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terça-feira, 24 de setembro de 2019

CARTA ABERTA DA DIRETORA EXECUTIVA DA UNICEF ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO | «Conflitos prolongados, crise climática, aumento de doenças mentais e desinformação online entre as maiores ameaças emergentes para as crianças»


Veja aqui

Em português no site da UNICEF MoçambIque:

«Nova Iorque – Conflitos prolongados, agravamento da crise climática, aumento do nível de doenças mentais entre jovens e desinformação online são algumas das ameaças globais emergentes mais preocupantes para as crianças, disse hoje o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em carta aberta da diretora executiva da organização, Henrietta Fore.
Além das ameaças existentes às pessoas mais jovens, como dificuldades de acesso à educação, pobreza, desigualdade e discriminação, a carta inaugural alerta sobre ameaças emergentes aos direitos das crianças e descreve um caminho para intensificar os esforços para enfrentá-las. A carta está sendo emitida como parte das comemorações do UNICEF do 30º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança – o tratado de direitos humanos mais amplamente ratificado no mundo.
"E a sua geração, das crianças de hoje, está enfrentando um novo conjunto de desafios e mudanças globais que eram inimagináveis para seus pais", escreve Fore. "Nosso clima está mudando para além do que poderíamos imaginar. A desigualdade está se aprofundando. A tecnologia está transformando a maneira como percebemos o mundo. E nunca antes tantas famílias migraram. A infância mudou, e precisamos mudar nossas abordagens junto com ela".
A carta enumera oito desafios crescentes para as crianças do mundo: conflitos prolongados; poluição e crise climática; um declínio na saúde mental; migração em massa e movimentos populacionais; apatridia; habilidades futuras para trabalhos futuros; direitos sobre os seus dados e privacidade online; e desinformação online. (...)». Continue a ler.


quarta-feira, 24 de julho de 2019

«UNICEF: empresas e governos precisam investir nas famílias para reduzir pobreza»



Sobre o Documento da imagem na ONU Brasil:

«UNICEF: empresas e governos precisam investir nas famílias para reduzir pobreza

As empresas e os governos precisam investir urgentemente nas famílias para reduzir a pobreza e estabelecer as bases para o desenvolvimento saudável das crianças e o sucesso dos adultos no trabalho, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em um novo caderno de recomendações delineando as mais recentes evidências sobre políticas em prol das famílias.
O documento afirma que políticas como a licença parental remunerada, intervalos para amamentação no trabalho, benefícios para crianças e cuidados infantis acessíveis e de qualidade ainda não estão disponíveis para a maioria dos pais em todo o mundo.Continue a ler.


segunda-feira, 1 de julho de 2019

UNICEF | «Annual Report 2018 / For every child, every right »


«Highlights
In words, images, facts and figures, this report details the results that UNICEF achieved in 2018, together with its generous partners and supporters, a dedicated global workforce and children and young people themselves. It also profiles UNICEF’s 2018 advocacy campaigns focused on improving child survival and health, expanding early childhood development programmes, ending violence against children and supporting young migrants and refugees. And it highlights the ways in which UNICEF has lived its core values – care, respect, integrity, accountability and trust – by initiating positive changes in its organizational culture.
As a record of the first year of the UNICEF Strategic Plan, 2018–2021, the report outlines efforts to protect the rights of every child, to open up new opportunities for children and young people, to become increasingly effective and efficient, and to strengthen UNICEF’s partnerships and financial stewardship. Among many other achievements in 2018, the report notes that UNICEF supported birth in health facilities for 27 million babies, three doses of the Pentavalent vaccine for an estimated 65.5 million children, education for 12 million children and treatment for 4 million children with severe acute malnutrition. At the same time, the organization responded to 285 humanitarian emergencies in 90 countries.
UNICEF Annual Report 2018 examines the progress made despite humanitarian challenges – as well as the opportunities ahead – as the international community marks the 30th anniversary of the Convention on the Rights of the Child in 2019». Deste endereço.



quinta-feira, 26 de julho de 2018

UNICEF | «Women: At the heart of the HIV response for children» | «A CADA TRÊS MINUTOS UMA ADOLESCENTE É INFETADA PELO VIH»




De uma das notícias sobre o relatório :


UNICEF

A cada três minutos uma adolescente é infetada pelo VIH


Raparigas entre os 15 e os 19 anos são as principais vítimas de infeção por VIH/Sida. Continue a ler.
Outra:

A cada três segundos, casa uma rapariga com menos de 18 anos

 


sexta-feira, 16 de junho de 2017

«Building the Future: Children and the Sustainable Development Goals in Rich Countries»






«(New York/Florence, 15 June 2017) 1 in 5 children in high-income countries lives in relative income poverty and an average of 1 in 8 faces food insecurity, according to the latest Report Card issued by the UNICEF Office of Research - Innocenti.
Building the Future: Children and the Sustainable Development Goals in Rich Countries is the first report to assess the status of children in 41 high-income countries in relation to the Sustainable Development Goals (SDGs) identified as most important for child well-being. It ranks countries based on their performance and details the challenges and opportunities that advanced economies face in achieving global commitments to children.
“Report Card 14 is a wake-up-call that even in high-income countries progress does not benefit all children,” said Sarah Cook, Director of UNICEF Innocenti. “Higher incomes do not automatically lead to improved outcomes for all children, and may indeed deepen inequalities. Governments in all countries need to take action to ensure the gaps are reduced and progress is made to reach the SDGs for children”.»  



