sexta-feira, 28 de setembro de 2018

MEG WOLITZER | «A Persuasão Feminina»






SINOPSE
Jovem, brilhante e ambiciosa, Greer Kadetsky acaba de ser aceite na prestigiada universidade de Yale com uma bolsa de estudo. Para entrar, basta preencher um formulário. Algo que os pais, na sua descontracção de hippies da velha guarda, não fazem.
É assim que ela se vê relegada para uma universidade de segunda linha enquanto o namorado, Cory, filho de imigrantes portugueses, concretiza o sonho de ambos e segue para Yale.
Enquanto se debate com a inesperada falta de rumo, Greer conhece a carismática Faith Frank, figura icónica do feminismo americano. Ao assistir a uma palestra de Faith, a chama que Greer temia extinta ilumina-se.
Anos depois, já terminada a faculdade, Cory dedica-se à alta finança enquanto Greer luta pelos seus ideais com fervor. São percursos distintos que os obrigam a confrontarem-se com a complexidade da vida adulta.
Aos poucos, ambos se afastam do futuro que sempre imaginaram para si próprios. E um dia, vão perceber como estão longe daquilo que sonharam ser. 
Saiba mais.







«Tackling Violence against Women and Girls in the EU: Educating, Empowering, Protecting and Prosecuting»






«Violence against Women and Girls (VAWG) is a global epidemic of alarming proportions. It is estimated that at least one in three women around the world will experience physical or sexual violence during their life (World Health Organisation). According to the European Union Agency for Fundamental Rights (FRA), 55% of women in the EU have experienced sexual harassment and one in three since as young as the age of 15 (FRA, 2014). 85.8% of victims of sexual violence in the EU are female (Eurostat & the United Nations Office on Drugs and Crime, 2017).


Entered into force in 2014, the Istanbul Convention constitutes the most comprehensive binding international treaty combating Violence against Women (VAW). While all EU Member States have signed it, to date there remain nine member states that still have not ratified the Istanbul Convention. In the aftermath of the #MeToo movement, 2017 has been a year of focused actions dedicated to ending VAW. Throughout the year the Commission made concerted efforts to engage with various stakeholders to raise the profile of the issue. Such initiatives include the launch of the “NON.NO.NEIN” social media campaign aiming to share information and support, engage and connect all stakeholders in combating VAW. Moreover, in December 2017 the European Commission, the Organisation for Economic Cooperation and Development (OECD), the Council of Europe and UN Women issued a joint communiqué confirming their commitment to work together towards establishing a global alliance to eradicate Violence against Women and Girls by the end of 2018.

Despite the commitment from various agencies to increase their efforts to eliminate VAWG, more needs to be done. In recent years the proliferation of information on the cyber domain and the widespread use of social media have added a whole new dimension to violence against women and girls, resulting in Cyber VAWG. It is estimated that one in ten women have already experienced a form of cyber violence since the age of 15 (European Institute for Gender Equality, 2017). Even though the European Commission has undertaken actions to address the current lack of data quantifying the prevalence of cyber violence, legal frameworks are not yet clearly defined. Developing strategies to address the issue must continue to be a policy priority.

This International Symposium will provide a timely opportunity to discuss how to best strengthen efforts, monitor and evaluate the progress made and promote examples of good practice for preventing and combating violence against women and girls. It will also facilitate the exchange of ideas and encourage delegates to engage in thought-provoking and topical debate with local and regional practitioners and policy makers at EU level».


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Helena Almeida






Helena Almeida morreu. Sobre a artista, por exemplo, o que se pode ler no Público:


«Morreu Helena Almeida, uma grande artista europeia

Helena Almeida era uma das mais internacionais artistas portuguesas, com um reconhecimento tardio que foi ganhando intensidade. Tinha 84 anos e morreu esta terça-feira à noite em sua casa, inesperadamente. As suas famosas fotografias a preto e branco, em que se faz representar ao longo dos últimos 50 anos, são uma reflexão sobre um corpo que passou a ser de todos nós. 
  Veja aqui.

