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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

FILME | «Dor e Glória»





A propósito do filme de uma entrevista do realizador ao jornal Expresso/Revista de 31 de Agosto de 2019:


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

FILME | «Fotografia»







«(...)
Uma fotografia é agora o objeto catalisador de uma nova fantasia amorosa, com ligações terrenas a questões de castas, divergências religiosas e discriminação na sociedade indiana onde os tons de pele são indicadores de um estatuto social trabalhado desde os primórdios do indivíduo». Veja aqui.




terça-feira, 25 de junho de 2019

FILME | « A Vigilante»








Título original:A Vigilante


De:
Sarah Daggar-Nickson
Com:
Olivia Wilde, Morgan Spector, Kyle Catlett
Género:
Drama, Thriller
Classificação:
M/16
Outros dados:
EUA, 2018, Cores, 91 min.
«Sadie é uma mulher traumatizada devido aos maus-tratos que sofreu às mãos do ex-marido. Durante meses, sem absolutamente nada a perder, decide treinar corpo e mente para uma missão muito pessoal: assassinar aquele que, através dos mais atrozes actos de crueldade, quase a destruiu. Enquanto isso, vai ajudando pessoas que, como ela, são diariamente violentadas. Os seus métodos de persuasão são implacáveis e em momento algum Sadie se deixa levar por qualquer sentimento de piedade pelos agressores.
Um “thriller” psicológico sobre violência doméstica que marca a estreia em realização de uma longa-metragem da australiana Sarah Daggar-Nickson. Com Olivia Wilde a encarnar Sadie, o elenco conta ainda com as actuações de Morgan Spector, Kyle Catlett, C.J. Wilson, Tonye Patano, Chuck Cooper, Betsy Aidem e Judy Marte». PÚBLICO.


E da Critica de Jorge Leitão Ramos no Semanário Expresso desta semana:
«Contra a violência doméstica
(…)

Agora, com foco particular na violência doméstica, Sarah Daggar-Nickson, na sua estreia na longa-metragem, reedita as histórias de vigilantes que praticam justiça pelas próprias mãos e à margem da lei, tudo ancorado em situações brutais que nos gritam que é preciso que alguém faça alguma coisa.
Sadie/Olivia Wilde faz — e o filme abre precisamente com uma das suas ações, quando um homem chega em casa, senta-se no sofá e encontra uma mulher que lhe diz que ele vai fazer três coisas imediatamente, ali mesmo: transferir a propriedade da casa para a mulher; colocar 75% do dinheiro que tem no banco numa conta em nome dela; sair de casa e nunca mais voltar. Ele levanta-se, agressivo — e no plano seguinte, cheio de equimoses e de manchas de sangue na roupa, assina tudo, cabisbaixo. Quando sai, Sadie ainda lhe diz que o mata se ele voltar e agredir a mulher. E segreda, em voz baixa, “eu quero matá-lo”, versão feminista do “make my day” de Clint Eastwood...
Sadie foi, ela mesma, vítima de violência — só o saberemos bem filme adentro — e o modo como ela se tornou uma vingadora, pronta a ajudar vítimas em troco de dinheiro, um almoço ou coisa nenhuma, apenas se tornará claro quando a narrativa se cumprir por inteiro. Entrementes, uma Olivia Wilde a fazer de mulher em fúria (mais em força que em jeito, convenhamos) vai cumprindo uma rota de treino, missão e lida com a memória do seu próprio sofrimento. Nela assenta a maior parte da atenção que vamos dispensando ao filme e que afrouxa quando os problemas de verosimilhança da ação se tornam graves (é o caso da longa cena entre Sadie e o marido). São esses problemas que apoucam uma obra com estimável temática e engenho narrativo que coloca Sarah Daggar-Nickson como cineasta que apetece seguir. / JORGE LEITÃO RAMOS»

segunda-feira, 3 de junho de 2019

FILME | «3 Rostos»






«Crítica de cinema:Três Rostos

9.05.2019  Tiago Santos


O iraniano Jafar Panahi continua a envolver-se em ficções que denunciam casos de opressão no seu país – e sai-se bem, afirma o crítico
Jafar Panahi foi condenado por "propaganda contra a República Islâmica" e, em 2010, proibido de realizar durante 20 anos. Três Rostos representa a quarta vez que Panahi ignora o ato oficial de censura, numa ação de resistência. O mais curioso é como as restrições obrigaram Panahi a abraçar uma fascinante metanarrativa, em que o autor iraniano utiliza a sua própria imagem e "persona" para criar ficções que denunciam a opressão sistémica. 

