quinta-feira, 28 de março de 2019

«Desafios à conciliação família-trabalho»





«Survey 2019 / Evaluating Progress on the SDGs»



Disponível aqui.


«In 2017, we polled sustainability experts and asked them to evaluate progress on sustainable development and specifically the SDGs. Two years later, we have again asked experts to evaluate progress on individual SDGs, rank their relative urgency and share insights into the priorities within their own organizations.
We also asked which specific Goals individual corporate sectors should focus on. More than 450 experienced professionals from North America, Europe, Asia-Pacific, Latin America and Africa responded to our survey».



quarta-feira, 27 de março de 2019

HOJE 27 MARÇO | DIA MUNDIAL DO TEATRO | «Com esses momentos únicos construo a minha vida, deixo de ser eu, de sofrer por mim mesmo e renasço e percebo o significado do oficio de fazer teatro: viver instantes de pura verdade efémera, onde sabemos que o que dizemos e fazemos, ali, sob a luz da cena, é verdade e reflete o mais profundo e o mais pessoal de nós» | DA MENSAGEM DE CARLOS CELDRÁN


Leia a mensagem na integra | Tradução de Tiago Fernandes








































Para saber mais sobre Carlos Céldran, veja aqui e no ARGOS TEATRO | CUBA. De lá:

«Grupo de teatro fundado por el director Carlos Celdrán en 1996. Con Argos Teatro, Carlos Celdrán ha establecido un laboratorio permanente para actores en la búsqueda de un lenguaje común. La mezcla de técnicas y metodologías, siempre con el actor en primer plano, ha permitido que nuestro teatro tenga un sello reconocible por el público y la crítica.
Argos Teatro ha mantenido temporadas anuales desde su fundación con obras como La Tríada o La Pequeña Orestíada, basado en La Orestíada de Esquilo y Las Moscas de Jean Paul Sartre; Baal y El Alma Buena de Se-Chuan, ambos de Bertolt Brecht; La Vida es Sueñode Calderón de la Barca, La Señorita Julia de August Strindberg, Roberto Zucco de Bernard-Marie Koltès, Vida y Muerte de Pier Paolo Pasolini de Michel Azama, Stockman, Un Enemigo del Pueblo, de Henrik Ibsen, Chamaco, de Abel González Melo, Fango, de María Irene Fornés, Abalon, One Nite in Bangkok, de Fritz Kater, Final de Partida, de Samuel Beckett, Reino Dividido de Amado del Pino, Talco de Abel González Melo, Aire Frío, de Virgilio Piñera, Fíchenla si pueden, versión de Carlos Celdrán, a partir de La Ramera Respetuosa de Jean-Paul Sartre; El Tío Vania, de Antón Chéjov, Mecánica y Protocolo, ambas de Abel González Melo; y 10 Millones, escrita y dirigida por Carlos Celdrán.
Argos Teatro ha realizado giras por Cuba, México, Venezuela, República Dominicana, Colombia, Alemania, España, Estados Unidos y Brasil.Continue a ler.





RELATÓRIO ARTS COUNCIL/ ENGLAND | «Equality, Diversity and the Creative Case / A Data Report, 2017-2018»




terça-feira, 26 de março de 2019

BAUHAUS | A história da mais revolucionária das escolas de arquitetura e artes tem sido escrita no masculino. Em Erfurt, Alemanha, abriu uma exposição apostada em recuperar o papel que ali tiveram as mulheres



