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sexta-feira, 12 de abril de 2019

CLARICE LISPECTOR | «Correio Para Mulheres»




SINOPSE
Neste Correio para Mulheres, foram reunidos textos antes publicados em Correio Feminino e Só para Mulheres, oferecendo-se ao leitor uma visão de conjunto deste trabalho de Clarice Lispector. 
Por vezes, entre conselhos diversos, muitas vezes de caráter prático, há cintilações literárias inconfundíveis do estilo de Clarice Lispector. +.

Jornal de Letras
10 a 23 Abril 2019

terça-feira, 19 de março de 2019

«O PAI» | Trecho que abre o romance "Perto do coração selvagem"| DE CLARICE LISPECTOR




SINOPSE
A Relógio d´Água publica o primeiro romance da escritora brasileira Clarice Lispector, escrito em 1944, durante a sua adolescência. Movimentando-se sempre na esfera íntima do ser humano, Clarice dá-nos a conhecer Joana, numa viagem crua pela sua realidade. +. 

O livro começa com «O Pai ...», e ao registá-lo aqui queremos assinalar o dia de hoje:

Leia mais aqui.









sexta-feira, 5 de abril de 2013

«CLARICE LISPECTOR - A HORA DA ESTRELA »


Obras de Clarice Lispector editadas em Portugal
patentes na mostra da BNP

A  mostra bibliográfica sobre Escritoras Brasileiras editadas em Portugal  que  pode ser vista na Biblioteca Nacional de Portugal  (BNP) tem-nos despertado  para o que vai acontecendo em torno de autoras brasileiras. Assim,  não poderiamos deixar de trazer para o Em Cada Rosto Igualdade a boa notícia:  


Clarice Lispector – A hora da Estrela 
 exposição sobre a escritora brasileira 
  abre hoje, dia 5, na Gulbenkian

Exposição dedicada a Clarice Lispector

«Três décadas e meia após a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A hora da Estrela, integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal. Divulgar a obra de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira é um dos objetivos desta exposição, que ocupará a Galeria de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian entre 5 de abril e 23 de junho».
Por outro lado, oportuno é também indicar  a obra recente «Laços de Família», da Relógio D´Água, e no prefácio  Lídia Jorge escreveu:
«Entre nós, poucos são aqueles que têm de Clarice outra referência que não seja o nome, e no entanto, trata-se de um dos mais singulares escritores da nossa língua. As razões deste clamoroso desconhecimento não podem deixar de se inscrever na contenciosa fraternidade que existe entre Brasil e Portugal e que leva a que, salvo raras excepções, as ligações em Cultura se produzam pelas cinturas mais frágeis ou já canónicas. No caso de Clarice, porém, a sua obra tarda de modo inusitado a chegar até nós e por duas razões — a primeira é que Clarice Lispector deixou há muito de ser um escritor de pequenos grupos aficionados para ser, no Brasil, uma referência obrigatória caída no domínio público univer-sitário que a cada hora a faz e a refaz de análises e suposições teóricas.»


E, já agora, por que não trazer também para aqui o post Sólo, para, entre, por, con, de mujeres  de 13 de Março último, do Blog Mujers,  El País, que começa assim: «Si dedicas unos segundos a pasearte por las revistas femeninas, revistas para mujeres, revistas de mujeres, te darás cuenta de que no hay lugar para el arte, para la mujer artista o la mujer a la que le interesa. Salvo contadas excepciones, las revistas de entretenimiento para mujeres se dividen en las siguientes categorías: moda, belleza, sexualidad, trucos, corazón, famosas, ¡horóscopo! Cuando cae en mis manos el libro Sólo para mujeres, una recopilación de textos en revistas femeninas, de Clarice Lispector, me llevo las dos manos a la boca, a la cabeza, a las orejas, a los ojos. En efecto, la densa, enigmática, intelectual y filosófica Clarice Lispector se disfraza de consejera femenina tras los seudónimos de Tereza Quadros o Helen Palmer. El primero de sus consejos empieza así: "¿Eres moralmente tan anticuada que consideras la vanidad femenina una frivolidad?
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E mais adiante: «(...) Clarice Lispector se vuelve la pequeña voz de la conciencia femenina, y lo hace desde el territorio enemigo. No, la vanidad femenina no es una frivolidad y merece nuestra atención; pero la vanidad femenina no está reñida con el intelecto, o no debiera, y en las revistas para mujeres no estaría de más que, a un lado del horóscopo, apareciera la recomendación de un libro; no estaría de más que, a un lado del último cotilleo, apareciera el cuadro de una artista; que a un lado de la última pasarela, se informara del último disco de una cantante. (...)». Leia na integra, e também os comentários. Por último, um pormenor sem importância: já tinhamos sinalizado «Só para Mulheres» na coluna à direita do Em Cada Rosto Igualdade. E a terminar mesmo: este post teve a colaboração especial do colega Paulo Carretas (DGARTES) e da colega Ana Nogueira (BNP).