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sexta-feira, 21 de setembro de 2018
terça-feira, 15 de maio de 2018
AINDA OS 50 ANOS DO MDM - MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | Debates
DEBATE
«A Saúde da Mulher
Contexto actual /propostas para o futuro»
Contexto actual /propostas para o futuro»
16 MAIO 2018 | 14:30 H | ALHANDRA
DEBATE
A ATUALIDADE DO MOVIMENTO DE MULHERES
Os direitos das mulheres: derivas e desafios
19 MAIO 2018| 15:00H |BNP| LISBOA
quinta-feira, 19 de abril de 2018
MDM / MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | Disponibiliza ferramenta digital gratuita de ajuda a pessoas em risco ou em situação de violência doméstica| APRESENTAÇÃO | 20 ABRIL 2018 | 17:00H | BNP | LISBOA
«VIVE+AQUI»
Aplicação que a partir de sexta-feira
está disponível gratuitamente
para ajuda a pessoas
em risco ou em situação de
violência doméstica.
É um instrumento complementar, informativo,
que pode ajudar a monitorizar situações de
conflito e disponibiliza ferramentas que
permitem o acesso direito aos
serviços de emergência.
Informa sobre direitos e procedimentos legais;
dá acesso a requerimentos e guias;
disponibiliza contactos para ajuda
profissional e cria uma área
reservada que permite
criar contactos próprios de
emergência para pedir ajuda
de forma discreta e registar
de forma protegida
episódios de
violência doméstica,
gravando áudio e imagens.
A P R E S E N T A Ç Ã O
Biblioteca Nacional de Portugal
20 ABRIL 2018 | 17:00H
LISBOA
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
sábado, 25 de novembro de 2017
25 NOVEMBRO | DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRAS AS MULHERES | «O MDM - Movimento Democrático de Mulheres - vai assinalar esta data com iniciativas em vários pontos do país»
«25 de Novembro é o Dia Internacional para a eliminação da violência contra as mulheres. O MDM – Movimento Democrático de Mulheres – vai assinalar esta data com iniciativas em vários pontos do país. Entre exposições, debates e projecções de documentários, destacamos a apresentação de uma Aplicação para Smartphone de apoio a vítimas de violência doméstica, desenvolvida no âmbito do Projecto “Mulher Q Vive + aQui”, no distrito de Évora.
O MDM considera que a violência contra as mulheres é um flagelo social, que apesar da legislação, da prevenção e da protecção das vítimas, atingiu, em Portugal, níveis extremos nos últimos anos. Este agravamento da violência não está desligado do empobrecimento e da perda de independência económica das mulheres decorrente das políticas de austeridade.
O MDM apela às mulheres para que exerçam os seus direitos, ao governo para que faça cumprir os direitos das mulheres e à sociedade para que respeite a dignidade das mulheres. Apela à luta por uma vida digna sem opressão nem discriminação, por uma sociedade onde as relações entre as pessoas, entre mulheres e homens, se baseiem no respeito pelos valores da solidariedade, igualdade e companheirismo».
terça-feira, 23 de maio de 2017
JORNADAS | «As Mulheres e a Deficiência - Violências e Discriminações vs Direitos»
«AS MULHERES E A
DEFICIÊNCIA – VIOLÊNCIAS E DISCRIMINAÇÕES VS DIREITOS
No quadro do projecto relacionado com os direitos das mulheres intitulado As
Mulheres e a Deficiência – Violências e Discriminações vs Direitos com
financiamento da CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, no
âmbito da pequena subvenção às Organizações Não Governamentais dos Direitos das
Mulheres, realiza-se, em Almada, no dia 31 de Maio, as primeiras Jornadas.
A
violência contra as mulheres constitui crime e uma violação dos direitos
humanos. Segundo dados do relatório do Observatório da Deficiência e Direitos
Humanos (2014) uma em cada duas mulheres com deficiência é vítima de violência
(inclusive abuso sexual). Com esta temática pretende-se sensibilizar as
mulheres, as famílias e organizações de pessoas com deficiência, bem como
autarquias, entidades públicas e privadas para a problemática específica da
deficiência que incide duma forma particular sobre as mulheres.
O MDM convida-vos a participar nas Jornadas sobre As mulheres e a
Deficiência – Violências e Discriminações vs Direitos que terão lugar a 31 de Maio, em ALMADA, no Auditório do
Edifício Sede do Poder Local do Feijó – 10:00
ENTRADA LIVRE (mas inscrição obrigatória)
As Jornadas serão compostas por
três painéis subordinados aos temas onde se cruzarão diferentes perspectivas:
Inclusão e participação das mulheres com deficiência e o exercício de direitos;
Violências e discriminações das mulheres com deficiência; Sexualidade, direitos
sexuais e reprodutivos das mulheres com deficiência.