_______________________________

E DAS REAÇÕES À MORTE DA ARTISTA:

«Delfim Sardo, que foi curador de uma exposição dedicada à artista em 2013, em Lisboa, sublinhou a importância que Helena Almeida deu à representação do corpo, sempre do corpo dela, "com uma poética pessoa fortíssima" e acompanhando a tendência artística desde a década de 1960. "É sempre um trabalho desafiador e que problematiza não só as questões do feminino, como as questões da identidade, da imagem fotográfica, da relação da pintura com a fotografia. Tem todas as características para ser um trabalho pioneiro no contexto da arte europeia", disse o ensaísta». Veja mais reações.



«Governo lança financiamento de sete milhões de euros para igualdade de género»


Saiba mais

Um excerto da notícia no Portal do Governo:

«(…)
Rosa Monteiro afirmou que, com este financiamento, será agora possível «avançar com medidas urgentes em áreas como a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica, o reforço do sistema estatístico nacional em matéria de igualdade, sendo ainda uma peça chave em matéria de conciliação da vida profissional, pessoal e familiar».
Projetos a financiar
O programa começa com a abertura cinco concursos para candidaturas de projetos e um regime de apoio a projetos de menor dimensão, no âmbito de três eixos pré-definidos:
O primeiro, promovido pela Comissão para Igualdade no Trabalho e no Emprego, visa desenvolver uma plataforma de monitorização de políticas públicas de igualdade no mercado de trabalho e trocar boas práticas com a Islândia, em matéria de igualdade salarial.
O segundo tem como objetivo a integração da perspetiva da igualdade e combater a segregação sexual no ensino superior; será promovido pela Direção-Geral do Ensino Superior.
Finalmente, o terceiro, será da responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística e está relacionado com a melhoria dos dados estatísticos acerca de igualdade entre homens e mulheres. (…)». Na integra aqui.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

«Women Photographers of the African Diaspora»



«Founders Laylah Amatullah Barrayn and Adama Delphine Fawundu discuss their project MFON: Women Photographers of the African Diaspora
MFON: Women Photographers of the African Diaspora is a publication and platform committed to establishing and representing a collective voice of women photographers of African descent. The inaugural issue featured over 100 women photographers from across the Diaspora. (...)». Continue a ler.

CONFERÊNCIA |« Mulheres, Mundos do Trabalho e Cidadania – Diferentes Olhares, Outras Perspetivas»



Tirado do site da CIG



«Esta conferência pretende explorar novas perspetivas nos estudos que se centram nas mulheres e na sua inserção no mundo do trabalho, bem como na sua participação cívica e política, a partir dos olhares diversos protagonizados pelas várias ciências sociais e humanas. 
Uma parte da conferência será dedicada ao tema mulheres e mundos do trabalho e outra parte será dedicada ao tema mulheres e cidadania. 
Para mais informações clique aqui».

terça-feira, 25 de setembro de 2018

MULHERES EM DESTAQUE | Inês Lobo | Fernanda Fragateiro | VENCEM PRÉMIOS AICA 2017



Tiradas daqui

Arquiteta Inês Lobo e artista Fernanda Fragateiro vencem Prémios AICA 2017


«(...)No caso de Inês Lobo (na fotografia), o júri referiu que, com este prémio, procurou “destacar o percurso profissional ímpar da premiada, inseparável da respetiva capacidade em montar estratégias que vão da pequena à grande escala, da investigação ao desenho do edifício e da cidade, da qualidade da construção à dimensão social da arquitetura, da transversalidade colaborativa à ação curatorial, situação muito invulgar no panorama da arquitetura contemporânea portuguesa”.  (...)
No caso de Fernanda Fragateiro, o prémio decorre de duas exposições realizadas em 2017: “A reserva das coisas no seu estado latente”, na Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, e “Dos arquivos, à matéria, à construção”, no Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa. “Estes momentos de visibilidade permitiram verificar a enorme coerência do percurso artístico de Fernanda Fragateiro, desde sempre empenhado num questionamento das possibilidades da escultura contemporânea, e na sua articulação com a tradição modernista no tratamento dos materiais e em procedimentos como a serialidade e a modularidade”, considerou o júri. (...)». Leia na integra.

