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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

«A EUROPA NO FEMININO»




RECORTE DO ARTIGO DA REVISTA 
DO SEMANÁRIO EXPRESSO DE 12 JAN 2019 



Excertos: «(...)“As dificuldades financeiras são o maior entrave, uma vez que há apenas um rendimento para a manutenção do agregado familiar.” No entanto, acrescenta, “tenho uma família que me apoiou desde início. Há um apoio e presença forte da família alargada, nomeadamente da avó e avô paterno, que ajuda muito. Como diz o provérbio: ‘É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança.’ Às vezes penso como conseguem viver as mulheres na mesma situação que não têm apoio financeiro da família. Há também alguns momentos de solidão e necessidade de partilhar os meus desafios com mulheres que vivem na mesma situação. Tenho o projeto de criar, um dia, um grupo que seja um espaço de encontro para mães que vivam na situação de monoparentalidade”. Quanto à sua filha: “Encara com toda a naturalidade a situação de família monoparental, uma vez que sempre viveu neste contexto desde que nasceu.”(...)Em Portugal, assim como na Europa, as mulheres estão em franca maioria. Portugal é mesmo o quarto país europeu com maior número de mulheres, só ultrapassado pela Estónia, Lituânia e Letónia. Na Europa são pouquíssimos os países em que o número de homens é ligeiramente superior ao de mulheres. Atualmente, a média europeia é de 105 mulheres por cada centena de homens, sendo que Portugal se qualifica bem acima desta média: por cada 100 portugueses, há 111 portuguesas. É no grupo etário mais velho (pessoas com mais de 65 anos) que esta diferença mais se acentua na Europa, e Portugal não foge à regra. Por cada 100 homens com 65 anos ou mais, há 133 mulheres da mesma faixa etária. O futuro, porém, parece trazer um reequilíbrio de género, já que nos jovens com idade até aos 18 anos, o padrão inverte-se na mesma proporção. Para cada centena de indivíduos do sexo feminino com 18 ou menos anos, há 105 do sexo masculino. A Letónia é o país mais feminino da Europa, com 118 mulheres por cada centena de homens, seguido de perto pela Lituânia, com mais 17 por cento de indivíduos do sexo feminino. (...). 


Destaque
«NA UNIÃO EUROPEIA, 7,7 POR CENTO DAS MULHERES COM IDADES ENTRE OS 25 E OS 49 ANOS VIVEM SOZINHAS COM OS FILHOS. NA MESMA FAIXA ETÁRIA, APENAS 1,1 POR CENTO DOS HOMENS VIVEM EM REGIME MONOPARENTAL»


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

«KEY INDICATORS FOR ASIA AND THE PACIFIC | While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty»







«The Key Indicators for Asia and the Pacific 2017 (Key Indicators 2017), the 48th edition of this series, provides statistics on a comprehensive set of economic, financial, social, environmental, and Sustainable Development Goal (SDG) indicators for the 48 regional members of the Asian Development Bank (ADB). 
As the data in this publication demonstrates, Asia and the Pacific’s development continues to be impressive on many fronts. Between 2002 and 2013, approximately 707 million people in the region moved out of extreme poverty, based on the $1.90 a day poverty line. The region’s share of global GDP increased from 29% to 41%, in terms of purchasing power parity, between 2000 and 2016. Energy efficiency, measured as GDP per unit of energy use, improved 1.5% annually between 2000 and 2014. And the maternal mortality ratio was halved between 2000 and 2015. As statistics on participation in global value chains show, the region has cushioned the impact of the slowdown in global trade observed since 2011 by increasing the domestic content of its exports and relying more on domestic absorption as a driver of growth.
While the region has done remarkably well, several challenges remain. Around 330 million people in Asia and the Pacific still live in extreme poverty. Economic growth in the region has been accompanied by a rise in carbon dioxide emissions and a decline in renewable freshwater resources per capita. The region’s population is gradually aging, and by 2050 it is estimated that for the first time in history there will be roughly as many people in the region over the age of 65 as under the age of 15. (...)».
A propósito de dados e estatísticas este artigo:



Disponível aqui

quarta-feira, 19 de julho de 2017

«IGUALDADE DE GÉNERO EM PORTUGAL | «indicadores-chave 2017»






«No ano em que assinala 40 anos, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género lança Igualdade de Género em Portugal: indicadores-chave 2017, um documento que procura promover e partilhar o conhecimento da situação atual de mulheres e homens nas várias áreas da sociedade portuguesa». Saiba mais.




EIGE | «Dados estatísticos de género»



.
.    .

Do site da CIG   quando em 2016  foi lançada a Nova Base de Dados da EIGE:

«O Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE) disponibilizou, recentemente, uma novabase de dados de estatísticas de género – Gender Statistics Database -, cujo objetivo é dar acesso a estatísticas e outra informação sobre o estado da igualdade de género entre mulheres e homens na União Europeia.Ao proporcionar evidências estatísticas, esta Base de Dados pode ser usada como suporte e complemento à Estratégia para a Igualdade de Género da Comissão Europeia e possibilitar ainda aos Estados-Membros monitorizarem o seu desempenho neste domínio. Consulte a Base de Dados de Estatísticas de Género ».




quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

NAÇÕES UNIDAS | «WORLD DATA FORUM» | «Para alcançar a Agenda 2030, com seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o mundo precisa de dados. Eles ajudam na tomada de decisão e na informação para as políticas públicas, assegurando que todas as pessoas sejam levadas em consideração»|TERMINA HOJE NA CIDADE DO CABO





