quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

CORRIDA PELOS DIREITOS HUMANOS | «Livres e Iguais» | 9 DEZ 2018 | 10:00 H | BRAGA | COIMBRA | ODIVELAS | PORTALEGRE | PORTIMÃO





EXPOSIÇÃO | MUSEU DO NEO-REALISMO| «Candido Portinari em Portugal» | ATÉ 3 MAR 2019 | VILA FRANCA DE XIRA






museu do neo-realismo
«candido portinari em portugal»
20 out 2018 a 03 mar 2019
curadoria de raquel henriques da silva e luísa duarte santos
Vila Franca de Xira


«(...)O principal destaque desta exposição será a obra "Café", cedida pelo Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, no Brasil, e que regressa a Portugal 78 anos depois de estar exposta pela primeira vez em 1940, no Pavilhão do Brasil na "Exposição do Mundo Português", em Belém.
Portinari, um dos pintores mais populares do Brasil, integra-se no modernismo original. Destacou-se como pintor social, "preocupado com a pobreza, as dificuldades, a dor" do seu país, que mostrou em cores fortes, como destaca a biografia do "Projeto Portinari", mas foi superando o academicismo inicial, ligando a pintura cada vez mais à comunicação visual. (...)». Leia na integra no DN.



terça-feira, 4 de dezembro de 2018

«Mulheres Negras Contam a sua História»




APRESENTAÇÃO
«O Prêmio Mulheres Negras contam sua História é uma iniciativa de resgate do anonimato das mulheres negras, como sujeitos na construção da história do Brasil. Das negras vindas da África nos porões das naus portuguesas no XVI até o ano de 1850, quando o tráfico foi proibido. Elas estiveram na labuta das plantações canavieiras e posteriormente do café, nas alcovas e cozinhas das casas grandes. Foram amas de leite, negras dos tabuleiros vendendo doces e comidas nas ruas, lavadeiras, lutadoras nas revoltas contra a escravidão e a opressão racista. Libertas, pobres e anônimas resistem, combatem a discriminação e estão presentes no rosto do povo pobre que habita este País, mas esquecidas pelos livros que contam nossa história. Nos últimos cinquenta anos as lutas das mulheres negras se intensificaram e elas ampliaram sua presença no cenário político nacional; as organizações de mulheres negras fizeram uma interação entre a luta feminista e as questões raciais e fortaleceram os movimentos negros, permitindo a incorporação do racismo como uma variável das desigualdades, inclusive entre as mulheres. (...)». Continue a ler.



PARLAMENTO EUROPEU | PERGUNTA PARLAMENTAR |«Retrocesso em matéria de direitos das mulheres e de igualdade de género na UE»





«Nos últimos anos, tem-se registado uma tendência à escala mundial que aponta para um retrocesso crescente dos direitos das mulheres e da igualdade de género. Os direitos laborais, económicos, sociais e culturais foram comprometidos pelo aumento da discriminação das mulheres e pela sua exclusão. Os níveis globais de pobreza e desemprego entre as mulheres são mais elevados e as disparidades salariais e nas pensões de reforma entre homens e mulheres persistem.
Na UE, o Índice de Igualdade de Género revela desigualdades persistentes, com um progresso meramente marginal atingido no período entre 2005 e 2015. Para além de uma denegação cada vez mais generalizada da desigualdade nos Estados-Membros, foram feitas numerosas tentativas e envidados esforços para limitar as decisões das mulheres sobre o seu próprio corpo e para confinar a sua vida a um papel mais conservador. Algumas redes fizeram campanhas, em particular, contra os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, ao mesmo tempo que promovem a discriminação e a violência contra as pessoas LGBTI, com consequências práticas em alguns Estados-Membros. As reformas da educação foram suspensas e a igualdade entre homens e mulheres, os estudos de género e a educação sexual abrangente foram afetados negativamente, impedindo a luta contra os estereótipos prejudiciais desde a mais tenra idade.
A prevenção e o combate à violência contra as mulheres continua a ser um tema candente na maioria dos Estados-Membros, e a ratificação e aplicação da Convenção de Istambul continuam por concluir ou correm o risco de sofrer um retrocesso. Formas de violência novas ou intensificadas estão a ocupar os espaços social e digital: discurso de ódio sexista, misoginia e violência em linha. As organizações de defesa dos direitos das mulheres deparam-se, em alguns Estados-Membros, com dificuldades de acesso ao financiamento devido aos critérios restritivos e aos encargos administrativos. Infelizmente, o mero reconhecimento desta tendência negativa e preocupante está longe de ser suficiente.
Que tipos de medidas está a Comissão a tomar para fazer face a este retrocesso crescente? A Comissão está a envidar esforços para identificar as principais causas deste retrocesso à escala da UE? Tendo em conta os elementos que comprovam este retrocesso e o seu alargamento a todos os Estados-Membros, será que a Comissão pondera desenvolver uma estratégia para o combater e para reforçar a promoção da igualdade de género e a integração da perspetiva de género no seu conjunto? Qual a posição adotada no Plano de Acão para o Género II 2016-2020? Que tipo de trabalho está a desenvolver com as organizações de mulheres, muitas vezes ameaçadas, no terreno?
Apresentação: 29.11.2018
Transmissão: 3.12.2018
Prazo: 10.12.2018»


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

FILME| «Raiva»




Sinopse:
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX. Raiva é um conto negro sobre o abuso e a revolta. Saiba mais.







