terça-feira, 22 de maio de 2018

ONTEM FOI O DIA MUNDIAL DA DIVERSIDADE CULTURAL PARA O DIÁLOGO E PARA O DESENVOLVIMENTO | «A diversidade cultural confere riqueza, cor e dinamismo à nossa vida. É uma abertura cognitiva e intelectual, assim como uma força motora para o desenvolvimento social e o crescimento econômico».



Leia aqui

Assinalemos o dia de ontem, com o artigo a que se refere a imagem acima e a mensagem da Diretora da UNESCO. 
  
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O artigo começa assim:
«Logo no início desta legislatura, anunciaram-se 151 homens e 79 mulheres, de várias partes do país, entre os 22 e os 70 anos, um dos quais com mobilidade reduzida, que caiu na primeira vez que se deslocou da bancada para o púlpito. Aí se esgota a diversidade da Assembleia da República Portuguesa? Quase, reparámos neste que é o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e para o Desenvolvimento. Só há um deputado negro, uma deputada com ascendência goesa, uma deputada com antepassados ciganos, um deputado abertamente gay, uma deputada abertamente lésbica.
O sociólogo João Mineiro, que mergulhou no dia-a-dia do Parlamento para investigar o seu funcionamento, sente tensão entre quatro filiações: “os deputados representam a sociedade no seu conjunto; o distrito pelo qual foram eleitos; o seu partido, que tem um programa; e a sua consciência individual”. Não sente tensões relacionadas com género, etnia, nacionalidade, orientação sexual, diversidade funcional. E isso parece-lhe revelador do predomínio de homens, brancos, hetero, altamente escolarizados». Continue a ler.

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Da UNESCO, a mensagem da sua Diretora: 



Veja aqui

E em português, a partir da UNESCO Brasil:

«Mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento

Mensagem de Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, 21 de maio de 2018

Hoje, a UNESCO celebra o 18º Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. A diversidade cultural confere riqueza, cor e dinamismo à nossa vida. É uma abertura cognitiva e intelectual, assim como uma força motora para o desenvolvimento social e o crescimento econômico.
É claro que a diversidade cultural, por si só, não é um fator da paz e do progresso. Para tanto, é necessário aprender, aprender sobre a alteridade, a habilidade de desviar o foco de si mesmo, de dialogar e reconhecer o valor oculto em cada cultura.
Este Dia Mundial é pensado especificamente para conscientizar as pessoas sobre essas questões. Ele nos convida a ir além do reconhecimento da diversidade, para que possamos identificar os benefícios do pluralismo cultural, considerado um princípio ético e político de respeito igualitário pelas identidades e tradições culturais.
Esse princípio está no cerne da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural, aprovada pela Organização em 2001, que reconhece a diversidade cultural como parte do patrimônio comum da humanidade e como uma força motora para a paz e a prosperidade. As questões levantadas por essa Declaração, elaborada após os atentados de 11 de Setembro, continuam sendo muito relevantes». Continue a ler.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

«Quando pensamos em migrantes, por que não incluir Einstein e Cristiano Ronaldo?»

Leia aqui

«Filles de Mai:68 mon Mai à moi. Mémoires de femmes»





«ELLES ont entendu Michelle Perrot parler du silence des femmes dans l'histoire. ELLES ont voulu dire Mai 68. Elles se sont réunies. Elles ont parlé et beaucoup ri. Elles se sont souvenues. Elles ont écrit et les écrits ont voyagé de l'une à l'autre de toutes à toutes échos croisés de l'avant, du pendant et de l'après. Et puis des mots ont pris le pouvoir des mots mémoire, des mots passion et l'abécédaire est né de la mémoire de ces filles de mai. Monique Bauer. Michelle Perrot a raison d'évoquer une "chronologie existentielle", à propos de ces lignes qui traversent l'événement comme des sillons féconds. 68 se décline en milliers d'expériences intimes et collectives. Celles qu'offre ce livre n'ont pas vocation à être exhaustives, ni même représentatives. Elles s'expriment en revanche avec sincérité, loin des reniements et des rejets qui font depuis plusieurs décennies, dans les médias, le bon ton des rédactions, loin des mépris hautains et des ricanements. Ces témoignages sont une force parce qu'ils ne parlent pas seulement du passé mais donnent espoir pour le présent, à bonne distance des triomphants."» Ludivine Bantigny. Saiba mais.