Aqui, Panahi recebe um perturbador vídeo dirigido à atriz Behnaz Jafari: uma rapariga, cuja família não a deixa frequentar o Conservatório, gravou o seu aparente suicídio. Segue-se uma road trip para descobrir o que aconteceu e examinar a condição da Mulher num Irão que percorre ainda as piores estradas». Tirado daqui.








sexta-feira, 24 de maio de 2019

FILME | «Alma Clandestina»





«“Pesadelo é sinónimo de medo, e eu não vou viver com medo.” Assim falava Maria Auxiliadora Lara Barcellos (1945-1976), Dorinha ou Dodora para os íntimos, mineira, estudante de Medicina, idealista, resistente contra a ditadura militar, contemporânea de Dilma Rousseff na clandestinidade, mulher “forte e valente”, sempre alegre. Banida do Brasil, exilada primeiro no Chile, depois no México, na Bélgica, em França e finalmente na Alemanha, Dorinha suicidou-se atirando-se para a frente de uma carruagem do metro de Berlim. Tinha 31 anos. 
Inspirado num projecto teatral de Jorge Melo, e recorrendo a imagens de arquivo e entrevistas originais contemporâneas a amigos e familiares sobreviventes, o português radicado no Brasil José Barahona ("Estive em Lisboa e Lembrei de Você") constrói uma “fantasia biográfica” ancorada na vida de Dorinha, cujas cartas e textos são lidos pela actriz Sara Antunes num palco onde são igualmente projectados documentos, imagens e arquivos de época. Jorge Mourinha, PÚBLICO







segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

FILME | «A Favorita»



E
m “A Favorita”, a rainha Ana de Inglaterra (1665-1714), que não deixou descendência aos Stuarts, é uma tresloucada caprichosa, boçal e doente. Estamos algures no curto reinado da sua não muito longa vida, na primeira década do século XVIII. A Inglaterra continua em guerra com os rivais do costume do outro lado da Mancha e Ana, não muito ralada, gere o reino à beira da bancarrota com uma sobranceria espelhada nos olhos arregalados de Olivia Colman, que tem aqui um papel extraordinário. O que se passa na Corte da rainha, por si só uma antecâmara da putrescência do poder? Coisas não muito bonitas que este filme certamente se encarrega de exagerar perante o que aconteceu na realidade histórica — e nada de errado há a apontar aqui, já que a farsa é assumida. Sem ter conseguido dar ao reino um herdeiro — abortou 17 vezes — Ana é uma mulher amarga, com 17 coelhos na sala real que ela trata como se fossem filhos. Só quer ser amada. Mas o que nos espera nos oito capítulos em que o filme se divide são histórias de alcova, golpes baixos, sorrisos amarelos, intrigas de toda a ordem, nada de elegante, de facto — e assim começa Yorgos Lanthimos a corromper do osso o paradigma de filme de época british, isto é, a fugir tanto quanto pode do modelo da BBC. Na Corte de Ana, uma lady que é maria-rapaz, bem casada com um oficial que está longe dali, na frente da batalha, goza de uma liberdade de movimentos intocável e que o título do filme sublinha: Sarah, duquesa de Marlborough (Rachel Weisz), não é apenas a favorita da rainha, é também secretária, confidente, conselheira, e algo mais que é segredo. 
Acontece que Sarah recebe em seguida uma prima afastada caída em desgraça financeira e que, apesar da lady que também é, chegou à Corte com a cara enlameada, uma mão à frente a outra atrás, para servir de criada, Abigail (Emma Stone). Num certo final de tarde, Abigail vai descobrir o segredo que liga as duas outras mulheres. Arrivista sem escrúpulos, vai tirar desse trunfo tudo o que é capaz para trepar na hierarquia. Entre as primas, Sarah e Abigail, começa a gerar-se então uma guerra figadal que só não chega a um ‘vale tudo menos arrancar olhos’ (e ainda assim...) porque a rainha a testemunha ­e com um certo gozo ­ acima de todas as coisas. “Para mim, começa tudo pela história das três mulheres”, contou-nos Yorgos Lanthimos no London Film Festival, em outubro do ano passado, um mês depois da estreia mundial desta obra em Veneza (que a brindou com o Grande Prémio do Júri e a Olivia Colman com a Taça Volpi de Melhor Atriz). “O argumento veio parar-me às mãos [na verdade, foram os produtores do filme, Ceci Dempsey e Ed Guiney, que lhe ofereceram o projeto; “A Favorita”, de resto, é o primeiro filme realizado pelo grego que o próprio não escreveu], hesitei em aceitá-lo, não tinha ainda feito um filme de época. A base do texto era política e eu não me sentia confortável neste terreno. Mas, à medida que fui desenvolvendo o projeto, deixei-me levar pelo argumento [de Deborah Davis e Tony McNamara] e procurei aperfeiçoá-lo. Tratei então de corrigir algumas coisas e de desviar a atenção extrema que Deborah dera à política, precisamente para aquilo que liga as três mulheres, tal como acontece com o “Lágrimas e Suspiros”, de Bergman. Era preciso descobrir outro tom, eventualmente divertido, mais relevante e contemporâneo, quer na linguagem, ­ e é aqui que a contribuição de Tony se torna fundamental —, quer no uso da música. O que me interessou foi sempre o que se passa entre as três personagens, as suas histórias privadas, e aquilo pelo que já passaram no momento em que o filme começa, sobretudo a rainha. Neste ponto, ‘A Favorita’ não difere assim tanto dos meus filmes anteriores, pois incide num tema que me fascina desde sempre: a claustrofobia.” (...) - Semanário Expresso | 9FEV2019| Artigo  de Francisco Ferreira - «Um ninho de víboras». 






quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

FILME | «Green Book»



«O filme é baseado na verdadeira relação entre dois homens. É a história de um famoso pianista negro que contrata um segurança Italo-americano para o conduzir pelo Sul do país». Saiba mais.

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Da critica (Jornal Público):
«Green Book é bem um filme para estes tempos, tempos americanos mas não apenas americanos, em que se descobre que a ferida do racismo ainda arde. Conta a história, baseada em factos verídicos, da relação entre um motorista improvisado, branco e italo-americano, vindo do mundo das discotecas e dos casinos (Viggo Mortensen), e o célebre pianista Don Shirley (Mahershala Ali, visto em Moonlight), que precisava de quem o conduzisse numa digressão pelo deep south americano. Funciona como um daqueles buddy movies que vão relatando a conquista da amizade entre os seus opostos protagonistas, da distância, e até antipatia, iniciais, até ao momento em que se reconhecem numa espécie de irmandade aqui, o momento em que Shirley confessa o seu desespero solitário, o do negro rico e privilegiado que não é aceite pelos brancos (pelo menos quando não está num palco em frente ao piano) nem é reconhecido como um igual pelos negros, pelo excessivo privilégio que tem.





O título do filme, que foi um dos principais vencedores dos Globos de Ouro e acaba de ser nomeado para cinco Óscares, vem do que deve ser uma curiosa peça de literatura turística: um guia para viajantes negros no Sul dos EUA, indicando os sítios a evitar e aqueles, motéis ou restaurantes, que furam a segregação vigente e são, pelo menos, tolerantes à presença de indivíduos de pele escura. Algumas críticas americanas a Green Book têm a ver com isso, considerando que se trata de um retrato amenizado do inferno absoluto que era o deep south, nos anos 60, para quem fosse negro; e críticas que serão justas, porque nunca se passa à atmosfera de terror e persecução que certas cenas parecem fazer adivinhar ou pressentir. (...)». Continue a ler.




segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

FILME | «Roma»





«(...) Muito mais do que homenagear alguém importante em sua vida, Cuarón retrata, e ao final, eleva a força e a capacidade resiliente das mulheres que tem sua vida deformada pelo abandono masculino, isso inclui a personagem de Marina de Tavira, a matriarca da família.
Com Roma, produção original da Netflix, o autor mexicano oferece uma oportunidade de reconhecer o que geralmente é considerado à margem de todo o resto, e em seu último plano, demonstra o amor renovado destas mulheres incríveis». Tirado daqui.