ESTUDO | «Cyber violence and hate speech online against women»

Disponível aqui.


«This study, commissioned by the European Parliament’s Policy Department for Citizens’ Rights and Constitutional Affairs at the request of the FEMM Committee, looks into the phenomenon of cyber violence and hate speech online against women in the European Union. After reviewing existing definitions of the different forms of cyber violence, the study assesses the root causes and impact of online violence on women. It continues by analysing and mapping the prevalence, victims and perpetrators. The document ends with an outline of the existing legal framework and recommendations for action within the EU remit».

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

FESTIVAL | «Olhares do Mediterrâneo /Cinema no Feminino» | 27 A 30 SETEMBRO 2018 | CINEMA SÃO JORGE | LISBOA



Celebrando a Diversidade
Chegamos à 5ª Edição. Pela quinta vez, vivemos o desafio de organizar um festival de cinema que reúne filmes de diferentes países do Mediterrâneo. Mostrar a diversidade social e cultural do Mediterrâneo através do cinema continua a ser um desafio estimulante e que a cada ano acrescenta novos olhares e novas perspectivas.
A nossa opção de nos centrarmos no cinema realizado pelas mulheres destes países traz um olhar particular e pouco divulgado sobre a diversidade deste contexto. O programa deste ano mantém como principal objectivo mostrar obras que dificilmente encontrariam em Portugal um circuito de exibição, e assim divulgá-los junto do público português.
Ao longo destes cinco anos, a equipa foi crescendo, transformou-se e consolidou-se. A entrada de novas pessoas é também um contributo valioso para a pluralidade de olhares. Mantendo o espírito e a dinâmica de uma iniciativa que começou como um projecto de amigos, o festival Olhares do Mediterrâneo – Cinema no Feminino continua a crescer e é hoje parte incontornável do roteiro dos festivais de cinema de Lisboa.
A programação que preparámos para 2018 traz-nos um conjunto de filmes e actividades que revelam uma pluralidade de formas de viver e os diferentes olhares sobre o mundo que nos rodeia fazendo assim um Festival que apela à criatividade e à consciencialização da igualdade na diversidade.
Antónia Pedroso de Lima e Sara David Lopes
Direcção do Festival


DA POLÉMICA EM SERRALVES | «Estas fotografias seriam tão polémicas se dirigissem o nosso olhar sobretudo para o corpo feminino?»



No artigo do Público

Sobre a Exposição, do que se pode ler no site de Serralves: «Mapplethorpe tratou todos os seus temas com igual atenção e precisão, desde órgãos sexuais ou arranjos de flores até aos retratos de amigos, amantes, celebridades e colaboradores, transformando a fotografia numa performance controlada entre o artista e o seu sujeito. Controverso e classicista, o interesse pioneiro de Mapplethorpe por sexo, género e raça reflete-se em imagens de corpos, prazer e desejo homossexuais e não heteronormativo e em fotografias suspensas na tensão — como acontece na totalidade da obra do artista — entre a intensidade emotiva e política dos seus conteúdos e a clareza da sua composição». 


.

E  também  publicitado no site de Serralves: «AVISO: Algumas obras da exposição contêm imagens de natureza explicitamente sexual. A admissão de menores de 18 anos está condicionada à companhia de um adulto».

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

«O Egas e o Becas são namorados?»



Leia aqui


«(...) "Lembro-me de ter lido uma coluna no [jornal] The San Francisco Chronicle, em que um miúdo em idade pré-escolar na cidade se virou para a mãe e perguntou, 'O Egas e o Becas são namorados?'. E isso, vindo de um miúdo daquela idade, foi engraçado. E aquilo circulou, toda a gente se riu e voltou ao assunto. E sempre senti que, sem uma grande agenda, que estava a escrever Egas & Becas, que eram [um casal]. Não tinha outra forma de os contextualizar", revelou. (...)». Continue a ler.




