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segunda-feira, 9 de abril de 2018

AINDA É NOTICIA | «ONU nomeia primeira mulher como chefe de assuntos políticos»



A nova subsecretária-geral para Assuntos Políticos,
Rosemary DiCarlo. Foto: ONU/Paulo Filgueiras


«O secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou na semana passada (28) a diplomata norte-americana Rosemary DiCarlo para o cargo de subsecretária-geral para Assuntos Políticos. Ela é a primeira mulher a ocupar o cargo.
Como subsecretária e chefe do Departamento de Assuntos Políticos, ela irá assessorar o secretário-geral da ONU sobre questões de paz e segurança globalmente; supervisionará iniciativas e missões políticas de campo para a paz e ações de diplomacia preventiva. Ela também irá supervisionar a assistência eleitoral fornecida pela ONU a dezenas de Estados-membros anualmente». Continue a ler.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

RELATÓRIO| «Balanced participation of women and men in decision-making»





Conforme se pode ler no site da CIG:
«(...)
Este relatório analisa os progressos realizados por 46 países em relação ao objetivo estabelecido pelo Comité de Ministros, em 2003, de que pelos menos 40% de homens e mulheres participem em diferentes aspetos da vida política e pública, tais como o poder legislativo, instituição de quotas nos sistemas eleitorais e partidos políticos, poder executivo, poder judicial e, por fim, o serviço diplomático. (...)». Leia mais.






sexta-feira, 6 de outubro de 2017

RELATÓRIO DA OCDE | «Mulheres ganham em média menos 15% que os homens»




Em português, a propósito do Relatório:
«As mulheres ganham em média 15% menos do que os homens nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, "um obstáculo importante para um crescimento económico inclusivo", segundo um estudo da OCDE.

Uma trabalhadora a tempo inteiro ganha em média menos 14,3% por mês do que um trabalhador, uma diferença que quase não registou alterações nos últimos anos na zona da OCDE, indicou a organização, num relatório intitulado "Atingir a igualdade mulheres-homens: um combate difícil", elaborado com base em números de 2015». Continue a ler via plataforma Sapo.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

terça-feira, 25 de julho de 2017

«Once you get to the top of the company, in most cases, you are dealing with a male kingdom»




Leia no NYT


«(...)

The challenge for women is how to enter 
into the intangible but crucial circle of male 
camaraderie. “Once you get to the top of the
 company, in most cases, you are dealing
 with a male kingdom,” she said. “For as long as
 we are the  minority group, it is much more 
about our capacity to adjust to them than their 
capacity to open up  to us. I don’t think it’s about 
fairness. It is narrow-minded and ineffective, 
but human.” (...)».

quarta-feira, 1 de março de 2017

AINDA É NOTÍCIA | «Scotland Yard liderada por uma mulher pela primeira vez em 188 anos»



Leia aqui

Foi a colega Margarida Silva da DGARTES que nos alertou para a notícia da imagem. De facto ainda é notícia, e por isso aqui está.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

«Óscares. Mulheres pouco representadas nas categorias técnicas»

Veja aqui

«Os nomeados para a 89ª Cerimónia dos Óscares foram conhecidos a semana passado e o número de mulheres nomeadas para categorias técnicas diminuiu em relação a 2015. De acordo com o estudo do Centro de Media das Mulheres, fundado por Jane Fonda, Robin Morgan e Gloria Steinem, apenas 20% destas categorias são representadas por mulheres, menos 2% em relação à última nomeação, explica a Entertainment Weekly.
“Em categorias técnicas e em papéis que não são de representação, a nossa investigação mostra que 80% das nomeações são homens”, revelou Julie Burton, presidente do Centro de Media das Mulheres, à revista norte-americana. “Quatro em cinco nomeados são homens — o que significa que as vozes e perspetivas masculinas são maioritariamente responsáveis pelo que vemos nos ecrãs”, acrescentou». Continue a ler no Observador.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O QUE ESPERAR DE 2017 | Mais mulheres a opinar no espaço público



Tirada daqui



A propósito:
OPINIÃO

Eu vi 2017, e vai ser só homens

Digam comigo: queremos mais opiniões de mulheres no debate público português e de jovens e minorias.

De todas as previsões para o próximo ano, aquela em que tenho menos medo de errar é na seguinte: no próximo ano vamos passar muito tempo em salas de conferência, estúdios de televisão e páginas de publicações discutindo o futuro de Portugal, da Europa e do mundo, e vamos ser quase sempre só homens brancos de meia-idade ou mais velhos. Quem reclamar vai ser considerado irritante.
Os debates serão longos, chatos e sem novidade. Um dos homens de meia-idade suspirará pelo tempo em que não havia euro, outro pelo tempo em que não havia UE, e uma das perguntas do público será de um homem com saudades do tempo em que não havia imigração. A época por que se suspira será determinada pelo conteúdo dos livros que o homem em causa terá lido quando estava na licenciatura. A prioridade será regressar à normalidade que neles era descrita para que o homem possa explicar as receitas e soluções que já conhece de cor».  Continue a ler.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

«há 113 anos que uma ópera escrita por uma mulher não subia à cena na Metropolitan Opera de Nova Iorque!»



A noticia já tema alguns dias, 
mas não perdeu oportunidade:
 Leia no DN

A propósito deste acontecimento no NYT:

«A History of Classical Music
(The Women-Only Version)

For the first time in more than 100 years, the Met is performing an opera written by a
woman. Here, we offer a playlist of other female composers, who are often overlooked.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

«Desperdício de talento feminino: um problema empresarial»



Leia aqui


A conferência  que se refere na imagem teve lugar no último dia 13, de que pode saber aqui. A colega Elisa, da Biblioteca Nacional, remeteu-nos para a intervenção do presidente do Novo Banco, conforme a notícia acima, de onde retiramos:
«(...)
Desperdício de talento feminino: um problema empresarial
O gestor defendeu o sistema educativo português, na medida em que tem assegurado uma distribuição predominantemente feminina e que há investimento público desviado em favor das mulheres.
“Há trinta anos que temos mais talento a sair das universidades que os homens”, certifica António Ramalho, que falou também sobre o domínio das mulheres na maioria dos cursos superior, exceção feita às áreas da engenharia e das indústrias.
“É a prova de que o modelo de igualdade vai funcionar? Mentira”, refere o presidente do Novo Banco, que considera que, no sistema profissional, a situação é diferente e há uma predominância masculina.
“Ao contrário do que seria de esperar, há um gap salarial negativo contra as mulheres”, indica António Ramalho. De acordo com o líder do Novo Banco, esse gap é mais negativo no setor privado do que no público, atinge quase todos os graus etários e foi potenciado pela crise económica do país.
António Ramalho olha o sistema educativo como um mecanismo de formação de mulheres e “destruição do talento feminino” e sugere medidas: o incremento das políticas de conciliação da vida pessoal e profissional e a introdução de quotas significativas por layers com destaque para cargos de alta direção. (...)».

 A nosso ver, passos em frente quando a matéria é discutida na esfera das órganizações, nomeadamente dos negócios.




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

«15 homens, 0 mulheres»

Tirado daqui,
do Blogue Entre as Brumas da Memória


E a pretexto deste post lembremos  o site 
 #MulherNãoEntra 
que, aliás, foi quem  identificou mais esta situação.