E da Critica de Jorge Leitão Ramos no Expresso:  «Íntimo e épico - Um olhar cálido sobre uma memória autobiográfica propicia que Alfonso Cuáron nos presenteie com o melhor filme do ano | (...) Porque o que há de mais extraordinário no mais recente empreendimento de Cuarón é que um mergulho íntimo no casulo das suas memórias familiares seja capaz de uma ressonância a que tenho alguma prudência em chamar épica só porque o vocábulo foi demasiado gasto para qualificar trilogias, tetralogias e outras n-logias onde há seres colossais e batalhas e mundos para resgatar. Em “Roma” — e explique-se já que o título designa o bairro residencial da Cidade do México onde Cuáron vivia em criança e onde o filme se passa — o único ser colossal que existe é Cleo, uma mulher pequena, com a compleição e tez dos nativos mexicanos de origem índia, criada de servir numa grande casa de família burguesa, a dormir num quartinho lá muito em cima, que trata dos meninos, da lida e, em geral, é um esteio importante, presença muda, humilde, submissa, numa organização que está em vias de abalo. Quando o filme começa o pai vai estando ausente, há outra mulher na sua vida e esposa e filhos vão passar para segundo plano. Quando o filme começa há uma família que sofre um rombo forte, mas há que seguir adiante — e Cleo é essencial no reequilíbrio das coisas. Mesmo quando uma história de amor pessoal lhe vem tumultuar a existência.
Passam-se grandes coisas em “Roma”? Lá fora, sim — há mesmo ecos vibrantes de um histórico massacre nas ruas da Cidade do México, curiosamente encenado como uma dificuldade de mobilidade, não como algo que pareça dizer diretamente respeito à intriga — e dentro de portas ainda mais. É que Cuáron põe em cena um caldo de afetos, mas também uma estrutura de classes, uma teia onde se articula a área íntima com a esfera pública (é ver o personagem que seduz e abandona Cleo) e uma cadeia de sobrevivência — tudo sem pompa, nada de fanfarras, um plácido naturalismo onde a beleza da fotografia e a delicadeza do olhar produzem uma indiscutível maravilha».

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

FILME| «Raiva»




Sinopse:
Alentejo, 1950. Nos campos desertos do Sul de Portugal, fustigados pelo vento e pela fome, a violência explode de repente: vários assassinatos a sangue frio têm lugar numa só noite. Porquê? Qual a origem dos crimes? Adaptação de «Seara de Vento», de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX. Raiva é um conto negro sobre o abuso e a revolta. Saiba mais.







quarta-feira, 20 de junho de 2018

«The Tale: o primeiro grande filme da era #MeToo»




«Caiu que nem uma bomba no Festival Sundance deste ano. O filme de Jennifer Fox sobre o abuso sexual de que foi vítima por parte de um treinador quando tinha 13 anos. Em plena época de exposição sexual dos predadores e da luta pela emancipação feminina em Hollywood, chega um filme realizado por uma mulher que descreve a sua violação. The Tale é cinema na primeira pessoa, farejado por um pudor que se recusa a ser bem comportado e nunca ilustrativo. Por tudo isto, é possivelmente o primeiro dos filmes-bandeira da era #MeToo. Um acontecimento televisivo que é também cinematográfico - depois de The Tale talvez seja de bom tom não torcermos o nariz quando falarmos de telefilmes. (...)».  Continue a ler.






terça-feira, 12 de junho de 2018

FILME | «As guardiãs» | O LADO FEMININO NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL




«Na primeira Grande Guerra, enquanto os homens partem para a frente de batalha, as mulheres são as guardiãs das terras e da propriedade.
A história acompanha os anos da Primeira Guerra Mundial e centra-se no papel desempenhado pelas mulheres. Uma delas, Hortense, mãe de família, trabalhadora incansável, contrata Francine, uma jovem órfã, para ajudá-la enquanto a sua filha mostra-se relutante a obedecer. Uma relação de admiração e respeito mútuo floresce entre ambas, até que para preservar a unidade familiar, Hortense presta-se a sacrificá-la... e acaba por pagar caro por isso».
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Leia uma entrevista com a protagonista, disponível na plataforma Sapo:

Iris Bry: atriz revelação de "As Guardiãs" fala do lado feminino da Primeira Guerra Mundial: neste endereço









terça-feira, 15 de maio de 2018

«HUMAN FLOW - REFUGIADOS (2017), FILME DE AI WEIWEI ESTREIA NOS CINEMAS PORTUGUESES A 17 DE MAIO»




«A 17 de Maio estreia nos cinemas portugueses o último filme do artista chinês Ai Weiwei, Human Flow – Refugiados. O filme aborda o fenómeno mundial das recentes migrações humanas massivas, a crise dos refugiados e o seu impacto social. O filme, realizado ao longo de 1 ano em 23 países, acompanha diversas histórias espalhadas por situações sociais e geográficas distintas. O filme pretende afirmar-se como uma reflexão sobre o contraste entre o medo, isolamento e os interesses próprios e a necessidade de abertura, liberdade e respeito pela humanidade».




