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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

DEZ UNIVERSIDADES DO MUNDO COMPROMETEM-SE A COMBATER A DESIGUALDADE DE GÉNERO | veja como









«(...)Paralelamente aos debates da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas, a ONU Mulheres lançou na terça-feira (20) em Nova York relatório com dados de dez universidades do mundo, entre elas a Universidade de São Paulo (USP), detalhando a persistência da desigualdade de gênero na academia e os compromissos firmados para combater o problema.
O primeiro relatório da campanha “HeForShe IMPACT 10x10x10” mostrou que apesar de as mulheres representarem, em média, a metade dos estudantes de graduação e pós-graduação nas universidades, os cargos administrativos seniores e de professores titulares são dominados pelos homens.
Além da USP, o relatório contém informações e compromissos de outras nove universidades que fazem parte da campanha: Universidade de Georgetown (EUA), Sciences Po (França), Universidade de Nagoia (Japão), Universidade de Stony Brook (EUA), Universidade de Hong Kong, Universidade de Leicester (Reino Unido), Universidade de Oxford (Reino Unido), Universidade de Waterloo (Canadá) e Universidade de Witwatersrand (África do Sul). (...)». Leia na integra «Dez universidades do mundo se comprometem a combater desigualdade de gênero».






Disponível aqui.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

PARIDADE NAS ORGANIZAÇÕES | Projeto Impacto 10x10x10 | «CORPORATE PARITY REPORT 2016»


Disponível aqui.
(Montagem)


Sobre o Projeto  Impacto10x10x10 e o respectivo Relatório de 2016, recorrendo ao site da  ONU Mulheres Brasil:
«Davos, 22 de janeiro de 2016—Dez das maiores empresas do mundo divulgaram informações de diversidade de gênero em suas equipes de trabalho, incluindo dados sobre cargos de liderança e participação de mulheres em seus Conselhos, em relatório inédito sobre paridade de gênero da campanha #ElesPorElas da ONU Mulheres. O anúncio ocorreu no Fórum Econômico Mundial em Davos, onde os chefes das empresas se reuniram ao lado da Sub-Secretária Geral da ONU e Diretora Executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo Ngcuka, e da Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson.
Como parte da campanha #ElesPorElas, a ONU Mulheres lançou, há um ano em Davos, uma iniciativa chamada IMPACTO 10x10x10, com o objetivo de engajar 10 importantes tomadores de decisão dos setores governamental, corporativo e acadêmico para impulsionar uma transformação para a igualdade de gênero.
Desde que se inscreveram, os Campeões do Impacto 10x10x10 do setor corporativo fizeram da igualdade de gênero uma prioridade institucional. Um ano mais tarde, a transparência dos dados apresentados por esses Campeões em Davos ajudará empresas a medirem seus compromissos e inspirará outros empregadores a fazerem o mesmo». Continue a ler.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

NOVA CAMPANHA SOBRE AUTONOMIA FEMININA E IGUALDADE DE GÉNERO | «Impacto 10x10x10 » | É UM BRAÇO DA CAMPANHA «ELE POR ELA»



No  Fórum Económico Mundial que teve lugar recentemente em Davos,  a ONU Mulheres lançou uma nova campanha:

IMPACTO 10x10x10


Conforme se pode ler aqui e com sublinhados nossos: é  «sobre autonomia feminina e igualdade de gênero. Batizada de "Impacto 10x10x10", o projeto piloto terá a duração de um ano, com a meta de engajar governos, corporações e universidades para que sejam agentes influentes nas comunidades e assim, gerem mudança dos padrões atuais.
Em Davos, na Suíça, o secretário-geral da ONU explicou que o novo projeto é um braço da campanha "HeforShe", ou "Ele por Ela".
Papel - Segundo Ban Ki-moon, o mundo não irá mudar  até que os homens comecem a pensar diferente sobre seu papel e sobre o que significa ser um homem. Ele ressaltou a importância do trabalho conjunto, para que os direitos das mulheres e a dignidade humana sejam respeitados e promovidos.
A atriz e embaixadora da ONU Mulheres também participou do lançamento da iniciativa em Davos. Emma Watson destacou que a liderança de governos, de universidades e de grandes empresas é essencial para se pôr um fim às desigualdades enfrentadas por meninas e mulheres.
Atitudes - Emma Watson declarou que gostaria de saber se os pais tratam seus filhos de forma igual; se os maridos apoiam suas mulheres para que elas possam alcançar seus sonhos e se os jovens se manifestam quando uma mulher não é tratada de maneira adequada.
A atriz informou que os homens envolvidos na nova iniciativa precisam fazer compromissos concretos em prol da igualdade de gênero. Foram anunciados os primeiros líderes globais do "Impacto 10x10x10", que têm agora o papel de influenciar outros homens». Continue a ler.

                                                                Disponível aqui.


