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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
WORLD ECONOMIC FORUM |«Vão ser sete mulheres a conduzir o próximo encontro mundial»
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| Veja aqui |
«FORUM ECONÓMICO MUNDIAL
Sete mulheres vão conduzir o Fórum Económico Mundial em 2018
O Fórum Económico Mundial anunciou sete co-presidentes para o próximo encontro em Davos, na Suíça, e, para surpresa, nenhum homem faz parte da lista. Vão ser sete mulheres a conduzir a reunião». Continue a ler no Observador.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
WORLD ECONOMIC FORUM | «Global Shapers Annual Survey 2015» | DESIGUALDADE SOCIAL E ECONÓMICA É O PROBLEMA SEGUNDO OS «MILLENNIALS»
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| Veja na integra. |
«Millennials Rate Social and Economic Equality as Top Challenge Globally and Locally
- Millennials see inequality as the greatest challenge both in their home cities and the world at large
- With responses from 125 countries and 285 cities, the Global Shapers Annual Survey 2015 is one of the most geographically diverse surveys of millennials. The respondents are members of the World Economic Forum’s Global Shapers Community.
- The Global Shapers Annual Survey 2015 indicates that the opportunity to make a difference is what millennials value most in a job». Saiba mais.
E para quem não saiba, em torno dos Millennials: «A Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da Internet[1] , é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, como Don Tapscott, à corte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z.
Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, e facilidade material, e efetivamente, em ambiente altamente urbanizado, imediatamente após a instauração do domínio da virtualidade como sistema de interação social e midiática, e em parte, no nível das relações de trabalho. Se a geração X foi concebida na transição para o novo mundo tecnológico, a geração Y foi a primeira verdadeiramente nascida neste meio, mesmo que incipiente. Continue a ler na wikipedia.
quarta-feira, 12 de março de 2014
A QUESTÃO «GÉNERO» NAS EMPRESAS E DEMAIS ORGANIZAÇÕES
O World Economic Forum selecionou, do seu blog, um conjunto de posts sobre o Dia Internacional das Mulheres disponível aqui. A nosso ver, constitui um bom mosaico do universo de questões que integram a questão de «género». Mas um captou a nossa atenção de maneira particular, este:
«Five steps for companies to get serious about gender»
Posted by Aditi
Mohapatra and Racheal Meiers
Talvez tenha a ver com a nossa formação de base, na esfera das finanças e da gestão, e porque vai de encontro à necessidade identificada quanto às empresas do mundo dos negócios e demais organizações, nomeadamente as das Administrações Públicas, estarem atentas ao que decorre deste excerto (destaque nosso): Taking this approach means that gender diversity can’t be considered as simply
something “nice to have”; instead, women and men should play an equal role in
planning and implementing new projects, to ensure that this work does not have a
negative impact on either gender. No post valoriza-se o «gender mainstreaming». Está escrito: «We believe “gender mainstreaming” – improving coordination by removing
structural siloes, and sharing commitments, accountability and messaging – is
critical for companies to move forward on gender equality». E adiantam uma forma de atuação assente em cinco passos:
- Acknowledge that gender is a mainstream issue and that gender equality must be a shared primary goal for everyone. To be done well, this requires senior leadership engagement and cross-functional collaboration, to ensure consistent messages are sent throughout the company.
- Analyse your company’s current efforts. Enlist key departments, including sales, human resources, government relations, community affairs, legal, supply chain and marketing to form a cross-functional gender council to review current efforts and progress on gender to date.
- Benchmark your company’s performance against partners, competitors and leaders to understand the gaps and opportunities in your current practices. A useful tool for this could be the WEPs, which provide a seven-step framework on how to empower women in the workplace.
- Broaden your commitments. Building from this assessment, companies should choose new areas to invest in and make public commitments to achieving progress. Focus on areas where you feel the company can have the greatest impact, but don’t ignore issues that are challenging or less marketable. The key to successful gender mainstreaming is establishing consistent messaging and broad attention to gender across issues and departments.
- Monitor and report. Monitoring performance via dashboards that regularly display data on the representation and progress of women across the company can be critical for ensuring accountability. It will also help you tell a comprehensive story that consumers, potential employees and business partners can relate to».
A nossa síntese: na esfera das organizações, a questão género não é um adorno, é um problema que a gestão deve encarar de maneira profissional, de forma sistémica, recorrendo à teoria, à técnica e ao treino.
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