![]() |
| Leia aqui, no DN online |
Mostrar mensagens com a etiqueta Racismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Racismo. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 21 de junho de 2017
sexta-feira, 15 de julho de 2016
sábado, 20 de julho de 2013
«Trayvon Martin podia ter sido eu, há 35 anos”, diz Obama»
Já nos referimos a este assunto neste post. Pelas graves consequências do racismo voltemos a ele. O próprio Presidente Obama de forma inédita, dizem, recorreu à sua condição de homem negro para na quinta-feira passada, numa conferência de imprensa, voltar ao problema, e a sua afirmação «Trayvon Martin podia ter sido eu, há 35 anos” corre mundo. A cobertura que o Público deu a esta matéria :
“Trayvon Martin podia ter sido eu, há 35 anos”, diz Obama
Por Clara Barata
Nunca o Presidente dos EUA se assumiu tanto como afro-americano. E falou da necessidade de mudar leis que potenciam a violência.
Barack Obama apareceu ontem de surpresa na sala de imprensa da Casa Branca para falar sobre o polémico julgamento de George Zimmerman, o vigilante que matou o adolescente negro Trayvon Martin, mas foi ilibado porque um júri da Florida considerou que agiu em legítima defesa. “Trayvon Martin podia ter sido eu, há 35 anos”, disse, comentou o Presidente dos Estados Unidos, dando um tom pessoal ao caso que despertou a questão da raça.
“Na altura em que Trayvon Martin foi morto, disse que ele podia ser o meu filho. Esta é outra maneira de o dizer”, afirmou Obama, que saudou a “incrível dignidade” dos pais de Martin. Estes são os comentários mais aprofundados sobre questões raciais que Obama faz desde que é Presidente, diz o New York Times. Continue ...
Depois do drama pessoal que, em regra, as manifestçaões de racismo sempre contêm que levam à revolta, como se vê, há nisto tudo a dimensão civilizacional. Estranheza, talvez seja a sensação minima que o racismo provoque a muita gente onde me incluo ... mas que não nos pode deixar ficar por aí ... E aqui fica mais este minusculo contributo do Em Cada Rosto Igualdade contra o racismo.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
AINDA A COR DA PELE | O PRIMEIRO BAILE INTEGRADO | «Georgia High School Students Organize First Integrated Prom»
Veja mais fotos.
"These are people I see in class every day. What's wrong with dancing with me, just because I have more pigment?"
O destaque acima no Today's Headlines do NYT já é de Abril e provocou-nos estupefação: uma estudante notava não ter sido convidada para o baile da escola por causa da cor da sua pele. E isto acontece nos EUA ! em 2013. Fui atrás da «estória». E o caso foi assunto em vários sitios porque pela primeira vez um Baile que junta os estudantes brancos e negros da Georgia High School. Sobre o caso, por exemplo:
- O artigo do NYT - A Racial Divide Closes as Students Step Up
- Num sitio em lingua espanhola:Estudiantes de Georgia realizarán un baile “integrado” contra la segregación racial.
Lembrei-me deste acontecimento ao ler hoje no Portal SAPO: «EUA: Protestos nas ruas após absolvição de vigilante por morte de jovem negro». Também está, naturalmente, a merecer a atenção da comunicação social. E quer queiramos ou não admitir, pelo que se conhece, parece ser a cor da pele, mais uma vez, a marcar o que se passou e está a passar. EM CADA ROSTO IGUALDADE também por isso ...
Subscrever:
Mensagens (Atom)