sexta-feira, 18 de maio de 2018

«DIA» E «NOITE» DOS MUSEUS






Assinalemos o DIA e a NOITE dos Museus. Para isso escolhemos de entre a programação do Museu Nacional de Arte Antiga:

OBRA CONVIDADA
INAUGURAÇÃO: 17h00
ÉLISABETH LOUISE VIGÉE LE BRUN
RETRATO DE ANNE CATHERINE LE PREUDHOMME, CONDESSA DE VERDUN
Coleção Novo Banco
Foi provavelmente em 1782 que Élisabeth Louise Vigée Le Brun, uma das mais interessantes pintoras francesas da segunda metade do século XVIII, realizou este retrato da sua melhor amiga, Anne Catherine Le Preudhomme, Condessa de Verdun.
A naturalidade e realismo da representação, a expressão tranquila e luminosa dos olhos azuis-claros, a harmonia conseguida na utilização subtil da justaposição e associação de tons, a sensibilidade na aplicação da luz na carnação do rosto e a economia e equilibro da paleta cromática são alguns dos aspetos desta pintura que traduzem de modo muito expressivo o talento de Le Brun.


Mas vejamos o que há por esse mundo fora, nomeadamente as demais iniciativas no nosso País, e comecemos por refletir o tema para o Dia Internacional dos Museus de 2018:







DIFERENTES SETORES TÊM DE TRABALHAR EM CONJUNTO NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Leia aqui

quinta-feira, 17 de maio de 2018

«Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação»





«Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.
“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”». Leia na integra.

«The vulnerability to exploitation of women migrant workers in agriculture in the EU: the need for a Human Rights and Gender based approach»

terça-feira, 15 de maio de 2018

«HUMAN FLOW - REFUGIADOS (2017), FILME DE AI WEIWEI ESTREIA NOS CINEMAS PORTUGUESES A 17 DE MAIO»




«A 17 de Maio estreia nos cinemas portugueses o último filme do artista chinês Ai Weiwei, Human Flow – Refugiados. O filme aborda o fenómeno mundial das recentes migrações humanas massivas, a crise dos refugiados e o seu impacto social. O filme, realizado ao longo de 1 ano em 23 países, acompanha diversas histórias espalhadas por situações sociais e geográficas distintas. O filme pretende afirmar-se como uma reflexão sobre o contraste entre o medo, isolamento e os interesses próprios e a necessidade de abertura, liberdade e respeito pela humanidade».




SAIBA MAIS NA ARTE CAPITAL



AINDA OS 50 ANOS DO MDM - MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | Debates






DEBATE  
«A Saúde da Mulher
 Contexto actual /propostas para o futuro»
 16 MAIO 2018 | 14:30 H | ALHANDRA





DEBATE
A ATUALIDADE DO MOVIMENTO DE MULHERES
Os direitos das mulheres: derivas e desafios
19 MAIO 2018| 15:00H |BNP| LISBOA




segunda-feira, 14 de maio de 2018

«E SE A SUA FILHA ADOLESCENTE DECIDISSE ENGRAVIDAR ?» | Veja o filme «17 raparigas» | ESTREIA A 17 MAIO 2018




«Camille tem 16 anos e é muito popular na escola. Um dia, depois de passar a noite com um rapaz, descobre que está grávida e decide partilhar o seu segredo com as colegas e amigas. Com a sua influência e personalidade mordaz, Camille vai convencer as outras raparigas na escola que estar à espera de um filho é muito mais fixe do que ter muitos amigos no Facebook. Apesar de não sentirem grandes ciúmes ou curiosidade por aquilo que se está a passar com Camille, as outras raparigas sentem-se pressionadas psicologicamente e decidem seguir o seu exemplo, e não vai ser difícil encontrar cúmplices voluntários entre os seus colegas rapazes para conseguirem levar o plano adiante. Esta história baseia-se num incidente real que ocorreu nos Estados Unidos onde um grupo de adolescentes fez um “pacto de gravidez”».




