segunda-feira, 25 de junho de 2018

VIET THANH NGUYEN | «Refugiados»



«SINOPSE
«Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas.»

Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar.

Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família». +.

«As Sauditas já podem conduzir»



Leia aqui

quinta-feira, 21 de junho de 2018

LANÇAMENTO | 39.ª Edição da Revista Faces de Eva | 21 JUNHO 2018 | 18.00 H | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA





LANÇAMENTO
39.ª Edição da Revista Faces de Eva
21 JUNHO 2018 | 18:00 H
Biblioteca Nacional de Portugal
LISBOA




«A Biblioteca Nacional de Portugal, a Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher (NOVA FCSH) e as Edições Húmus apresentam a 39.ª edição da revista "Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher", homenageando a escritora e feminista Maria Isabel Barreno». Saiba Mais.



«JORNADAS ALÉM DO FÍSICO: BARREIRAS À PARTICIPAÇÃO CULTURAL»



quarta-feira, 20 de junho de 2018

«The Tale: o primeiro grande filme da era #MeToo»




«Caiu que nem uma bomba no Festival Sundance deste ano. O filme de Jennifer Fox sobre o abuso sexual de que foi vítima por parte de um treinador quando tinha 13 anos. Em plena época de exposição sexual dos predadores e da luta pela emancipação feminina em Hollywood, chega um filme realizado por uma mulher que descreve a sua violação. The Tale é cinema na primeira pessoa, farejado por um pudor que se recusa a ser bem comportado e nunca ilustrativo. Por tudo isto, é possivelmente o primeiro dos filmes-bandeira da era #MeToo. Um acontecimento televisivo que é também cinematográfico - depois de The Tale talvez seja de bom tom não torcermos o nariz quando falarmos de telefilmes. (...)».  Continue a ler.






«IV PLANO DE AÇÃO PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS»


Leia na integra.

terça-feira, 19 de junho de 2018

MOSTRA | Padre Manuel Antunes / Pedagogo da Democracia | 12 JUN 2018 - 31 AGO 2018 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA




«Há grandes personalidades pouco conhecidas, mas que sonharam um mundo melhor e inspiraram a sociedade livre e democrática em que hoje vivemos. O padre e professor Manuel Antunes  (1918-1985), foi uma dessas figuras extraordinárias que nasceu há cem anos, no fim da Primeira Guerra Mundial.
Formou-se na Companhia de Jesus, tornou-se padre jesuíta, foi professor de mais de 15 mil alunos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou jovens que se tornaram líderes, professores, poetas, atores, escritores. Ajudou muitos com sabedoria e «paciência revolucionária», aquando da perseguição política e da censura, de que também foi alvo.
Pensou e escreveu sobre os diferentes temas e problemas do mundo do passado, do presente e do futuro. Escreveu os seus textos, assinando-os com 126 pseudónimos, sobre Filosofia, Psicologia, História, Teologia, Literatura, Sociologia, Antropologia, Economia, Política, sobre civilizações antigas e modernas e sobre os diversos povos, países e continentes do mundo. Deixou um exemplo de homem bom e universal. É o percurso e a obra desta figura fascinante, o professor Manuel Antunes, sj, considerado um dos maiores sábios do século XX, que damos a conhecer nesta mostra». Saiba mais.


Aspectos da mostra/exposição sobre o Padre Manuel Antunes 
que pode ser vista na Biblioteca Nacional/Refeitó

LINHAS DE AJUDA E APOIO

A Brochura do INEM aqui.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (95) | ONU promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos





ONU promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos
·         Publicado em 14/06/2018 |       Atualizado em 14/06/2018

O Serviço de Informação das Nações Unidas (UNIS) em Genebra, na Suíça, e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) se uniram ao artista espanhol Cristóbal Gabarrón e à Fundação Gabarrón para lançar um concurso internacional de desenho com o objetivo de mobilizar crianças e pré-adolescentes a refletir sobre a importância dos direitos humanos.
A competição convida pessoas de 10 a 14 anos a produzir obras criativas sobre um dos três temas: um direito humano que queira defender fortemente; uma pessoa que admire por seus esforços na defesa e na promoção dos direitos humanos; como defender os direitos humanos de sua própria maneira. As inscrições vão até 31 de outubro. Continue a ler.





