

Enfim, no século XXI em Portugal!, coisas que julgávamos impensáveis.



LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 10 | «Reduzir as Desigualdades»




«Até 2030, progressivamente alcançar, e manter de forma sustentável, o crescimento do rendimento dos 40% da população mais pobre a um ritmo maior do que o da média nacional.
Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, económica e política de todos, independentemente da idade, género, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição económica ou outra.
Garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades de resultados, inclusive através da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias e da promoção de legislação, políticas e ações adequadas a este respeito.
Adotar políticas, especialmente ao nível fiscal, salarial e de proteção social, e alcançar progressivamente uma maior igualdade.
Melhorar a regulamentação e monitorização dos mercados e instituições financeiras globais e fortalecer a implementação de tais regulamentações
(...)». Continue a ler.