terça-feira, 2 de outubro de 2018

JOSÉ FILIPE PINTO | «Terrorismo Religioso / A Realidade no Feminino» | APRESENTAÇÃO | 4 OUT 2018 | 17:00 H | SOCIEDADE DE GEOGRAFIA DE LISBOA

Aceda a parte da obra

«Uma temática que nos toca a todos numa conjuntura em que o mundo vive sob a ameaça do terrorismo global que invoca motivações religiosas. A mulher como personagem central. Uma realidade tridimensional: a terrorista, a vítima do terrorismo e a agente contraterrorista.
O que é o terrorismo religioso global? O que leva a mulher a tornar-se terrorista? Quais os papéis que a mulher desempenha no terrorismo? Poderá a mulher ser uma mais-valia para controlar o fenómeno terrorista? Estas são algumas das questões que este livro aborda e a que procura responder.
Uma leitura necessária. Para perceber o fenómeno. Evitar alarmismos e ultrapassar preconceitos».





«Towards a victim-centered police response / Training Manual»

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

MEG WOLITZER | «A Persuasão Feminina»






SINOPSE
Jovem, brilhante e ambiciosa, Greer Kadetsky acaba de ser aceite na prestigiada universidade de Yale com uma bolsa de estudo. Para entrar, basta preencher um formulário. Algo que os pais, na sua descontracção de hippies da velha guarda, não fazem.
É assim que ela se vê relegada para uma universidade de segunda linha enquanto o namorado, Cory, filho de imigrantes portugueses, concretiza o sonho de ambos e segue para Yale.
Enquanto se debate com a inesperada falta de rumo, Greer conhece a carismática Faith Frank, figura icónica do feminismo americano. Ao assistir a uma palestra de Faith, a chama que Greer temia extinta ilumina-se.
Anos depois, já terminada a faculdade, Cory dedica-se à alta finança enquanto Greer luta pelos seus ideais com fervor. São percursos distintos que os obrigam a confrontarem-se com a complexidade da vida adulta.
Aos poucos, ambos se afastam do futuro que sempre imaginaram para si próprios. E um dia, vão perceber como estão longe daquilo que sonharam ser. 
Saiba mais.







«Tackling Violence against Women and Girls in the EU: Educating, Empowering, Protecting and Prosecuting»






«Violence against Women and Girls (VAWG) is a global epidemic of alarming proportions. It is estimated that at least one in three women around the world will experience physical or sexual violence during their life (World Health Organisation). According to the European Union Agency for Fundamental Rights (FRA), 55% of women in the EU have experienced sexual harassment and one in three since as young as the age of 15 (FRA, 2014). 85.8% of victims of sexual violence in the EU are female (Eurostat & the United Nations Office on Drugs and Crime, 2017).


Entered into force in 2014, the Istanbul Convention constitutes the most comprehensive binding international treaty combating Violence against Women (VAW). While all EU Member States have signed it, to date there remain nine member states that still have not ratified the Istanbul Convention. In the aftermath of the #MeToo movement, 2017 has been a year of focused actions dedicated to ending VAW. Throughout the year the Commission made concerted efforts to engage with various stakeholders to raise the profile of the issue. Such initiatives include the launch of the “NON.NO.NEIN” social media campaign aiming to share information and support, engage and connect all stakeholders in combating VAW. Moreover, in December 2017 the European Commission, the Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), the Council of Europe and UN Women issued a joint communiqué confirming their commitment to work together towards establishing a global alliance to eradicate Violence against Women and Girls by the end of 2018.

Despite the commitment from various agencies to increase their efforts to eliminate VAWG, more needs to be done. In recent years the proliferation of information on the cyber domain and the widespread use of social media have added a whole new dimension to violence against women and girls, resulting in Cyber VAWG. It is estimated that one in ten women have already experienced a form of cyber violence since the age of 15 (European Institute for Gender Equality, 2017). Even though the European Commission has undertaken actions to address the current lack of data quantifying the prevalence of cyber violence, legal frameworks are not yet clearly defined. Developing strategies to address the issue must continue to be a policy priority.

