sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

«as mulheres de 50 anos são “invisíveis” e “demasiado velhas”»


(montagem)



Leia as afirmações da criatura aqui, e a propósito o artigo de Patrícia Reis neste endereço. É sobre isso a imagem acima.
E pode saber mais no site da revista Marie Claire. A nota que introduz o trabalho:
«Note : Yann Moix, dans le cadre d’une interview dans notre dernier numéro, s’est exprimé sur les femmes. Ses mots, nous les trouvons choquants. Nous le lui avons dit, et nous l’avons écrit. Ces mots - qui illustrent un jeunisme pour le moins banal - n’ont pas choqué que nous, et c’est tant mieux. En tant que journal, nous n’échangeons pas qu’avec celles et ceux qui pensent comme nous : nous affrontons la réalité, y compris quand elle nous heurte et nous malmène. Car c’est de ça qu’il est question. Cette pensée réductrice pour les femmes existe dans l’esprit de bon nombre de nos contemporains. Et la réalité de notre société, quand elle est mise au jour, nous intéresse car alors on peut la regarder droit dans les yeux. Tant mieux si de cela la discussion est née. Nous nous adressons au libre arbitre de nos lectrices et par conséquent ne voulons pas leur dire quoi penser».




quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

ROSE JAFFE | «The powerful and vibrant women around me inspire my work»



Rose Jaffe and the NMWA mural, photo by Adriana Regalado

JOSÉ PEDRO MONTEIRO | «Portugal e a questão do trabalho forçado»


Sobre o livro no DN: 


"E manda ainda o Senhor Deus pretos a este mundo"
Relatórios da administração colonial que denunciam "o bafio da escravatura" e uma diplomacia que tenta negar as acusações internacionais e adiar ao máximo a mudança: Portugal e a Questão do Trabalho Forçado, de José Pedro Monteiro, é um testemunho poderoso sobre o ocaso do Império português.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

DOS OUTROS | «Handbook Sweden’s feminist foreign policy»



«(...) The feminist foreign policy begins and ends with reality. The policy shall be based on facts and statistics about girls’ and women’s everyday lives, and shall produce results in people’s lives. Otherwise, it loses its relevance. (...)»



«Desobediência Civil»



Leia aqui

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

«Figuras femininas que cruzaram a vida de Jesus»




Leia aqui





ENVELHECIMENTO ACTIVO | Nancy Pelosi | COM 78 ANOS ELEITA PRESIDENTE DA CÂMARA DE REPRESENTANTES DO CONGRESSO NORTE AMERICANO







«Esta quinta-feira, 3 de Janeiro, a Câmara dos Representantes do Congresso Norte Americano elegeu o seu Presidente para o 116º mandato. É uma Câmara inédita sob vários aspectos: a primeira com 87 mulheres e 43 negras, tem a mulher mais nova de sempre (Alexandria Ocasio-Cortez, com 29 anos), as primeiras negras eleitas pelo Massachusetts (Ayanna Pressley) e pelo Connecticut (Jahana Hayes), as primeiras duas nativas americanas (Sharice Davids e Deb Haaland), as primeiras duas latinas do Texas (Veronica Escobar e Sylvia Garcia) e a primeira mulher eleita pelo Iowa (Abby Finkenauer). (...)
Assim, enquanto decorria a votação, Nancy sentou-se na bancada e nem pestanejou quando um colega propôs a candidatura do ex-Vice-Presidente Joe Biden. Acenando para os amigos e conversando com alguns, nem pareceu reparar nas propostas e votos contrários. No final, 16 democratas votaram contra ela, nada de alarmante. Criou-se assim outro ineditismo: a primeira mulher Presidente da Câmara dos Representantes em 2007-11 é também a primeira a sê-lo por duas vezes. (depois de ser Presidente da Minoria, entre 2011 e 2017). (...)
Ao longo dos anos, Nancy Pelosi sempre defendeu vigorosamente todas as causas liberais, desde a Interrupção Voluntária da Gravidez e facilitar a vida aos imigrantes. Sobre este último tema, que actualmente é uma das bandeiras de Trump, ela chegou a citar o Presidente Ronald Reagan: “Se fecharmos a porta a novos americanos, vamos perder muito em breve a nossa liderança no mundo”. Foi a favor da reforma da segurança social de Obama (“Obamacare”), dos direitos LBGT, da legalização da canábis; e foi contra as duas guerras do Iraque, a tortura dos prisioneiros de guerra (“waterboarding”) e a ausência de controlos sobre a compra de armas de guerra por cidadãos comuns.
Noutra entrevista, no programa Today, a poucas horas de ser empossada, a jornalista Savannah Guthrie perguntou-lhe porque é tão pouco querida – os seus índices de popularidade estão abaixo dos de Trump. Pelosi, nada incomodada, respondeu que era o resultado da guerra eleitoral: “Os republicanos gastaram mais de cem milhões de dólares em propaganda – 137 mil spots publicitários tinham o meu nome. E eles são contra mim porque sou eficiente. Sou uma legisladora muito boa. E sou eficiente a receber donativos de campanha. A melhor. Por isso têm de me deitar abaixo e foi isso que tentaram”.
Na verdade, Nancy não precisa de ser popular, porque nunca concorreu a uma eleição nacional. Só precisa de vencer no distrito que representa, na Califórnia, onde ganha sempre com maiorias absolutas. Isso tem-lhe permitido fazer campanha a angariar fundos para os democratas em dificuldades noutros distritos.
Uma coisa que ela não precisa de demonstrar é a sua honestidade. Sempre defendeu claramente aquilo em que acredita e nunca fez compromissos duvidosos. Agora, que vai enfrentar a maior batalha da sua vida, é uma qualidade importante. Quando se retirar, daqui a quatro anos, será como a mulher mais influente de sempre na política dos Estados Unidos – e de cabeça levantada». Leia na integra.
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Nancy Pelosi tem 78 anos - nasceu a 26 de março de 1940.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

«funcionários-robôs controlados remotamente por pessoas com paralisia»




Café japonês encontrou uma maneira de empregar pessoas com paralisia

«Eleanor Maccoby, Pathbreaker on How Boys and Girls Differ, Dies at 101»







Eleanor Maccoby morreu e no NYT  temos este trabalho:


«Eleanor Maccoby, Pathbreaker on How Boys and Girls Differ, Dies at 101» 

De lá:  « (...) 
Dr. Maccoby (MACK-uh-bee) did not initially consider herself a feminist. But she was gradually awakened by slights along the way, like being not allowed to enter the Faculty Club at Harvard through its front entrance, which was reserved for men, even though she was a member.
Asked in a video interview in 2013 how she became interested in gender issues, she replied, “We lived it.”
While teaching at Stanford, she noticed that scientific literature either portrayed women negatively or excluded them altogether. One study, for example, said female prisoners were more likely than men to sell out a fellow inmate in exchange for their own freedom. Yet even though almost 30 other studies disputed that finding, Dr. Maccoby found that none had been published, because a conclusion of “no difference” was not considered valuable. (...)».. Leia na integra.