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segunda-feira, 11 de março de 2019

DOCUMENTÁRIO | «Mulheres do meu País» | DA REALIZADORA RAQUEL FREIRE




«Sinopse: "Mulheres do meu País" é um filme-retrato sobre a condição da mulher portuguesa no século XXI.
 O documentário retrata 14 mulheres portuguesas: Lúcia Vaz (afrodescentente, empregada de limpeza); Alelaide Costa (engenheira do Ambiente e bombeira); Maria do Mar Pereira (socióloga); as irmãs Flores (artesãs do Alentejo); Clara Queiroz (geneticista); Toya Prudêncio (activista cigana); Márcia Sousa (operária e activista lésbica); Mynda Guevara (rapper da Cova da Moura); Ângela Pica (sobrevivente de violência doméstica e cuidadora informal); Leonor Freitas (empresária); Alice Cunha (mulher transgénero e activista); Maria João Pereira (bailarina); e Maria José Neto (pescadora de alto-mar).
Segundo a realizadora, estas mulheres portuguesas têm em comum "a força e a capacidade de olhar o mundo à volta, de o compreender e de o transformar"». Tirado daqui.






E ouça uma entrevista com a Realizadora na TSF. De lá:"Cheguei até às pessoas que senti que tinham sofrido mais injustiças e que tinham construído sozinhas mecanismos e ferramentas para transformarem o mundo à sua volta", conta a realizadora. "São mulheres comuns, heroínas anónimas, aquelas que ninguém vê e que vão mudando o mundo à sua volta. E para mim, é a forma como mudamos o mundo hoje em dia. Não há uma emancipação; há emancipações. Há mulheres que são resilientes."

terça-feira, 10 de abril de 2018

DOCUMENTÁRIO | «Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça»








«ONU Brasil lança documentário ‘Mulheres Indígenas: Vozes por Direitos e Justiça’

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

OFICINA | «A força dos pequenos»:ausências e arte para resistência | 10 JAN 2018 | CES | COIMBRA



«(...)
“La fuerza de los pequeños” é um documentário dirigido por Patricia Simón, jornalista freelancer com um compromisso forte na luta pelos direitos humanos. O documentário recorre 20 anos de luta de um grupo de pessoas que com as palavras e a arte combateram o trabalho escravo, a prostituição de crianças, a exploração e a miséria numa comunidade no Maranhão, Brasil. A ativista Carmen Bascarán crio o Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos um espaço pelo qual conseguiram mudar leis, lutaram contra os governos locais e deram a muitas pessoas a oportunidade de formação e de seu próprio reconhecimento como pessoas e aprenderam a defender os seus direitos, paz e liberdade. (...)». Saiba mais.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

DOCUMENTÁRIO SOBRE MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA | «Este é o meu Corpo» | 5FEV2017 | 17:00H | MUSEU DAS ARTES DE SINTRA






SOBRE OS PRÉMIOS


«O Prémio Contra a MGF - Mudar aGora o Futuro foi instituído em 2012 pela mão da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e dirige-se a Associações sem fins lucrativos e/ou Organizações NãoGovernamentais (ONG) vocacionadas para a promoção dos direitos e interesses de imigrantes, e visa distinguir projetos que contribuam para a erradicação da MutilaçãoGenital Feminina (MGF)».
Os projetos vencedores da 3.ª edição do Prémio, que irão ser distinguidos a 5 de fevereiro, às 17h00, no Mu.Sa – Museu das Artes de Sintra, são:

1.º prémio
Fator M - Ativismo pelo fim da MGF
 Associação dos Filhos e Amigos de Farim (Sintra)

2.º prémio 
Pelo Fim da Excisão. Faço (p)arte
 Associação Mulheres Sem Fronteiras (Grande Lisboa)

3.º prémio 
Em Rede contra a Mutilação Genital Feminina II
 Movimento Musqueba 
 Associação de Promoção e
 Valorização da Mulher Guineense (Odivelas)





quinta-feira, 21 de julho de 2016

DOCUMENTÁRIO | «Amanhã» | ESTREIA HOJE | 21-07-2016 | LISBOA | VILA NOVA DE GAIA

Saiba mais

«E se mostrar soluções, contar uma história positiva, fosse a melhor forma de resolver as crises ecológicas, económicas e sociais que atravessam o nosso mundo? Após a publicação de um estudo que anuncia a possibilidade do desaparecimento da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipa de quatro pessoas, para investigar em dez países aquilo que poderá provocar esta catástrofe e, sobretudo, como evitá-la. Durante a sua viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, a economia, a democracia e a educação. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, eles começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã…». Continue a ler.
.
.    .

