sexta-feira, 8 de julho de 2016
«Histórias e Memórias: Desocultando Quotidianos de Mulheres»
«Dez histórias de vida de muitas mais mulheres : Açores / coordenação Clarisse Canha, Maria Simões» integra o Projeto «Memória e feminismos: a desocultar quotidianos de mulheres», e um leitor do Em Cada Rosto Igualdade - Esaú Dinis - chamou a nossa atenção para ele. Assim, para quem desconhece, e para quem conhece voltar à iniciativa, aqui fica alguma informação. Saiba mais: no site da CIG, e neste endereço da UMAR Açores.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
EXPOSIÇÃO | «Babuchas e as Mulheres» | ATÉ 23 JULHO 2016 | NA « DaVinci art gallery» | PORTO
«Exposição coletiva intitulada "Babuchas e as Mulheres" que estará patente até
23 de Julho de 2016. Babuchas e as Mulheres
surgiu de uma vontade de expressar um sentimento perante a mulher, mais
concretamente a mulher árabe.
Demonstrar o seu
papel na sociedade atual, os seus costumes, os seus pensamentos, livres ou não,
o uso do lenço ou burca, foi o ponto de partida para a criação deste projecto,
tentando desta forma refletir e comparar com a mulher
ocidental.
Partindo deste
princípio, foram convidadas 19 mulheres artistas para intervirem numas babuchas
masculinas, usadas na vida quotidiana de uma família tradicional, sendo que o
suporte é a personificação do homem». Saiba mais.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
GOOGLE ARTS & CULTURE | «O papel da mulher na cultura»
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| Ver aqui |
A colega Margarida Silva, da DGARTES, indicou-nos o espaço que na Google Artes & Culture está a ser dado ao papel da mulher na cultura - ver imagem acima . Lá, como pode conferir, objetos digitais sobre um conjunto de exposições muito diversificadas. De uma delas:
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| Mais neste endereço |
UNICEF | «Situação Mundial da Infância 2016»
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| Leia aqui |
Excerto do artigo da imagem, de Madalena Marçal Grilo: «(...) São consequências
extremamente perturbadoras – em 2030,
a manterem-se as tendências actuais, 69 milhões de
crianças menores de cinco anos terão morrido de causas maioritariamente
evitáveis, 167 milhões continuarão a viver na pobreza extrema, e mais de 60
milhões de crianças em idade escolar primária estarão fora da escola.
Mas,
como sabemos, as disparidades não existem apenas em países ou regiões em desenvolvimento. Estudos
recentes, mostram a escala e o modo como as desigualdades de oportunidades
estão a afectar o bem-estar e desenvolvimento das crianças em países mais ricos.
Em
Portugal, que continua entre os países com taxas de mortalidade infantil e de
menores de cinco anos das mais baixas do mundo, graças a uma escolha política
sustentada ao longo das últimas décadas, a percentagem de 25,6 por cento de
crianças em risco de pobreza, 4,5 pontos percentuais acima da média europeia, é
um dado preocupante pelo que representa para as crianças de hoje e para o seu
futuro e o da sociedade. (...)».
terça-feira, 5 de julho de 2016
FESTIVAL DE ALMADA 2016 |«Housewife» |JULHO13 | 22:00H | ALMADA

«Uma mulher – uma caricatura inspirada na dona de casa recatada dos anos 50 – está em casa à espera de que o marido chegue. Enquanto isso descasca uma batata, com a atenção obsessivamente centrada no tubérculo. Por companhia tem uma panóplia de electrodomésticos, novinhos em folha, que de um momento para o outro começam a entrar em diálogo consigo: não seremos nós, no fundo, possuídos pelos objectos que adquirimos? A solidão e o desamor são o pretexto para uma viagem ao subconsciente desta personagem. Morgane Choupay partilha a cena (recheada de mecanismos que fazem batedeiras e secadores de cabelo dar um concerto de câmara) com o duo Ployboy: duas eminências pardas entre o robot e o fantasma, remetendo para um universo lynchiano». Saiba mais.