VIDEO | «Ouvir as crianças e jovens significa mais saúde e segurança»







«Ouvir as necessidades das crianças e jovens é o primeiro passo para ajudá-los a crescerem saudáveis e seguros. Ao estabelecer regras de forma consistente, calma e amavelmente, é criado um ambiente seguro e saudável para a criança crescer.
#EscutaPrimeiro – em inglês, #ListenFirst – é uma iniciativa do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização Mundial da Saúde (OMS) e parceiros que busca aumentar o apoio à prevenção do uso de drogas com base em evidências científicas, promovendo assim um investimento eficaz no bem-estar das crianças e jovens, suas famílias e comunidades». Tirado daqui.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

«INTIMATE Summer School | The Good, the Bad and the Monster. Queers, Crips and (Other) Misfits off the edge of the map» | 14 a 18 MAIO 2018 | COIMBRA


I claim: my right to be a monster […]
My right to explore myself
To reinvent myself
To take my mutation as my noble exercise.

Susy Shock | “yo monstruo mio”


«The Good, the Bad and the Monster. Queers, Crips and (Other) Misfits off the edge of the map»
14 a 18 de maio de 2018 
Museu da Água |Coimbra |Portugal




«Museu de Causas»





Jornal de Notícias
2018/04/25



Foi o trabalho da imagem acima que nos levou ao Museu de Causas, e podemos saber mais, desde já, no video abaixo, mas também no site do projeto: neste endereço. 









quinta-feira, 10 de maio de 2018

«CITAD ' ELLES» | Valorizar e emancipar quem pensa que não vale nada ...





«Il valorise et émancipe des personnes qui, jusque-là, pensaient qu'elles  ne valaient rien» .
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Sobre o Projeto no site do Ministério da Cultura e da Comunicação de França:
«Citad’elles : l’information au féminin au-delà des barreaux

PUBLIÉ LE 26.04.2018»
Couverture du dernier numéro de Citad'elles © DR


AINDA AS COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL | NO PARLAMENTO | EXPOSIÇÃO DA COLEÇÃO DO MUSEU BIENAL DE CERVEIRA | «Arte, Resistência e Cidadania: Os artistas da Bienal Internacional de Cerveira e a Democracia» | ATÉ 26 DE MAIO DE 2018




«No ano em que se assinala o quadragésimo aniversário da Bienal Internacional de Arte de Cerveira, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) promove, em parceria com a Assembleia da República, uma mostra de fotografia, pintura, desenho, escultura, serigrafia e instalação de 68 artistas. Trata-se de uma exposição de autores que integram a Coleção da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, composta por cerca de 600 obras de arte contemporânea.
Segundo o Presidente da FBAC, Fernando Nogueira “esta mostra é o reconhecimento do prestígio da bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica, também ela consequência do 25 de abril, da sua utopia e ânsia criativa”.
A exposição “Arte, Resistência e Cidadania. Os artistas da Bienal Internacional de Arte de Cerveira e a Democracia” propõe, assim, uma reaproximação histórica e física ao panorama artístico português e internacional, a partir de uma das manifestações mais marcantes das artes plásticas do país.
“Esta mostra é também uma paragem obrigatória de uma viagem que se prolonga até Vila Nova de Cerveira, de 10 de agosto a 23 de setembro, na XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, onde a experimentação artística, a investigação e a atividade expositiva como meio de reflexão sobre a cultura visual contemporânea têm lugar cativo”, acrescenta Fernando Nogueira.
As visitas guiadas à exposição exigem marcação prévia, sendo que a curadora da exposição Helena Mendes Pereira estará disponível no local, todas as quartas-feiras, a partir do dia 25 de abril de 2018 e até à data de término da exposição, 26 de maio». Saiba mais.



quarta-feira, 9 de maio de 2018

«histórias concretas de migrantes»







