sexta-feira, 16 de março de 2018

Emília Lima


O colega Paulo Carretas perguntou-nos se sabíamos da  morte de Emília Lima que tinha acontecido há já uns dias. E foi assim que tomámos conhecimento da triste notícia. Nada encontrámos na comunicação social, mas procurámos nas redes sociais e lá estava: nas contas do facebook do Teatro Nacional D. Maria II e da Dramax. Para muita gente da que vai ao Teatro, Emília Lima é/era  conhecida - não passava «incógnita» pelo que se via em palco -, sinónimo de coisa bem feita. Para quem a desconhece, peguemos nas palavras de Celso Cleto que com ela trabalhou no TNDMII e depois na Dramax: 
«Foi com grande dor que a Dramax perdeu uma das suas maiores amigas. A Senhora Mestra Emília Lima. Uma das mestras mais importantes que o Teatro Português teve.
Foi a mestra de figurinos de centenas de peças de Teatro.
Fez da sua profissão a sua vida. Foi mestra de vários de Teatros de Revista, foi mestra das mais respeitáveis companhias de Teatro Independentes e Comercias. 
Foi a responsável máxima durante mais de 30 anos do Teatro Nacional de todo o seu guarda roupa. Fez connosco vários espectáculos, entre eles este, que está na foto, UMA CASA PERTO DA PRAIA. Mila, Estamos tristes, estamos todos muito tristes... Resta-nos na nossa a vida a tua saudade, a tua amizade, o teu apoio em momentos difíceis.... e o teu grande profissionalismo como exemplo. Até Sempre. Celso Cleto». 
 Das «respeitáveis companhias», faça-se uma incursão no site da Cornucópia e vejam-se as peças para as quais  Emília Lima trabalhou! Uma das muitas:




E desta forma a nossa homenagem a Emília Lima que tivemos o privilégio de conhecer, como espectadora e em situação de trabalho. Uma das melhoras na sua profissão que merece não ser esquecida.

quinta-feira, 15 de março de 2018

CINE-DEBATE | «Ser mulher e tornar-se negra» | 2018 MARÇO 17 |14:00H -16:00H | MOB | LISBOA




«Participam nesta sessão, promovida e moderada pela FEMAFRO - inserida na programação do 1º FESTIVAL FEMINISTA DE LISBOA - Joacine Katar Moreira (Investigadora ISCTE-IUL, activista feminista e anti-racista) que irá comentar as curtas ao lado da realizadora Maíra Zenun (pesquisadora do FICINE e autora d’ " A Cidade e o Amor" , que será exibida). Também é exibida e debatida na sessão a curta "Kbela" da realizadora Yasmin Thaina – filme que faz parte da Mostra Por um Cinema Negro no Feminino, proposto pelo FICINE e com curadoria da Janaína Oliveira. 

Trata-se assim de uma mostra de dois filmes, seguido de uma mesa redonda sobre feminismo negro com a presença de várias mulheres negras/africanas que falarão ao público sobre as suas experiências na área da educação, saúde, igualdade de género, artes, etc. Vamos debater a representatividade, ou a falta dela, das mulheres africanas e afrodescendentes na sociedade portuguesa». Saiba mais.


CONFERÊNCIA INTERNACIONAL |« We Should Speak Out: LGBTI and Family Rights»|2018 MARÇO 16 | 9:30H - 18:00H | ISEG | LISBOA






«Dois anos depois da entrada em vigor em Portugal do alargamento da adoção e co-adoção a casais de pessoas do mesmo sexo, da PMA acessível para todas as mulheres e em jeito de celebração antecipada do Dia dos Pais, a ILGA Portugal e a Amplos organizam uma conferência internacional sobre questões de parentalidade de Famílias Arco-Íris e de Pais e Mães de pessoas LGBTI.

