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quarta-feira, 28 de março de 2018

CONVERSAS | "Arquitecta(s): Modo(s) de (R)existir" | 28 MARÇO 2018 | 19:00H | TEATRO SÃO LUIZ | LISBOA




«"V. Women | Architecture | Re:evolution" é o tema da última sessão (a sexta) do Ciclo de Conversas "Arquitectas: Modo(s) de (R)existir". A sessão decorre no dia 28 de março, às 19h00, na Sala Bernardo Sassetti do Teatro São Luiz, em Lisboa, e conta com a participação de Rosa T. Sheng, como convidada, e de Patrícia Santos Pedrosa, como moderadora. A entrada é livre. 
"Em Portugal, só nos anos 1940 as mulheres arquitectas chegaram à profissão, com a validação da formação académica. Apesar de, na actualidade, representarem cerca de 44% dos/as inscritos/as na Ordem dos Arquitectos, não se apresentam, para o público em geral e para os seus pares, com uma visibilidade equivalente. Neste ciclo de seis conversas questiona-se quem são e como vivem as mulheres nas diversas possibilidades e dificuldades da profissão". Saiba mais.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

OUTRA VEZ TEATRO | «Migrantes» | ATÉ 14 MAIO 2017 | E UMA CONVERSA COM O PÚBLICO | DIA 6 | ALMADA




Em cena no Teatro Joaquim Benite 
 em Almada como já tínhamos 
divulgado aqui, mas agora, depois de
 termos visto o espectáculo, 
a nosso ver, se puder não perca. Na imagem
 a seguir um excerto da entrevista
  do autor da peça publicada 
no Textos d´Almada n.º 64 (imagem acima).


.
.      .
Entretanto:

As notícias que diariamente se publicam nos jornais nem sempre deixam antever a complexidade da actual crise de refugiados. No próximo Sábado, dia 06 de Maio, às 18h, ouvimos as histórias dos seus protagonistas.
Depois de, no dia 22 de Abril, termos estado à conversa com o encenador e o autor de Migrantes, a discussão sobre a actual crise de refugiados prepara-se para ser alargada a diferentes quadrantes da sociedade civil. No próximo Sábado, dia 06 de Maio, às 18h, recebemos várias representantes de organizações ligadas ao acolhimento de refugiados no nosso País. É o caso de Susana Gaspar, a Presidente da Amnistia Internacional Portugal; de Isabel Galvão, do Conselho Português para os Refugiados; e de um representante da Crescer na Maior, a associação responsável pela integração dos refugiados ao abrigo do Plano Municipal de Acolhimento da Câmara Municipal de Lisboa. Connosco estarão também Margarita Vladimirovna Sharapova, autora de um livro sobre a temática LGBT que encontrou refúgio em Portugal depois de ter visto a sua liberdade comprometida na Rússia com a promulgação da lei da propaganda gay, e Joana Bom, uma fotógrafa portuguesa que esteve na Grécia e na Macedónia e que recentemente aceitou expor uma parte do trabalho resultante dessa experiência no TMJB -  Ângela Pardelha, in CTA 03 Mai 2017.

terça-feira, 2 de julho de 2013

AS MULHERES E A LITERATURA | As Águas Livres de Teolinda Gersão




4 julho | 18:30 H 


Sobre as Águas Livres: «São Cadernos espelhados uns nos outros, de algum modo autónomos, embora estejam interligados. Vêm de vários tempos, circunstâncias e lugares (como já acontecia em CADERNOS I - Os guarda-chuvas cintilantes), podem encaixar-se como matrioscas ou fugir em todas as direcções como fagulhas. Formarão, eventualmente, no fim, uma constelação? Não tenho nenhuma certeza. Até porque nunca os poderei dar por terminados, serão sempre um contínuo interrompido, folhas de papel à solta, voando ao sabor do vento, que não me obedecem nem se deixam prender por mim. Pedaços de mundo em que tropeço como se tropeçasse em pedras, que não têm outro sentido para além de existirem, puro acontecer, em estado bruto». Tirado daqui.