DOS OUTROS | ESPANHA | «Ir a algunos festivales de música en España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en cuando aparece alguna mujer»



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«Ir a algunos festivales de música en España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en cuando aparece alguna mujer. Así, entre actos, prácticamente invisibilizada por un chorro de voz masculino, por lo general. Tras la última edición del Primavera Sound hablamos sobre esta cuestión con algunas de sus responsables y con algunas voces relevantes del panorama musical nacional.En 2017solo un 15% de los artistas que actuaron en los principales festivales de música españoles eran o incluyeron mujeres. Es un dato de un estudio que lanzó Ticketea el pasado año, usó sus propios datos para hacer un análisis de la presencia femenina en 20 eventos musicales: solo 154 de los 1.006 artistas confirmados en esas citas eran mujeres».Leia na integra.



sexta-feira, 15 de junho de 2018

NO TEATRO CARLOS ALBERTO | «Lulu» | ATÉ 30 JUNHO 2018 | PORTO



«(...)“A ideia não foi fazer o percurso de uma personagem, contar a sua história, em sentido narrativo, mas mostrar Lulu como o reflexo de muitas mulheres”, explica Nuno M. Cardoso, que optou por entregar o papel (os papéis) de Lulu a duas actrizes – Catarina Gomes e Vera Kolodzig – e a uma bailarina, Sara Garcia. 
Numa conversa com a jornalista Mariana Duarte integrada no próprio processo de produção da peça, o encenador afirma: “Lulu não é um ser único nem especial. Não é uma heroína nem uma femme fatale. Nem um ser trágico. É o que está à nossa volta todos os dias.” É por isso que “este texto escrito há mais de cem anos tem uma terrível actualidade”, dirá depois ao PÚBLICO.  “O que é tenebroso é que isto não é o passado, isto continua a acontecer”, acrescenta, assumindo que a sua encenação quer também ser “um gesto que afirme a necessidade de as coisas mudarem”. (...)». Leia na integra, o trabalho de Luís Miguel Queirós, no Público:  «Lulu:o sexo não perdoa e o dinheiro ainda menos».





GULBENKIAN | «Música no Feminino»


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quinta-feira, 14 de junho de 2018

«Comunicação Inclusiva»

«O Secretariado-Geral do Conselho da União Europeia acaba de lançar um guia de Comunicação Inclusiva em língua portuguesa acessível na sua página oficial.
Contem orientações e sugestões práticas sobre como comunicar de forma a incluir todas as pessoas e evitar estereótipos.
Em culturas organizativas, e em sociedades, caracterizadas por ambientes multiculturais e multilingues é importante que o uso de linguagem e de conteúdos visuais reflicta a diversidade desse ambiente eliminando preconceitos inconsciente». Tirado daqui.



OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (94) | | «Os Meus Irmãos Refugiados»


«Os relatos do filho, da nora e de um sobrinho - voluntários em campos de refugiados na Grécia - levaram Thereza Ameal a escrever este livro. Falar aos mais novos sobre esta realidade, de forma simples e cheia de esperança, é também uma forma de colaborar na construção de uma cultura de acolhimento e de promoção da paz. Porque a guerra e o drama dos refugiados não nos são alheios, e todos podemos ajudar.
Introdução de António Guterres  e Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa». 




terça-feira, 12 de junho de 2018

FILME | «As guardiãs» | O LADO FEMININO NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL




«Na primeira Grande Guerra, enquanto os homens partem para a frente de batalha, as mulheres são as guardiãs das terras e da propriedade.
A história acompanha os anos da Primeira Guerra Mundial e centra-se no papel desempenhado pelas mulheres. Uma delas, Hortense, mãe de família, trabalhadora incansável, contrata Francine, uma jovem órfã, para ajudá-la enquanto a sua filha mostra-se relutante a obedecer. Uma relação de admiração e respeito mútuo floresce entre ambas, até que para preservar a unidade familiar, Hortense presta-se a sacrificá-la... e acaba por pagar caro por isso».
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Leia uma entrevista com a protagonista, disponível na plataforma Sapo:

