segunda-feira, 9 de julho de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA | «Frida Kahlo – As Suas Fotografias» | 6 JUL A 4 NOV 2018 | PORTO
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| Veja mais fotografias aqui. |
«Em 2003 o arquivo adormecido foi aberto, sob a supervisão de Hilda Trujillo Soto, diretora do Museu Frida Kahlo. Uma parte das fotografias desse arquivo foi transformada nesta exposição de 241 fotografias inéditas, com a curadoria de Pablo Ortiz Monasterio. Representam diversas fases e pessoas da vida da artista e que foram objetos da sua afeição pessoal. Os autores das fotografias são Man Ray, Martin Munkácsi, Edward Weston, Brassaï, Tina Modotti, Pierre Verger e Manuel Álvarez Bravo. A exposição dividida em seis secções – Origens; Casa Azul; Política, Revoluções e Diego; Corpo Acidentado; Amores; e Fotografia». Continue a ler.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
LÍDIA JORGE | «Estuário»
«Estuário é um livro sobre a vulnerabilidade de um homem, de uma família, de uma sociedade e do próprio equilíbrio da Terra, relatados pelo olhar de um jovem sonhador que se interroga sobre a fragilidade da condição humana.
Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se, então, apercebendo que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas travadas ao seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade.
Em outros seus livros costumam a autora dar o rosto à modernidade para dela desocultar os seus efeitos escondidos. Mas neste caso ambiciona mais. Estuário pertence à categoria dos livros de premonição, através do enlace entre o desenho do futuro e a Literatura».
Edmundo Galeano andou pelo mundo, esteve numa missão humanitária e regressou à casa do pai sem parte da mão direita. Regressou com uma experiência para contar e uma recomendação a fazer por escrito, e na elaboração desse testemunho passou a ocupar por completo os seus dias. Porém, ao encontro deste irmão mais novo da família, vêm ter sem remédio as vicissitudes diárias que desequilibram a grande casa do Largo do Corpo Santo. Edmundo vai-se, então, apercebendo que as atribulações longínquas mantêm uma relação directa com as batalhas privadas travadas ao seu lado. E a sua mão direita, desfigurada, transforma-se numa defesa da invenção literária perante a crueza da realidade.
Em outros seus livros costumam a autora dar o rosto à modernidade para dela desocultar os seus efeitos escondidos. Mas neste caso ambiciona mais. Estuário pertence à categoria dos livros de premonição, através do enlace entre o desenho do futuro e a Literatura».
quarta-feira, 4 de julho de 2018
MUSEU SERRALVES | «Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX» | ATÉ 30 SETEMBRO 2018
PROJETOS CONTEMPORÂNEOS: MARTINE SYMS
- LESSONS I - CLXXX
14 JUN 2018 A 30 SET 2018
Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX, uma obra em curso constituída por vídeos de trinta segundos – um poema cumulativo cuja estrutura se desenvolve de forma aleatória. Imagens desconexas de experiências e sujeitos que se acumulam num aglomerado de narrativas fragmentárias relacionadas (direta a acidentalmente) com a vida dos negros americanos. Retirados de uma miríade de fontes e contextos – incluindo vídeos do Youtube, programas de televisão dos anos 1980 e material filmado do arquivo pessoal da artista – esses fragmentos autónomos formam um corpus crescente que Syms compila desde 2014.
Exposição organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por João Ribas, diretor do Museu». Saiba mais.
terça-feira, 3 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Da «Gender Budgeting: State of Play and way forward - Hearing» de 20 junho 2018
No passado 20 de junho teve lugar a «Gender Budgeting: State of Play and way forward - Hearing» e são dessa iniciativa as apresentações a que se referem as imagens acima. A pretexto foi dito: «The Council of Europe defines gender budgeting as a 'gender based assessment of budgets incorporating a gender perspective at all levels of the budgetary process and restructuring revenues and expenditures in order to promote gender equality'. The FEMM Committee discussed this sensitive issue particularily in the framework of the future MFF and in relation to the implementation of the Daphne program. The hearing counted with the participation of researchers and practitioners in the field of budgeting, gender and social affairs. The outcome of the event brought a key input for an oral question and a resolution to be tabled on behalf of FEMM».Veja aqui.
