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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

MARIA JOÃO MEDEIROS | «O Pequeno Livro das Grandes Heroínas»




SINOPSE
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade.
Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Saiba mais.



quinta-feira, 3 de outubro de 2019

JUDITE CANHA FERNANDES | «Um Passo para o Sul»



SINOPSE
Um Passo para Sul decorre entre os quatro arquipélagos atlânticos onde se fala português. «No Atlântico moram povos de várias margens. Não têm guelras, já que respiram pouco. Têm labores plácidos, cortinas de água e, às vezes, a imaginação um bocado furiosa.»O júri considerou Um Passo para Sul um romance com um «alcance humano e social mais profundo». «Os registos linguísticos e imaginativos do crioulo inscrevem-­se criativamente na estrutura global da narrativa, contribuindo para a formatação de uma linguagem literária muito estimulante»; «um romance em que o amor, mas também a violência terrível exercida sobre as mulheres, se constituem em traves mestras do universo existencial das personagens». Se o romance sugere também «esperança e luminosidade, não faz esquecer a contundência psicológica que o estrutura e que a todos nos agride no seu alcance humano e social mais profundo». +.


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

ANNA BURNS | «Milkman»



SINOPSE
«Nesta cidade sem nome, ser interessante é perigoso. A irmã do meio, protagonista deste romance, empenha-se em evitar que a sua mãe descubra a identidade do namorado e em não dar explicações sobre os encontros com o leiteiro. Mas quando o cunhado um descobre a situação e começa o rumor, a irmã do meio torna-se «interessante». A última coisa que queria ser. Porque, nesta cidade, ser interessante implica que te prestem atenção e isso é perigoso.
Num original misto de inocência e perspicácia, com um estilo único, torrencial e anónimo muito próprio da oralidade, a narradora partilha com o leitor a sua vida, profundamente marcada pela violência física e psicológica.
Milkman, de Anna Burns, é uma comovente história feita de rumores e falatório, de aceitação e resistência, de silêncio e surdez intencional, que decorre no auge dos conflitos entre as duas irlandas e que espelha o que de pior há no ser humano». Saiba mais.

E do jornal Público:


Tirado daqui

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

VIRGINIA WOOLF | «A Casa Assombrada e outros Contos»



«Em A Casa Assombrada e Outros Contos estão reunidos alguns dos mais inovadores contos originalmente escritos em inglês.

É certo que Virginia Woolf não é uma contista e que foi em romances como Orlando e As Vagas que sobretudo cumpriu o “insaciável desejo de escrever alguma coisa antes de morrer”. Mas é em contos como “A Marca na Parede”, “Lappin e Lapinova” e “O Legado”, que melhor nos revela o modo como soube captar a evanescente matéria da vida, um universo feminino que os homens desfazem revelando que a marca na parede é uma lesma, recusando-se a recriar a vida de coelhos no ribeiro ao fundo da floresta ou tornando-se apenas insensivelmente desatentos». Saiba mais.




terça-feira, 3 de setembro de 2019

ANA DE CASTRO OSÓRIO | «Ambições»




«Toldados pela ideia de ascenção social, uma bela mulher de origem humilde e um médico arrivista estabelecem uma aliança nefasta. Pelo caminho, terão de se confrontar com outros interesses afectivos, sociais ou políticos.
Entre Lisboa e uma vila do interior, as vidas das diferentes personagens cruzam-se numa teia de sonhos e ambições. O leitor delicia-se com o olhar crítico da autora sobre a realidade portuguesa, ao encontrar aqui retratados os seus diferentes extractos sociais.
Um romance de costumes sobre a condição da mulher, o matrimónio, a educação e o progresso no início do século XX, que em muitos aspectos se mantém actual». Saiba mais.


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

DEBORAH LEVY | «O Custo de Vida»




Da Critica Da Revista do Expresso desta Semana, o titulo:

«Deborah Levy encara o rescaldo de um divórcio aos 50 anos, e o luto pela morte da mãe, num brilhante livro de memórias que é igualmente um ensaio sobre feminismo e criação literária

TEXTO JOSÉ MÁRIO SILVA»

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O Custo de Vida, o novo livro de Deborah Levy, é tão bom que só o li uma hora por dia para o fazer durar.” [Miguel Esteves Cardoso, Público]
“Um manifesto eloquente.” [The Guardian]
“Uma escritora indelével… de um génio elíptico… O Custo de Vida é uma leitura de enorme prazer.” [The New York Times]
“Uma observadora arguta do mundano e do inexplicável. Levy consegue transmitir pormenores memoráveis em poucas palavras.” [The New York Times Book Review]


sábado, 17 de agosto de 2019

«SOPHIA»