«Quem é o meu próximo?»: Documentário foca drama de refugiados e migrantes 

«(...)
O novo filme, que conta histórias de migrantes nos EUA e em vários pontos do globo, será concluído em outubro. Inicialmente, o religioso planeava trabalhar numa curta-metragem sobre migrações e respostas cristãs, mas decidiu filmar um documentário mais longo sobre o assunto.
«Abordo a questão como um novato, aberto a ouvir e aprender, de muitas maneiras, como o público a quem quero contar esta história, e isso dá-me uma perspetiva única para moldar essa história», afirmou.
Quando o filme estiver pronto, Kumar quer submetê-lo a festivais de cinema e lançá-lo em exibições privadas.

Onde filmou este documentário?
Começámos a filmar principalmente nos Estados Unidos. Eu queria ver a resposta cristã à crise, e por isso entrevistei líderes de igrejas, padres e outros redentoristas que trabalhavam na comunidade de migrantes.
Principiámos em Nova Jersey, com o cardeal redentorista Joseph Tobin, de Newark. Andei com ele para ver o trabalho da arquidiocese pelas comunidades migrantes.  (...).Leia na integra.





LANÇAMENTO | Revista digital | Economia Social - Leituras & Debates | N.º 1




segunda-feira, 7 de maio de 2018

GRAHAM SWIFT | «O Domingo das Mães»





SINOPSE
«30 de março de 1924, Domingo da Mãe em Inglaterra, um dia em que as criadas regressam a casa para visitar as suas famílias. Mas Jane Fairchild, de 22 anos, é orfã e passa esse dia de modo diferente. Encontra-se com Paul, o jovem herdeiro de uma propriedade vizinha.

Jane e Paul mantêm uma relação secreta há já alguns anos, contudo, ele irá desposar em breve uma rapariga da sua condição social. Os dois jovens fazem amor pela última vez e, ao despedirem-se, sucede algo inesperado que muda para sempre a vida de Jane... nos anos que se seguem, ela desenvolve o seu interesse pela leitura e vai trabalhar numa livraria em Oxford, acabando por se tornar uma romancista de sucesso. 

Um livro deslumbrante, impregnado de sensualidade, paixão, emoção. 
Graham Swift, Prémio Booker, na plenitude da sua maturidade literária».
E do que escreve Pedro Mexia no Expresso/Revista desta semana:


domingo, 6 de maio de 2018

NO DIA DAS MÃES | PEDRO ABRUNHOSA COM CAMANÉ | «Para os Braços da minha mãe» | GRAVADO AO VIVO






Para os Braços da Minha Mãe

Cheguei ao fundo da estrada, 
Duas léguas de nada,
Não sei que força me mantém.
É tão cinzenta a Alemanha
E a saudade tamanha,
E o verão nunca mais vem. 
Quero ir para casa
Embarcar num golpe de asa,
Pisar a terra em brasa,
Que a noite já aí vem.
Quero voltar
Para os braços da minha mãe,
Quero voltar
Para os braços da minha mãe.


Trouxe um pouco de terra,
Cheira a pinheiro e a serra,
Voam pombas 
No beiral.
Fiz vinte anos no chão,
Na noite de Amsterdão,
Comprei amor
Pelo jornal.
Quero ir para casa
Embarcar num golpe de asa,
Pisar a terra em brasa,
Que a noite já aí vem.  
Quero voltar
Para os braços da minha mãe,
Quero voltar
Para os braços da minha mãe.