sexta-feira, 29 de junho de 2018
PERSONALIDADE HOMENAGEADA NO FESTIVAL DE ALMADA 2018 | Yvette K.Centeno | «A ARTE NO PALCO DA VIDA»
«Quantas vidas cabem numa vida? Na vida e obra de Yvette Centeno os cambiantes são muitos, pois diversos são os caminhos trilhados por alguém cuja energia transformadora sempre conseguiu alcançar o improvável equilíbrio de articular, com singular mestria, distintas áreas da palavra, o primeiro pilar do seu labor, com as artes pictóricas e a música. Talvez fruto da sua ascendência germano-polaca, ou da sua passagem por diversas paragens – Lisboa, Coimbra, Porto, Tavira, Paris, Buenos Aires, Berlim ou Londres e outros destinos onde investigou e ensinou – são várias as matrizes que contribuíram para a pluralidade de interesses e o domínio de vários idiomas, que por sua vez se ampliaram numa obra que engloba ensaios, ficção, poesia, teatro e tradução, elementos múltiplos de um curriculum extenso que nos devolvem uma visão do mundo, livre e despojada de fronteiras, tendo como denominador o ofício da literatura e o diálogo civilizacional que as artes estabelecem com a cultura e a sociedade. (...). Continue a ler.
MARGARIDA TENGARRINHA | «Memórias de uma Falsificadora/ a luta na clandestinidade pela liberdade em Portugal»
Sinopse:
Éramos jovens e queríamos um mundo melhor, num Portugal onde grassava a miséria, dominado por um pequeno grupo de grandes financeiros, monopolistas e latifundiários. Éramos jovens e queríamos a liberdade, pois abafávamos num Portugal dominado por todos os medos: a censura omnipresente cortava notícias dos jornais, impedia peças de teatro, proibia a publicação de livros pela grelha estreita de um index tão feroz quanto o da velha Inquisição; a polícia política era uma sinistra aranha que, desde o covil das torturas na rua António Maria Cardoso em Lisboa e na rua do Heroísmo, no Porto, estendia a sua teia pelas cidades e aldeias, pelas fábricas e empresas, as escolas e os quarteis, alargando-se por uma rede de informadores e bufos que eram os seus olhos e ouvidos: a PIDE podia prender, torturar e matar impunemente e tinha ainda uma outra arma mais discreta e não menos eficaz, tirar o pão ao adversário. A muitos pode parecer longínquo e estrangeiro esse país em que eles – resistentes clandestinos e não clandestinos, militantes e “amigos” – tiveram que viver, e no qual escolheram lutar em condições que hoje nenhum de nós tem de suportar. “O passado é um país estrangeiro”, escreveu L. P. Hartley, numa frase frequentemente citada a propósito da crescente incapacidade das sucessivas gerações em inscrever o passado nas suas vidas – e sobretudo os passados que, como os dos resistentes clandestinos comunistas, dificilmente encaixam nas narrativas hegemónicas sobre a origem da democracia, e sobretudo sobre como se a defende e pratica. Para que esse passado seja inscrito nas nossas vidas, não temos outro remédio senão o de nos empenharmos na luta pela memória da resistência. (…) Neste caso, Margarida Tengarrinha procura resgatar do esquecimento e homenagear as “pessoas que, com maior ou menor relevo, conduziram e estiveram no topo de momentos capitais da vida política, ou participaram neles de forma anónima, obscura, sem deixar os nomes gravados na história, mas cuja ação foi fundamental no derrubamento do fascismo”. [Do Prefácio de Manuel Loff]. Saiba mais.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
ANGELIKA SCHROBSDORFF | «Tu não és como as outras mães»
