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terça-feira, 21 de maio de 2019
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
quarta-feira, 6 de junho de 2018
terça-feira, 5 de junho de 2018
sexta-feira, 4 de maio de 2018
quinta-feira, 5 de abril de 2018
JORNAL DE LETRAS | VALTER HUGO MÃE | «O século das mulheres»
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| JL | 28MAR-10ABRL| 2018 Também pode ler aqui |
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
HELENA MATOS | «Indignações selectivas»
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O artigo termina assim:
«(...)
Hoje a violência doméstica, ou mais precisamente uma parte dela, ganhou o estatuto de flagelo, chaga social e causa urgentíssima. Foi apadrinhada pelos activistas do costume. Ou seja tornou-se no assunto que os protagonistas habituais sinalizaram como instrumental na sua luta por mais poder. E assim, armados de zelos inquisitoriais, vasculham agora acordãos em busca de frases comprometedoras, pedem medidas excepcionais e formação para os agentes da justiça, traduzindo-se no caso “a formação” por sessões de agitação e propaganda. Ou, para usar a terminologia da secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Lopes Monteiro, vai-se “avançar numa “missão civilizacional” para mudar “culturas demasiado interiorizadas”.
Portanto, estamos conversados: as idosas continuarão a ser agredidas em assaltos que só interessam aos histéricos securitários. Já na violência entre casais sobretudo se forem heterossexuais ou há condenações rápidas ou os juízes arriscam-se a tornar-se no alvo da próxima fúria mediático-política. Por fim mas não por último, sendo o desempenho da Justiça nos casos de violência doméstica analisado pela Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica certamente que existem equipas de análise retrospectiva para os homicídios acontecidos noutros contextos. Seria importante conhecerem-se quer essas equipas quer as conclusões a que têm chegado».
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
CARLOS FARINHA RODRIGUES | «Indicadores de desigualdade e de pobreza em Portugal: um pequeno passo na direcção certa»
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O artigo termina assim:
«(...)Por último, a taxa de pobreza da população empregada permanece praticamente inalterada nos últimos anos (10,8% em 2016). A existência de uma taxa tão elevada de working poor tem de constituir um forte factor de preocupação social. Deve igualmente questionar-nos sobre as fragilidades do nosso mercado de trabalho e sobre as políticas laborais e salariais vigentes.
Estes resultados globalmente positivos sobre a evolução recente dos indicadores de pobreza, de exclusão social e de desigualdade económica não nos podem fazer esquecer que Portugal continua a ser um país com elevados níveis de pobreza, de precariedade social e de assimetrias sociais. Neste contexto, continua a ser necessário um papel mais actuante das políticas públicas no combate às situações de maior vulnerabilidade social.
Mas a redução sustentada da pobreza e da exclusão social não pode ser alcançada exclusivamente através de medidas dirigidas à população pobre. Pressupõe alterações profundas nas prioridades que presidem à noção de desenvolvimento do país, a implementação de políticas que promovam o emprego e o crescimento económico, conjuntamente com um sistema de protecção social mais eficiente no apoio aos indivíduos e famílias que dele efectivamente carecem. Pressupõe, ainda, uma política efectiva de combate às desigualdades sociais».
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
sábado, 19 de agosto de 2017
« A justiça em Portugal é “mais dura” para os negros»
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| Leia no Jornal Público |
«(...)
Diogo foi um dos jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que engrossou as estatísticas prisionais. Um em cada 73 cidadãos dos PALOP com mais de 16 anos em Portugal está preso. É uma proporção dez vezes maior do que a que existe para os cidadãos portugueses — onde um em cada 736 cidadãos na mesma faixa etária está detido. O número sobe para 1 em 48 quando se trata de cabo-verdianos, a comunidade africana mais expressiva em Portugal: ou seja, 15 vezes mais.
Mais um dado: se tivermos apenas em conta os homens, que constituem, na verdade, o grosso da população prisional, concluímos que um em cada 37 cidadãos dos PALOP está preso versus um em cada 367 homens portugueses (e uma em cada 1071 mulheres dos PALOP versus uma em cada 6732 portuguesas). (…)».
terça-feira, 15 de agosto de 2017
sexta-feira, 28 de julho de 2017
terça-feira, 25 de julho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
quarta-feira, 7 de junho de 2017
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