quinta-feira, 12 de julho de 2018

«The Influence Effect: A New Path to Power for Women Leaders»




«Women hold over half of all professional jobs today, yet they represent just four percent of CEOs in the S&P 500. Even worse, that percentage has barely budged in a decade.

That’s where The Influence Effect comes in. Based on recent research by the authors of the New York Times bestseller Break Your Own Rules, this book begins with the premise that when it comes to political savvy, what works for men at work won’t work for women. Packed with the authors’ coaching insights and their “Big Five” strategies designed specifically for female executives, this book guides women to break past political barriers and get right to what they really want—influence. 

Authors Kathryn Heath, Jill Flynn, Mary Davis Holt, and Diana Faison make success far less complex, helping women overcome entrenched resistance to their ideas, create their own access points to power, and attract followers in a way that works for them. They present tools such as Influence Loops (to organically increase influence), Personal Scaffolding (to grow a groundswell of support), and Scenario Thinking (a savvy twist on strategic planning). These and other smart strategies finally allow women to succeed on their own terms.
Illustrated with dozens of engaging, real stories culled from the authors’ many years of coaching experience, The Influence Effect moves women past the politics problem and offers a new path to power. Actually, it’s more than a path—it’s a runway—it frees women to take off in their careers on their own terms. The Influence Effect will work for women, not because gender barriers will no longer exist, but because they will no longer hold women back». +.

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E de Kathryn Heath, na Harvard Businee Review:




3 Simple Ways for Women to Rethink Office Politics and Wield More Influence at Work

DECEMBER 18, 2017

LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 13 | «Ação Climática»









«Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados com o clima e as catástrofes naturais em todos os países.
Integrar medidas relacionadas com alterações climáticas nas políticas, estratégias e planeamentos nacionais.
Melhorar a educação, aumentar a consciencialização e a capacidade humana e institucional sobre medidas de mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce no que respeita às alterações climáticas.
Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas [UNFCCC, em inglês] de mobilizarem, em conjunto, 100 mil milhões de dólares por ano, a partir de 2020, a partir de variadas fontes, de forma a responder às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações significativas de mitigação e implementação transparente; e operacionalizar o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível.
Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planeamento e gestão eficaz no que respeita às alterações climáticas, nos países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, e que tenham um especial enfoque nas mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas. (...). Continue a ler.





quarta-feira, 11 de julho de 2018

OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (97) | Madalena Matoso vence a 22ª edição do Prémio Nacional de Ilustração ( PNI) | COM «NÃO É NADA DIFÍCIL/O LIVRO DOS LABIRINTOS»



Veja  no site da Planeta Tangerina.  De lá:«“Não é nada difícil”, 
de Madalena Matoso,  é um dos melhores livros do mundo. 
A New York Rights Fair,  que arranca no final do mês em Nova Iorque, 
escolheu  as 30 melhores obras visuais de todo o mundo. Entre
 eles está "Não é nada difícil", de Madalena Matoso».


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«Madalena Matoso vence a 22ª edição do PNI. As Menções Especiais foram para Abigail Ascenso e Joana Estrela.
 O júri, reunido no dia 5 de julho de 2018 na Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, decidiu, por unanimidade, atribuir o Prémio Nacional de Ilustração, referente às obras publicadas em 2017, a Madalena Matoso pelo conjunto de ilustrações do livro Não é nada difícil (texto da própria), publicado pela Planeta Tangerina. As Menções Especiais foram atribuídas a Abigail Ascenso pelas ilustrações da obra A Noite, com texto de Manuel António Pina, publicada pela Assírio & Alvim; e a Joana Estrelapelas ilustrações da obra A Rainha do Norte (texto da própria) e publicada pela Planeta Tangerina.
O júri referiu em Ata que a obra de Madalena Matoso exibe uma coerência organizada numa arquitetura labiríntica quase abstrata sem, no entanto, ousar criar o caos. Nos interstícios do labirinto espreitam textualidades suscitando a decifração por inferência e dedução, tornando inteligente buscar e encontrar. Cada página labora sobre o recorte como se fosse urgente destapar para confundir, sobrepor para mostrar, e em toda a obra fica patente um percurso de evolução da autora e do desenho, fenomenologicamente autónomo mas adstrito às suas próprias potencialidades visuais». Continue a ler.



