sexta-feira, 17 de julho de 2015

PRÉMIO NACIONAL | «VIDArte – A Arte Contra a Violência Doméstica 2015» | CANDIDATURAS | 15 JULHO A 14 AGOSTO 2015


Este post é sobre o PRÉMIO NACIONAL VIDArte cuja 2.ª edição está a decorrer. Achámos por bem começar por enquadrá-lo no V PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E DE GÉNERO 2014-2017 onde, aliás,  está previsto, como o mostra a imagem acima. E talvez se justifique uma visita a este post anterior.
Agora das coordenadas para as CANDIDATURAS conforme se pode ver no site da CIG:


































quinta-feira, 16 de julho de 2015

MULHERES EM DESTAQUE | Filipa César com «Mined Soil» | GANHA O GRANDE PRÉMIO DO 23.º FESTIVAL DE CURTAS DE VILA DO CONDE





«Mined Soil», da realizadora Filipa César, uma curta-metragem sobre Amílcar Cabral, combatente guineense e engenheiro agrónomo, foi «O Grande Prémio do 23.º Festival de Curtas de Vila de Conde», que terminou no  domingo. Conforme se pode ler, por exemplo, no Obserrvador: «Mined Soil” é um projeto documental e experimental que faz a ligação entre o processo de independência da Guiné-Bissau e as pesquisas do político e agrónomo guineense Amílcar Cabral em Portugal. O filme de 33 minutos deu origem a uma exposição, inaugurada em 2013 na Noruega, e foi apresentado este ano no Festival Internacional de Cinema de Roterdão». Continue a ler no jornal Observador.





LATA 65 | «estas avós têm mesmo muita lata»





«Arte urbana: estas avós têm mesmo muita lata
Chegam de bengala, mas cedo a largam. E trocam-nas por latas de spray. Os formandos que participam nos Workshops do projeto Lata 65 são tudo menos idosos conformados com a sua vida e reforma. A dedicação e atrevimento que demonstram ter durante os dois dias de curso mostram que a arte urbana não escolhe idades. Que o digam as paredes pintadas por estas formandas...». Continue a ler.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

AMELIA VALCÁRCEL | «Me gustaría decir que la desigualdad está solucionada»


Amelia Valcárcel


Desde logo, sobre Amelia Valcárcel, através da Wikipedia: «Su vida académica tiene dos vertientes, filosofía y feminismo. Con varias obras relevantes y algunas traducidas a otros idiomas, sus primeras publicaciones estuvieron dedicadas a Hegel, al idealismo alemán, a los conceptos clave de la filosofía política y a la capacidad de la filosofía para establecer y normar los géneros sexuales. Se la considera, dentro del feminismo filosófico, parte de la corriente de la igualdad. Trabaja en estrecho contacto con Celia Amorós y Victoria Camps. Colaboró repetidamente en el Seminario de Antropología de la Conducta dirigido por Carlos Castilla del Pino». +.  E o que nos levou a este post foi esta entrevista que Amelia Valcárcel deu ao El Paìs Semanal, donde: 

«Amelia Valcárcel: “Me gustaría decir que la desigualdad está solucionada”

La filósofa es una de las voces más representativas de la lucha por la igualdad de la mujer

No quiere ocultar una firmeza indestructible, militante, en todo lo que defiende o repudia, y un espléndido sentido del humor en sus respuestas


Amelia Valcárcel es una de las voces más representativas de la lucha por la igualdad de la mujer. Por edad, inteligencia y formación académica, esta filósofa tiene un discurso perfectamente construido, pasando del clasicismo de la antigua Grecia a las virtudes de Facebook, con una fluidez y coherencia absolutas. Un academicismo que deja paso a dos características que no quiere ocultar: una firmeza indestructible, militante, en todo lo que defiende o repudia, y un espléndido sentido del humor en sus respuestas.
Se despierta usted en el año 2150. ¿Qué papel cree que estarán jugando las mujeres dentro de un siglo? El camino hacia la igualdad, al menos en las democracias, es imparable. Y lo es porque, dentro de nuestras sociedades, la paridad se vuelve un objetivo irrenunciable en el sentido de que, si tenemos a las mujeresocupando por ejemplo el 60% de la enseñanza superior, ¿cómo impedir que estén en la mitad de los sitios, puesto que tienen la formación precisa para ello? Pero cuidado, que las mujeres logren una sociedad paritaria que tenga en cuenta sus espacios de libertad y les permita vivir como individuas depende de si la democracia, como sistema completo de valores, es un éxito. De no serlo, volveremos a un estado de desigualdad como desgraciadamente todavía existe en muchos lugares. Solo hace falta cruzar el mar y nos los encontramos. Continue a ler.