Sobre o Documentário do que escreveu Viriato Soromenho-Marques no Jornal de Letras saído ontem 20 de julho de 2016:






sexta-feira, 3 de julho de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE NINA SIMONE | «What Happened, Miss Simone?» | «EVERY GENERATION HAS TO DISCOVER NINA SIMONE»


Nina Simone in 1969. 
A new documentary, “What Happened, Miss Simone?,”
Jack Robinson/Hulton Archive - Getty Images



Temos um  novo documentário  sobre Nina Simone - «What Happened, Miss Simone?». A propósito: 


Como pode verificar, começa assim: «A voz profunda e quase andrógina de Nina Simone era capaz de preencher um cômodo até o teto e faz exatamente isso em seu cover de 1958 para “The Other Woman”. A canção é de uma tristeza penetrante – Nina canta sobre a vitória silenciosa de uma esposa sobre a amante de seu marido, acreditando que seu homem sempre voltará para ela. Além de ser indicativo de um humilde triunfo nas dinâmicas entre homem e mulher da época, a música também pode aludir às batalhas internas da vida de Nina entre duas mulheres – a bem-sucedida e inovadora “Alta Sacerdotisa do Soul” e a bipolar imprevisível que sofria com testes de saúde mental bem antes de doenças como estas serem diagnosticadas normalmente». Outra passagem:
«O documentário pinta com talento a dualidade de Nina Simone – de um lado temos a pioneira dos direitos civis que nasceu como Eunice Kathleen Waymon na época da segregação racial americana, e do outro a maníaco-depressiva louca que surtava com amigos e fãs. What Happened, Miss Simone? acompanha a carreira da musicista e seu envolvimento com o movimento em prol dos direitos civis com a canção “Mississipi Goddam” nos anos 60, passa pelo exílio imposto a si mesma e a luta contra o vício no decorrer das próximas décadas, chegando à redenção final e aceitação crítica renovada nos anos que precederam sua morte, em 2003». Leia na integra.
E a pretexto do documentário no NYT:  

De lá:
The feminist writer Germaine Greer 
once declared: “Every generation has to discover
 Nina Simone. She is evidence  that female genius 
is real.” This year, that just might happen for good.





quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

DE ESPANHA: «LAS CONSTITUYENTES»




Las Constituyentes es un documento audiovisual de un indudable valor sobre la historia de la participación política y social de las mujeres en España, documentando con ello la peripecia personal y política que les llevó a ser las primeras mujeres, tras Clara Campoamor, Victoria Kent y sus coetáneas, en encontrarse en las Cortes democráticas españolas en un momento único para nuestro país.
Estas 27 mujeres, 21 diputadas y 6 senadoras, accedieron al Congreso y Senado español tras el periodo franquista, en las elecciones democráticas del 15 de Junio de 1977, y participaron en la elaboración de la constitución española de 1978, defendiendo activamente la igualdad de derechos entre hombres y mujeres en la sociedad española.
A través de los testimonios de las protagonistas, y una emotiva secuencia de encuentro entre diputadas y políticas actuales con algunas de las mujeres constituyentes, el documental aporta un sugerente análisis, basado en la experiencia personal de todas ellas, sobre los hechos que configuran una de las etapas más interesantes del parlamentarismo de nuestro país: el de las Cortes Constituyentes en el período comprendido entre 1977-1979, y lo hace desde la perspectiva de las mujeres. Se trata de una mirada sobre la transición española en un trabajo audiovisual, inédito en España hasta el momento.


Mais no site do Documentário.