«Naomi Osaka ganó el sábado la final del US Open frente a Serena Williams, la leyenda. Sin embargo, no fue eso lo que destacaron los medios de comunicación ni de lo que se habló en la calle o en las redes sociales»





Leia no El Paìs
O artigo começa assim:

«Naomi Osaka ganó el sábado la final del US Open frente a Serena Williams, la leyenda. Sin embargo, no fue eso lo que destacaron los medios de comunicación ni de lo que se habló en la calle o en las redes sociales. Fue Williams y una triple sanción. Perdió los nervios, destrozó la raqueta contra el suelo y se enfrentó al árbitro: “¡Eres un mentiroso y un ladrón!”. “¡Soy madre, antes pierdo que hacer trampas!”. “¡Me debes una disculpa, me debes una disculpa!”. “¡No me volverás a arbitrar nunca más! ¡Es porque soy una mujer y lo sabes! ¡Si fuera un hombre no me harías esto!”. “¡Estás atacando mi personalidad!”.
Williams convirtió una mala respuesta a la presión de un partido en una bandera del feminismo; y las amonestaciones del árbitro, ajustadas a las normas, según los expertos, en un ataque sexista. El debate es doble: sobre su actitud y sobre el machismo en el mundo del tenis. Pero, en esta ocasión, van por separado». Continue a ler.


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Para um mundo mais humano




Leia aqui



MULHER-PALHAÇO | «Is clowning while female a radical act? »








«(...)

Is clowning while female a radical act? Or just another day at the clown office.  
Clowning While Female!  A Conversation brings together women clowns to explore what they are going through – and coming up against as artists.   Moderated by Kendall Cornell of Clowns Ex Machina, this panel discussion will bring together funny women with varied perspectives and experiences ranging from circus, theatre, variety show, medical clowning, and street performance.   The discussion will focus on how their clown work and humor engages with our cultural norms -- artistically, industry-wise and clown-wise.  
Panelists are clowns, directors, teachers, and scholars and include Hilary Chaplain, Cecil MacKinnon (Circus Flora), Sonia Norris, Julie Pasqual, and others.  Kendall Cornell is a clown, and artistic director of the all-women clown troupe Clowns Ex Machina. ClownsExMachina.com (...)». Continue a ler.







segunda-feira, 17 de setembro de 2018

OS U2 ESTÃO EM LISBOA E O EXPRESSO PUBLICOU UMA ENTREVISTA A BONO | Fala de «Poverty Sexist» e de «Girls Count»


Recorte do Expresso/Revista E | 15 SET 2018

 E o site dos U2é  aqui

ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A IGUALDADE E A NÃO DISCRIMINAÇÃO 2018-2030 / PLANOS DE AÇÃO | Criadas as Comissões de Acompanhamento | DESPACHO N.º 8762/2018 DA SECRETARIA DE ESTADO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE

Leia aqui


«Fixa a composição da Comissão Técnica de Acompanhamento do plano de ação para a igualdade entre mulheres e homens 2018-2021, da Comissão Técnica de Acompanhamento do plano de ação para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica 2018-2021 e da Comissão Técnica de Acompanhamento do plano de ação para o combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género, e características sexuais 2018-2021».

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

SANDRA CATARINO | «Os Fios»