«Enquanto jovem mulher, Else, uma menina mimada da burguesia de Berlim, fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse. "Tu Não és Como as Outras Mães" é a história real dessa vida intensa, extravagante, inconformista que foi a de Else Kirschner, uma mulher verdadeiramente livre, e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim, Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa. Corriam os loucos anos vinte, dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo, um tempo irrepetível de cultura, esplendor e liberdade. Else vivia no centro dessa boémia, incapaz de suspeitar que uma ameaça arrepiante cercava inexoravelmente a sua família. Quando as sombras do Nacional Socialismo tingiram a Europa de negro, Else, judia, teve de fugir com a família da cidade que tanto amava. No exílio, na Bulgária, tudo é miserável, tudo é muito pouco quando comparado com a primeira vida. Nessa segunda vida, Else arrepender-se-á de não ter protegido a família da calamidade, que se revela trágica para alguns. Esta é a história de uma vida maior que a vida, um retalho de História extraordinário. Quem nos conta a história é Angelika Schrobsdorff, importante escritora de origem alemã. Era filha de Else e demorou quinze anos a pôr no papel a história da mãe, sem sentimentalismo mas com o amor e a admiração inevitáveis, criando um pedaço de grande literatura, um clássico do nosso tempo». Tirado daqui.
ESTUDO | «Jovens LGBTI+ | DURANTE O ANO LECTIVO 2016-2017
«O Estudo Nacional sobre o Ambiente Escolar partiu de uma proposta da GLSEN (Gay, Lesbian and Straight Education Network) a partir de uma ferramenta criada em 1999 e implementada em várias regiões do globo. O estudo fez a recolha de testemunhos de jovens LGBTI entre os 14 e os 20 anos de idade durante o ano lectivo 2016-2017, e a partir das suas experiências avaliou e fundamentou a pertinência de políticas inclusivas mais ativas. Trata-se de uma iniciativa da Associação ILGA Portugal – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo, em parceria com o Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e o Centro de Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, com base na proposta original e assessoria da GLSEN e da Columbia Teachers College». Tirado daqui.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
«Crianças migrantes não podem ser separadas de seus pais, diz ONU»
Legendado em português
«O secretário-geral da ONU, António Guterres, e três organismos das Nações Unidas criticaram a separação de crianças migrantes de seus pais. “Como questão de princípio, o secretário-geral (da ONU) acredita que os refugiados e migrantes devem ser sempre tratados com respeito e dignidade, e de acordo com a lei internacional existente”, disse Guterres.
O chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra’ad Al Hussein, lembrou o alerta da Associação Americana de Pediatras dos EUA, que chamou a prática de “cruel” e de um “abuso sancionado pelo governo” que pode causar “dano irreparável”, com “consequências permanentes”.
A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu que os EUA priorizassem a unidade familiar e os direitos das crianças durante a implementação das novas políticas administrativas na fronteira com o México.
Já a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, disse que histórias de crianças, algumas delas apenas bebês, sendo separadas dos pais enquanto buscam segurança nos EUA “são de partir o coração”, pedindo que “os melhores interesses das crianças refugiadas e migrantes sejam primordiais na aplicação dos procedimentos e leis de asilo dos EUA”». Tirado daqui. Saiba mais.