LÚCIA SERRALHEIRO |«Mulheres em Grupo Contra a Corrente»




«Esta investigação, fruto de uma ótima dissertação de Mestrado em “Estudos sobre as Mulheres”, vem preencher uma lacuna na historiografia. A AFPP (Associação Feminina Portuguesa para a Paz) foi criada em 1935, e conheceu uma certa extensão, formando uma delegação muito ativa no Porto, em 1942, e em Coimbra em 1950. A vida da AFPP durou 17 anos em Lisboa, 10 no Porto e apenas 2 em Coimbra. Terminou por ter sido extinta pela PIDE.
Integra-se na História Desconhecida das Mulheres, num período de perseguições e proibições, tendo as sócias sofrido os efeitos pela ousadia de pensarem contra a corrente. Apoia-se em 33 entrevistas e em documentação inédita. Apresenta 43 gravuras de sócias e iniciativas.
Com este livro, Lúcia Serralheiro contribuiu para o enriquecimento da história do associativismo das mulheres portuguesas do século XX, um tema que, desde há vários anos, tem despertado o interesse da história das mulheres em Portugal». +


terça-feira, 14 de julho de 2015

ESTUDO | APRESENTAÇÃO | «Mutilação Genital Feminina: Prevalências, Dinâmicas Socioculturais e Recomendações para a sua Eliminação» | 15 JULHO 2015 | 10:0H | SEDE POLÍCIA JUDICIÁRIA | LISBOA



C O N V I T E
A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia convidam V.Exª para a Apresentação do Estudo «Mutilação Genital Feminina: Prevalências, Dinâmicas Socioculturais e Recomendações para a sua Eliminação», a realizar no dia 15 de julho de 2015, pelas 10h, no Auditório 2 do Edifício-Sede da Polícia Judiciária (Rua Gomes Freire, em Lisboa).

RSFF, até 14 de julho | luisa.palha@cig.gov.pt | tel. 217 983 000
P R O G R A M A

«PRÉMIO DIREITOS HUMANOS 2015»| Candidaturas até 31 de julho 2015



«A Assembleia da República convida as entidades interessadas a apresentarem as suas candidaturas ao Prémio Direitos Humanos 2015 até ao próximo dia 31 de julho. O Prémio Direitos Humanos, aprovado pela Assembleia da República através da Resolução n.º 69/98, de 10 de dezembro, com as alterações introduzidas pela Resolução n.º 48/2002, de 4 de julho (publicadas, respetivamente, nos Diários da República I Série A n.ºs 294/98, de 22 de dezembro, e 166/02, de 20 de julho), destina-se a reconhecer e distinguir o alto mérito da atividade de organizações não governamentais ou original de trabalho literário, histórico, científico, jornalístico, televisivo ou radiofónico, divulgados em Portugal entre 1 de julho do ano anterior e 30 de junho do ano da atribuição, que contribuam para a divulgação ou o respeito dos direitos humanos, ou ainda para a denúncia da sua violação, no País ou no exterior, da autoria individual ou coletiva de cidadãos portugueses ou estrangeiros. O montante do Prémio é 25 000 ​ e as candidaturas devem ser apresentadas nos termos previstos nas citadas Resoluções e no Regula​mento do Pré​mio»​. +




segunda-feira, 13 de julho de 2015

MARIA TERESA HORTA | «Minha Senhora de Mim»






«Minha Senhora de Mim, o nono livro de poesia de Maria Teresa Horta, foi editado em Abril de 1971 pela Dom Quixote, na coleção «Cadernos de Poesia». 
Em 3 de Junho seguinte, a editora foi objecto de um auto de busca e apreensão da obra por parte da PIDE/DGS, operação que foi extensiva a todas as livrarias do país. 
A proprietária da editora, Snu Abecassis, foi advertida por César Moreira Baptista, subsecretário de Estado da Presidência do Conselho, então ocupada por Marcello Caetano, de que a Dom Quixote seria encerrada caso voltasse a publicar qualquer obra de Maria Teresa Horta». Mais aqui.