Leia aqui

Excerto: 
«(...) Oskar Schlemmer (1888-1943), pintor, escultor, coreógrafo e um dos mestres da Bauhaus, dizia que “onde quer que haja lã, haverá uma mulher a tecê-la”. A frase nada tem de inócuo, até pela mundividência revelada. Entronca, de facto, na ideologia dominante nos primeiros anos da escola, apesar das declarações de princípio efetuadas pelos seus responsáveis. Em abril de 1919, o primeiro programa da Staatliches Bauhaus Weimar, escrito por Walter Gropius, proclamava a aceitação de todas as pessoas de “boa reputação, independentemente da idade e do sexo”.
Não deixava de ser uma declaração arrojada para a época. As mulheres tinham acabado de adquirir o direito de voto com a nova constituição de Weimar, e vivia-se um tempo de mudança. O uso de calças e cabelo curto, a frequência dos cabarets, eram apenas alguns sinais de mulheres a quererem assumir a sua própria sexualidade e o acesso a novas profissões, como médicas ou juristas. No contexto de uma escola que se pretendia inovadora, não seria acertada a tentativa de imposição de uma qualquer política de sexos.
A prática revelou-se bem diferente. Apesar de não ser aquela a primeira escola mista da Alemanha, logo no primeiro curso, inscreveram-se quase tantas mulheres (51) como homens (61). Logo aí terão começado os problemas, com as mulheres a serem desviadas para cursos tidos como mais adequados à sua feminilidade. Numa carta dirigida a Annie Weil em fevereiro de 1921, Walter Gropius não podia ser mais claro: “Diz a nossa experiência não ser aconselhável às mulheres trabalharem nos ateliês mais duros, como de carpintaria. (...). Pronunciamo-nos basicamente contra a sua formação em arquitetas.” Gropius escudava-se em supostas questões genéticas para sustentar que as mulheres só conseguiriam pensar em duas dimensões, ao contrários dos homens, que pensam em três dimensões. (…)». Leia na integra.


.
.   .

A propósito das Mulheres e Bauhaus:

«Bauhaus women:From Design Object to Subject



MULHERES EM DESTAQUE | Karen Uhlenbeck, de 76 anos, é a primeira mulher a vencer o prestigiado prémio Abel para a matemática.



Leia aqui


Outro excerto: «(...) Também no caso de Karen Uhlenbeck é dado observar um triste cliché, a dificuldade de emergir e de se impor, apesar dos seus dotes e méritos, no mundo académico, dominado pela presença masculina. Como se comprova pelo facto de Uhlenbeck, em 1990, ter sido a segunda mulher a proferir os denominados “discursos plenários” (“plenary talks”) por ocasião do Congresso Internacional de Matemáticos, que se realiza a cada quatro anos. Em cada encontro ocorrem entre 10 a 20 intervenções, pronunciadas só por homens. A primeira mulher autorizada a tomar a palavra nesta solene e prestigiada iniciativa foi, em 1932, a alemã Emmy Noether, insigne matemática.
«É inquietante – declarou Uhlenbeck, ainda citada pelo “New York Times” – que tenham passado tantos anos, desde 1932, antes que outra mulher pudesse subir a uma cátedra para falar aos colegas masculinos sobre matérias e competências comuns.» Ao mesmo tempo, a matemática dos EUA considera-se afortunada porque, depois de tantos sacrifícios, conseguiu ver reconhecidos os seus méritos: ao contrário, são numerosas as mulheres que, apesar de possuírem qualidades de excelência, não o conseguem. Porque hostilizadas».

sexta-feira, 22 de março de 2019

EXPOSIÇÃO | «A Metade do Céu» vista por mulheres | 21 MARÇO 2019 A 23 JUNHO 2019 | MUSEU ARPAD SZENES-VIEIRA DA SILVA | LISBOA