SINOPSE
Numa noite de lobos em que todos rezam a Santa Bárbara e os mais velhos recordam uma tragédia antiga, chega misteriosamente à aldeia um estrangeiro e a sua filha Madalena, de três anos, cujos olhos cinzentos tão depressa atraem como assustam.
Nessa mesma noite, a criada do solar vem chamar Violeta para que acuda à sua senhora - pois a hora do parto chegou intempestiva - e Celeste nascerá pouco depois, ignorando que a solidão rodeará grande parte da sua vida. No Fundo do Lugar, onde a água da chuva irrompe em ondas pelas casas mais pobres, é a vez de Samuel - o que desenha bichos no chão dos quintais e imita o canto das aves - temer, como sempre, pela vida da mãe.
Madalena, Celeste e Samuel são os lados desiguais do triângulo donde brotam os fios desta história, contada por três mulheres que se assemelham a fiandeiras do tempo: Antónia, a viúva que tricota camisolas e mantas, acrescentando dias à vida de cada um; Violeta, a que apara nas mãos os filhos da terra e guarda segredos tristes numa gaveta; e Emília, a que ouve em sonhos o afiar de facas e calcula os caminhos que a morte escolhe percorrer.
Os Fios - romance de estreia que revela uma surpreendente maturidade literária - combina de forma magistral a crueza do meio rural com um lirismo inesperado e bem-vindo que torna esta narrativa mágica e poderosamente empática. +.


TEATRO | «medeia é bom rapaz» | ESPAÇO ESCOLA DE MULHERES [Clube Estefânia]






«Este é um espectáculo sobre o Desejo. Ou, melhor, sobre o Desejo do Desejo. E sobre o Mito, também. O primeiro mito é o próprio Desejo. A tese é a substituição. São dois actores que fazem de homens que fazem de mulheres. Esta Medeia é, para nós, um cerimonial destruidor, um pesadelo da sociedade moderna acorrentada a fantasmas. Fantasmas que lutam risivelmente pelo Poder. Se a Senhora e a Serva são imagens de uma mesma realidade e ambas esperam Jasão e, na ambiguidade do travesti, se substituem, interpretando diferentes papéis, o Autor, Actores e Encenadora, num jogo de espelhos deformantes, tentam descobrir a sua própria imagem e esperam vê-la fugir num carro do Sol, depois de se terem vingado de Jasão, mas sabem de antemão que Jasão, tal como Godot, não existe e que o jogo não pode ter um fim feliz».

.
.    .

«Em 1992, e numa Produção independente, Fernanda Lapa e uma equipa de artistas e técnicos entusiastas que apostaram no êxito da Produção sem terem qualquer garantia de remuneração, montaram a peça de Luis Riaza “Medeia é Bom Rapaz”. O espectáculo foi apresentado na sala do extinto Teatro do Século e foi um êxito de público e de Crítica.
Recebeu o Prémio da “Crítica” e “O Sete de Ouro” para “Melhor Encenação” (Fernanda Lapa) e o para “Melhor Actor” (João Grosso).
26 anos decorridos, consideramos ser o momento certo para a revisitar e oferecer a um novo público que não tem notícia desta obra».
.
.     .

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

QUEER LISBOA | Festival Internacional de Cinema Queer | 14 A 22 SETEMBRO 2018 | CINEMA SÃO JORGE | CINEMATECA PORTUGUESA | LISBOA





«A 22.ª edição do Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer realiza-se de 14 a 22 de setembro no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa.A programação passa por 100 filmes de 32 países e as problemáticas associadas ao VIH/SIDA surgem como um dos temas centrais, mas também as complexas questões ligadas às migrações». Saiba mais.




NA HARVARD BUSINESS REVIEW | Sobre as ausências por maternidade


Leia aqui
                 (Montagem)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Apresentação pública do Programa Cidadãos Ativ@s – Lisboa






«Estão abertas as candidaturas para Organizações Não Governamentais que desenvolvam projetos para a promoção da participação democrática, da cidadania ativa e dos direitos humanos, bem como projetos que reforcem a sustentabilidade e a capacidade da sociedade civil portuguesa. Os novos concursos decorrem até ao final de outubro.
O Programa Cidadãos Ativ@s será publicamente apresentado no dia 14 de setembro em Lisboa e no dia 17 de setembro no PortoMarque na sua agenda!» Saiba mais

  14 setembro 2018
9:00 até 16:30 
ENTRADA LIVRE





LEMBREMOS A AGENDA 2030 | UM ODS DE CADA VEZ | OBJETIVO 14 | «Proteger a Vida Marinha»



