quinta-feira, 30 de maio de 2019

LIVROS | «As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia»

SINOPSE
Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos aposentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito «As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia», escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo, já o tendo feito.
Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes. Saiba mais.




DOS OUTROS | «AUSTRALIAN GOVERNMENT | GENDER EQUITY INSIGHTS 2019 / BREAKING THROUGH THE GLASS CEILING»




sexta-feira, 24 de maio de 2019

FILME | «Alma Clandestina»





«“Pesadelo é sinónimo de medo, e eu não vou viver com medo.” Assim falava Maria Auxiliadora Lara Barcellos (1945-1976), Dorinha ou Dodora para os íntimos, mineira, estudante de Medicina, idealista, resistente contra a ditadura militar, contemporânea de Dilma Rousseff na clandestinidade, mulher “forte e valente”, sempre alegre. Banida do Brasil, exilada primeiro no Chile, depois no México, na Bélgica, em França e finalmente na Alemanha, Dorinha suicidou-se atirando-se para a frente de uma carruagem do metro de Berlim. Tinha 31 anos. 
Inspirado num projecto teatral de Jorge Melo, e recorrendo a imagens de arquivo e entrevistas originais contemporâneas a amigos e familiares sobreviventes, o português radicado no Brasil José Barahona ("Estive em Lisboa e Lembrei de Você") constrói uma “fantasia biográfica” ancorada na vida de Dorinha, cujas cartas e textos são lidos pela actriz Sara Antunes num palco onde são igualmente projectados documentos, imagens e arquivos de época. Jorge Mourinha, PÚBLICO







«Inteligência artificial promove estereótipo da mulher submissa»




A notícia (da TSF) assenta no Relatório a que nos referimos aqui, e começa assim:

«Siri (da Apple), Alexa (da Amazon) e Cortana (da Microsoft) são nomes femininos para a assistência digital que perpetuam os estereótipos sexistas. Segundo a UNESCO, as vozes femininas, apesar da sua utilidade, perpetuam a ideia de que "as mulheres são prestáveis, dóceis e desejosas por agradar, disponíveis através de um simples clique num botão ou com um comando de voz", revela o relatório apresentado pela organização .
A "sua passividade, sobretudo quando há um abuso explícito, reforça narrativas sexistas", refere o estudo "I"d Blush If I Could" (Eu coraria, se pudesse), a resposta que a Siri fornecia quando os utilizadores lhe dirigiam um "You"re a slut" (comentário usado para denegrir o comportamento sexual de uma mulher).
Aliás, no caso de lhe ser dirigido um comentário explícito, a Siri não replica com assertividade: "Oh"; "Agora, agora"; "Eu corava se pudesse"; "A tua linguagem!". No entanto, se estas investidas forem feitas por mulheres, a Siri responde: "Isso não é simpático" ou "Eu não sou ESSE tipo de assistente pessoal".
Apesar de ser difícil quantificar esta tipologia de discurso, a UNESCO prevê que pelo menos cinco por cento das interações com as assistentes digitais sejam explicitamente sexuais.(...)». Continue a ler.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

PRÉMIO CAMÕES PARA CHICO BUARQUE | Bom momento para o ouvirmos assumidamente «feminista»












«I'd blush if I could / CLOSING GENDER DIVIDES IN DIGITAL SKILLS THROUGH EDUCATION»




«(...)Today, women and girls are 25 per cent less likely than men to know how to leverage digital technology for basic purposes, 4 times less likely to know how to programme computers and 13 times less likely to file for a technology patent. At a moment when every sector is becoming a technology sector, these gaps should make policy-makers, educators and everyday citizens ‘blush’ in alarm. (...)».

 Sobre o Relatório na  MIT Technology Review: veja aqui




segunda-feira, 20 de maio de 2019

«A Mulher na Sociedade e na Igreja»




TATE |«Van Gogh - Challenging the 'Tortured Genius' Myth»





«This video contains language used by Van Gogh to describe his mental health. The way we speak about mental health has progressed since then and is always developing the more we understand.
This video was produced in collaboration with Mind, a charity that supports those with mental health problems.
If you are affected by the content of this video please visit Mind's resources page for more information and support».