«A jornalista Isabel Nery traz-nos no seu novo livro, a primeira biografia de Sophia de Mello Breyner Andresen, no ano em que se assinala o centenário do seu nascimento.
A autora percorreu lugares e pessoas que fizeram parte da história de Sophia, como o Porto, a Grécia, Lagos, ou entrevistando mais de 60 pessoas, do pescador José Muchacho, ao amigo Manuel Alegre, até ao ensaísta Eduardo Lourenço, passando por companheiros das letras e da política.
Só assim foi possível completar a biografia que faltava sobre a primeira portuguesa a receber o Prémio Camões e a única mulher escritora com honras de Panteão Nacional, a quem muitos gostavam de ter visto atribuído o Prémio Nobel». Saiba mais.

domingo, 11 de agosto de 2019

CAMILLE PAGLIA | «Provocações»




RESUMO
«Uma coletânea que abarca mais de duas décadas de escritos de uma intelectual provocadora. Muitas coisas mudaram desde que Camille Paglia surgiu com o seu inovador Personas Sexuais. Mas as lúcidas conceções desta grande pensadora norte-americana continuam na vanguarda — não só pela sua capacidade de captar o tom do momento mas também por ser capaz de antecipar tendências sociais e culturais.
Com uma introdução em forma de manifesto fervoroso em que Paglia expõe as convicções fundamentais que caracterizam a sua escrita — a liberdade de expressão, a necessidade de investigação audaciosa e um profundo respeito por toda a arte, erudita ou popular — Provocações reúne um conjunto de textos que faz luz sobre os mais variados temas, dos óscares ao atual presidente dos EUA, passando pelo punk rock». 
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SOBRE A AUTORA


«Camille Paglia nasceu em Endicott, Nova Iorque, em 1947, no seio de uma família ítalo-americana. Estudou em Yale e é professora de humanidades, estudos clássicos, arte e comunicação em Filadélfia e em Nova Iorque. A sua popularidade deve-se não só aos artigos vibrantes e polémicos que escreveu sobre feminismo, questões de género e cultura pop, mas também a obras de grande erudição como Sexual Personae ou Glittering Images»
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Veja também no site da Editora.



segunda-feira, 5 de agosto de 2019

ELENA FERRANTE | «A Invenção Ocasional»





"No Outono de 2017, o Guardian propôs-me que escrevesse para as suas páginas uma coluna semanal. Senti-me lisonjeada e, ao mesmo tempo, assustada. Nunca fizera uma experiência desse género e receava não ser capaz. Depois de muitas hesitações, fiz saber à redacção que aceitaria a proposta se me fosse enviada uma série de perguntas, a cada uma das quais, por sua vez, eu responderia respeitando os limites do espaço que me fosse fixado."
[Da Introdução de Elena Ferrante] 
O resultado deste convite foi A Invenção Ocasional, uma colecção de cinquenta e um textos, uma polifonia de temas, composta nas variadas dimensões da vida. O livro "começa por acaso no dia 20 de Janeiro de 2018 pela narração sempre incerta de uma primeira vez e termina por acaso no dia 12 de Janeiro de 2019 focando-se sobre uma última vez". 
Fala-nos de acontecimentos que permaneceram na memória da autora ou que se desenvolvem no presente, episódios, imagens, gestos, intuições, relações e leituras, que no seu conjunto compõem um mosaico em movimento onde o imaginário das mulheres de hoje ocupa um importante lugar. 
As ilustrações são de Andrea Ucini. Saiba mais.

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Sobre o livro do trabalho de Cristina Margato no semanáro Expresso desta semana o excerto seguinte: 


terça-feira, 23 de julho de 2019

JOUMANA HADDAD |«O Super-Homem é Árabe - Sobre Deus, o Casamento, o Machão e Outras Invenções Desastrosas»