«Até 2025, prevenir e reduzir significativamente a poluição marítima de todos os tipos, especialmente a que advém de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes
Até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, inclusive através do reforço da sua capacidade de resiliência, e tomar medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos
Minimizar e enfrentar os impactos da acidificação dos oceanos, inclusive através do reforço da cooperação científica em todos os níveis
Até 2020, efetivamente regular a extração de recursos, acabar com a sobrepesca e a pesca ilegal, não reportada e não regulamentada e as práticas de pesca destrutivas, e implementar planos de gestão com base científica, para restaurar populações de peixes no menor período de tempo possível, pelo menos para níveis que possam produzir rendimento máximo sustentável, como determinado pelas suas características biológicas
Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e com base na melhor informação científica disponível
Até 2020, proibir certas formas de subsídios à pesca, que contribuem para a sobrecapacidade e a sobrepesca, e eliminar os subsídios que contribuam para a pesca ilegal, não reportada e não regulamentada, e abster-se de introduzir novos subsídios desse tipo, reconhecendo que o tratamento especial e diferenciado adequado e eficaz para os países em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos deve ser parte integrante da negociação sobre subsídios à pesca da Organização Mundial do Comércio
Até 2030, aumentar os benefícios económicos para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos, a partir do uso sustentável dos recursos marinhos, inclusive através de uma gestão sustentável da pesca, aquicultura e turismo

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

HOJE NA CINEMATECA | «A Árvore dos Tamancos»





«Inspirado pelas histórias orais da sua avó, em L’ALBERO DEGLI ZOCCOLI Olmi enceta uma viagem ao passado ao procurar documentar o quotidiano de cinco famílias de rendeiros de uma grande propriedade rural italiana de finais do século XIX. Os trabalhos, as alegrias, as injustiças, a resignação, são aqui reencenados e acompanhados ao pormenor numa imbricação de episódios, cujos protagonistas são camponeses da zona de Bérgamo, que assim enriqueceram esta soberba crónica da vida rural com as suas memórias, objetos ancestrais e com o dialeto local. Uma obra absoluta de Olmi, bem demonstrativa da potência poética do cinema, premiada com a Palma de Ouro em Cannes. A apresentar em cópia digital». Saiba mais.
_______________
Se não puder ir à Cinemateca, embora não seja a mesma coisa, uma alternativa: Pode ver no  Youtube. E legendado em português.



PARLAMENTO EUROPEU | COMISSÃO DOS DIREITOS DA MULHER E IGUALDADE DOS GÉNEROS | «Integração da perspetiva do género no orçamento da UE: o rumo a seguir»

Assunto: Integração da perspetiva do género no orçamento da UE: o rumo a seguir
As mulheres e os homens continuam a desempenhar papéis diferentes e a assumir responsabilidades diferentes na sociedade. Por conseguinte, é essencial analisar o orçamento de uma perspetiva de género para fornecer informações sobre as diversas repercussões que a afetação orçamental possa ter na igualdade de género. A orçamentação sensível ao género tem uma base sólida no compromisso da UE para com a integração da perspetiva de género, expressa no artigo 8.º do TFUE. Os orçamentos que integram as questões de género e as políticas conexas visam contribuir para a consecução da igualdade de género e conduzir a um crescimento e emprego mais sustentáveis e inclusivos. O objetivo da orçamentação sensível ao género é aumentar a participação num processo que se traduza em orçamentos que integram as questões de género e, consequentemente, promover a transparência e a responsabilidade. Vontade política, liderança e dados repartidos por género são necessários para que a orçamentação sensível ao género seja eficaz.
Na declaração conjunta do Parlamento, do Conselho e da Comissão, anexa ao quadro financeiro plurianual (QFP) para 2014-2020, as três instituições comprometem-se a integrar, conforme adequado, elementos da dimensão de género no orçamento da UE. Contudo, o compromisso estratégico da Comissão para a igualdade de género 2016-2019 indica que a orçamentação sensível ao género não é aplicada sistematicamente ao orçamento geral da UE.
1. Que elementos da dimensão de género são aplicados no atual QFP? Nos casos em que não tenham sido integrados elementos da dimensão de género, que medidas e calendário foram adotados pela Comissão para colmatar eventuais lacunas? De que modo irá a Comissão demonstrar liderança no sentido de garantir que a orçamentação sensível ao género, incluindo um acompanhamento adequado e eficaz, seja integrada em todo o processo do próximo QFP e do orçamento de 2019, a fim de garantir que os grupos mais vulneráveis beneficiem dos fundos da UE? Tenciona a Comissão: a) estabelecer uma referência clara à igualdade de género numa das rubricas do QFP; b) aplicar a igualdade de género como objetivo horizontal; e c) atribuir uma rubrica orçamental individual por objetivo relacionado com a igualdade de género, a fim de aumentar a transparência?
2. De que modo irá a Comissão melhorar: a) o intercâmbio de conhecimentos em matéria de orçamentação sensível ao género entre os Estados-Membros e as autoridades locais; b) a recolha de dados repartidos em função do género necessários à análise dos orçamentos segundo a perspetiva de género; c) a capacidade técnica dos seus funcionários para executar e avaliar orçamentos que integram as questões de género: contratará peritos em orçamentação sensível ao género, desenvolverá a capacidade interna necessária na DG Orçamento e estabelecerá um ponto de contacto para a orçamentação sensível ao género em cada DG?; e d) o acompanhamento e a avaliação da integração da igualdade de género na execução do (co)financiamento da UE?

