«Desde 1971, quando começou a fotografar, a obra de Letizia Battaglia permanece estritamente ligada à cidade de Palermo. Como editora de fotografia do cotidiano L’Ora, a partir de 1974, documentou os conflitos que abalaram a cidade, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, na época mais violenta da “guerra da Máfia”. São imagens extremamente intensas, amiúde brutais, sem dúvida entre as suas fotografias mais conhecidas. Mas Battaglia documentou também a vida dos bairros pobres de Palermo, os movimentos políticos, o despertar de novos comportamentos sociais, produzindo imagens que se tornaram icônicas. Sempre encarou a fotografia como instrumento de intervenção e de denúncia social; a isso se une uma extraordinária força expressiva e um apuro formal, que marcam suas fotos com uma assinatura inconfundível e a tornaram um dos nomes mais importantes da fotografia europeia de sua geração.(...)». Continue a ler.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2019
A FOTOGRAFA ITALIANA LETIZIA BATTAGLIA | « Mas Battaglia documentou também a vida dos bairros pobres de Palermo, os movimentos políticos, o despertar de novos comportamentos sociais, produzindo imagens que se tornaram icônicas. Sempre encarou a fotografia como instrumento de intervenção e de denúncia social; a isso se une uma extraordinária força expressiva e um apuro formal, que marcam suas fotos com uma assinatura inconfundível e a tornaram um dos nomes mais importantes da fotografia europeia de sua geração»
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
FILME | «Fotografia»
«(...)
Uma fotografia é agora o objeto catalisador de uma nova fantasia amorosa, com ligações terrenas a questões de castas, divergências religiosas e discriminação na sociedade indiana onde os tons de pele são indicadores de um estatuto social trabalhado desde os primórdios do indivíduo». Veja aqui.
terça-feira, 30 de abril de 2019
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
«Women Photographers of the African Diaspora»
«Founders Laylah Amatullah Barrayn and Adama Delphine Fawundu discuss their project MFON: Women Photographers of the African Diaspora
MFON: Women Photographers of the African Diaspora is a publication and platform committed to establishing and representing a collective voice of women photographers of African descent. The inaugural issue featured over 100 women photographers from across the Diaspora. (...)». Continue a ler.
terça-feira, 11 de setembro de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA | «Frida Kahlo – As Suas Fotografias» | 6 JUL A 4 NOV 2018 | PORTO
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| Veja mais fotografias aqui. |
«Em 2003 o arquivo adormecido foi aberto, sob a supervisão de Hilda Trujillo Soto, diretora do Museu Frida Kahlo. Uma parte das fotografias desse arquivo foi transformada nesta exposição de 241 fotografias inéditas, com a curadoria de Pablo Ortiz Monasterio. Representam diversas fases e pessoas da vida da artista e que foram objetos da sua afeição pessoal. Os autores das fotografias são Man Ray, Martin Munkácsi, Edward Weston, Brassaï, Tina Modotti, Pierre Verger e Manuel Álvarez Bravo. A exposição dividida em seis secções – Origens; Casa Azul; Política, Revoluções e Diego; Corpo Acidentado; Amores; e Fotografia». Continue a ler.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
MÁRIO CRUZ|«Talibes-Modern Day Slaves»|É SOBRE CRIANÇAS ESCRAVAS
A propósito do livro lançado recentemente:
«O fotógrafo português esteve no Senegal a fotografar as daaras onde vivem crianças escravas. Após ganhar um prémio do World Press Photo, Mário Cruz apresenta hoje o livro "Talibes - Modern Day Slaves"
«O fotógrafo português esteve no Senegal a fotografar as daaras onde vivem crianças escravas. Após ganhar um prémio do World Press Photo, Mário Cruz apresenta hoje o livro "Talibes - Modern Day Slaves"
Um homem de braço
erguido açoitando uma criança. Um amontoado de crianças dormindo no chão. Um pé
acorrentado. Crianças mendigando nas ruas. Pobreza. Uma criança com cicatrizes
no rosto por ter sido açoitada. À medida que vai passando as páginas do livro, o
fotógrafo Mário Cruz vai contando as histórias daquelas imagens, captadas há
mais de um ano, no Senegal. "Quando vejo estas fotografias não vejo só as
fotografias. Sei qual é o cheiro que estava aqui, quem são estas pessoas."
As imagens mostram a vida difícil dos talibés - crianças que são entregues
pelas famílias a escolas tradicionais corânicas (daaras)
onde os professores (marabouts) são responsáveis pela sua
educação. (...). Continue a ler no DN.
Fernando Alves apresenta
«Talibes, Modern Day Slaves» de Mário Cruz
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