«Este não é um manifesto contra os homens em geral. Nem é um manifesto contra os homens árabes em particular. É, todavia, um uivo na cara de uma particular espécie de homens: a espécie macha, o Super-Homem, como eles gostam de se considerar. Mas o Super-Homem é uma mentira. Nesta explosiva sequela de Eu Matei Xerazade, Joumana Haddad examina o sistema patriarcal que continua a dominar o mundo árabe — e não só. Das religiões monoteístas e do conceito de casamento à institucionalização do machismo e do duplo padrão, Joumana reflecte sobre a necessidade vital de uma nova masculinidade nestes tempos de revolução e mudança no Médio Oriente.
«Uma crítica feroz ao sexismo.» — The Guardian
«Um vendaval de ar fresco — Haddad escreveu um livro obrigatório e vital para todos os sexos, raças e culturas. Uma obra oportuna e completamente única que vem aprofundar o debate em torno da opressão misógina, da religião, da política e da liberdade social que mobiliza comentadores, activistas e políticos em todo o mundo. A revolução e a reacção contra ela não se digladiam apenas nas ruas, nas praças e nas eleições do Médio Oriente, mas também nos rostos e corpos de milhões de mulheres árabes, e das suas irmãs, no mundo inteiro. Haddad fala por todas nós. É tempo de a ouvir.» — Bidisha
«Joumana Haddad, poeta e jornalista libanesa, escreveu um livro ousado e simulta-neamente muito divertido sobre o patriarcado no mundo árabe.» — Lucy Popescu, The Independent». Saiba mais.
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Leia também de Patrícia Reis:

Árabe, mulher, feminista e sem medo de ameaças ou insultos

quarta-feira, 17 de julho de 2019

PATRÍCIA REIS | «As Crianças Invisíveis»




SINOPSE
M. é uma criança habituada a ser usada e devolvida por famílias sucessivas como um produto que não satisfaz o cliente. Cresce numa instituição de acolhimento, onde vai descobrindo o poder da amizade e as armadilhas do desejo e da paixão. Esta é a sua história até chegar à idade adulta, atravessando um processo de invisibilidade, no qual a dor se confunde com a esperança de encontrar uma vida a que possa chamar sua. Ao seu lado existem outras crianças e ainda Conceição, a assistente social que escolhe amar M. incondicionalmente.

As Crianças Invisíveis é um romance que alia um exercício literário ímpar com um profundo trabalho de investigação sobre abandono, maus-tratos e adopção. Construindo toda a narrativa de uma maneira muito original, sem identificar o sexo das crianças, e a partir do olhar delas, a escrita límpida, poderosa e cirúrgica de Patrícia Reis conduz-nos, neste romance avassalador, através dos sonhos, do medo e da intimidade de um conjunto de personagens que percorrem a infância e a adolescência sem pai, nem mãe, nem identidade. Saiba mais.



terça-feira, 2 de julho de 2019

sexta-feira, 7 de junho de 2019

MARIA TERESA HORTA | «Estranhezas»




SINOPSE
«Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, Estranhezas desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: No EspelhoPaixãoDa BelezaAlteridadesTumultoFerocidades e À Beira do Abismo
É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de «Alteridades», «Tumulto» e «Ferocidades» são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros.
Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de «Dürer» bem afirma, e o poema «A Asa», da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta:

- De súbito
Dürer...
a asa que pintaste
há séculos
ganha voo
com a sua dúctil
e indócil beleza

Com a sua estranheza»

quinta-feira, 6 de junho de 2019

INÊS PEDROSA |«O Processo Violeta»





SINOPSE

«No Portugal festivo e individualista do fim da década de 80, Violeta, uma professora de 32 anos, engravida de Ildo, um aluno de 14 anos, filho de uma mãe solteira cabo-verdiana. O Insubmisso, novo jornal de uma elite em ascensão, perseguirá a história e descobrirá que o pai de Ildo é um cavaleiro tauromáquico aristocrata. O escândalo do chamado processo Violeta contrastará com o silêncio absoluto através do qual Ana Lúcia, amiga de Violeta, oculta a sua violação por um outro aluno de 14 anos da mesma escola. Este romance apaixonante interroga, com inteligência, imaginação e humor, os interditos de uma sociedade que se diz livre e despida de preconceitos. O processo Violeta é, afinal, o de um país de hábitos clandestinos, esconsos, sacrificiais e crepusculares». +.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

EDNA O´BRIEN | «Pequenas Cadeiras Vermelhas»





SINOPSE
Numa fria noite de Inverno, Vlad Dragan, um enigmático estrangeiro oriundo dos Balcãs, refugia-se na aldeia de Cloonoila, na costa irlandesa. Assume-se como poeta e curandeiro, capaz de tratar doenças e problemas sexuais.
A sua personalidade magnética conquista de imediato a pequena comunidade, em especial seduz Fidelma McBride, uma mulher apaixonada, que lhe implora pelo filho que não consegue ter com o marido. Contudo, a verdadeira identidade de Vlad não tardará a ser revelada, arrastando consigo consequências trágicas para o destino de Fidelma.
Aclamada como uma das obras mais marcantes de Edna O'Brien, Pequenas Cadeiras Vermelhasassinala o regresso da escritora irlandesa ao romance.
Um livro sobre a natureza do mal e o fascínio do homem pela crueldade, que reflecte ao mesmo tempo sobre a redenção e a inevitável procura do amor. +.