Esta conferência reúne pela primeira vez a NELFA - Rede Europeia de Associações de Famílias Arco-Íris -, da qual a ILGA Portugal faz parte, e aENP - Rede Europeia de Pais e Mães de pessoas LGBTI+, da qual a AMPLOS faz parte, e é organizada com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, do ISEG - Lisbon School of Economics & Management e da Câmara Municipal de Lisboa.
Vamos refletir sobre os progressos alcançados em Portugal e na Europa mas queremos também falar sobre o muito trabalho que ainda há por fazer para que os Direitos Humanos das pessoas LGBTI e das suas famílias sejam uma realidade em Portugal e na Europa». Saiba mais.




quarta-feira, 14 de março de 2018

ESTUDO | «The underlying causes of the digital gender gap and possible solutions for enhanced digital inclusion of women and girls»



A TECNOLOGIA TEM DE SABER ATRAIR AS MULHERES E AS ORGANIZAÇÕES TÊM DE LHE RECONHECER O VALOR | e «não te esqueças de T.I.»


Leia aqui

«(...)
Não falo por experiência própria. Nunca me senti prejudicada ou beneficiada por ser mulher. Nunca senti dificuldades no trabalho direto com as equipas e nunca senti a minha posição diminuída em função do género. Na Microsoft Portugal 50% dos elementos da direção executiva são mulheres, as mulheres representam 31% dos nossos people managers. Na região da Western Europe, na qual Portugal está inserido, em 12 mercados, 7 são liderados por mulheres.
Antes de mais, neste Dia Internacional da Mulher, importa lembrar que quanto mais diversas e inclusivas forem as equipas, melhores resultados terão. Serão mais criativas, mais competentes, mais equilibradas quanto mais equitativas forem. Privilegiar um género em detrimento de outro reduz o potencial em qualquer organização.
Mas há que reforçar também que, sendo importante que as organizações encontrem nas mulheres os perfis que necessitam, para isso também é preciso primeiro que elas tenham as competências que o novo paradigma está a exigir. É preciso encorajá-las, e dar-lhes acesso à informação sobre esta profissão – que é verdadeiramente apaixonante.
Qualquer pessoa que queira ter impacto no mundo é através da Tecnologia que o conseguirá! Hoje, o conselho que deixaria a todas as raparigas que estão a ler este artigo é apenas este: não te esqueças de T.I. (conforme slogan de uma campanha da Secretaria de estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior e da APDC no Congresso em Setembro de 2017). Leia na integra.



terça-feira, 13 de março de 2018

ENTREVISTA | Maria Teresa Horta


Na integra a entrevista feita por Andreia Friaças aqui, na plataforma Sapo.

«Acorda com os poemas mas não adormece se lhes sentir a presença. Em pequena, o sono também não era sereno, mas a inquietação era outra. Levantava-se para ver se a mãe estava por perto. “Teresinha, fecha a luz”. Era sinal que sim. Não só de alívio se faz esta frase, que amargamente significava ter de ir ler para debaixo da cama, com o auxílio da lanterna que pediu no aniversário. É aí que lê as primeiras frases do livro Le Deuxième Sexe [Segundo Sexo] da Simone de Beauvoir, sem saber que, 10 anos mais tarde, a escritora iria percorrer França em sua defesa. Nos cartazes erguidos aclamava-se as Novas Cartas Portuguesas, o livro que, em plena ditadura, desafiava o papel social e sexual das mulheres. A aventura, partilhada com Maria Velho da Costa e Maria Isabel Barreno, valeu-lhes lugares na primeira fila do Tribunal da Boa Hora. “São as Marias que vão presas”, já dizia o polícia. Agora é um dos livros portugueses mais traduzidos no estrangeiro». Continue a ler...