FILME | «De Cabeça Erguida»
«Malony é uma criança problemática. A mãe (Sara Forestier)
abandona-o aos seis anos, largando-o num futuro caracterizado por contínuas
decisões da juíz de menores (Catherine Deneuve).
Já adolescente, Malony (Rod Paradot) recusa toda a
convenção social, a sua raiva é impossível de conter, a sua existência joga-se
permanentemente num precário equilíbrio entre uma liberdade impossível de gerir
e a reclusão em centros de recuperação e prisões para menores.
A sua cabeça é a de um pássaro que caiu (mal) do ninho. Com
uma perturbadora acuidade, a realizadora (e atriz) Emmanuelle Bercot mostra o
percurso da delinquência». Continue a ler na Pastoral da Cultura.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
ELIE WIESEL | Sobrevivente do holocausto e Nobel da Paz | MORREU NO SÁBADO PASSADO
«"Noite" merece o seu lugar como uma das mais fundamentais - e mais comoventes - obras literárias sobre o Holocausto.»Richard Zimler Nascido no seio de uma família judia na Roménia, Elie Wiesel era adolescente quando, juntamente com a família, foi empurrado para um vagão de carga e transportado, primeiro para o campo de extermínio, Auschwitz, e, depois, para Buchenwald. Este é o aterrador e íntimo relato do autor sobre os horrores que passou, a morte dos pais e da irmã de apenas oito anos, e da perda da inocência a mãos bárbaras. Descrevendo com grande eloquência o assassínio de um povo, do ponto de vista de um sobrevivente, "Noite" faz parte dos mais pessoais e comovedores relatos sobre o Holocausto, e oferece uma perspectiva rara ao lado mais negro da natureza humana. «Um pequeno livro de grande poder.»The New York Times «Devia ser leitura obrigatória para toda a humanidade.»Oprah Winfrey». +.
«" Um homem é atropelado na rua e fica gravemente ferido. Transportado ao hospital, luta durante semanas contra a dor. As suas recordações e os seus medos assombram-no. Regressado da guerra, tentou viver, seguir em frente, ser feliz. Mas uma parte de si nunca deixou o passado. Os mortos não se deixam enterrar. A vida para a qual renasce é, paradoxalmente, uma via de exílio, onde Kathleen, que o ama, pesa menos do que a sua avó, falecida nos campos da morte. Depois da noite, após o amanhecer, ergue-se o dia: os mortos procuram um coração aberto que os acolha e que seja seu mensageiro."». +.
.
. .
Elie Wiesel, Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto
morreu no sábado passado. Em jeito de homenagem lembremos os seus livros, por
exemplo, os da imagem que fazem parte da Trilogia da Noite. E para não esquecermos o que Elie Wiesel não queria que fosse esquecido: o horror que foi o nazismo, as pessoas que por isso morreram. Da notícia
do Público sobre a sua morte:
«(...)
Eliezer “Elie” Wiesel, sobrevivente dos campos nazis do
Holocausto, vencedor do Prémio Nobel da Paz em 1986 e activista pelos direitos
humanos, morreu este sábado aos 87 anos, de acordo com o Museu Memorial do
Holocausto Yad Vashem, em Israel.
Nascido em 1928 na Roménia,
Wiesel ficou conhecido por manter vivas as suas memórias do Holocausto com o
livro Noite,
baseado nas suas experiências enquanto adolescente nos campos de concentração
de Auschwitz, Buna, e Buchenwald, e pelo papel determinante que teve em
promover a educação sobre o Holocausto. (...)
