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sexta-feira, 23 de março de 2018

TERTÚLIA | «Mulheres Ciganas» | 24 MARÇO 2018 | 15:00 H | CCIF/UMAR | LISBOA



«Subordinada ao tema “Mulheres Ciganas”, decorre no dia 24 de março de 2018, pelas 18h00, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista, uma tertúlia, inserida no ciclo Múltiplas Discriminações, no âmbito do projeto Memória e Feminismos. Este projeto é financiado pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, através da assinatura de um contrato de apoio financeiro, com a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR)». Saiba mais.


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quarta-feira, 11 de março de 2015

MONTEPIO | ATMOSFERA M | «março é mês da Mulher» | PORTO | LISBOA



(Montagem com materiais disponíveis na internet)

LISBOA
Rua Castilho, nº 5
1250-066 Lisboa
 Tel. 210 002 730 

PORTO
Rua Júlio Dinis, nº 158/160
4050-318 Porto 
Tel.  220 004270



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

NA BIBLIOTECA ESPECIALIZADA ANA CASTRO OSÓRIO | Tertúlia à volta de Carolina Beatriz Ângelo | Outubro | 24 | 17.30h



Entretanto: «Médica, republicana e feminista, (Carolina) Beatriz Ângelo nasceu em 1877, na Guarda, cidade onde realizou os seus estudos liceais. Já em Lisboa, ingressou nas Escolas Politécnica e Médico-Cirúrgica, tendo terminando o curso no ano de 1902.
Na sua carreira médica destaca-se o facto de ter sido a primeira mulher portuguesa a operar no Hospital de São José, sob a direcção de Sabino Maria Teixeira Coelho. Trabalhou ainda no Hospital de Rilhafoles, sob a orientação de Miguel Bombarda, e dedicou-se à Ginecologia, com consultório na baixa lisboeta. A atividade profissional de Beatriz Ângelo foi conciliada com uma intervenção política e social intensa e marcante. Foi uma das principais ativistas da sua época, defensora dos direitos das mulheres, tendo lutado por causas como a emancipação das mulheres e o sufrágio feminino. 

A sua militância em organizações defensoras dos direitos das mulheres iniciou-se em 1906 no Comité Português da agremiação francesa La Paix et le Désarmement par les Femmes. Em 1907 foi iniciada na Maçonaria, ano em que esteve também envolvida no Grupo Português de Estudos Feministas. Em 1909 fez parte do grupo de mulheres que fundou a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, defensora dos ideais republicanos, do sufrágio feminino, do direito ao divórcio, da instrução das crianças e de direitos e deveres iguais para homens e mulheres». Continue a ler.