terça-feira, 26 de junho de 2018
HELENA PATO | «A Noite Mais Longa de Todas as Noites»
Sinopse:
«Obra de uma precisão exemplar e simultaneamente de uma beleza límpida no seu veio narrativo, enquanto tessitura de recordações assumidamente pessoais embora arreigadamente políticas (…). A Noite Mais Longa de Todas as Noites é pois uma obra tecida com o fio do júbilo dos ideais, mas igualmente com os acontecimentos vividos no nosso país, então asfixiado por uma longa, cruel e impiedosa ditadura. Sendo tudo isto elaborado com uma vivacidade e uma argúcia que nos leva a lê-la até chegar ao fim, para logo desejar tornar ao seu começo». [MARIA TERESA HORTA] ***************************************************************
«Nunca
vi as comemorações do 1.º de Maio no Rossio de Lisboa, em tempo de
clandestinidade, tão intensamente descritas (e vividas) como no relato
de Helena sobre esse dia de 1962». [LUÍS FARINHA]
***************************************************************
«As
estórias que Helena Pato vai contando valem, primeiro, pela valência
pessoal de sabor autobiográfico, de grande despojamento, sobriedade e
elegância, mesmo se tal não é o principal propósito, e, depois, por
serem o retrato de uma época de 'resistência contra a ditadura'». [JORGE
SAMPAIO]
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APRESENTAÇÃO | PROJETO | «TELL ME - Theatre for Education and Literacy Learning of Migrants in Europe» | 4 JULHO 2018 | 15:00H | FUNDAÇÃO SARAMAGO | LISBOA
PROJETO
TELL
ME - Theatre for Education and
Literacy
Learning of Migrants in Europe
4 julho 2018 | 15 horas
Fundação
Saramago | Lisboa.
O projeto, apoiado pelo Programa Erasmus+ da União Eeuropeia, é
liderado em Portugal pela ASTA - Associação de Teatro e outras Artes, tendo
sido promovido pelo "Comitato il Nobel per I Disabili" (fundado por
Dario Fo, Prémio Nobel da Literatura em 1997).
Do programa do evento constam as seguintes intervenções:
- Jacopo Fo, presidente do Nuovo Comitato Il Nobel
per i disabili (por videoconferência)
- Nazzareno Vazapollo, gestor do projeto Tell Me, em
Itália
- Sérgio Novo, gestor do projeto Tell Me, em
Portugal
- Maria Teresa
Mendes, presidente do Conselho Português de Refugiados
- Isabel Galvão,
professora de português nos centros de educação do Conselho Português de Refugiados
- Pilar del Rio,
presidenta da Fundação Saramago (sujeita a confirmação)
no evento será
lançada a versão portuguesa do manual
"Migrantes, Educação, Teatro"
e
apresentado o documentário
"TELL
ME"
segunda-feira, 25 de junho de 2018
VIET THANH NGUYEN | «Refugiados»
«SINOPSE
«Estes invasores tinham vindo conquistar a nossa terra e, agora, nunca mais regressariam a casa. Ao ouvir aquelas mulheres de olhos negros, estremecia de prazer no escuro, e parecia-me que nunca iria conseguir contar histórias como aquelas.»
Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar.
Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família». +.
Um refugiado vietnamita que sofre um violento choque cultural ao ver-se a viver com um casal homossexual em São Francisco, uma mulher cujo marido demente a confunde com uma antiga amante, uma rapariga da Cidade de Ho Chi Minh que reencontra a irmã recém-chegada dos Estados Unidos, a quem, ao contrário de si, tudo correu bem — todos eles são ecos de um mundo em que as fronteiras, aparentemente ténues, são muros difíceis de ultrapassar.
Neste volume de contos, escrito ao longo de vinte anos, Viet Thanh Nguyen, vencedor do prémio Pulitzer, dá voz àqueles que, por fuga ou sonho, vivem entre dois mundos: o local onde nasceram e o país onde se encontram. Oportuno, direto e de uma rara sensibilidade, Refugiados é uma exploração preciosa das questões em redor da identidade, do amor e da família». +.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
LANÇAMENTO | 39.ª Edição da Revista Faces de Eva | 21 JUNHO 2018 | 18.00 H | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA
LANÇAMENTO
39.ª Edição da Revista Faces de Eva
21 JUNHO 2018 | 18:00 H
Biblioteca Nacional de Portugal
LISBOA
LISBOA
«A Biblioteca Nacional de Portugal, a Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher (NOVA FCSH) e as Edições Húmus apresentam a 39.ª edição da revista "Faces de Eva – Estudos sobre a Mulher", homenageando a escritora e feminista Maria Isabel Barreno». Saiba Mais.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
«The Tale: o primeiro grande filme da era #MeToo»
«Caiu
que nem uma bomba no Festival Sundance deste ano. O filme de Jennifer Fox sobre
o abuso sexual de que foi vítima por parte de um treinador quando tinha 13
anos. Em plena época de exposição sexual dos predadores e da luta pela
emancipação feminina em Hollywood, chega um filme realizado por uma mulher que
descreve a sua violação. The Tale é cinema na primeira pessoa,
farejado por um pudor que se recusa a ser bem comportado e nunca ilustrativo.