Vim em passo de bala, 
Um diploma na mala, 
Deixei o meu amor p'ra trás.
Faz tanto frio em Paris, 
Sou já memória e raiz,
Ninguém sai donde tem Paz.
Quero ir para casa
Embarcar num golpe de asa,
Pisar a terra em brasa,
Que a noite já aí vem.  
Quero voltar
Para os braços da minha mãe,
Quero voltar
Para os braços da minha mãe.


sexta-feira, 4 de maio de 2018

O «INDIE LISBOA 2018» AINDA ESTÁ A DECORRER





Da apresentação:

«(...)Relativamente à sua programação, o IndieLisboa volta a apostar numa selecção que tanto promove o contacto com os filmes mais recentes de nomes consagrados do cinema de autor mundial como se ocupa de revelar um conjunto muito alargado de mais novos e promissores autores (no fundo a mistura que constitui uma das características mais salientes do festival desde a sua origem tal como a igual importância dada a longas e curtas metragens e à abolição de quaisquer fronteiras de género). Entre os primeiros, há curiosamente vários nomes em comum com os realizadores apresentados na primeira edição (Eugène Green, Sérgio Tréfaut, Teresa Villaverde), mas um deles tem que ser destacado. Tendo estado presente na Competição Internacional inaugural de 2004 com La niña santa, a realizadora argentina Lucrecia Martel vai ser este ano homenageada pelo IndieLisboa na secção Herói Independente com uma retrospectiva alargada do seu trabalho desde o início com a primeira curta metragem até ao aclamadíssimo Zama (por sinal, uma co-produção portuguesa). Sendo hoje eventualmente o mais relevante nome do cinema argentino, Martel irá partilhar a sua visão do cinema com o público numa masterclass em que também participa a cineasta Cláudia Varejão. (...). Leia na integra.

Vai encerrar com RAIVA:




«Sérgio Tréfaut (LisboetasAlentejo, Alentejo e Treblinka venceram a competição nacional do festival) realiza a sua segunda longa de ficção depois de Viagem a Portugal (IndieLisboa 2011). Estamos no Alentejo, nos anos 50, e a planície é fustigada pelo vento, pelo desemprego e pela fome. As famílias ricas controlam a propriedade da terra e às famílias pobres só resta o desespero ou a revolta. Adaptando o clássico do neo-realismo português, Seara de Vento de Manuel da Fonseca, e fotografado pelo lendário Acácio de Almeida em preto-e-branco, o filme inclui um elenco de luxo com nomes como Catarina Wallenstein, Rogério Samora, Adriano Luz, Leonor Silveira, Isabel Ruth, Luís Miguel Cintra e Herman José». 
Do que escreveu Jorge Leitão Ramos sobre o Festival no Expresso:





PAULA COSME PINTO | «O lugar da mulher é na cozinha, não é no futebol»



Leia aqui

quinta-feira, 3 de maio de 2018

A PRETEXTO DA VISITA DO PRIMEIRO MINISTRO ANTÓNIO COSTA AO CANADÁ | «Gender in practice»




A PRETEXTO DA VISITA DO PRIMEIRO MINISTRO ANTÓNIO COSTA AO CANADÁ | «As Mulheres no Canadá»


Veja aqui


Uma notícia recente:

«The Government of Canada champions gender equality in G7 presidency

News release

April 27, 2018 – Ottawa, Ontario – Status of Women Canada
Advancing gender equality and women’s empowerment is a central theme of Canada’s G7 presidency and essential for building a prosperous and secure future in Canada and around the world. This commitment is being driven by the Government of Canada’s goal of ensuring that the benefits of economic growth are shared by everyone, regardless of gender». Continue a ler

E lembremos post anterior do Em Cada Rosto Igualdade:

DAVOS | «Justin Trudeau tells Davos to put women first» onde, por exemplo, se pode ver este vídeo:






quarta-feira, 2 de maio de 2018

VIRGINIA WOOLF | «Diários»



«O que nos diz o Diário da pessoa de VW que nos permita conhecê­‑la melhor? O aspecto mais impressionante creio ser a evidência de uma mulher extremamente contraditória. Desde logo, as alterações radicais dos estados de espírito, a dramática inconstância dos terrores e euforias vivenciais, de um dia “tão divinamente feliz” e de outro exausta e deprimida. Igualmente a dicotomia entre a necessidade de “estar na vertigem das coisas” (o prazer que diz incomparável de jantares e festas, das visitas, das bisbilhotices) e o isolamento com os livros, a escrita, o jardim, a lareira, Leonard. Deseja a animação, os estímulos que põem a mente à prova, os mexericos fervilhantes, e logo se farta da afluência das visitas, despreza os convivas enfadonhos e banais, acusa o desgaste das frioleiras, a perda de tempo com ninharias, anseia beber uma boa “dose de silêncio”.».(do Prefácio).