Iris Bry: atriz revelação de "As Guardiãs" fala do lado feminino da Primeira Guerra Mundial: neste endereço









HOJE | «Casamentos de Santo António 2018»





Veja aqui


A «História» contada pelo Diário de Notícias:

«Mais de 700 noivos já deram o nó nos Casamentos de Santo António

Os Casamentos de Santo António celebram este ano a sua 22.ª edição desde que voltaram a ser realizados, depois de um interregno após o 25 de Abril de 1974, evento no qual já deram o nó 704 pessoas.
Há 60 anos, o evento arrancava sob o nome de “Noivas de Santo António”, tendo decorrido até 1974, mas depois da revolução esteve 23 anos sem se realizar.
Em 1997, a cerimónia voltou a acontecer, batizada como “Casamentos de Santo António”, depois de a iniciativa ter sido recuperada pela Câmara de Lisboa, durante o mandato do socialista João Soares.
Este foi um ano excecional, dado que a cerimónia religiosa aconteceu na igreja de Santo António e não na Sé de Lisboa, como seria daí em diante.
Desde essa data, foram já 352 os casais que deram o nó na cerimónia religiosa que decorre na Sé de Lisboa, bem como nos Paços do Concelho, onde acontece a cerimónia civil.
Ao todo, 704 noivos e noivas escolheram o 12 de junho para casar, segundo disse à agência Lusa a coordenadora geral dos casamentos, Maria do Carmo Rosa, acrescentando que “a média de idades anda nos 29, 30 anos”. Leia na integra
E reparámos nas mudanças havidas, nomeadamente:  «Noivas de Santo António» para «Casamentos de Santo António».


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Entretanto, sobre Santo António:



Leia aqui


quinta-feira, 7 de junho de 2018

MARIA JUDITE DE CARVALHO /Obras Completas





«A presente coleção reúne a obra completa de Maria Judite de Carvalho, considerada uma das escritoras mais marcantes da literatura portuguesa do século XX. 
Herdeira do existencialismo e do nouveau roman, a sua voz permanece intemporal, tratando com mestria e um sentido de humor único temas fundamentais, como a solidão da vida na cidade e a angústia e o desespero espelhados no seu quotidiano anónimo. 
Observadora exímia, as suas personagens revelam o ritmo fervilhante de uma vida avassalada por multidões, mas sempre reclusas em si mesmas, separadas por um monólogo da alma infinito.
Este primeiro volume inclui as duas primeiras coletâneas de contos de Maria Judite de Carvalho: Tanta Gente, Mariana (1959) e As Palavras Poupadas (1961), Prémio Camilo Castelo Branco». Saiba mais.
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A propósito, no Público:

Neste Endereço

AINDA É NOTÍCIA | O número de mulheres no Governo de Espanha de Pedro Sánchez | MAIS DE 60%





A notícia, por exemplo, no Observador:

«Espanha. O Governo mais feminino de sempre está completo

Os nomes dos novos ministros espanhóis foram conhecidos oficialmente esta quarta-feira, 6 de junho. Mais de 60% são mulheres. Conheça os novos governantes». Leia na integra.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

«Lisboa, cidade triste e alegre»





LISBOA, CIDADE TRISTE E
 ALEGRE: ARQUITETURA DE UM LIVRO
12 ABR 2018 A 16 SET 2018
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA
PALÁCIO PIMENTA
LISBOA


«(...)
Livro de culto sobre Lisboa, considerou-se fundamental dedicar-lhe uma exposição na cidade que o inspirou e à qual os autores consagraram esta obra, que assim descreveram na apresentação:
 (...) o retrato da Lisboa humana e viva através dos seus habitantes – de dia, de noite, nos seus bairros, na Baixa, no Tejo – revelação ora alegre ora triste, mas sempre terna e sentida, da vida de uma cidade. Talvez por isso fosse mais adequado chamar-lhe «poema gráfico» - até porque o arranjo das imagens e a própria composição do livro têm, no seu grafismo, o fluir, a alternância de ritmos, as ressonâncias de uma obra poética.
 Dada a diversidade de características da obra - que ultrapassam largamente o domínio da fotografia – o Museu de Lisboa convidou, para prestar testemunho, um conjunto de personalidades provenientes de áreas distintas. 
Assim, participam no catálogo e no ciclo de conversas: Alexandre Pomar, André Príncipe, Mário Moura, Michel Toussaint, Luís Camanho, Paulo Catrica, Pedro Mexia e Teresa Siza. Este projeto é de uma exposição e também de uma edição.(...)». Leia na integra.