Parlamento Europeu Direitos da Mulher e Igualdade dos Géneros: Documentos de reunião - Veja aqui.

Comissão dos Direitos da Mulher e da Igualdade dos Géneros

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

DOMENICO STARNONE | «Laços»




Domenico Starnone oferece-nos um olhar incisivo e terno sobre o amor, o casamento, a família, o legado que deixamos aos nossos filhos e o lugar que a liberdade individual pode ter no meio de tudo isso. 
Um romance provocador, intensíssimo e verdadeiro, pela mão de um dos maiores nomes da literatura italiana contemporânea.
O amor é um jogo sublime. 
E uma perigosa armadilha. 
Um romance magistral sobre as forças subterrâneas do amor.




#PôrFIMàViolência

Veja aqui

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

ANNA CALVI | TERCEIRO ÁLBUM |«Hunter um quase-manifesto Queer e Feminista»



Da revista «E» do Semanário Expresso desta semana:

«ANNA CALVI “PRETENDI CRIAR ALGO MAIS VISCERAL, ANIMAL E SELVAGEM”
Cinco anos depois de “One Breath”, Anna Calvi publica o terceiro álbum, “Hunter”. Um quase-manifesto “queer e feminista” acerca do qual afirmou tê-lo desejado “primitivo e belo, vulnerável e forte, o caçador e a presa”, uma arma “tranquilamente audaciosa e provocante” nas políticas de género. Com guitarras incendiárias
ENTREVISTA JOÃO LISBOA
(...)
Descreve “Hunter” como “um álbum queer e feminista”, que lhe permitiu “exprimir-se livremente e sem se preocupar com o modo como poderá ser julgada acerca do que deveria fazer com o seu corpo”. Pode dizer-se, então que, no centro deste disco, existe uma agenda de políticas de género?
Não se trata de impor uma agenda, mas de fazer passar a ideia de que não devemos sentir-nos obrigadas a assumir os estereótipos femininos mas sim explorarmos tudo aquilo que uma mulher pode realmente ser em vez daquilo que nos dizem que ela deverá ser. A personagem de ‘Hunter’, por exemplo, procura o prazer sem qualquer espécie de vergonha. A nossa cultura está impregnada de fantasmas de mulheres enquanto objetos de caça dos homens. Quis inverter os papéis: a mulher como caçadora que se apodera da sua presa, masculina ou feminina. Basta de tolerância em relação aos limites que, alegadamente, definiriam como uma mulher se deve comportar. Por que motivo haveria de aceitá-los apenas por causa da minha anatomia?(...)»