Veja aqui


«Em 2019, o Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva celebra o vigésimo quinto aniversário de abertura ao público. É no âmbito desta celebração que, a par das obras de Maria Helena Vieira da Silva, o museu apresenta, entre 21 de Março e 23 de Junho, um projecto expositivo com a assinatura de Pedro Cabrita Reis: A metade do ceú. O artista propõe uma exposição colectiva inteira e declaradamente liberta de qualquer condicionalismo temático, desprovida de uma narrativa curatorial e que se quer, aliás, alheia ao artifício discursivo. Ora, antes assente numa intenção elementar, nessa vontade axiomática, já inabalável: «[...] que fosse, muito simplesmente, um modo de revelar o pensamento, o olhar e a prática criativa d’A metade do ceú [...]» – aquela que, segundo Mao Tsé-Tung, toda e qualquer mulher sustenta. É a partir desta expressão, achada num texto atribuído ao líder chinês, que o artista concebe e desdobra o projecto expositivo, lembrando, ainda assim, «[...] que a arte foi e será sempre avessa e imune à ideologia...». Importa, sobretudo, esse intento exordial. Importa trazer ao encontro de Vieira da Silva uma perspectiva singular – pessoal, afectiva, decerto apaixonada – sobre essa outra metade. 
Pedro Cabrita Reis traz  ao Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva uma importante selecção «[...] de Josefa de Óbidos até ontem [...]», para celebrar  o contraste, o princípio da divergência. A metade do céu instaura um território de confronto – e, desde logo, pelo seu carácter pluridisciplinar, convocando o desenho e a pintura, a escultura e a instalação, a fotografia e o vídeo. Contudo, a demanda pela alteridade está para lá da dimensão formal. Interessa o conflito, tanto ou mais que o consenso. Há que atentar, muito particularmente, no conflito que lateja em cada trajectória, contrariando uma visão padronizante eventualmente alimentada pela (ou por alguma) história da arte. Pois que esta exposição perscruta o lado lunar de cada artista, dando a ver, sempre que possível, o que menos se espera dela – uma ou outra obra não tão frequentemente mostrada, talvez até desfasada, de algum modo inusitada. É o caso de Menez, Ana Hatherly ou Helena Almeida. A metade do céu traduz uma certa ânsia pelo estremecimento do desvio epifânico, dessa queda absolutamente primordial. 
Por certo, mesmo a mais ilustre e estudada artista é aqui apresentada para e na iminência de ser redescoberta, uma e outra vez, pelo olhar contemporâneo. Há que trazer a natureza morta de Josefa de Óbidos à luz da produção artística actual – mais não seja, em busca desse assombro. É justamente na tangência, algures no interstício, que se cumpre o desígnio da exposição».Saiba mais.






«MODERN GUIDE TO EQUALITY / Advancing equality in the workplace»





A notícia na ONU Brasil abaixo levou-nos, uma vez mais, ao Guia da imagem acima.



ONU Mulheres traz ao Brasil aliança pela igualdade de gênero na publicidade


quinta-feira, 21 de março de 2019

MANUEL DA SILVA RAMOS | «Os Três Seios de Novélia»





«Cinquenta anos após a edição do romance, que recebeu, em 1968, o Prémio de Novelística Almeida Garrett, a Parsifal publica uma “edição comemorativa, em capa dura e profusamente ilustrada pelo pintor António Carmo, de uma das mais vanguardistas e singulares obras de ficção portuguesas das últimas décadas e cuja modernidade se mantém completamente atual”.
A nova edição conta com um “Manual do Silva Ramos”, que a editora apresenta como um “elucidário pessoal politicamente pouco correto”.
Manuel da Silva Ramos, de 71 anos, estudou Direito na Universidade de Lisboa, mas teve de se exilar em França por razões políticas. Aos 21 anos venceu o Prémio de Novelística Almeida Garrett, instituído pela Editorial Inova e pela Portugália Editora, precisamente com “Os Três Seios de Novélia”».

.
.   .
SINOPSE (Tirada daqui)

Prémio de Novelística Almeida Garrett de 1968.
Os Três Seios de Novélia é um pequeno romance de amor irreal onde a rumorejante solidão de um jovem escritor o força a procurar a mulher alquímica, sua secreta nostalgia. É também uma descoberta de Lisboa, com os seus cafés, praças, ruas, avenidas, onde a promessa de qualquer mulher compensará o reles quotidiano. Esta invenção de uma mulher clara que existia efectivamente nas ruas de Lisboa de 1968, e continua a existir, é também o triunfo da literatura. Um Longo Nascimento, o segundo texto do livro, é um pequeno diário de uma infância e adolescência felizes na província onde a alfaiataria dos pais, lagartos ao sol, primas, faces de meninas prémenstruadas, cântaros defenestrados na última noite do ano, livros, escritores mortos, se amontoam para glorificar uma vida ainda fugitiva de criador. A Respiração é o atelier em brasa do artista. A sua imaginação mais desabrida, delirante. Estamos aqui no interior do vulcão da imaginação.
E o final «Sermão de Santo António aos Astronautas» é a cereja em cima do bolo ardente.
Manuel da Silva Ramos tinha 20 anos quando escreveu Os Três Seios de Novélia.