Sobre o Livro/Exposição, por exemplo, no Observador:

“Lisboa, cidade triste e alegre”: o retrato em movimento que de livro passou a exposição 

Veja aqui.




«The Housewives of White Supremacy»





terça-feira, 5 de junho de 2018

Mamoudou Gassama





O destaque da imagem pode ler-se no Expresso de 2 Maio de 2018, e  no espaço «Do Céu ao Inferno/ A Semana em Revista por Valdemar Cruz», é acompanhado do seguinte comentário: «(...) Um imigrante precisa de feito extraordinário para ser respeitado enquanto ser humano e ganhar o estatuto de cidadão?».









«What business can do to close the financial inclusion gender gap»


Leia aqui

segunda-feira, 4 de junho de 2018

«A MULHER E A SOCIEDADE»



«Primeiro de um conjunto de quatro volumes respeitantes aos Terceiros Cursos Internacionais de Verão de Cascais (1996), uma iniciativa criada em 1994 pela Câmara Municipal e com o apoio científico da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
O primeiro tema, “A mulher e a sociedade”, foi apresentado por estudiosos de renome que pretenderam retratar a vivência do feminino na Pré-História e na Antiguidade, a mulher na literatura e na cultura, sem esquecer os desafios que enfrentavam no final do século XX, como as questões do exercício do poder e as desigualdades de género». Saiba mais


Adicionar legenda



«Queer and Now celebrates the powerful role of LGBTQ+ arts and culture in today's society»





«Returning for its second year, Queer and Now celebrates the powerful role of LGBTQ+ arts and culture in today's society

In 2017, Tate Britain’s exhibition, Queer British Art (1861-1967) looked through a queer lens at a century of art prior to the partial decriminalisation of homosexuality in England and Wales.
But the history of art doesn’t only teach us about the past. It can also make us think about the kind of future we want to paint. For Queer and Now 2018, the UK’s LGBTQ+ communities both shape and preserve a space in amongst Tate Britain’s collection.
Curated by E-J Scott with Tate’s Learning teams and in partnership with Pride in London, UK Black Pride, Regard and Trans Pride Brighton, and with a dynamic cast of artists, cultural producers, commentators, activists, supporters and Tate’s own LGBTQ+ staff network, Queer and Now 2018 places queer culture at the heart of the gallery.
People of all ages and identities are invited to a day of live performances, talks, family tours, workshops, music, film and dance from artists rooted in the UK’s queer community». Saiba mais


Veja aqui




sexta-feira, 1 de junho de 2018

ELIANA GERSÃO | «A Criança, a Família e o Direito»



Sinopse

Este livro procura dar a conhecer, numa linguagem facilmente compreensível por não juristas, a evolução nas últimas décadas da situação das «crianças» – ou seja, das pessoas com menos de 18 anos – à face do Direito da Família e de outras leis que visam a sua protecção. É analisado o exercício das responsabilidades parentais, nos casos de vida em comum dos pais e de separação. Particular atenção é dada às crianças sem pais capazes de exercerem as suas responsabilidades, apreciando-se para esse efeito os institutos jurídicos capazes de as apoiar e procurando caminhos para os adequar melhor à realidade actual. Num breve olhar prospectivo, salienta-se a necessidade de os adultos serem capazes de corresponder às exigências resultantes da transformação das relações familiares. Saiba mais.

Ah, e temos a Feira do Livro em Lisboa. onde também não se esquece este dia.


NO DIA DAS CRIANÇAS | Visite o site do Instituto de Apoio à Criança