This International Symposium will provide a timely opportunity to discuss how to best strengthen efforts, monitor and evaluate the progress made and promote examples of good practice for preventing and combating violence against women and girls. It will also facilitate the exchange of ideas and encourage delegates to engage in thought-provoking and topical debate with local and regional practitioners and policy makers at EU level».


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Helena Almeida






Helena Almeida morreu. Sobre a artista, por exemplo, o que se pode ler no Público:


«Morreu Helena Almeida, uma grande artista europeia

Helena Almeida era uma das mais internacionais artistas portuguesas, com um reconhecimento tardio que foi ganhando intensidade. Tinha 84 anos e morreu esta terça-feira à noite em sua casa, inesperadamente. As suas famosas fotografias a preto e branco, em que se faz representar ao longo dos últimos 50 anos, são uma reflexão sobre um corpo que passou a ser de todos nós. 
  Veja aqui.

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E DAS REAÇÕES À MORTE DA ARTISTA:

«Delfim Sardo, que foi curador de uma exposição dedicada à artista em 2013, em Lisboa, sublinhou a importância que Helena Almeida deu à representação do corpo, sempre do corpo dela, "com uma poética pessoa fortíssima" e acompanhando a tendência artística desde a década de 1960. "É sempre um trabalho desafiador e que problematiza não só as questões do feminino, como as questões da identidade, da imagem fotográfica, da relação da pintura com a fotografia. Tem todas as características para ser um trabalho pioneiro no contexto da arte europeia", disse o ensaísta». Veja mais reações.



«Governo lança financiamento de sete milhões de euros para igualdade de género»


Saiba mais

Um excerto da notícia no Portal do Governo:

«(…)
Rosa Monteiro afirmou que, com este financiamento, será agora possível «avançar com medidas urgentes em áreas como a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica, o reforço do sistema estatístico nacional em matéria de igualdade, sendo ainda uma peça chave em matéria de conciliação da vida profissional, pessoal e familiar».
Projetos a financiar
O programa começa com a abertura cinco concursos para candidaturas de projetos e um regime de apoio a projetos de menor dimensão, no âmbito de três eixos pré-definidos:
O primeiro, promovido pela Comissão para Igualdade no Trabalho e no Emprego, visa desenvolver uma plataforma de monitorização de políticas públicas de igualdade no mercado de trabalho e trocar boas práticas com a Islândia, em matéria de igualdade salarial.
O segundo tem como objetivo a integração da perspetiva da igualdade e combater a segregação sexual no ensino superior; será promovido pela Direção-Geral do Ensino Superior.
Finalmente, o terceiro, será da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística e está relacionado com a melhoria dos dados estatísticos acerca de igualdade entre homens e mulheres. (…)». Na integra aqui.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

«Women Photographers of the African Diaspora»



«Founders Laylah Amatullah Barrayn and Adama Delphine Fawundu discuss their project MFON: Women Photographers of the African Diaspora
MFON: Women Photographers of the African Diaspora is a publication and platform committed to establishing and representing a collective voice of women photographers of African descent. The inaugural issue featured over 100 women photographers from across the Diaspora. (...)». Continue a ler.

CONFERÊNCIA |« Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania – Diferentes Olhares, Outras Perspetivas»



Tirado do site da CIG



«Esta conferência pretende explorar novas perspetivas nos estudos que se centram nas mulheres e na sua inserção no mundo do trabalho, bem como na sua participação cívica e política, a partir dos olhares diversos protagonizados pelas várias ciências sociais e humanas. 
Uma parte da conferência será dedicada ao tema mulheres e mundos do trabalho e outra parte será dedicada ao tema mulheres e cidadania. 
Para mais informações clique aqui».

terça-feira, 25 de setembro de 2018

MULHERES EM DESTAQUE | Inês Lobo | Fernanda Fragateiro | VENCEM PRÉMIOS AICA 2017