«Why gender equality matters to achieving all 17 SDGs»





Veja na integra

terça-feira, 10 de julho de 2018

PARLAMENTO EUROPEU | ESTUDOS | «Backlash in Gender Equality and Women’s and Girls’ Rights»




«BACKGROUND AND AIMS 
The aim and focus of the present analysis is to map the backlash against gender equality and women’s rights in the recent years of the present decade in selected EU member states: Austria, Hungary, Italy, Poland, Romania, and Slovakia. These countries were selected taking into account Opinions, all Initiative reports or the Delegations that the FEMM Committee has programmed in the course of 2018. The analysis aims to identify and describe areas, measures and initiatives that have increased risks or have put women and girls in a more disadvantageous position, decreased the protection of women's rights, as well as eroded their established entitlements, or which have blocked related progress. The report does not provide a comprehensive and in-depth overview and assessment of the situation of women in the countries concerned, or of state performance and the institutional, legislative and policy framework in gender equality and women’s rights. It seeks to introduce the basics of that framework, and to describe those areas, policy fields and issues that are revealed to have been mostly affected by the backlash and by movement in a negative direction. In this context, the study also reflects on some missed opportunities where progress has not happened despite the potential for this, as well as reflects on new problems that have arisen in recent years. The analysis is based on desk research and a literature review, as well as interviews made with – and other contributions provided by – national experts in the relevant countries».  



«Corrupção e cumplicidade não conhecem fronteiras geográficas. De acordo com representantes das Nações Unidas, os frágeis são aqueles que mais sofrem com as consequências da prática»



Leia aqui

sexta-feira, 6 de julho de 2018

CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA | «Frida Kahlo – As Suas Fotografias» | 6 JUL A 4 NOV 2018 | PORTO



Veja mais fotografias aqui.



«Em 2003 o arquivo adormecido foi aberto, sob a supervisão de Hilda Trujillo Soto, diretora do Museu Frida Kahlo. Uma parte das fotografias desse arquivo foi transformada nesta exposição de 241 fotografias inéditas, com a curadoria de Pablo Ortiz Monasterio. Representam diversas fases e pessoas da vida da artista e que foram objetos da sua afeição pessoal. Os autores das fotografias são Man Ray, Martin Munkácsi, Edward Weston, Brassaï, Tina Modotti, Pierre Verger e Manuel Álvarez Bravo. A exposição dividida em seis secções – Origens; Casa Azul; Política, Revoluções e Diego; Corpo Acidentado; Amores; e Fotografia». Continue a ler.






OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (96) | Festival de Almada / «Bonecos de Luz» | 5 A 11 JULHO 2018 | TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE




quinta-feira, 5 de julho de 2018

LÍDIA JORGE | «Estuário»






«Estuário é um livro sobre a vulnerabilidade de um homem, de uma família, de uma sociedade e do próprio equilíbrio da Terra, relatados pelo olhar de um jovem sonhador que se interroga sobre a fragilidade da condição humana.
Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se, então, apercebendo que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas travadas ao seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade.
Em outros seus livros costumam a autora dar o rosto à modernidade para dela desocultar os seus efeitos escondidos. Mas neste caso ambiciona mais. Estuário pertence à categoria dos livros de premonição, através do enlace entre o desenho do futuro e a Literatura».



PRÉMIO MUNICIPAL MADALENA BARBOSA | Candidaturas até 14 setembro 2018






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quarta-feira, 4 de julho de 2018

MUSEU SERRALVES | «Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX» | ATÉ 30 SETEMBRO 2018





PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: MARTINE SYMS
  - LESSONS I - CLXXX
 14 JUN 2018 A 30 SET 2018

«Martine Syms (Los Angeles, California, USA, 1988) é uma artista residente em Los Angeles. Recorrendo ao vídeo e à performance, Syms examina representações de negritude e a sua relação com a narrativa, o vernáculo, o pensamento feminista e as tradições raciais. A sua obra engloba temas tão diversos como afro-futurismo, teoria queer, o poder da linguagem e a natureza espiritual da cor púrpura. 
Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX, uma obra em curso constituída por vídeos de trinta segundos – um poema cumulativo cuja estrutura se desenvolve de forma aleatória. Imagens desconexas de experiências e sujeitos que se acumulam num aglomerado de narrativas fragmentárias relacionadas (direta a acidentalmente) com a vida dos negros americanos. Retirados de uma miríade de fontes e contextos – incluindo vídeos do Youtube, programas de televisão dos anos 1980 e material filmado do arquivo pessoal da artista – esses fragmentos autónomos formam um corpus crescente que Syms compila desde 2014.
Exposição organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por João Ribas, diretor do Museu»Saiba mais.