EM PROGRESSO | DOCUMENTO DE ANÁLISE | «Transformative financing and goals for gender equality and women's and girls' empowerment»





«Abstract -  During the European Year on Development, international conferences in Addis Ababa, New York and Paris will be committed to the adoption of the Sustainable Development Goals, their financing, and an international agreement to tackle climate change. This context offers important opportunities to anchor gender equality and women’s and girls' empowerment firmly in the post 2015 agenda. In this regard, the main objective of the Policy Hub has been to inform about the relevant role of gender-sensitive financing for the full implementation of the Beijing Platform for Action and equal access of men and women to resources and decision-making at all levels».


«EXECUTIVE SUMMARY - This summary of the Policy Hub on "Transformative financing and goals for gender equality and women's and girls' empowerment - Addis Ababa and New York 2015", which was held on 17th of June 2015 in the European Parliament in Brussels, aims at informing Members and staff of the European Parliament about the relevance of sustainable financing of gender equality in the post 2015 development cooperation framework. Experts from UNWomen, the European Commission, the European External Action Services, the academia, and civil society organisations set out the need for overcoming the underinvestment in gender equality and women's and girls' empowerment. The Third International Conference for Financing for Development in Addis Ababa in July 2015 has been perceived as a unique opportunity to create a new international framework where resources for gender equality will be present in every policy area, internally and externally. Such financing will contribute to implement the Sustainable Development Goals in a way that enhances gender equality and, as such, to achieving the aims of the post- 2015 development cooperation framework in a better way. However, important preconditions are an agreement on a funding level of 0,7% of GNI available for development cooperation and coherence in the activities of the different actors at international, European and partner country level. Besides, the European institutions will need to create a sense of responsibility at all levels for the implementation of gender equality as a priority goal and ensure transparency in spending as well as monitoring and accountability mechanism».



sexta-feira, 10 de julho de 2015

CHIMAMANDA NGOZI ADICHE | «Todos Devemos Ser Feministas»


«Provavelmente o livro mais importante do ano». The Telegraph

«"Peço-vos que sonhem e planeiem um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens e mulheres mais felizes, mais fiéis a si mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos de criar as nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos de criar os nossos filhos de uma maneira diferente". O que é que o feminismo significa hoje em dia? Neste ensaio pessoal – adaptado de uma conferência TED – Chimamanda Ngozi Adichie apresenta uma definição única do feminismo no século XXI. A escritora parte da sua experiência pessoal para defender a inclusão e a consciência nesta admirável exploração sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Um desafio lançado a mulheres e homens, porque todos devemos ser feministas». +. 

Veja aqui em edição digital e também em português.



quinta-feira, 9 de julho de 2015

HOJE |10 JULHO 2015 | 14:00H | Apresentação de Estudos na esfera das decisões judiciais em matéria de Violência Doméstica e Homicídio Conjugal | ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA | AUDITÓRIO DO EDIFÍCIO NOVO




NOVO RELATÓRIO DA ONU | Sobre a implementação mundial dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio 2015


A partir da  ONU Brasil:  «Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) produziram o movimento antipobreza de maior sucesso da história, que servirá de ponto de partida para a nova agenda de desenvolvimento sustentável que deve ser adotada este ano, afirma o último balanço dos ODM, lançado nesta segunda-feira (06) pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Relatório dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2015 revela que os 15 anos de esforços para alcançar os oito objetivos estabelecidos na Declaração do Milênio, em 2000, foram bem-sucedidos em todo o mundo, embora existam deficiências. Os dados e análise apresentados no relatório mostram que, com intervenções específicas, estratégias sólidas, recursos adequados e vontade política, até mesmo os países mais pobres fizeram progressos.“Após ganhos profundos e consistentes, agora sabemos que a extrema pobreza pode ser erradicada dentro de uma geração”, disse Ban Ki-moon. “Os ODM têm contribuído grandemente para esse progresso e nos ensinaram como os governos, empresas e sociedade civil podem trabalhar juntos para conseguir avanços transformacionais”». Continue a ler.