SAIBA MAIS NA ARTE CAPITAL



segunda-feira, 14 de maio de 2018

«E SE A SUA FILHA ADOLESCENTE DECIDISSE ENGRAVIDAR ?» | Veja o filme «17 raparigas» | ESTREIA A 17 MAIO 2018




«Camille tem 16 anos e é muito popular na escola. Um dia, depois de passar a noite com um rapaz, descobre que está grávida e decide partilhar o seu segredo com as colegas e amigas. Com a sua influência e personalidade mordaz, Camille vai convencer as outras raparigas na escola que estar à espera de um filho é muito mais fixe do que ter muitos amigos no Facebook. Apesar de não sentirem grandes ciúmes ou curiosidade por aquilo que se está a passar com Camille, as outras raparigas sentem-se pressionadas psicologicamente e decidem seguir o seu exemplo, e não vai ser difícil encontrar cúmplices voluntários entre os seus colegas rapazes para conseguirem levar o plano adiante. Esta história baseia-se num incidente real que ocorreu nos Estados Unidos onde um grupo de adolescentes fez um “pacto de gravidez”».




quarta-feira, 9 de maio de 2018

«histórias concretas de migrantes»







«Quem é o meu próximo?»: Documentário foca drama de refugiados e migrantes 

«(...)
O novo filme, que conta histórias de migrantes nos EUA e em vários pontos do globo, será concluído em outubro. Inicialmente, o religioso planeava trabalhar numa curta-metragem sobre migrações e respostas cristãs, mas decidiu filmar um documentário mais longo sobre o assunto.
«Abordo a questão como um novato, aberto a ouvir e aprender, de muitas maneiras, como o público a quem quero contar esta história, e isso dá-me uma perspetiva única para moldar essa história», afirmou.
Quando o filme estiver pronto, Kumar quer submetê-lo a festivais de cinema e lançá-lo em exibições privadas.

Onde filmou este documentário?
Começámos a filmar principalmente nos Estados Unidos. Eu queria ver a resposta cristã à crise, e por isso entrevistei líderes de igrejas, padres e outros redentoristas que trabalhavam na comunidade de migrantes.
Principiámos em Nova Jersey, com o cardeal redentorista Joseph Tobin, de Newark. Andei com ele para ver o trabalho da arquidiocese pelas comunidades migrantes.  (...).Leia na integra.





segunda-feira, 9 de abril de 2018

FILME | «Chavela»


«Será que Chavela se arrastou realmente para os quartos das mulheres, como Ava Gardner, durante a noite, para as roubar dos seus maridos? Será que ela se armou com uma pistola, que disparou às vezes, por diversão? E será que realmente se juntou a bebedeiras épicas com os amigos, que duravam de sexta a quarta-feira? Será que ela passou um ano a viver com Frida Kahlo, num tórrido romance?
A jornada alegre, dolorosa, musical e profundamente espiritual de Chavela Vargas para a auto-aceitação é a essência deste documentário: um retrato impressionante de uma mulher que ousou vestir, falar, cantar e sonhar a sua singular experiência de vida.
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Uma balada de solidão como um hino, em tons alegres de provocação. The Hollywood Reporter
Nunca esperei – nem acho que se deva esperar – que o amor resolva problemas. Chavela Vargas»








quinta-feira, 29 de março de 2018

FILME | «Maria Madalena»




«A história de uma das figuras mais enigmáticas e incompreendidas da história bíblica: Maria Madalena (Rooney Mara). Em busca de uma nova maneira de viver, contrariando as pressões da sociedade, sua família e o machismo de alguns apóstolos, a jovem pescadora junta-se a Jesus de Nazaré (Joaquin Phoenix) em sua incansável missão de propagar a fé». Tirado daqui.





sexta-feira, 17 de novembro de 2017

«ROSAS DE ERMERA»





«Poucos meses antes da Segunda Guerra Mundial, uma família separa-se em Lourenço Marques: Maria vai para Timor, os irmãos João e José (depois conhecido por Zeca Afonso) vão para Coimbra, para continuarem os estudos. Com o alastrar do conflito ao Pacífico e a invasão de Timor pelo Japão, as comunicações cessam e os três anos no campo de concentração fazem temer o pior. Em Rosas de Ermera, partindo das memórias dos irmãos sobreviventes e das músicas de Zeca, Luís Filipe Rocha conta uma aventura familiar numa época funesta da história de Portugal». Daqui. E do que Jorge Leitão Ramos escreve no semanário Expresso :



Revista «E»| Expresso | 11NOV2017

Ainda: o trailer oficial pode ser visto aqui.



terça-feira, 26 de setembro de 2017

«a luta contra a pobreza é uma questão de justiça, não é um gesto de caridade»







«Os filmes “Afronte Negra!”, de Carina Aparecida dos Santos; “Tecendo a Liberdade”, de Luíza Matravolgyi Damião; e “Onde a Música Transforma”, de Pedro Ferrarini e Rodrigo Duarte; foram os vencedores do I Concurso de Vídeos da ONU Nelson Mandela, cujo tema foi “a luta contra a pobreza é uma questão de justiça, não é um gesto de caridade”». Leia entrevista com os realizadores.