«Estas Aulas São Para A Vida»


Revista Sábado
21 JUN 2018

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Da «Gender Budgeting: State of Play and way forward - Hearing» de 20 junho 2018







No passado 20 de junho teve lugar a  «Gender Budgeting: State of Play and way forward - Hearing» e são dessa iniciativa as apresentações a que se referem as imagens acima. A pretexto foi dito: «The Council of Europe defines gender budgeting as a 'gender based assessment of budgets incorporating a gender perspective at all levels of the budgetary process and restructuring revenues and expenditures in order to promote gender equality'. The FEMM Committee discussed this sensitive issue particularily in the framework of the future MFF and in relation to the implementation of the Daphne program. The hearing counted with the participation of researchers and practitioners in the field of budgeting, gender and social affairs. The outcome of the event brought a key input for an oral question and a resolution to be tabled on behalf of FEMM».Veja aqui.




Nicol Quinayas



Leia aqui

sexta-feira, 29 de junho de 2018

PERSONALIDADE HOMENAGEADA NO FESTIVAL DE ALMADA 2018 | Yvette K.Centeno | «A ARTE NO PALCO DA VIDA»




«Quantas vidas cabem numa vida? Na vida e obra de Yvette Centeno os cambiantes são muitos, pois diversos são os caminhos trilhados por alguém cuja energia transformadora sempre conseguiu alcançar o improvável equilíbrio de articular, com singular mestria, distintas áreas da palavra, o primeiro pilar do seu labor, com as artes pictóricas e a música. Talvez fruto da sua ascendência germano-polaca, ou da sua passagem por diversas paragens – Lisboa, Coimbra, Porto, Tavira, Paris, Buenos Aires, Berlim ou Londres e outros destinos onde investigou e ensinou – são várias as matrizes que contribuíram para a pluralidade de interesses e o domínio de vários idiomas, que por sua vez se ampliaram numa obra que engloba ensaios, ficção, poesia, teatro e tradução, elementos múltiplos de um curriculum extenso que nos devolvem uma visão do mundo, livre e despojada de fronteiras, tendo como denominador o ofício da literatura e o diálogo civilizacional que as artes estabelecem com a cultura e a sociedade. (...). Continue a ler.


MARGARIDA TENGARRINHA | «Memórias de uma Falsificadora/ a luta na clandestinidade pela liberdade em Portugal»

Sinopse:


Éramos jovens e queríamos um mundo melhor, num Portugal onde grassava a miséria, dominado por um pequeno grupo de grandes financeiros, monopolistas e latifundiários. Éramos jovens e queríamos a liberdade, pois abafávamos num Portugal dominado por todos os medos: a censura omnipresente cortava notícias dos jornais, impedia peças de teatro, proibia a publicação de livros pela grelha estreita de um index tão feroz quanto o da velha Inquisição; a polícia política era uma sinistra aranha que, desde o covil das torturas na rua António Maria Cardoso em Lisboa e na rua do Heroísmo, no Porto, estendia a sua teia pelas cidades e aldeias, pelas fábricas e empresas, as escolas e os quarteis, alargando-se por uma rede de informadores e bufos que eram os seus olhos e ouvidos: a PIDE podia prender, torturar e matar impunemente e tinha ainda uma outra arma mais discreta e não menos eficaz, tirar o pão ao adversário.  A muitos pode parecer longínquo e estrangeiro esse país em que eles – resistentes clandestinos e não clandestinos, militantes e “amigos” – tiveram que viver, e no qual escolheram lutar em condições que hoje nenhum de nós tem de suportar. “O passado é um país estrangeiro”, escreveu L. P. Hartley, numa frase frequentemente citada a propósito da crescente incapacidade das sucessivas gerações em inscrever o passado nas suas vidas – e sobretudo os passados que, como os dos resistentes clandestinos comunistas, dificilmente encaixam nas narrativas hegemónicas sobre a origem da democracia, e sobretudo sobre como se a defende e pratica. Para que esse passado seja inscrito nas nossas vidas, não temos outro remédio senão o de nos empenharmos na luta pela memória da resistência. (…) Neste caso, Margarida Tengarrinha procura resgatar do esquecimento e homenagear as “pessoas que, com maior ou menor relevo, conduziram e estiveram no topo de momentos capitais da vida política, ou participaram neles de forma anónima, obscura, sem deixar os nomes gravados na história, mas cuja ação foi fundamental no derrubamento do fascismo”.  [Do Prefácio de Manuel Loff]. Saiba mais.