O site do Forum aqui
O World Data Forum termina hoje na Cidade do Cabo, África do Sul. Sobre o Forum,da ONU BRASIL:


«Fórum da ONU na África do Sul discute importância das estatísticas para atingir objetivos globais


O Fórum Mundial de Dados da ONU teve início no domingo (15) na Cidade do Cabo, na África do Sul, reunindo mais de 1,5 mil especialistas de mais de 100 países, com o objetivo de construir um amplo consenso sobre como aproveitar o poder das estatísticas para a construção do desenvolvimento sustentável. 
.............
“O fórum ocorre em um momento crucial para o fortalecimento da capacidade estatística e de dados globalmente. Países do mundo todo estão se mobilizando para atingir a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada em uma cúpula da ONU dois anos atrás”, disse o subsecretário da ONU para assuntos econômicos e sociais, Wu Hongbo, em coletiva de imprensa na abertura do evento. 
“Para fazê-lo, é essencial ter dados precisos, confiáveis, desagregados e oportunos. Precisamos acompanhar a série de metas econômicas, sociais e ambientais que fazem parte do desenvolvimento sustentável. Isso irá demandar de todos na comunidade estatística e de dados — de governos ao setor privado, às comunidades científicas e acadêmicas e à sociedade civil — encontrar formas de trabalhar entre diferentes domínios e criar parcerias e sinergias”, acrescentou». Leia na integra». Leia na integra.

legendado em português


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

«Plataforma Agenda 2030» | Monitorização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)



Veja aqui



«PNUD disponibiliza estatísticas para monitoramento dos objetivos globais das Nações Unidas

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou a Plataforma Agenda 2030, com indicadores sociais sobre problemas visados pelos novos objetivos globais da ONU.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou na semana passada a primeira versão da Plataforma Agenda 2030, portal online com indicadores sociais associados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O objetivo do site é impulsionar o cumprimento das novas metas globais através da difusão de informações sobre problemas como pobreza, moradia inadequada, falta de acesso a serviços de saúde e mudanças climáticas. Usuários também podem contribuir com a base de dados.
A plataforma foi construída com base em três eixos. O primeiro deles foi “informação” e levou o PNUD e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), parceiro da iniciativa, a coletarem e publicarem documentos sobre os ODS e a criarem uma biblioteca digital e uma seção de perguntas e respostas». Leia na integra.
 Em particular para o Objetivo 5:




Neste endereço.


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

ONU | Estatísticas e Tendências sobre as Mulheres | RELATÓRIO 2015

E veja aqui também, nomeadamente infográficos .


Sobre o relatório a partir da ONU Brasil:

«Segundo relatório Mulheres do Mundo 2015 publicado pela Divisão de Estatística do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas na terça-feira (20), os impactos da desigualdade entre homens e mulheres diminuíram nos últimos 20 anos, mas dados apontaram para a violência e discriminação de gênero.
De acordo com estudo, a expectativa de vida das mulheres aumentou, alcançando a média mundial de 72 anos, enquanto a dos homens é de 68. O número de mortes durante o parto reduziu 45% entre 1990 e 2013. A quantidade de meninas que se casam precocemente também apresentou queda, refletindo o maior acesso à educação por parte das mulheres.
No entanto, o relatório mostra que mais de uma em cada três mulheres foi vítima de violência física ou sexual. Mais mulheres têm prestado queixa contra casos de violência, mas 60% das vítimas não registram os crimes.
Mulheres se concentram em trabalhos que pagam menos e ganham em média 70% a 90% do valor do salário dos homens. Devido às divisões de trabalho pago e não pago, em muitos países, mulheres não alcançaram a independência financeira.
Lançado após a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o documento ressalta a necessidade de alcançar a igualdade de gênero proposta no objetivo 5 da Agenda 2030».

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

FRANÇA | Igualdade entre mulheres e homens na cultura e na comunicação | OBSERVATÓRIO 2015


É sempre útil ver o que outros fazem: veja aqui os relatórios sobre igualdade entre mulheres e homens na cultura e comunicação em França, de que já escrevemos noutras ocasiões.



quarta-feira, 30 de setembro de 2015

NO INQUÉRITO AOS PÚBLICOS DO 32.º FESTIVAL DE ALMADA | Homens 34% - Mulheres 66%


(Montagem a partir do «MAIS TMJ»/ set 2015)


E aqui está uma boa prática em linha com as estatísticas de que precisamos, nomeadamente na cultura. Saiba mais no «MAIS TMJB» de setembro de 2015 .



segunda-feira, 29 de julho de 2013

GÉNERO ATRAVÉS DOS NÚMEROS | obras registadas na IGAC por género | 2012

Logotipo da IGAC


No âmbito da atividade «Registo de obras literárias, artísticas ou científicas e Registo de obras cinematográficas e audiovisuais», a IGAC iniciou trabalho na perspetiva de género como se pode ver  no quadro abaixo que nos fez chegar. Informação como esta embora básica é fundamental, com outra  dão-nos  alicerces, diretos e indiretos, para  políticas na esfera da igualdade, na circunstância centradas na cultura e nas artes.



E de seguida o Relatório Estatístico referido:


Está disponível através do site da IGAC - procure, por exemplo, em últimas notícias.