«Curso online visa aumentar conscientização sobre mudanças climáticas»




«A UN CC:Learn, uma parceria de mais de 30 organizações das Nações Unidas, promove curso online com informações básicas em português sobre mudanças climáticas.
Composto por seis módulos, cada um com de quatro a cinco objetivos de aprendizagem, o curso tem duração de 2 horas.
Após cada módulo, o usuário deverá responder um breve questionário para verificar se alcançou os objetivos de aprendizagem.
Após responder seis questionários com pontuação acima de 70% em cada um, o usuário poderá receber um certificado do Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR). Saiba como participar». Saiba mais, saiba como participar.




quarta-feira, 20 de março de 2019

CONFERÊNCIA | Economia e Sociedade / «Pensar o Futuro» | 25 MARÇO 2019 | GULBENKIAN | LISBOA



«Convite da Conferência, promovida pelo Grupo Economia e Sociedade (GES), de que é coordenadora a Professora Manuela Silva.
A  Drª Maria Isabel Roque de Oliveira está disponível para informações complementares que entendam necessárias.
As questões deverão ser enviadas para fmro26@sapo.pt
Com os melhores cumprimentos e agradecendo desde já a atenção, subscrevo-me desejando a todos uma óptima semana.
Maria José Dionísio
CIDSENIOR
938249186»



AINDA O 8 MARÇO 2019 | «Um Breve Nó» | DE MARIA TERESA HORTA



Tirado da Página Oficial Facebook da Autora



terça-feira, 19 de março de 2019

«O PAI» | Trecho que abre o romance "Perto do coração selvagem"| DE CLARICE LISPECTOR




SINOPSE
A Relógio d´Água publica o primeiro romance da escritora brasileira Clarice Lispector, escrito em 1944, durante a sua adolescência. Movimentando-se sempre na esfera íntima do ser humano, Clarice dá-nos a conhecer Joana, numa viagem crua pela sua realidade. +. 

O livro começa com «O Pai ...», e ao registá-lo aqui queremos assinalar o dia de hoje:

Leia mais aqui.









DOS OUTROS | FRANÇA | MUNDO DA CULTURA | «Where is the equality between women and men in the world of culture?»




«Where is the equality between women and men in the world of culture? The edition(publishing) 2019 of the Monitoring centre(Observatory) of the equality between women and men revealed March 7th of very waited statistical data, which reveal the persistence of important disparities. If an increasing feminization of cultural professions in work for more than fifteen years is observed, the women stay minority in the executive positions of the cultural sphere (with the exception of the public service broadcasting). Also, they reach less than their masculine counterparts means of production, artistic programme planning(programming) and media(audiovisual) realisation, where they stay less visible(obvious) than the men(people). (...)». Continue a ler.

E neste endereço o Road map Equality 2018-2022. 



segunda-feira, 18 de março de 2019

«Ser artista é difícil. Mas ser artista mulher em Portugal é um desafio colossal»

Leia aqui

«2019 marks the 50th anniversary of The Museum at FIT»





«The Museum at FIT»  celebra  50 anos. No site do Museu pode saber-se das iniciativas das comemorações, e aceder às disponibilizadas online, como a da imagem acima. Do que se pode ver/ler:

«Since 1997, Dr. Valerie Steele has curated a number of thematic exhibitions exploring topics of sexuality, gender, and identity, including The Corset: Fashioning the Body (2001) and Gothic: Dark Glamour (2008). Together with senior curator Fred Dennis, she organized the pioneering exhibition A Queer History of Fashion: From the Closet to the Catwalk (2013)». Leia mais.






sexta-feira, 15 de março de 2019

«63ª sessão da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres»





Está a decorrer o  encontro anual  da Comissão das Nações Unidas sobre a Situação das Mulheres -  a CSW 63.  Irá reunir mais de 9 mil representantes de organizações da sociedade civil nas Nações Unidas nas próximas duas semanas. O tema deste ano é “sistemas de proteção social, acesso a serviços públicos e infraestruturas sustentáveis para igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas”. Muitas das discussões também  focarão a Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável.
Sobre o discurso de abertura de António Guterres via ONU Brasil:

«Igualdade de gênero é uma ‘questão de poder’
Em seu discurso de abertura, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a Comissão sobre a Situação das Mulheres poderia ser igualmente chamada de “Comissão sobre a Situação do Poder”.
“Porque este é o cerne da questão. Igualdade de gênero é fundamentalmente uma questão de poder”, disse, acrescentando que o mundo tem registrado retrocessos no que se refere à garantia dos direitos das mulheres.
Guterres – que se definiu como um “feminista orgulhoso” – disse que, para mudar relações de poder, superar lacunas e vieses e lutar para preservar conquistas, é necessário envolver mulheres como participantes iguais na sociedade.
“Quando excluímos mulheres, todos pagam o preço. Quando incluímos mulheres, o mundo todo ganha”, disse.
Similarmente, a presidente da Comissão deste ano, a embaixadora Geraldine Byrne Nason, da Irlanda, disse em discurso que “resiliência está no DNA de mulheres e o mundo precisa da resiliência de mulheres mais do que nunca”.
Os tópicos que serão abordados nas próximas duas semanas variam de planejamento de espaço urbano a transportes públicos, com considerações sobre mobilidade e segurança de mulheres e aumento do acesso das mulheres rurais a parteiras experientes».



A INIVISIBILIDADE DAS MULHERES NAS ARTES | «a ministra da Cultura, Graça Fonseca, anunciou que o Governo prepara medidas para combater “a invisibilidade das mulheres artistas”, uma vez que “há uma subrepresentação de mulheres evidente”»



Leia aqui

quarta-feira, 13 de março de 2019

AINDA 8 MARÇO 2019 | ONU celebrou dia das mulheres com apelo à participação feminina na ciência e inovação






«Se você está lendo esta mensagem, é provavelmente graças
a Hedy Lamarr, cujo trabalho abriu o caminho para
o WIFI moderno. Neste ,
celebramos as mulheres pioneiras, cientistas
e inventoras. »




«Em evento em Nova Iorque para lembrar o Dia Internacional das Mulheres, dirigentes da ONU ressaltaram o papel que as mulheres e meninas têm a desempenhar na quarta revolução industrial, contribuindo com suas capacidades para criar soluções de desenvolvimento, tecnologia e infraestrutura. Organização pediu mais inclusão das mulheres nas disciplinas e áreas de ciência, matemática, engenharia e inovação». Leia na ONU Brasil.




AINDA 8 MARÇO 2019 | CHRISTINE LAGARDE | « A Global Imperative / Empowering women is critical for the world’s economy and people»

segunda-feira, 11 de março de 2019

AS MULHERES ARTISTAS NA COLEÇÃO DA TATE

WOMEN and ART

Explore the stories and achievements of women artists in our collection


To kick off Women's History Month, we've joined the National Museum of Women in the Arts as they champion women artists across the globe through their #5WomenArtists campaign.
As part of this, we've announced five major solo exhibitions of women artists! You can look forward to seeing Lynette Yiadom-Boakye, Paula Rego, Magdalena Abakanowicz, Maria Bartuszová and Haegue Yang – all coming to Tate in 2020-21!
Plus, from next month Tate Britain presents 'Sixty Years' - a free display of British women artists from 1960 to the present day.  



DOCUMENTÁRIO | «Mulheres do meu País» | DA REALIZADORA RAQUEL FREIRE




«Sinopse: "Mulheres do meu País" é um filme-retrato sobre a condição da mulher portuguesa no século XXI.
 O documentário retrata 14 mulheres portuguesas: Lúcia Vaz (afrodescentente, empregada de limpeza); Alelaide Costa (engenheira do Ambiente e bombeira); Maria do Mar Pereira (socióloga); as irmãs Flores (artesãs do Alentejo); Clara Queiroz (geneticista); Toya Prudêncio (activista cigana); Márcia Sousa (operária e activista lésbica); Mynda Guevara (rapper da Cova da Moura); Ângela Pica (sobrevivente de violência doméstica e cuidadora informal); Leonor Freitas (empresária); Alice Cunha (mulher transgénero e activista); Maria João Pereira (bailarina); e Maria José Neto (pescadora de alto-mar).
Segundo a realizadora, estas mulheres portuguesas têm em comum "a força e a capacidade de olhar o mundo à volta, de o compreender e de o transformar"». Tirado daqui.