As águas livres

E sobre Teolinda Gersão,  ficcionista e professora universitária:

«Estudou Germanística, Anglística e Romanística nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, licenciando-se em Filologia Germânica na Universidade de Coimbra em 1963. Foi leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, docente na Faculdade de Letras de Lisboa e posteriormente na Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Comparada. Doutorou-se em 1976, defendendo uma tese intitulada Alfred Döblin: Indivíduo e Natureza. Jubilou-se como professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa em 1995.
Teolinda Gersão começa a escrever com apenas catorze anos (Liliana, volume de contos publicado em Coimbra em 1954) e edita Poemas seis anos mais tarde. Influenciada por formas várias de cultura e, dentro destas, pelo contacto com diversos mundos (citadino e rural), a sua escrita está marcada pelas viagens e estadas em diferentes lugares, entre os quais se salientam a África e o Brasil.
A consagração como escritora viria com a publicação de O Silêncio, distinguido com o Prémio Pen Club de Ficção em 1981, cuja leitura faz Eduardo Prado Coelho evocar Clarisse Lispector quando esta última confessa «continuo sempre me inaugurando, abrindo e fechando círculos de vida», porque, segundo o crítico literário, no artigo que intitula «A Seda do Lenço» (in A Mecânica dos Fluidos, 1984), neste primeiro romance de Teolinda Gersão «cada experiência, cada acontecimento, forma o seu círculo de vida, contar aqui não é sobrepor factos mas alargar progressivamente o impacto da pedra ao cair na água [...] cada círculo abre-se no interior de si próprio».
Quanto a Paisagem com Mulher e Mar ao Fundo, é a perspectiva de todo um povo que escuta e que obedece e, como no romance anterior, a protagonista recusa e procura. Os Guarda-Chuvas Cintilantes rompe definitivamente com as formas convencionais da escrita, neste caso da diarística».
Continue no site da ex-DGLB.


Teolinda Gersão

terça-feira, 18 de junho de 2013

AS MULHERES E A LITERATURA | Mulheres em A Noite e o Riso de Nuno Bragança




20 Junho | 18h 30m


E um bom pretexto para  revisitar a «A Noite e o Riso», de Nuno Bragança. Por exemplo:
A Noite e o Riso
Romance de Nuno Bragança inteiramente novo no momento em que foi publicado, em 1969, divide-se em três grandes momentos narrativos: um em primeira pessoa, que releva do género autobiográfico, mas cuja confessionalidade foi subvertida por um narrador, que se serve do processo irónico para encenar "a perversa inocência com a qual, já então, no passado se (des)conhecia o que depois será sabido, processo irónico que não é defesa pela distância, ou discurso didático, mas sim forma de desregramento interno da Ordem, pela qual as suas contradições são ato, ou seja, pedagogia implícita da aprendizagem" (cf. GUSMÃO, Manuel - prefácio à 4.ª ed. de A Noite e o Riso, Lisboa, Dom Quixote, 1995, p. 16); um segundo espaço, centrado nas personagens Zana e Luísa, "formado por um conjunto de textos mais ou menos fragmentários, internamente mais vezes heteróclitos, desenhando um percurso narrativo nem linear nem circular." (id. ibi., p. 20); e, por fim, uma última parte, ainda mais fragmentária, que colige pequenas narrativas, descrições, experiências, em que se condensa uma forma de sabedoria. De permeio, são desenvolvidas partes intercalares de "notas", onde o narrador reflete sobre o ato da escrita. "Romance (moderno) de crescimento e aprendizagem. / de duplo crescimento e dupla aprendizagem [...] - do narrador enquanto sujeito agente da narração e da personagem enquanto sujeito da ação narrada" (id. ibi, p. 33), a grande força de A Noite e o Riso reside na utilização da "lucidez do riso" enquanto última arma possível "face ao absurdo" (A Noite e o Riso, p. 300), no recurso à ironia como "princípio construtor" que opera "através dos fragmentos; não pois como atitude ou pose, mas como processo pelo qual, perdida a inocência do corpo e da cultura, se reconhece no trabalho de escrita o instrumento e o corpo de realização da experiência de vida" (GUSMÃO, Manuel - prefácio à 4.ª ed. de A Noite e o Riso, Lisboa, Dom Quixote, 1995, p. 34».