FUNDO PARA A COOPERAÇÃO REGIONAL EEA/NORWAY GRANTS | candidaturas até 1 julho 2018



Veja aqui



«(…) aberta a primeira convocatória do Fundo para a Cooperação Regional EEA/Norway Grants destinado ao financiamento de propostas que abordem desafios transfronteiriços e promovam a cooperação transnacional através da partilha de conhecimento e de boas práticas e capacitação entre os setores prioritários do programa:
  •          Investigação, inovação, educação e competitividade;
  •          Inclusão social, Emprego Jovem e redução da pobreza;
  •          Ambiente, energia, alterações climáticas e economia de baixo carbono;
  •          Cultura, sociedade civil, governação e direitos fundamentais e liberdade;
  •          Justiça e Assuntos Internos

Os países beneficiários da convocatória são Bulgária, Croácia, Chipre, República Checa, Estónia, Grécia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia e Eslovénia. São igualmente elegíveis entidades da Albânia, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Antiga República Jugoslava da Macedónia, Moldávia, Montenegro, Rússia, Sérvia, Turquia ou Ucrânia.
Os projetos devem incluir entidades de pelo menos três países, dos quais dois países elegíveis do programa. Os consórcios podem ser compostos nas modalidades que se seguem:
  •   Entidades proponentes: qualquer entidade legal estabelecida num Estado beneficiário EEA/Norway Grants;
  •    Parceiros elegíveis: qualquer entidade legal estabelecida num Estado beneficiário  EEA/Norway Grants e os seguintes países: Albânia, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Antiga República Jugoslava da Macedónia, Moldávia, Montenegro, Rússia, Sérvia, Turquia ou Ucrânia;
  •     Parceiros especializados: qualquer entidade legalmente estabelecida num país doador, num país não elegível do programa ou organizações internacionais.

 Os parceiros podem ser entidades públicas ou privadas, parceiros comerciais e organizações não-governamentais e parceiros académicos. A cooperação tem de ocorrer a dois níveis:
  •      Cooperação regional transfronteiriça entre países elegíveis com foco nos desafios regionais;
  •     Cooperação transnacional entre países elegíveis com foco em desafios europeus comuns.

 O Fundo destina-se a complementar financiamento existente, pelo que áreas que não são habitualmente financiadas são valorizadas. O orçamento disponível para esta convocatória é de 15 milhões. Não existem previsões de valor máximo por projeto, contudo os projetos não devem ter valores menores a 1 milhão de euros. O programa implica um cofinanciamento que depende da tipologia de entidade.
 A submissão das candidaturas é realizada a duas fases, em que na primeira fase é submetida um documento síntese e as propostas que passam à segunda fase são chamadas a submeter a candidatura completa.
As candidaturas decorrem até 1 de julho de 2018». (Fonte: a partir de uma nota de divulgação do IPL) 





sexta-feira, 9 de março de 2018

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (95) | TEATRO | «Montanha-Russa» | 2018 MARÇO 9-27 | TNDMII | LISBOA




«MONTANHA-RUSSA»
9 - 27 mar 2018
qua, 19h > qui - sáb, 21h > dom, 16h
27 mar - Dia Mundial do Teatro, 21h

TNDMII | Sala Garrett | LISBOA

Um musical sobre a adolescência para todo o público.
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«Montanha-Russa é um espetáculo da dupla Miguel Fragata e Inês Barahona, à qual se junta a dupla Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo. Um espetáculo em que o teatro e a música disputam o palco, desafiando as convenções do "teatro musical”, como quem desafia as leis da gravidade num loop.
Montanha-Russa mergulha vertiginosamente na adolescência. Retira-a do lugar dos lugares-comuns e procura aproximá-la da dimensão da intimidade. Uma dimensão secreta, privada, interior, mas que vive no desejo de ganhar um palco onde se possa exibir. (...)». Continue a ler.



OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (94) | TEATRO | «Dois Narizes / num mar de plástico» | 2018 MARÇO 7,11,17,18 | TEATRO DA RAINHA | SALA ESTÚDIO | CALDAS DA RAINHA




«Dois narizes num mar de plástico - espectáculo destinado a todas as infâncias cujo tema é a tragédia cada vez mais mortífera da poluição dos oceanos, agora que se lhes descobrem virtudes económicas também inusitadas.  Dois narizes num mar de plástico - dois palhaços estão perdidos num mar infinito, um numa ilha, outro nas ondas. O primeiro vai à pesca, o segundo sobrevive a boiar. Vem o isco e o quase afogado morde-o e é pescado».




AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | «Women´s Global Struggle»




VEJA AQUI


AINDA O DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | «Ser mulher? É uma bênção, uma luta e não é nenhuma sentença»



quinta-feira, 8 de março de 2018

HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «Mulheres» | EDUARDO GALEANO


«Obra sobre o fulgor de figuras femininas movidas por causas, "Mulheres" reúne alguns dos momentos mais felizes da escrita de Eduardo Galeano, que sempre esquadrinhou o mundo para celebrar a dignidade do ser humano. Das revolucionárias mexicanas às que lutaram na Comuna de Paris, de Joana d’Arc, Frida Kahlo e Mae West às mães da Praça de Maio, sucedem-se nesta galeria mulheres corajosas, míticas e de carne e osso, gestos de feliz insubmissão no feminino e vidas tantas vezes invisíveis e silenciadas. Entre reflexões, fábulas e relatos inspiradores, cruzando países e eras, Eduardo Galeano oferece-nos nestas páginas almas que nunca se resignaram». +.

HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «Mulheres em Portugal» | INE



HOJE DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES | ESCOLHEMOS | «ONU Mulheres» e a fundação Desenhando Pela Paz (Cartooning for Peace) divulgaram uma série de charges que criticam as desigualdades de género»








terça-feira, 6 de março de 2018

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | «Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas»


«Estamos em um momento decisivo para os direitos das mulheres. As desigualdades históricas e estruturais que deram origem à opressão e à discriminação estão aparecendo como nunca. Da América Latina à Ásia, através da Europa, nas redes sociais, conjuntos de filmes, fábricas e ruas, as mulheres pedem uma mudança duradoura e que não sejam toleradas agressões sexuais, assédio nem tipo de discriminação.
Alcançar a igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas são tarefas pendentes do nosso tempo e constituem o maior desafio em termos de direitos humanos no mundo.
O ativismo e as campanhas realizadas por gerações de mulheres deram frutos: mais meninas do que nunca vão à escola; mais e mais mulheres têm um emprego remunerado e ocupam cargos de responsabilidade no setor privado, academia, política e organizações internacionais, como as Nações Unidas; a igualdade de gênero é consagrada em numerosas leis; e práticas prejudiciais, como mutilação genital feminina e casamento infantil, são proibidas em muitos países.
No entanto, continuam a existir obstáculos importantes para pôr fim aos desequilíbrios históricos de poder em que se baseiam a discriminação e a exploração.
Mais de um bilhão de mulheres em todo o mundo não possuem proteção legal contra a violência sexual dentro de casa. A desigualdade salarial por razões de gênero no mundo é de 23% e atinge 40% nas áreas rurais, e o trabalho não remunerado feito por muitas mulheres passa despercebido. A representação média das mulheres nos parlamentos nacionais é ainda inferior a 1/4 e nos conselhos de administração é ainda menor. Sem ação concertada, milhões de meninas serão alvo de mutilação genital na próxima década.
Com frequência, as leis atuais são violadas, questionadas e desqualificam as mulheres que buscam compensação. Agora, sabemos que o assédio e o abuso sexual têm sido constantes nos locais de trabalho, em espaços públicos e em casas de países orgulhosos de sua trajetória de igualdade de gênero.
As Nações Unidas devem servir de exemplo ao mundo. Eu reconheço que nem sempre foi assim. Desde que assumi o cargo, no ano passado, fiz alterações na sede da organização, em nossas missões de operação de paz e em nossos escritórios ao redor do mundo.
Pela primeira vez, na equipe de direção conseguimos a paridade de gênero e estou determinado que o mesmo acontecerá no resto da organização. Estou absolutamente comprometido com a tolerância zero contra o assédio sexual e estabeleci estratégias para aumentar a apresentação de relatórios e a responsabilização. Além disso, trabalhamos em estreita colaboração com países de todo o mundo para evitar casos de exploração e abuso sexual cometidos por forças de paz, para enfrentar e auxiliar as vítimas.
Nas Nações Unidas, apoiamos a luta das mulheres em todo o mundo para superar as injustiças que enfrentam, sejam elas mulheres de áreas rurais, vítimas de discriminação salarial; mulheres de áreas urbanas que se unem para impulsionar a mudança; mulheres refugiadas que correm o risco de exploração e abuso ou mulheres que sofrem vários tipos de discriminação: viúvas, mulheres indígenas, mulheres com deficiência e mulheres que não se ajustam às normas de gênero .
O empoderamento das mulheres é um tema central da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável. Se avançarmos no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também avançaremos na causa de todas as mulheres em todo o mundo. Por meio da iniciativa Spotlight que lançamos em conjunto com a União Européia, serão destinados recursos para a eliminação da violência contra mulheres e meninas, um pré-requisito para a igualdade e empoderamento.
Serei claro: não se trata de fazer um favor às mulheres. A igualdade de gênero tem a ver com os direitos humanos, mas também é do interesse de todos: homens e meninos, mulheres e meninas. A desigualdade de gênero e a discriminação contra as mulheres prejudicam a todos e todas.
Demonstrou-se amplamente que investir em mulheres é a forma mais eficaz de prosperar as comunidades, as empresas e os países. A participação das mulheres torna os acordos de paz mais sólidos, as sociedades mais resilientes e as economias mais vigorosas. Normalmente, quando as mulheres são discriminadas é porque existem práticas e crenças que prejudicam a todos. Por outro lado, a licença de paternidade, as leis contra a violência doméstica e a legislação que promove a igualdade de remuneração nos beneficiam.
Neste momento decisivo para os direitos das mulheres, é hora de os homens apoiarem as mulheres, ouvi-las e aprender com elas. É primordial que haja transparência e responsabilidade para que possam alcançar seu potencial total e nos ajudar a prosperar na comunidade, na sociedade e na economia.
Tenho orgulho de fazer parte desse movimento e espero que ele continue se expandindo nas Nações Unidas e em todo o mundo».
António Guterres