quarta-feira, 24 de abril de 2019

ANA CRISTINA SILVA | «As Longas Noites de Caxias»





SINOPSE
Um romance poderoso e emocionante sobre duas mulheres que viveram intensamente a ditadura. Leninha, a mais temida e poderosa figura feminina da polícia política portuguesa: a PIDE; e Laura, uma das vítimas que mais sofreu às mãos da terrível agente. Baseado na vida de uma figura tão terrível como fascinante: a mulher que chegou mais alto na hierarquia da PIDE, ainda hoje uma grande desconhecida para a maioria dos portugueses. +.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

ALICE BRITO | «As Mulheres da Fonte Nova»





«Cidade de Setúbal, décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XX. Num Portugal provinciano, amordaçado e eternamente adiado, Arminda e Maria João nascem no mesmo bairro, no meio da mesma miséria, numa cidade que adormece e acorda ao som das sirenes da indústria conserveira e onde se cruzam múltiplos interesses nacionais e internacionais.
Os seus destinos serão bem diferentes, construídos com obstinação e persistência, tentando não levantar mais ondas do que aquelas que sacodem periodicamente esta cidade de gente do mar. As teias femininas do Largo da Fonte Nova vão-se tecendo sub-reptícias, subversivas, subtis, contra ventos e marés, a romper o cerco do medo e da pobreza de meios e de espírito.
Alice Brito consegue, em "As Mulheres da Fonte Nova", a proeza de nos dar, num fundo histórico sólido e rigoroso, uma narrativa forte, de mulheres de armas, realista e sem concessões, onde um humor desconcertante e um estilo actual despem o drama destas vidas de qualquer sentimentalismo, deixando-nos só a paixão de uma grande história, que se lê de um fôlego. É urgente, no Portugal da segunda década do século XXI, conhecer estas mulheres». +.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

DULCE MARIA CARDOSO | «Eliete»



« "O tempo era tanto mais lento quanto eu vivesse dentro dele e não no futuro ou no passado. Quanto mais presa ao presente, mais lento o tempo passava, mais feliz eu era. A tarde quente lá fora, nós os quatro, o Jorge, as miúdas e eu, quase nus sobre a cama desfeita, os corpos em ninhada sonolenta, pela janela entreaberta a aragem trazia arrepios e farrapos sonoros de coisas aladas, pássaros, vozes, insetos, músicas. Nesse tempo, nessa casa, houve alturas em que o tempo parou, parou mesmo, alturas em que fui imortal, eu cheguei a ser imortal. Ser feliz de forma plena era a maneira de experimentar a imortalidade. Mas sendo a felicidade provisória, era mortal, a imortalidade. […] Todas as famílias, as felizes e as infelizes, tinham segredos, todas as famílias sabiam que a verdade devia ser desprezada como qualquer outra minudência que amesquinhe a vida".
Estar a meio da vida é como estar a meio de uma ponte suspensa, qualquer brisa a balança. A vida da Eliete vai a meio e, como se i
sso não bastasse, aproxima-se um vendaval. Mas este é ainda o tempo que será recordado como contendo em si, reconhecível, imparável, a mudança. Apesar de ninguém dar conta disso. Porque tudo parece normal. Deus está ausente ou em trabalhos clandestinos. De tempos a tempos, a Pátria acorda em erupções festivas, mas lá se vai diluindo. E a Família?» . +.





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Sobre o romance, escreveu Miguel Real no Jornal de Letras:
«A alta qualidade literária de um romance que é a metonímia da história de uma mulher portuguesa de meia idade»E Dulce Maria Cardoso é capa dessa mesma edição do JL (nas bancas). 





terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MARGARET ATWOOD | «A História de Uma Serva»







SINOPSE
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.



sexta-feira, 23 de novembro de 2018

DJAIMILIA PEREIRA DE ALMEIDA | «Luanda, Lisboa, Paraíso»





SINOPSE
Chegados a Lisboa, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar?
«Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem.»
Luanda, Lisboa, Paraíso, o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas obscuras, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado. +.