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sexta-feira, 12 de julho de 2019

FESTIVAL DE ALMADA | ENCONTRO DA CERCA | 13 JUL 2019 | 10.00 H | «As palavras e o mundo na herança de Primo Levi» | PARTICIPAM INDIVIDUALIDADES PORTUGUESAS E ESTRANGEIRAS CUJA VIDA E/OU TRABALHOTEM TIDO POR TEMA CENTRAL A MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO



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PROGRAMA

10:00 Sessão de abertura pelos representantes da Casa da Cerca, 
Companhia de Teatro de Almada, Instituto Italiano de Cultura de Lisboa e Memoshoa
10:30 Intervenção de Giovanni Tesio
11:30 Intervenção de Esther Mucznik
A dimensão e a influência do trabalho de Primo Levi
12:00 Intervenção de Martina Mengoni
13:00 pausa para refeição
14:00 Intervenção de António Martins
Escrever sobre o Holocausto: escritores e memórias
14:30
 Intervenção de Ricardo Presumido
A memória do Holocausto na cultura europeia
15:30 Intervenção de Rogério de Carvalho



segunda-feira, 1 de julho de 2019

Isabelle Huppert vai estar no Festival de Almada | Entretanto numa entrevista ao Expresso também fala do movimento #MeToo



Veja aqui
«Uma história e uma personagem únicas enformam um espectáculo portentoso sobre as últimas horas de vida de Mary Stuart, Rainha da Escócia, que desafiou as forças da História e do destino, e foi por essa razão julgada no Verão, condenada no Outono e executada no Inverno de 1587, por ordem da sua prima, a Rainha Isabel I. Diz-se que os seus lábios ainda mexiam quando o carrasco exibiu a sua cabeça decepada.
Mais de dois séculos decorridos desde Maria Stuart de Schiller, o romancista e dramaturgo Darryl Pinckney (n. Indiana, 1953), autor, entre outros livros, de High Cotton e de Black Deutschland, desafiou-se a entrar na cabeça de uma rainha que está há dezanove anos num maquiavélico corredor da morte do século XVI. Robert Wilson (n. Texas, 1941), figura cimeira reconhecida por abordagens estéticas não convencionais ao teatro e à ópera, encenou Fausto, de Goethe, La Traviata, de Verdi, a Ópera dos Três Vinténs, de Brecht – ou ainda Quarteto, de Heiner Müller, e Orlando, de Virginia Wolf, estes contando com a interpretação de Isabelle Huppert (n. Paris, 1953). A actriz estudou teatro com Antoine V itez, fez cinema com Preminger, Chabrol, Godard, Haneke, teatro com Claude Régy e Luc Bondy, entre muitos outros grandes nomes. Ludovico Einaudi (n. Turim, Itália, 1955) é um compositor e pianista mundialmente reconhecido pela sua música de sonoridades oníricas que misturam de forma única sons ancestrais e vanguardistas».
Entretanto da entrevista que Isabelle Huppert deu ao Expresso desta semana:



segunda-feira, 16 de julho de 2018

FESTIVAL DE ALMADA | «Atriz» | AINDA PODE SER VISTO NO TNDM ll | HOJE |19:00H | LISBOA





«U
ma actriz-vedeta aguarda a morte num quarto de hospital pejado de flores, vítima de um tumor cerebral que nunca chega a ser nomeado. Vêm visitá-la os seus pais, os filhos, a irmã e o cunhado (seu ex-amante), o marido alcoólico, os ex-colegas de trabalho - e todos servem de pretexto para discretear sobre o teatro, a vida, a morte, a liberdade, a família… Pascal Rambert escreveu esta peça para o elenco do Teatro de Arte de Moscovo, em 2015, quando se deu conta do amor que o público russo nutria pelos actores: “Quando se vai ao teatro, na Rússia, vai-se ver os actores”, acrescentando que gosta de “escrever para as actrizes: dar-lhes trabalho”. No caso particular da protagonista de Actriz, Marina Hands, o seu desempenho valeu-lhe, já este ano, o Molière para Melhor Actriz. A crítica francesa considerou-a “deslumbrante” (Guide critique)». Saiba mais,






sexta-feira, 29 de junho de 2018

PERSONALIDADE HOMENAGEADA NO FESTIVAL DE ALMADA 2018 | Yvette K.Centeno | «A ARTE NO PALCO DA VIDA»




«Quantas vidas cabem numa vida? Na vida e obra de Yvette Centeno os cambiantes são muitos, pois diversos são os caminhos trilhados por alguém cuja energia transformadora sempre conseguiu alcançar o improvável equilíbrio de articular, com singular mestria, distintas áreas da palavra, o primeiro pilar do seu labor, com as artes pictóricas e a música. Talvez fruto da sua ascendência germano-polaca, ou da sua passagem por diversas paragens – Lisboa, Coimbra, Porto, Tavira, Paris, Buenos Aires, Berlim ou Londres e outros destinos onde investigou e ensinou – são várias as matrizes que contribuíram para a pluralidade de interesses e o domínio de vários idiomas, que por sua vez se ampliaram numa obra que engloba ensaios, ficção, poesia, teatro e tradução, elementos múltiplos de um curriculum extenso que nos devolvem uma visão do mundo, livre e despojada de fronteiras, tendo como denominador o ofício da literatura e o diálogo civilizacional que as artes estabelecem com a cultura e a sociedade. (...). Continue a ler.