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (56) | «Diário da Grande Guerra» | NA WEB | SÍTIO DA BIBLIOTECA NACIONAL




No âmbito  do projeto  A GRANDE GUERRA,  a BNP lançou o sítio na web Diário da Grande Guerra: testemunhos portugueses, «no qual, através de uma cronologia atualizada mensalmente, podemos encontrar primeiras páginas dos jornais diários de há 100 anos, postais e cartazes da época, testemunhos de um conjunto de portugueses que viveram de perto o desenrolar dos acontecimentos ao longo de 1914-1918..., enfim, aquela que foi a visão portuguesa de um conflito que determinou uma viragem no mundo». De lá, por exemplo:




E sobre «QUIM E MANECAS», recorrendo à wikipedia: «Quim e Manecas é considerada a primeira banda desenhada portuguesa. Teve como autor o desenhador e caricaturista Stuart Carvalhais, sendo publicada pela primeira vez em 1915, no suplemento humorístico do jornal O Século. As histórias de Quim e Manecas serão publicadas até 1953Quim e Manecas são uma dupla endiabrada de rapazes cujas ações têm sempre consequências imprevistas. Originalmente de cariz infantil, evoluiu para o tratamento de questões sociais e políticas da primeira metade do século XX».


quarta-feira, 8 de julho de 2015

FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA PRESTA HOMENAGEM A MARIA BARROSO

Leia na integra aqui.

Excerto:  «(...)O jovem jornalista apresentou na bilheteira as suas credenciais, recebeu um bilhete, entrou no átrio da grande sala, onde uma considerável parte do público já estava sentada, reconheceu, nos que ainda permaneciam, conversando com agitação, cá fora, escritores, artistas, intelectuais, políticos da oposição. O espectáculo começou. Uma frágil mulher ao telefone tentava, com amargura e impaciência, religar os fios partidos de uma vida. A sua voz era a voz da perplexidade e da angústia da perda, a voz humana. O jovem jornalista ficou fascinado por essa voz que penetrava a consciência, plena de verdade, matizada de cambiantes de cor, veemente e contida, doce e amarga, alegre e triste. O teatro, como então o imaginava, como um acto real de transmissão que proporcionava uma realidade superior, onde as contradições se anulavam, impusera-se aos que presenciavam o ritual e criara essa atmosfera de suspensão do tempo que só os grandes actores tornam possível. De súbito, subitamente de súbito, o sórdido ataque explodiu. Os polícias, vindos da casa do lado, tinham espalhado pela sala frascos de um cheiro de vómitos que anunciava a presença da peçonha que representavam. O público teve de abandonar a sala. Tumulto. Gritos de protestos. Impropérios. Frases indignadas. (...)». Continue a ler.


Maria Barroso e Augusto de Figueiredo em "Benilde ou a Virgem Mãe" de José Régio
 (in site da C.M. de Vila do Conde)


UN WOMEN | «Annual Report 2014-2015»



«The Annual Report documents UN Women's work to foster women's empowerment and gender equality around the world. It highlights some of the organization's initiatives during the year and provides summary financial statements, a list of new programmes and projects, and contact information».



terça-feira, 7 de julho de 2015

MARIA DE JESUS BARROSO





Maria de Jesus Barroso morreu. A notícia, por exemplo, aqui. Neste momento, apenas recordar a mulher de causas, presença assídua em tantas das iniciativas pela igualdade, nomeadamente entre mulheres e homens. Testemunhámos, das com grande peso protocolar aos acontecimentos  mais singelos. A diferença, própria de  pessoa singular.



CAMPANHA CONTRA A HOMOFOBIA E A TRANSFOBIA | Apresentação | 9 JULHO 2015 |18:00 H | PRAIA DA TORRE | OEIRAS




«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género convida para assistir à apresentação da campanha de Combate à Violência e à Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Género».
RSFF, até 8 de julho 
 luisa.palha@cig.gov.pt | tel. 217 983 000


segunda-feira, 6 de julho de 2015

ESTUDO | «Women’s Entrepreneurship: closing the gender gap in access to financial and other services and in social entrepreneurship»





Abstract: «This study explores differences between men and women entrepreneurs and social entrepreneurs. It explores the barriers and discriminatory effects that hinder women’s entrepreneurship, including access to finance in the European Union. The study includes four case studies covering the situation in the Czech Republic, Italy, Sweden, and the United Kingdom».