Entre as suas publicações mais conhecidas
encontra-se "Trilogia da Noite", que escreveu a propósito das
suas experiências nos campos de concentração, e que inclui "Noite"
(1958), "Amanhecer" (1960) e "Dia" (1961). (...)».
sexta-feira, 1 de julho de 2016
MARIA JOSÉ NÚNCIO | «Entre Mulheres»
«Quatro mulheres, todas elas a meio dos seus quarenta anos, e antigas colegas de liceu, encontram-se, como fazem todos os anos, para um jantar de Natal, numa Lisboa trendy e pretensamente cosmopolita.Por entre as memórias e os segredos de uma amizade, talvez demasiado longa, vivem uma noite que mudará, para sempre, as suas vidas». +.
AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE TRABALHAM EM PARCERIA PARA APOIAR OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
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| Leia aqui |
«(...)
A iniciativa “Terreno Comum” (em tradução livre) desenvolveu-se entre os grupos de comunicação Dentsu, Havas, IPG, Pmnicom, Publicis e WPP.
Em comunicado conjunto, os presidentes e diretores das seis agências afirmaram: “A iniciativa ´Terreno Comum´ reconhece que as questões globais que a ONU identificou transcendem rivalidades comerciais. Trabalhando em parceria para apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, queremos demonstrar que mesmo concorrentes ferozes podem deixar suas diferenças de lado para servir a um interesse comum maior. Esperamos que outros tanto em nossa área de atuação quanto em outras decidam fazer o mesmo”.
“O momento é perfeito para esse tipo de inovação”, disse o Secretário-geral. “Estamos no primeiro ano da implementação de um plano de 15 anos. Colocá-lo no rumo certo logo no início é crucial para alcançar os objetivos ao fim. A indústria da comunicação é famosa por sua criatividade e energia. As Nações Unidas apoiam inteiramente a canalização desse dinamismo no sentido de responder aos maiores desafios enfrentados por nosso planeta e humanidade”. (...)».
quinta-feira, 30 de junho de 2016
ENTREVISTAS A DEZ MULHERES CIENTISTAS
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Leia aqui |
«From peering at the outer reaches of our universe to probing the innermost workings of our genes, women are pushing back the frontiers of science.
While most headlines about women in “STEM” (science, technology, engineering and mathematics) understandably focus on the dispiriting gender gap in these fields - caused by complex reasons involving everything from harmful stereotypes to subconscious bias - we decided to take a more positive tack». Continue a ler no World Economic Forum.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
«A luta do Dr. Denis Mukwege pelas mulheres vítimas da violência na RD Congo»
«Indicado ao Nobel da Paz e ganhador do Prêmio de Direitos Humanos da ONU, o ginecologista Denis Mukwege dedica a sua vida à luta pelos direitos humanos. Diariamente, ele atende mais de dez mulheres vítimas de abuso sexual em Kivu, na República Democrática do Congo». Confira no vídeo. E saiba mais.
terça-feira, 28 de junho de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
ANNE-MARIE SLAUGHTER | «Uma Questão em Aberto»
«Haverá um desfecho para a longa luta pela igualdade entre mulheres e homens, trabalho e família? Quando o artigo de Anne-Marie Slaughter, «Why Women Still Can’t Have it All», foi publicado na revista Atlantic, depressa se tornou viral, suscitando numerosos debates em vários países e continentes. No intervalo de quatro dias, tornara-se o artigo mais lido da história da revista. Nos meses seguintes, Slaughter tornou-se a principal voz na polémica sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e a evolução do papel da mulher no local de trabalho.Neste livro, Anne-Marie Slaughter apresenta-nos a sua, há muito aguardada, visão dos desafios que enfrentamos e de como poderemos vencê-los. No seu estilo pragmático e terra a terra, Slaughter denuncia as «meias verdades» que são ditas às mulheres sobre a impossibilidade de «terem tudo» e explica o que é de facto necessário para uma relação verdadeiramente igualitária entre os sexos, tanto no local de trabalho como em casa. Resultante de uma investigação profunda, e recheado com as histórias significativas e divertidas que a tornaram a mais respeitada e admirada voz sobre esta questão, o livro de Anne-Marie Slaughter vai despertar as mentes, animar debates e transformar-se no tema de muitas conversas». Saiba mais.
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