Estarão presentes a Secretária de
Estado da Inclusão e das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes e a
Presidente da CIG, Teresa Fragoso. Esta iniciativa está incluída na I Semana
Social – Almada Somos Nós, uma organização da Câmara Municipal de Almada».
P R O G R A M A
e ficha de inscrição
Contactos
Andreia Egas - 966 706 036
Regina
Marques - 918 123 238
sexta-feira, 10 de março de 2017
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
CONGRESSO DA FEDERAÇÃO DEMOCRÁTICA INTERNACIONAL DE MULHERES (FDIM) | 2016 setembro 15 a 18 | COLÔMBIA

A FDIM Federação Democrática Internacional de Mulheres vai realizar o seu XVI Congresso que começa amanhã, dia 15, e vai até 18, na Colômbia - veja aqui. O MDM movimento democrático de mulheres vai estar presente. Em comunicado adianta:
«(...)
Os temas do Congresso são os temas que perduram na inquietação de todas e de todos. As mulheres vão debater, com o seu olhar, os grandes problemas da Humanidade: As guerras imperialistas, as agressões e os desafios para a paz, a crise capitalista e o seu impacto nas mulheres. O impacto das mudanças climáticas e a segurança alimentar. Os direitos laborais, a igualdade salarial e a luta contra todos os tipos de violência, da doméstica à violência dos conflitos armados. A diversidade étnica e cultural nas mulheres e a luta da FDIM pelas causas da justiça social e da paz e ainda apontamentos tendo como pano de fundo as vida das mulheres de África, do mundo árabe, da Palestina, do Sahara Ocidental, com suas lutas, avanços e conquistas mas enormes desafios.
A delegação composta por Ana Souto, Andreia Egas e Regina Marques intervirá no Congresso da FDIM, com a convicção de que a luta das mulheres portuguesas pelos seus direitos é indissociável da luta pela Paz e pelo progresso e que a discussão fortalecida por este prestigiado colectivo, que ultima os 70 anos de vida democrática, reforçará os laços de solidariedade das mulheres do mundo com as portuguesas e o seu povo e dará à sua luta uma visão da urgência de lutar e da fraternidade que urge reacender. Perante os grandes desafios que se colocam à Humanidade, com os avanços das forças fascistas em grandes regiões na Europa, e do imperialismo, cujo expoente máximo é o proclamado terrorismo mas também responsável pela delapidação de recursos naturais e humanos, a delegação do MDM intervirá com a consciência de que a luta das mulheres é fundamental ao estabelecimento da democracia e da paz e para tanto estimulará a indispensável articulação para unir organizações que lutam pelos direitos das mulheres, defendem os direitos da maternidade, ao trabalho, a igualdade e a justiça social. (...)».
Em particular, no site do Congresso pode ler-se sobre a história da FDIM:
«El 26 de noviembre de 1945: Se inaugura en París el Primer Congreso Mundial de Mujeres que sería constitutivo de la Federación Democrática Internacional de Mujeres (FDIM). Participaron delegadas de 41 países. Entre ellas estaban: luchadoras antifascistas de todos los continentes, viudas y mujeres que habían perdido sus hijos durante la Segunda Guerra Mundial, ex-prisioneras de los campos de concentración; todas mujeres resueltas a consagrar sus esfuerzos por la edificación de una nueva vida, mujeres que habían decidido unirse para proteger sus hijos, para hacer valer sus derechos, proteger la paz, reforzar su contribución al fortalecimiento de la humanidad, progreso social, la democracia y la independencia nacional.
«El 26 de noviembre de 1945: Se inaugura en París el Primer Congreso Mundial de Mujeres que sería constitutivo de la Federación Democrática Internacional de Mujeres (FDIM). Participaron delegadas de 41 países. Entre ellas estaban: luchadoras antifascistas de todos los continentes, viudas y mujeres que habían perdido sus hijos durante la Segunda Guerra Mundial, ex-prisioneras de los campos de concentración; todas mujeres resueltas a consagrar sus esfuerzos por la edificación de una nueva vida, mujeres que habían decidido unirse para proteger sus hijos, para hacer valer sus derechos, proteger la paz, reforzar su contribución al fortalecimiento de la humanidad, progreso social, la democracia y la independencia nacional.
La primera Presidenta electa fue Eugenia Cotton, eminente científica francesa que murió en 1967». Continue a ler.

quinta-feira, 26 de junho de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
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