A Noite e o Riso. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-06-17].  Veja aqui. E ainda:


«Em 1969, quando Nuno Bragança (1929-1985) publicou "A Noite e o Riso", não havia muita gente a escrever assim em Portugal. Ou até haveria um ou dois, mas eram poetas. Se "A Noite e o Riso" está há muito reconhecido como um dos livros decisivos para a renovação da ficção portuguesa na segunda metade do século XX, "Directa" (1979), "Square Tolstoi" (1981), os contos de "Estação" (1984) e a novela póstuma "Do Fim do Mundo" merecem igualmente ser relidos. A "Obra Completa" inclui ainda a peça radiofónica "A Morte da Perdiz", que nunca saíra em livro. L.M.Q.».  Tirado daqui.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

CONVERSA COM MANUELA MARIA NO TNDMII



O TNDM II desafia artistas com mais de 70 anos para uma conversa informal, moderada por uma pessoa com uma relação afetiva com o entrevistado. Nesta conversa pública, o convidado fala sobre o seu percurso de vida.


Conversas com Rosto
4 JUN 2013 | 19h
Salão Nobre | Entrada Livre



Manuela Maria (1935, Lisboa) estreou-se no teatro de revista em 1958 com Vamos à lua no Teatro ABC. Passou pelo Teatro Monumental, integrando em 1964/65 a companhia de Ribeirinho e Henrique Santana. Trabalhou maioritariamente em comédia, nos teatros do Parque Mayer, na Companhia de Laura Alves, onde se salienta a sua interpretação de A Forja de Alves Redol (1970). Em 1972, participou em O Tartufo de Molière, no Teatro Villaret. Continuou a trabalhar com Ribeirinho até meados da década de 70 e participou em revistas até aos anos 80. Em 2006, foi dirigida por Filipe La Féria no musical A Canção de Lisboa e, em 1994, no musical Maldita cocaína de La Féria, no Teatro Politeama.
No cinema, participou nos filmes O Cerco de António da Cunha Telles (1968), A Cruz de ferro (1968) e O Crime de Simão Bolandas de Jorge Brum do Canto, Bonança &amp, Cia. de Pedro Martins (1969) e Passagem por Lisboa de Eduardo Geada (1994).
Atriz regular na televisão, integrou o elenco de novelas e séries, tais como Nem o pai morre nem a gente almoça (1990), Vidas de sal (1996), Terra mãe (1998), Os Lobos (1998), Alves dos Reis (2000), Ajuste de contas (2000), O Processo dos Távoras (2001), entre outros.

com Manuela Maria e Carlos Paulo

 

Teatro Nacional D.Maria II

 
E veja o que mais  acontece no  TNDMII.

terça-feira, 21 de maio de 2013

AS MULHERES E A LITERATURA | Florbela Espanca





  23 MAIO |  18: 30 H

Entretanto, por exemplo:
 
A nossa casa

A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onte está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Costrói-a, num instante, o meu desejo!

Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?

Sonho... que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jadim,

Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...

                          Florbela Espanca

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CONVERSA COM LURDES NORBERTO NO TNDMII




Conversas com Rosto
14 MAIO 2013
19h
Salão Nobre | Entrada Livre

«Lourdes Norberto (1935, Lisboa) estreou-se na Sétima Arte com um pequeno papel em Ribatejo (1949), tendo-se notabilizado como atriz do TNDM II entre 1971 e 2001. Fez também teatro de revista e contracenou com nomes como Raul Solnado, Armando Cortez e Ruy de Carvalho. Participou em muitas peças de teleteatro transmitidas em directo e na televisão em séries e telenovelas. Com quase 70 anos de carreira, é hoje uma das atrizes mais respeitadas do panorama nacional».

com Lourdes Norberto e Artur Portela


Teatro Nacional D.Maria II

 
E veja o que mais  acontece no  TNDMII.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CONVERSA COM GLÓRIA DE MATOS NO TNDMII


Conversas com Rosto
16 ABR 2013
19h
Salão Nobre | Entrada Livre


Glória de Matos (1936, Lisboa) iniciou a sua carreira como atriz em 1954, com 18 anos, ao lado de Fernando Amado, com quem fundou a Casa da Comédia. Concluiu o curso de teatro na Bristol Old Vic Theatre School. Passou pela Companhia Portuguesa de Comediantes e, em 1968, chega ao TNDM II. Foi professora da Escola de Teatro do Conservatório Nacional e participou em vários trabalhos de Manoel de Oliveira. Foi também assessora da Secretaria de Estado da Cultura, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social e assessora do Instituto de Artes Cénicas.

com Glória de Matos e Duarte Ivo Cruz


Teatro Nacional D.Maria II

E veja o que mais  acontece no  TNDMII.