Por tudo isto, é possivelmente o primeiro dos filmes-bandeira da era #MeToo. Um
acontecimento televisivo que é também cinematográfico - depois de The Tale talvez seja de bom tom não torcermos o nariz quando falarmos de
telefilmes. (...)». Continue a ler.
terça-feira, 19 de junho de 2018
MOSTRA | Padre Manuel Antunes / Pedagogo da Democracia | 12 JUN 2018 - 31 AGO 2018 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA
«Há
grandes personalidades pouco conhecidas, mas que sonharam um mundo
melhor e inspiraram a sociedade livre e democrática em que hoje vivemos.
O padre e professor Manuel Antunes (1918-1985), foi uma dessas figuras
extraordinárias que nasceu há cem anos, no fim da Primeira Guerra
Mundial.
Formou-se
na Companhia de Jesus, tornou-se padre jesuíta, foi professor de mais
de 15 mil alunos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Ensinou jovens que se tornaram líderes, professores, poetas, atores,
escritores. Ajudou muitos com sabedoria e «paciência revolucionária»,
aquando da perseguição política e da censura, de que também foi alvo.
Pensou
e escreveu sobre os diferentes temas e problemas do mundo do passado,
do presente e do futuro. Escreveu os seus textos, assinando-os com 126
pseudónimos, sobre Filosofia, Psicologia, História, Teologia,
Literatura, Sociologia, Antropologia, Economia, Política, sobre
civilizações antigas e modernas e sobre os diversos povos, países e
continentes do mundo. Deixou um exemplo de homem bom e universal. É o
percurso e a obra desta figura fascinante, o professor Manuel Antunes,
sj, considerado um dos maiores sábios do século XX, que damos a conhecer
nesta mostra». Saiba mais.
Aspectos da mostra/exposição sobre o Padre Manuel Antunes
que pode ser vista na Biblioteca Nacional/Refeitó
segunda-feira, 18 de junho de 2018
OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (95) | ONU promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos
ONU
promove concurso de desenho para crianças sobre direitos humanos
·
Publicado em 14/06/2018 | Atualizado em 14/06/2018
O Serviço de Informação das Nações Unidas (UNIS) em Genebra, na Suíça, e
o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos
(ACNUDH) se uniram ao artista espanhol Cristóbal Gabarrón e à Fundação Gabarrón
para lançar um concurso internacional de desenho com o objetivo de mobilizar
crianças e pré-adolescentes a refletir sobre a importância dos direitos
humanos.
A competição convida pessoas de 10 a 14 anos a produzir obras criativas
sobre um dos três temas: um direito humano que queira defender fortemente; uma
pessoa que admire por seus esforços na defesa e na promoção dos direitos
humanos; como defender os direitos humanos de sua própria maneira. As inscrições
vão até 31 de outubro. Continue a ler.