«Grupo de Trabalho Interministerial para as Comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dos 40 anos da Adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos»

Na integra aqui

segunda-feira, 30 de abril de 2018

AMANHÃ É 1.º DE MAIO | Ambiente certo para nos associarmos à homenagem a Odete Santos


Leia no Expresso
Excertos:
«(...)
Já há sorrisos e saudades na plateia. Odete Santos sempre foi assim como deputada, de palavra solta e franca, muitas vezes uma ‘carta fora do baralho’ da contida bancada parlamentar comunista onde se sentou durante quase 27 anos. Saiu pelo seu próprio pé, renunciando a cumprir um mandato por se sentir “cansada” e com a sensação do dever cumprido. Na sua última presença no plenário, despediu-se com um “até amanhã, camaradas”, dito já em lágrimas e perante os aplausos gerais, vindos da esquerda até à direita. A emoção passou em força, nesse dia, pelo hemiciclo de São Bento. (...).


Jerónimo de Sousa não esteve em Setúbal, mas seria o primeiro a surgir no ecrã gigante instalado no Fórum Luísa Todi. Elogiou a sua velha companheira de bancada pela forma “espontânea, solta e irreverente” como atuava politicamente. “Uma mulher que tomou partido” e “uma figura ímpar”, resumiu o líder comunista. Surgiram ainda as vozes de Ilda Figueiredo e de Octávio Teixeira, filmados à frente da Assembleia onde todos trabalharam juntos, a elogiar a “força da palavra, a alegria natural, a confiança e a firmeza de carácter” de Odete Santos. Os camaradas de armas sabem que ela soube “conquistar a simpatia do povo”, recordando como, em manifestações públicas, muitas vezes os jovens gritavam “Odete, Odete” à sua passagem.
Laborinho Lúcio, ex-ministro da Justiça do PSD no cavaquismo, daria a cara por mais uma dose de elogios à sua adversária política. “Firme e sem nunca fazer cedências”, tinham em comum o amor pelo Direito e como “ponto de encontro as poesias de Brecht”. O ex-governante fez-lhe as devidas vénias. Odete Santos reconheceu-lhe a coragem. “Conseguiram esta coisa espantosa de porem o Laborinho Lúcio a dizer bem de mim”, disse no discurso feito integralmente de improviso. “Hoje, posso reconhecer, que ele tem uma mente brilhante”, responde, devolvendo os cumprimentos.(...)
Ela, que fugiu muitas vezes da discreta conduta que o partido impõe, está de pazes feitas com tudo. Ainda estava no Parlamento quando aceitou integrar o elenco de duas peças de revista — “Arre Potter qu’é demais” e “Vá para fora... ou vai dentro” — em pleno Parque Mayer. “Sei que provocou escândalo, mas estive-me nas tintas para isso “, disse na altura. Arriscou idas à “Cinco para a Meia-Noite”, ora com Filomena Cautela ou com Nilton. Avançou em defesa de Álvaro Cunhal no concurso da RTP do “Melhor português de sempre”, que viria a dar a vitória a Salazar e um escândalo em direto de Odete Santos a denunciar “o branqueamento do fascismo”.
Foi sempre assim, sem papas na língua. Como quando participou no concurso “Dança Comigo”, na RTP. No júri, estava Ricardo Araújo Pereira, que deixou escapar a piada de que era a primeira vez que via um deputado suar. Odete Santos não gostou, replicou contra as “generalizações abusivas”. Em direto, o humorista teve de reconhecer que era “um palerma”. A deputada não desmentiu: “Foi você que o disse. Eu não o classificava como palerma”. (...)». Leia na integra.

ONTEM FOI DIA MUNDIAL DA DANÇA | Hoje sublinhamos «Happy Island / de La Ribot» | DANÇANDO COM A DIFERENÇA