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quarta-feira, 10 de abril de 2019
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
«Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos»
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| Leia no Expresso |
«(...)
Acredita que o Papa pode fazer a diferença?
Espero que sim. Ele tem sido um líder fantástico em tantos assuntos, como no ambiente, na pobreza, na exclusão, no isolamento. Não há dúvidas de que as pessoas LGBTI se sentem magoadas e marginalizadas, postas de parte por causa das coisas que são ditas pela Igreja. Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos. Isso significa que ele considera que há dano e, uma vez que se considera isso, a questão é o que fazer a seguir? De certeza que ele não quer que esse dano continue. Gostávamos muito que ele tivesse a postura que teve com o ambiente ou com a exclusão social com as pessoas LGBTI, em especial com os jovens.
(...)»
sexta-feira, 25 de maio de 2018
«No que concerne à natureza humana e aos sentimentos humanos, nós somos todos iguais. A arte tem esse poder de comunicar e fica muito mais fácil para as pessoas que são de fora da comunidade LGBTI se identificarem, verem que somos pessoas, que não existe uma parede dividindo a gente»
quarta-feira, 23 de maio de 2018
ANTÓNIO SANTOS | «Libertação LGBT na Revolução de Outubro»
Veja aqui
Sinopse
«The first full-length study of same-sex love in any period of Russian or Soviet history, Homosexual Desire in Revolutionary Russia investigates the private worlds of sexual dissidents during the pivotal decades before and after the 1917 Bolshevik Revolution. Using records and archives available to researchers only since the fall of Communism, Dan Healey revisits the rich homosexual subcultures of St. Petersburg and Moscow, illustrating the ambiguous attitude of the late Tsarist regime and revolutionary rulers toward gay men and lesbians. Homosexual Desire in Revolutionary Russia reveals a world of ordinary Russians who lived extraordinary lives and records the voices of a long-silenced minority».
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Desde logo, chegámos ao livro da imagem, através do artigo «Libertação LGB na Revolução de Outubro» , no «Abril, Abril», que tem a seguinte entrada: «A maioria dos historiadores atribui a libertação LGBT ocorrida na Rússia e na Ucrânia, durante a década de 20, ao colapso do edifício judicial do czarismo, à desordem da guerra civil, à circunstância embrionária das primeiras leis soviéticas ou, mais frequentemente, a um acaso fortuito da História. Nada mais equivocado». E começa assim: «Até 1992 a Organização Mundial de Saúde considerava a
homossexualidade uma doença. Até 1982, em Portugal, ser gay era crime e só em
2010 pessoas do mesmo sexo conquistaram o direito de se casarem no nosso
país.
Mesmo na cosmopolita Inglaterra, em plena década de 60, as
pessoas LGBT eram punidas com duras penas de prisão. E, há cem anos, a Rússia
de Lénine era o primeiro país a, no século XX, abolir todas as leis contra a
homossexualidade: a revolução bolchevique legaliza o casamento entre pessoas do
mesmo sexo, reconhece às pessoas LGBT liberdade e direitos políticos, autoriza
a mudança de sexo nos passaportes e documentos de identificação e financia
estudos científicos, pioneiros e descomplexados, sobre a homossexualidade». E termina deste modo: «Com efeito,
a parca literatura sobre o assunto manifesta a existência de fenómenos
inconcebíveis à época em qualquer outro país do mundo: milhares de homossexuais
e transexuais casam-se, criam arte livremente, assumem-se. Georgi Chicherin,
dirigente bolchevique muito estimado por Lénine e o primeiro comissário do povo
para os Negócios Estrangeiros da URSS, é um homossexual assumido.
Não se pense,
porém, que a revolução apagou séculos de preconceito num toque de mágica. Desde
a primeira hora que os incríveis avanços concorrem permanentemente com as
contradições expectáveis do país mais atrasado da Europa, com um tempo em que
as nações mais avançadas consideravam a homossexualidade um crime e com uma
espúria mas emergente associação entre fascismo e homossexualidade (recorde-se
que é também nos anos 20 que, na Alemanha, o nazi Ernst Röhm ensaia e procura,
pública e politicamente, essa associação).
A História,
dolorosamente, como é seu apanágio, encarregou-se de demonstrar quantas décadas
e quantas lutas faltavam ainda para serem dados passos firmes em direcção ao
fim do preconceito e da discriminação. Apesar dos avanços revolucionários, em
1917 a Rússia não daria ainda esses passos firmes. Então, deu um salto». Leia na integra.
quinta-feira, 17 de maio de 2018
«Em dia contra a homofobia, UNAIDS pede parcerias pelo fim da discriminação»
«Na ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOT), lembrado na quinta-feira (17), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) pediu o fortalecimento de parcerias para apoiar lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e intersexuais (LGBTI) e suas famílias vivendo com HIV ou enfrentando discriminação.
“O estigma, a discriminação e a violência social e física contra as minorias sexuais e de gênero impedem que essas pessoas tenham acesso aos serviços de saúde”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS. “Todas as pessoas têm direito à saúde, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Para isso, precisamos de zero discriminação para todos, em todos os lugares.”». Leia na integra.
quinta-feira, 15 de março de 2018
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL |« We Should Speak Out: LGBTI and Family Rights»|2018 MARÇO 16 | 9:30H - 18:00H | ISEG | LISBOA
«Dois anos depois da entrada em vigor em Portugal do alargamento da adoção e co-adoção a casais de pessoas do mesmo sexo, da PMA acessível para todas as mulheres e em jeito de celebração antecipada do Dia dos Pais, a ILGA Portugal e a Amplos organizam uma conferência internacional sobre questões de parentalidade de Famílias Arco-Íris e de Pais e Mães de pessoas LGBTI.
Esta conferência reúne pela primeira vez a NELFA - Rede Europeia de Associações de Famílias Arco-Íris -, da qual a ILGA Portugal faz parte, e aENP - Rede Europeia de Pais e Mães de pessoas LGBTI+, da qual a AMPLOS faz parte, e é organizada com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, do ISEG - Lisbon School of Economics & Management e da Câmara Municipal de Lisboa.
Vamos refletir sobre os progressos alcançados em Portugal e na Europa mas queremos também falar sobre o muito trabalho que ainda há por fazer para que os Direitos Humanos das pessoas LGBTI e das suas famílias sejam uma realidade em Portugal e na Europa». Saiba mais.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
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