Tiradas daqui

Arquiteta Inês Lobo e artista Fernanda Fragateiro vencem Prémios AICA 2017


«(...)No caso de Inês Lobo (na fotografia), o júri referiu que, com este prémio, procurou “destacar o percurso profissional ímpar da premiada, inseparável da respetiva capacidade em montar estratégias que vão da pequena à grande escala, da investigação ao desenho do edifício e da cidade, da qualidade da construção à dimensão social da arquitetura, da transversalidade colaborativa à ação curatorial, situação muito invulgar no panorama da arquitetura contemporânea portuguesa”.  (...)
No caso de Fernanda Fragateiro, o prémio decorre de duas exposições realizadas em 2017: “A reserva das coisas no seu estado latente”, na Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, e “Dos arquivos, à matéria, à construção”, no Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa. “Estes momentos de visibilidade permitiram verificar a enorme coerência do percurso artístico de Fernanda Fragateiro, desde sempre empenhado num questionamento das possibilidades da escultura contemporânea, e na sua articulação com a tradição modernista no tratamento dos materiais e em procedimentos como a serialidade e a modularidade”, considerou o júri. (...)». Leia na integra.

ESTUDO | «Cyber violence and hate speech online against women»

Disponível aqui.


«This study, commissioned by the European Parliament’s Policy Department for Citizens’ Rights and Constitutional Affairs at the request of the FEMM Committee, looks into the phenomenon of cyber violence and hate speech online against women in the European Union. After reviewing existing definitions of the different forms of cyber violence, the study assesses the root causes and impact of online violence on women. It continues by analysing and mapping the prevalence, victims and perpetrators. The document ends with an outline of the existing legal framework and recommendations for action within the EU remit».

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

FESTIVAL | «Olhares do Mediterrâneo /Cinema no Feminino» | 27 A 30 SETEMBRO 2018 | CINEMA SÃO JORGE | LISBOA



Celebrando a Diversidade
Chegamos à 5ª Edição. Pela quinta vez, vivemos o desafio de organizar um festival de cinema que reúne filmes de diferentes países do Mediterrâneo. Mostrar a diversidade social e cultural do Mediterrâneo através do cinema continua a ser um desafio estimulante e que a cada ano acrescenta novos olhares e novas perspectivas.
A nossa opção de nos centrarmos no cinema realizado pelas mulheres destes países traz um olhar particular e pouco divulgado sobre a diversidade deste contexto. O programa deste ano mantém como principal objectivo mostrar obras que dificilmente encontrariam em Portugal um circuito de exibição, e assim divulgá-los junto do público português.
Ao longo destes cinco anos, a equipa foi crescendo, transformou-se e consolidou-se. A entrada de novas pessoas é também um contributo valioso para a pluralidade de olhares. Mantendo o espírito e a dinâmica de uma iniciativa que começou como um projecto de amigos, o festival Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino continua a crescer e é hoje parte incontornável do roteiro dos festivais de cinema de Lisboa.
A programação que preparámos para 2018 traz-nos um conjunto de filmes e actividades que revelam uma pluralidade de formas de viver e os diferentes olhares sobre o mundo que nos rodeia fazendo assim um Festival que apela à criatividade e à consciencialização da igualdade na diversidade.
Antónia Pedroso de Lima e Sara David Lopes
Direcção do Festival


DA POLÉMICA EM SERRALVES | «Estas fotografias seriam tão polémicas se dirigissem o nosso olhar sobretudo para o corpo feminino?»



No artigo do Público

Sobre a Exposição, do que se pode ler no site de Serralves: «Mapplethorpe tratou todos os seus temas com igual atenção e precisão, desde órgãos sexuais ou arranjos de flores até aos retratos de amigos, amantes, celebridades e colaboradores, transformando a fotografia numa performance controlada entre o artista e o seu sujeito. Controverso e classicista, o interesse pioneiro de Mapplethorpe por sexo, género e raça reflete-se em imagens de corpos, prazer e desejo homossexuais e não heteronormativo e em fotografias suspensas na tensão — como acontece na totalidade da obra do artista — entre a intensidade emotiva e política dos seus conteúdos e a clareza da sua composição». 


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E  também  publicitado no site de Serralves: «AVISO: Algumas obras da exposição contêm imagens de natureza explicitamente sexual. A admissão de menores de 18 anos está condicionada à companhia de um adulto».