Sobre a iniciativa tendo agora como fonte o site da ONU Brasil:                            
«A iniciativa foi lançada em uma conferência de imprensa com a presença do presidente da Ruanda, Paul Kagame; o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven; do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon; da diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka; da embaixadora global da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson; e do presidente da Unilever, Paul Polman. No evento, o secretário-geral da ONU destacou que a campanha HeForShe já conta com adesão de pais em favor dos direitos de suas filhas, de líderes que reconhecem que suas sociedades serão melhores com mais mulheres no parlamento e no mundo dos negócios, além de pessoas comuns que não aceitam a violência e a discriminação contra as mulheres».No evento, foram anunciados os fundadores do Impacto 10x10x10, composto pelos seguintes líderes globais: o primeiro-ministro dos Países Baixos, Mark Rutte; o presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma; o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven da Suécia; o presidente e CEO da Unilever, Paul Polman; o CEO da Tupperware, Rick Goings; e o presidente da PricewaterhouseCoopers International, Dennis Nally. O grupo vai orientar a iniciativa Impacto 10x10x10 da campanha HeForShe por meio da mobilização do universo político e empresarial». Leia na integra.
E lembremos o site do He For She.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

MOVIMENTO | «HeForShe» |«Ele Por Ela»





«Now it’s time to unify our efforts.
 HeForShe is a solidarity movement for 
gender equality that brings together 
one half of humanity in support of the
 other of humanity, for the 
entirety of humanity».


Há menos de uma semana a ONU deu um impulso no movimento «He For She». (Se não conhece veja notícia passada). Dos discursos havidos, o de Emma Watson teve muita repercussão. Daqui, numa tradução para português


«(...)
Eu decidi que eu era uma feminista. Isso não parecia complicado pra mim. Mas minhas pesquisas recentes mostraram que feminismo virou uma palavra não muito popular. Aparentemente, eu estou entre as mulheres que são vistas como muito fortes, muito agressivas, anti homens, não atraentes.
Por que essa palavra se tornou tão impopular? Eu sou da Inglaterra e eu acho que é direito que me paguem o mesmo tanto que meus colegas de trabalho do sexo masculino. Eu acho que é direito tomar decisões sobre meu próprio corpo. Eu acho que é direito que mulheres estejam envolvidas e me representando em políticas e decisões tomadas no meu país. Eu acho que é direito que socialmente, eu receba o mesmo respeito que homens.
Mas infelizmente, eu posso dizer que não existe nenhum país no mundo em que todas as mulheres possam esperar ver esses direitos. Nenhum país do mundo pode dizer ainda que alcançou igualdade de gêneros. Esses direitos são considerados direitos humanos, mas eu sou uma das sortudas.
Minha vida é de puro privilégio porque meus pais não me amaram menos porque eu nasci filha. Minha escola não me limitou porque eu era menina. Meus mentores não acharam que eu poderia ir menos longe porque posso ter filhos algum dia. Essas influências são as embaixadoras na igualdade de gêneros que me fizeram quem eu sou hoje. Eles podem não saber, mas são feministas necessários no mundo de hoje. Precisamos de mais desses.
Não é a palavra que é importante. É a ideia e ambição por trás dela, porque nem todas as mulheres receberam os mesmos direitos que eu. De fato, estatisticamente, muito poucas receberam.
Em 1997, Hillary Clinton fez um famoso discurso em Pequim sobre direitos das mulheres. Infelizmente, muito do que ela queria mudar ainda é verdade hoje. Mas o que me impressionou foi que menos de 30% da audiência era masculina. Como nós podemos efetivar a mudança no mundo quando apenas metade dele é convidada a participar da conversa?
Homens, eu gostaria de usar essa oportunidade para apresentar o convite formal. Igualdade de gêneros é seu problema também. Até hoje eu vejo o papel do meu pai como pai ser menos válido na sociedade. Eu vi jovens homens sofrendo de doenças, incapazes de pedirem ajuda por medo de que isso os torne menos homens – de fato, no Reino Unido, suicídio é a maior causa de morte entre homens de 20-49 anos, superando acidentes de carro, câncer e doenças de coração. Eu vi homens frágeis e inseguros sobre o que constitui o sucesso masculino. Homens também não tem o benefício da igualdade.
Nós não queremos falar sobre homens sendo aprisionados pelos esteriótipos de gênero mas eles estão. Quando eles estiverem livres, as coisas vão mudar para as mulheres como consequência natural. Se homens não tem que ser agressivos, mulheres não serão obrigadas a serem submissas. Se homens não tem a necessidade de controlar, mulheres não precisarão ser controladas.
Tanto homens quando mulheres deveriam ser livres para serem sensíveis. Tanto homens e mulheres deveriam ser livres para serem fortes. É hora de começar a ver gênero como um espectro ao invés de dois conjuntos de ideais opostos. (...)».
No site da UNWomen chegue ao discurso no original e  a outros,  e aceda a mais informação sobre «HeForShe».