As  RECOMENDAÇÕES: 





FUTEBOL FEMININO | Campeonato do Mundo Feminino de 2015 | ESTA MADRUGADA JOGOU-SE A FINAL



Não é a primeira vez que no Em Cada Rosto Igualdade nos referimos ao Futebol Feminino: desde logo, ele existe, e esta madrugada, no Canadá, decorreu a final do Campeonato do Mundo Feminino 2015 que se disputou entre as equipas dos Estados Unidos da América e o Japão. Ganharam os EUA. Para se ver a diferença entre o futebol «masculino» e «feminino» é procurar as notícias sobre o evento. Claro que se encontram, mas atente-se na diferença! Por esta hora em que escrevemos este post ainda há pouca informação, em português, sobre o resultado do jogo. Como sempre há excepções, entre outras:



Mas nem tudo é desatenção, vejamos  a GOOGLE que  em homenagem à «Copa»  produziu um doodle



Por fim,   uma boa ocasião para trazermos para aqui um post do Blogue Delito de Opinião, a nosso ver,  vem  a propósito: 

Futebol, esse desporto ignorado

José António Abreu, em 09.06.15





sexta-feira, 3 de julho de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE NINA SIMONE | «What Happened, Miss Simone?» | «EVERY GENERATION HAS TO DISCOVER NINA SIMONE»


Nina Simone in 1969. 
A new documentary, “What Happened, Miss Simone?,”
Jack Robinson/Hulton Archive - Getty Images



Temos um  novo documentário  sobre Nina Simone - «What Happened, Miss Simone?». A propósito: 


Como pode verificar, começa assim: «A voz profunda e quase andrógina de Nina Simone era capaz de preencher um cômodo até o teto e faz exatamente isso em seu cover de 1958 para “The Other Woman”. A canção é de uma tristeza penetrante – Nina canta sobre a vitória silenciosa de uma esposa sobre a amante de seu marido, acreditando que seu homem sempre voltará para ela. Além de ser indicativo de um humilde triunfo nas dinâmicas entre homem e mulher da época, a música também pode aludir às batalhas internas da vida de Nina entre duas mulheres – a bem-sucedida e inovadora “Alta Sacerdotisa do Soul” e a bipolar imprevisível que sofria com testes de saúde mental bem antes de doenças como estas serem diagnosticadas normalmente». Outra passagem:
«O documentário pinta com talento a dualidade de Nina Simone – de um lado temos a pioneira dos direitos civis que nasceu como Eunice Kathleen Waymon na época da segregação racial americana, e do outro a maníaco-depressiva louca que surtava com amigos e fãs. What Happened, Miss Simone? acompanha a carreira da musicista e seu envolvimento com o movimento em prol dos direitos civis com a canção “Mississipi Goddam” nos anos 60, passa pelo exílio imposto a si mesma e a luta contra o vício no decorrer das próximas décadas, chegando à redenção final e aceitação crítica renovada nos anos que precederam sua morte, em 2003». Leia na integra.
E a pretexto do documentário no NYT:  

De lá:
The feminist writer Germaine Greer 
once declared: “Every generation has to discover
 Nina Simone. She is evidence  that female genius 
is real.” This year, that just might happen for good.





CAMPANHA | «Mulheres nos Conselhos de Administração das Empresas»





Assinalar, a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego - CITE -,  no passado dia 30 de junho, lançou a Campanha «Mulheres nos Conselhos de Administração das Empresas». Ver aqui. Foi ocasião para lembrar que  «Em Portugal, 59% das pessoas diplomadas com ensino superior e 54,8% dos doutorados são mulheres. No entanto, 91% dos membros dos conselhos de administração das 17 maiores empresas cotadas em bolsa são do sexo masculino. Não havendo uma razão objectiva para esta desproporção, esta campanha propõe-se sensibilizar públicos estratégicos, procurando alterar esta tendência». +



quinta-feira, 2 de julho de 2015

«ELLA – Encuentro Latinoamericano de Mujeres»




A 2.ª edição do  ELLA teve lugar no mês de Maio último.
 Ainda um bom pretexto para  darmos espaço a este
 Encontro Latinoamericano de Mulheres:



«O ELLA – Encontro Latinoamericano de Mulheres chega a 2015 em sua 2ª edição. Realizado pela primeira vez em Belo Horizonte/Brasil em 2014, o evento reuniu cerca de 300 mulheres de 15 países da Iberoamérica e teve como principal foco ser um espaço para a convergência entre militantes, movimentos, agentes sociais e/ou culturais e todos os interessados na construção de uma plataforma comum de debates sobre temas ligados às questões de gênero na América Latina». Saiba mais.