«SAFE AT HOME, SAFE AT WORK /Trade union strategies to prevent, manage and eliminate work-place harassment and violence against women»






sexta-feira, 30 de novembro de 2018

LUÍS OSÓRIO | «mãe, promete-me que lês»







SINOPSE
Luis Osório abre sem reservas o seu álbum de família. Numa relação convulsa e intimista, folha a folha, conta-nos pormenores de vivências extremas que nos emocionam devastadoramente e nos confrontam com a terrível complexidade das relações familiares. 
Ousadas, pungentes, ternas, estas são as recordações de um homem que confessa ter medo, muito medo de voltar a perder alguém, medo de morrer porque gosta muito de viver
.+.





«ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DAS COMUNIDADES CIGANAS»



Leia no Diário da República

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

«BRIDGING THE DIGITAL GENDER DIVIDE / INCLUDE, UPSKILL, INNOVATE»






«Gender equality is not only a fundamental human right. It is also a keystone of a prosperous, modern economy that provides sustainable inclusive growth. Recognising that gender equality is essential for ensuring that men and women can contribute fully for the betterment of societies and economies at large, G20 Leaders first committed to “women’s full economic and social participation” in Los Cabos in 2012. They then set the ambitious goal to reduce the gender gap in labour market participation by 25% by 2025 (the 25x25 target) at the 2014 Brisbane Summit, and committed to implementing a set of policies to improve the quality of women’s employment and the provision of support services. Since then, as documented by the OECD, most G20 countries have made progress, but much remains to be done. In 2016, the gap in labour market participation rates between men and women aged 15-64 was around 26% for G20 economies. Today the digital transformation provides new avenues for the economic empowerment of women and can contribute to greater gender equality. The Internet, digital platforms, mobile phones and digital financial services offer “leapfrog” opportunities for all and can help bridge the divide by giving women the possibility to earn additional income, increase their employment opportunities, and access knowledge and general information. We need to seize this opportunity to foster greater gender equality in the labour market, boost economic growth and build a more inclusive, digital world. (...). Continue a ler. na pg. 5.




CONVERSAS | «Espaços para arquitetas» |12 DEZ 2018|18:30H | LISBOA






quarta-feira, 28 de novembro de 2018

«O HOMEM PROMOTOR DA IGUALDADE»



Leia aqui
«(...)

Procurando dar a conhecer os diferentes prismas da igualdade de género abordados no encontro, o SAPO24 publicou vários artigos e entrevistas, ao longo de nove semanas. Fique a conhecer alguns dos temas discutidos:
(...)»

DOS OUTROS | CANADÁ | «Women’s Leadership Matters /The Impact Of Women’s Leadership In The Canadian Federal Public Service»



terça-feira, 27 de novembro de 2018

A importância do pacto global para a migração





Presidente da Assembleia Geral da ONU reafirma importância de pacto global para migração


Em resposta a relatos recentes de que alguns países estão se afastado do pacto das Nações Unidas sobre migração global, marcado para ser adotado em dezembro, a presidente da Assembleia Geral da ONU, María Espinosa, defendeu na quarta-feira (21) o acordo como uma ferramenta que irá permitir que todos os migrantes, de todos os lugares, tenham seus direitos protegidos.
O acordo, que deve ser adotado em conferência em Marrakesh, no Marrocos, estabelece objetivos claros para migração segura, ordenada e regular; responde às preocupações de governos signatários e reforça soberania nacional; e reconhece as vulnerabilidades enfrentadas por migrantes. Leia mais.

«When we sing, we feel free»



Veja aqui

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

DJAIMILIA PEREIRA DE ALMEIDA | «Luanda, Lisboa, Paraíso»





SINOPSE
Chegados a Lisboa, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar?
«Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem.»
Luanda, Lisboa, Paraíso, o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas obscuras, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado. +.




«As Mulheres Ciganas Existem. E resistem»





Reportagem "As Mulheres Ciganas Existem. E resistem" do SAPO 24 recebe menção honrosa da Associação Corações com Coroa
Veja aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

CAMPANHA | #VamosGanharALutaContraAViolência


«A propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala no próximo dia 25 de novembro, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, promove a campanha #VamosGanharALutaContraAViolência em conjunto com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), a Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), o Movimento Democrático de Mulheres (MDM), a Associação Plano I, a Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PPDM), a União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
Todos os dias, em Portugal e no mundo, raparigas e mulheres são vítimas de algum tipo de violência. A violência contra as mulheres é simultaneamente uma causa e uma consequência das desigualdades de género. Segundo dados da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (2014), 33% das mulheres na UE começam a passar por situações de violência de ordem física e/ou sexual a partir dos 15 de idade. Em Portugal, esta percentagem situa-se nos 24%. Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (2017), cerca de 80% das vítimas de violência doméstica, no nosso país, são mulheres.
Destaca-se ainda que a violência contra as mulheres tem uma dimensão maior do que aquela que a estatística nos mostra. De acordo com o Instituto Europeu de Género, 47% das mulheres que experienciaram violência não relataram o ocorrido a ninguém e isto acontece porque, frequentemente, as sociedades ainda toleram a violência contra as mulheres ao colocarem a culpa na vítima e falhando na punição do agressor.
Violência doméstica, tráfico de seres humanos, violação e outras agressões sexuais, casamento forçado, mutilação genital feminina ou assédio sexual são alguns dos crimes praticados contra as mulheres.
A violência doméstica é crime público. Denunciar é uma responsabilidade coletiva». Saiba mais.
Ligue 800 202 148.