Secretário-Geral das Nações Unidas


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Para quem prefira no original em inglês, no site da UN Women -  neste endereço:
«International Women’s Day

The UN Secretary-General’s Message on International Women’s Day

Date: Thursday, March 1, 2018»

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2018 | «As mulheres no trabalho artístico/Direitos e igualdades no espectáculo e no audiovisual»| 10 MARÇO 2018 | 18:00 H | TEATRO SÃO LUIZ | LISBOA

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (93) | «As Cientistas – 52 mulheres intrépidas que mudaram o mundo»|LANÇAMENTO | 2018 MARÇO 6 | 18:00 H | MUSEU NACIONAL DA HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA |LISBOA



L A N Ç A M E N T O
AS CIENTISTAS 
 52 mulheres intrépidas que mudaram o mundo»
6 MARÇO 2018 | 18:00 H
 Museu Nacional de História Natural e da Ciência
 (Laboratório Chimico)
Rua da Escola Politécnica, n.º 56/58 | Lisboa


«Editado pela Bertrand com o apoio da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), esta publicação, destinada ao público infanto-juvenil, pretende dar visibilidade às contribuições de 52 mulheres notáveis nos campos das Ciências, Tecnologias, Engenharia e Matemática (CTEM), desde a antiguidade até ao presente. Nesta obra, merecem destaque as biografias de duas cientistas nacionais – Branca Edmée Marques (1899-1986), química e física e Elvira Fortunato (1964- ), engenheira, investigadora e inventora -, bem como alguns dados estatísticos sobre a situação das mulheres nas CTEM em Portugal. 
A apresentação de “As cientistas” estará a cargo de Palmira Ferreira da Silva, professora e Vice-Presidente do Instituto Superior Técnico». Saiba mais.
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SINOPSE
Recheado de ilustrações divertidas e informativas, As Cientistas destaca as contribuições de 52 mulheres notáveis nos campos da ciência, da tecnologia, da engenharia e da matemática, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. 