DOS OUTROS | ESPANHA | «Ir a algunos festivales de música en España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en cuando aparece alguna mujer»
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| Leia aqui |
«Ir a algunos festivales de música en
España consiste desde hace años en un desfile de machos en el que de vez en
cuando aparece alguna mujer. Así, entre actos, prácticamente invisibilizada por
un chorro de voz masculino, por lo general. Tras la última edición del
Primavera Sound hablamos sobre esta cuestión con algunas de sus responsables y
con algunas voces relevantes del panorama musical nacional.En 2017, solo un 15% de los artistas que
actuaron en los principales festivales de música españoles eran o incluyeron
mujeres. Es un dato de un estudio que lanzó Ticketea el pasado año,
usó sus propios datos para hacer un análisis de la presencia femenina en 20
eventos musicales: solo 154 de los 1.006 artistas confirmados en esas citas
eran mujeres».Leia na integra.
sexta-feira, 15 de junho de 2018
NO TEATRO CARLOS ALBERTO | «Lulu» | ATÉ 30 JUNHO 2018 | PORTO
«(...)“A ideia
não foi fazer o percurso de uma personagem, contar a sua história, em sentido
narrativo, mas mostrar Lulu como o reflexo de muitas mulheres”, explica Nuno M.
Cardoso, que optou por entregar o papel (os papéis) de Lulu a duas actrizes –
Catarina Gomes e Vera Kolodzig – e a uma bailarina, Sara Garcia.
Numa
conversa com a jornalista Mariana Duarte integrada no próprio processo de
produção da peça, o encenador afirma: “Lulu não é um ser único nem especial.
Não é uma heroína nem uma femme fatale. Nem um ser
trágico. É o que está à nossa volta todos os dias.” É por isso que “este texto
escrito há mais de cem anos tem uma terrível actualidade”, dirá depois ao
PÚBLICO. “O que é tenebroso é que isto não é o passado, isto continua a
acontecer”, acrescenta, assumindo que a sua encenação quer também ser “um gesto
que afirme a necessidade de as coisas mudarem”. (...)». Leia na integra, o trabalho de Luís Miguel Queirós, no Público: «Lulu:o sexo não perdoa e o dinheiro ainda menos».
quinta-feira, 14 de junho de 2018
«Comunicação Inclusiva»
«O Secretariado-Geral do Conselho da União Europeia acaba de
lançar um guia de Comunicação Inclusiva em língua portuguesa acessível na sua
página oficial.
Contem orientações e sugestões práticas sobre como comunicar de
forma a incluir todas as pessoas e evitar estereótipos.
Em culturas organizativas, e em sociedades, caracterizadas por
ambientes multiculturais e multilingues é importante que o uso de linguagem e
de conteúdos visuais reflicta a diversidade desse ambiente eliminando
preconceitos inconsciente». Tirado daqui.
OLÁ CRIANÇAS! OLÁ JOVENS! | TALVEZ LHES INTERESSE (94) | | «Os Meus Irmãos Refugiados»
«Os relatos do filho, da nora e de um sobrinho - voluntários em campos de refugiados na Grécia - levaram Thereza Ameal a escrever este livro. Falar aos mais novos sobre esta realidade, de forma simples e cheia de esperança, é também uma forma de colaborar na construção de uma cultura de acolhimento e de promoção da paz. Porque a guerra e o drama dos refugiados não nos são alheios, e todos podemos ajudar.
Introdução de António Guterres e Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa».
terça-feira, 12 de junho de 2018
FILME | «As guardiãs» | O LADO FEMININO NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
«Na primeira Grande Guerra, enquanto os homens partem para a frente de batalha, as mulheres são as guardiãs das terras e da propriedade.
A história acompanha os anos da Primeira Guerra Mundial e centra-se no papel desempenhado pelas mulheres. Uma delas, Hortense, mãe de família, trabalhadora incansável, contrata Francine, uma jovem órfã, para ajudá-la enquanto a sua filha mostra-se relutante a obedecer. Uma relação de admiração e respeito mútuo floresce entre ambas, até que para preservar a unidade familiar, Hortense presta-se a sacrificá-la... e acaba por pagar caro por isso».
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Leia uma entrevista com a protagonista, disponível na plataforma Sapo:
Iris Bry: atriz revelação de "As Guardiãs" fala do lado feminino da Primeira Guerra Mundial: neste endereço
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