«Mulher-Aranha grávida»


«(...).  É o que acontece com a Mulher-Aranha, criada em 1977. Agora mãe, esta é a maior transformação de Jessica Drew nos quadradinhos. O número que em Outubro chega às bancas, escrito por Dennis Hopeless e ilustrado por Javier Rodriguez, passa-se sete meses depois das Guerras Secretas e por isso não há dúvidas de que a gravidez da Mulher-Aranha acontece neste grande evento.  Apesar de estar à espera de um filho (será menino ou menina?), a mulher continua a combater o crime nas ruas de Nova Iorque. Mas quem é o pai? E como é que Drew vai conseguir conciliar a maternidade com a sua vida de super-heroína? Será que o filho que aí vem também vai ter poderes? Apesar de ter sido criada em 1977, a Mulher-Aranha só começou a combater o crime um ano depois. A Marvel criou inicialmente a personagem apenas por uma questão de direitos, temendo que outra editora pudesse criar a série em resposta ao Homem-Aranha. Recentemente, a história do Homem-Aranha também conheceu uma reviravolta com a substituição de Peter Parker por Miles Morales, um adolescente americano de ascendência africana e latina».  Leia na integra.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO | 2 julho 2015 | BRUXELAS



Comecemos por ler estas palavras disponíveis no site do Simpósio:«Europe cannot afford to underuse the potential of 50 percent of its population. Even though equal chances for women and men are more than ever becoming a reality, there is still a long way to go. For every euro a man earns in Europe, a woman still earns only 84 cents. Women are still underrepresented in leadership both in business and in politics. And worst of all, one in three women has experienced physical and sexual violence. This is unacceptable. I am committed to addressing these challenges and to achieve tangible results."». 
Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality,
European Commission
March 2015

Depois, o que vai estar em debate no Simpósio a que se refere a imagem:



E atente-se no Ponto de Partida do Programa: «Gender Equality, one of the founding values of the EU, is not only essential from a human rights perspective, but it also makes sense from an economic viewpoint. It means equal access to resources, as well as empowerment and visibility of both women and men in all spheres of public and private life. Although progress is visible, gender gaps still persist in many areas. At the current rate of change, it is estimated that it would take more than 70 years to make equal pay a reality and almost 40 years to ensure that housework is equally shared between women and men.

To accelerate progress, active policy initiatives are needed to reduce gender-based discrimination in the workplace and beyond. In November 2013, the first Council of Europe Strategy on Gender Equality 2014-2017 was unanimously adopted, with the aim of providing policy guidance and promoting a holistic and integrated approach. At EU level, the Post 2015 Framework is underway – a strategy facing both the difficulties of recession and the need to mainstream a gender perspective in all policies and programme.
Despite these efforts, one of the main obstacles to achieving equality between men and women continues to be gender stereotyping – a practice that can limit the development of the natural talents and abilities of men and women with negative repercussions on countries’ economic development and competitiveness. Boys and girls are being placed into “pink” or “blue” boxes from early years and portrayed as such through media, in schools and in families. Girls are educated to be the carers in society, while boys are prepared for public life. Even today, despite representing almost half of the employed workforce and being more likely to have a higher education degree than men, women continue to face disadvantages on the job market. In Europe, this means that women earn 16% less per hour than men, struggle to reconcile both work and a private life, and are often in precarious employment, being under-represented in paid jobs.
This timely symposium provides an invaluable opportunity to discuss the latest developments in combating gender-based discrimination at European level. The symposium will explore how social, cultural and political obstacles can be overcome in order to implement innovative policies that will put an end to gender discrimination in the workplace and in society. Public Policy Exchange welcomes the participation of all key partners, responsible authorities and stakeholders. The Symposium will support the exchange of ideas and encourage delegates to engage in thought-provoking topical debate».





PUBLICAÇÃO DO CONSELHO DA EUROPA |«Case Law of the European Court of Human Rights relating to Discrimination on Grounds of Sexual Orientation and Gender Identity»




Como que a encerrar o mês de junho - o mês arco-iris - chamemos a atenção para a publicação da imagem.  Conforme se pode ler no site da CIG: O Conselho da Europa, no mês de maio passado,  assinalou  «o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e a Transfobia, que se comemora no dia 17 de maio, com a edição de uma publicação sobre a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em matéria de discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero – "Case Law of the European Court of Human Rights relating to Discrimination on Grounds of Sexual Orientation and Gender Identity"».