Entre as pioneiras perfiladas neste livro encontram-se figuras famosas, como a primatologista Jane Goodall, e também menos conhecidas, como é o caso de Katherine Johnson, a física e matemática norte-americana que, em 1969, calculou a trajetória da missão Apollo 11 à Lua, e a portuguesa Branca Edmée Marques, que estudou e trabalhou com Marie Curie. 
As Cientistas celebra os feitos de mulheres intrépidas que desbravaram caminho para a próxima geração de engenheiras, biólogas, matemáticas, médicas, astronautas, físicas e muito mais! +.



segunda-feira, 5 de março de 2018

TÔNIA CARRERO


Tônia Carrero em foto de 1955 (Foto: Cedoc/Funarte)

Tônia Carrero morreu. «A atriz participou em 59 peças, 19 filmes e 15 novelas, morreu na noite de sábado no Rio de Janeiro, em consequência de uma paragem cardíaca durante uma intervenção cirúrgica». Continue a ler na TSF.
Um passagem da sua biografia: «Em 1967, Tônia Carrero mergulhou no universo de Plínio Marcos, em A Navalha na Carne. Ao lado de Emiliano Queiroz e Nelson Xavier, ela viveu a prostituta Neuza Suely. A montagem incomodou a ditadura militar e se tornou um dos espetáculos mais aplaudidos da temporada». Saiba mais.
Um outro detalhe, Tônia Carrero com colegas numa manifestação «contra a censura/pela cultura»: 


«durante passeata contra a censura na ditadura»:
 Tonia Carrero, Eva Wilma, Odete Lara, Norma Bengell,
e Ruth Escobar  em 1968. 


E já depois da morte: «Ela conseguiu fazer da vida dela exatamente o que quis fazer. E com isso deixou um rastro enorme. Ela tinha uma força incrível! Sempre teve o dom de unir as pessoas, e continua tendo. Hj não é um dia de tristeza, mas de saudade - disse o neto Carlos Thiré». Ou seja, uma diva total e, como se pode ver num titulo:«Tônia Carrero, a diva para sempre diva» 




DOS OUTROS | USA | «March is Women's History Month» | CELEBRAM O CONTRIBUTO DAS MULHERES



«Woman's History Site from the National Archives

The National Archives celebrates Women's History Month, recognizing the great contributions that women have made to our nation. Learn about the history of women in the United States by exploring their stories through letters, photographs, film, and other primary sources». Continue a ler.
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Em particular, na Boston Library: 
«In 1978 a California education task force declared the week of March 8th as Women's History Week. Over the years it became popular and was celebrated around the country, though it wasn't until 1987 that Congress declared the whole month of March as Women's History Month. To celebrate the achievements of women around the world, check out one or more of these books today!».

quinta-feira, 1 de março de 2018

TEATRO | «Play House» | 2018 MARÇO 1,2,3 | 21:30 H | TEATRO HELENA SÁ E COSTA (ESMAE) | PORTO




«The Struggle to Predict—and Prevent—Toxic Masculinity»

Leia aqui
«Terrie Moffitt has been trying to figure out why men are terrible for more than 25 years. Or, to calibrate: Why some men are really terrible—violent, criminal, dangerous—but most men are not. And, while she’s at it, how to tell which man is going to become which.
A small number of people are responsible for the vast majority of crimes. Many of those people display textbook “antisocial behavior”—technically, a serious disregard for other people’s rights—as adolescents. The shape of the problem is called the age-crime curve, arrests plotted against the age of the offender. It looks like a shark’s dorsal fin, spiking in the teenage years and then long-tailing off to the left».