E ouça uma entrevista com a Realizadora na TSF. De lá:"Cheguei até às pessoas que senti que tinham sofrido mais injustiças e que tinham construído sozinhas mecanismos e ferramentas para transformarem o mundo à sua volta", conta a realizadora. "São mulheres comuns, heroínas anónimas, aquelas que ninguém vê e que vão mudando o mundo à sua volta. E para mim, é a forma como mudamos o mundo hoje em dia. Não há uma emancipação; há emancipações. Há mulheres que são resilientes."

sexta-feira, 8 de março de 2019

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2019 | Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas António Guterres









 International Women's Day 8 March
Secretary-General's Message for 2019


Gender equality and women’s rights are fundamental to global progress on peace and security, human rights and sustainable development. We can only re-establish trust in institutions, rebuild global solidarity and reap the benefits of diverse perspectives by challenging historic injustices and promoting the rights and dignity of all.    
In recent decades, we have seen remarkable progress on women’s rights and leadership in some areas. But these gains are far from complete or consistent – and they have already sparked a troubling backlash from an entrenched patriarchy.
Gender equality is fundamentally a question of power. We live in a male-dominated world with a male-dominated culture. Only when we see women’s rights as our common objective, a route to change that benefits everyone, will we begin to shift the balance.
Increasing the number of women decision-makers is fundamental. At the United Nations, I have made this a personal and urgent priority. We now have gender parity among those who lead our teams around the world, and the highest-ever numbers of women in senior management. We will continue to build on this progress.
But women still face major obstacles in accessing and exercising power. As the World Bank found, just six economies give women and men equal legal rights in areas that affect their work. And if current trends continue, it will take 170 years to close the economic gender gap.
Nationalist, populist and austerity agendas add to gender inequality with policies that curtail women’s rights and cut social services. In some countries, while homicide rates overall are decreasing, femicide rates are rising. In others we see a rollback of legal protection against domestic violence or female genital mutilation. We know women’s participation makes peace agreements more durable, but even governments that are vocal advocates fail to back their words with action. The use of sexual violence as a tactic in conflict continues to traumatize individuals and entire societies.
Against this backdrop, we need to redouble our efforts to protect and promote women’s rights, dignity and leadership. We must not give ground that has been won over decades and we must push for wholesale, rapid and radical change.
This year’s theme for International Women’s Day, “Think Equal, Build Smart, Innovate for Change”, addresses infrastructure, systems and frameworks that have been constructed largely in line with a male-defined culture. We need to find innovative ways of reimagining and rebuilding our world so that it works for everyone. Women decision-makers in areas like urban design, transport and public services can increase women’s access, prevent harassment and violence, and improve everyone’s quality of life.
This applies equally to the digital future that is already upon us. Innovation and technology reflect the people who make them. The underrepresentation and lack of retention of women in the fields of science, technology, engineering, mathematics and design should be a cause of concern to all.
Last month, in Ethiopia, I spent time with African Girls Can Code, an initiative that is helping to bridge the digital gender divide and train the tech leaders of tomorrow. I was delighted to see the energy and enthusiasm these girls brought to their projects. Programmes like this not only develop skills; they challenge stereotypes that limit girls’ ambitions and dreams.
On this International Women’s Day, let’s make sure women and girls can shape the policies, services and infrastructure that impact all our lives. And let’s support women and girls who are breaking down barriers to create a better world for everyone.  
António Guterres

Sobre a mensagem (em português), veja  no Vatican News. Destacam:  «(...)

Construção com inteligência

Os países, com mais igualdade de gênero, apresentam maior crescimento econômico. As empresas, com mais mulheres na liderança, têm uma melhor produtividade. Os acordos de paz, que incluem as mulheres, são mais duráveis. Parlamentos com mais mulheres promulgam mais legislação sobre questões sociais fundamentais, tais como saúde, educação, combate à discriminação e de apoio à criança. (...)»




International Women’s Day 2019 
 United Nations Video Message

«This #WomensDay, we’re innovating for change»