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

UNICEF | «a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos»






A propósito do relatório, por exemplo:

Poluição atmosférica mata mais de 600 mil crianças por ano, diz Unicef

neste endereço. De lá: «(...) De acordo com o diretor-geral do Unicef, Anthony Lake, a poluição do ar é um dos principais fatores que explicam a morte de mais de 600 mil crianças de menos de cinco anos todos os anos. As partículas poluentes têm um efeito no desenvolvimento dos pulmões, mas também podem atrapalhar de maneira definitiva o cérebro, declarou o responsável do Unicef em um comunicado.(...).




Saiba mais no site da UNICEF.



Como facilmente se conclui, é URGENTE:

  • «Reduce pollution;
  • Increase children’s access to healthcare;
  • Minimize children’s exposure; and
  • Monitor air pollution».


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

«Desenraizadas»




Sobre  as crianças «desenraizadas» o trabalho do jornal online Observador:

Existem cerca de 50 milhões de crianças “desenraizadas” no mundo


Cerca de 50 milhões de crianças saíram das suas casas em busca de uma vida melhor. Um relatório realizado pela UNICEF apresenta os dados desta crise e avança algumas recomendações. Leia neste endereço.
E saiba mais no site da UNICEF a que se refere a imagem seguinte:




O endereço



terça-feira, 2 de agosto de 2016

UNICEF | «Annual Report 2015»






«Every child has the right to a fair chance in life. Leaving no child behind is both a moral imperative and a strategic priority for the development of inclusive, sustainable and stable societies everywhere». Pg. 6





«O leite materno é a primeira vacina do bebê, a primeira e melhor proteção que recebe contra as doenças»




«Cerca de 77 milhões de recém-nascidos — ou um a cada dois — não são amamentados em sua primeira hora de vida, sendo privados de nutrientes e anticorpos e do contato corporal com suas mães que são essenciais para protegê-los de doenças e da morte, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
“Fazer o bebê esperar muito tempo pelo primeiro contato crucial com sua mãe fora do útero diminui a chance de sobrevivência do recém-nascido, limita a produção de leite e reduz a probabilidade da amamentação exclusiva”, disse France Bégin, assessora sênior de nutrição do UNICEF. “Se todos os bebês fossem alimentados com nada além de leite materno desde o momento do seu nascimento até os seis meses de idade, mais de 800 mil vidas seriam salvas a cada ano”». Continue a ler.


quarta-feira, 6 de julho de 2016

UNICEF | «Situação Mundial da Infância 2016»



Leia aqui


Excerto do artigo da imagem, de Madalena Marçal Grilo: «(...) São consequências extremamente perturbadoras – em 2030, a manterem-se as tendências actuais, 69 milhões de crianças menores de cinco anos terão morrido de causas maioritariamente evitáveis, 167 milhões continuarão a viver na pobreza extrema, e mais de 60 milhões de crianças em idade escolar primária estarão fora da escola.
Mas, como sabemos, as disparidades não existem apenas em países ou regiões em desenvolvimento. Estudos recentes, mostram a escala e o modo como as desigualdades de oportunidades estão a afectar o bem-estar e desenvolvimento das crianças em países mais ricos.
Em Portugal, que continua entre os países com taxas de mortalidade infantil e de menores de cinco anos das mais baixas do mundo, graças a uma escolha política sustentada ao longo das últimas décadas, a percentagem de 25,6 por cento de crianças em risco de pobreza, 4,5 pontos percentuais acima da média europeia, é um dado preocupante pelo que representa para as crianças de hoje e para o seu futuro e o da sociedade. (...)».



quarta-feira, 16 de setembro de 2015

«UM MUNDO MAIS SEGURO PARA AS CRIANÇAS»




«"Fomos forçadas a abandonar as nossas casas, a combater como crianças-soldado e a trabalhar como escravas domésticas. Fomos violadas, espancadas e atacadas nas nossas próprias comunidades. Vimos, impotentes, os nossos pais, irmãos e amigos serem mortos à nossa frente. Memórias com estas são como murros no estômago e deixam-nos apavoradas. Nenhuma criança deveria ter um início de vida assim". Esta é uma parte da carta escrita por 18 crianças, sobreviventes da violência em todo o mundo, lançada pela UNICEF.
As crianças - que retratam as situações de diferentes países - lembram que "a cada cinco minutos, em algum lugar do mundo, uma criança morre em resultado da violência" e apelam aos líderes mundiais para que ponham fim à violência e se construa "um mundo mais seguro para as crianças", indica a carta, divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)». Continue a ler.


quarta-feira, 24 de junho de 2015

«PROGRESS FOR CHILDREN Beyond Averages: Learning from the MDGS»




«(...)
The report uses the latest available data to show not only where global and regional gains have been exceptional and gaps have narrowed, but also where disparities have remained unchanged or widened since 1990.
In presenting achievements over the MDG period and the challenges children still face, Progress for Children spotlights where attention and action must now be aimed in order to reach the most vulnerable children and achieve sustainable growth. It reveals inequities that – while not surprising – can no longer be ignored, including: 
  • Children from the poorest households are two times as likely to die before their fifth birthday as children from the richest households.
  • Children from the poorest households are far less likely to achieve minimum learning standards than those from the richest across regions.
  • In most sub-Saharan African countries, girls from the poorest households remain most disadvantaged in terms of school participation.
  • Adolescent girls are disproportionally affected by HIV, accounting for nearly two thirds of all new HIV infections among adolescents in 2013. (...)».

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

MORTALIDADE INFANTIL | Relatório 2013


 
Há poucos dias foi divulgado o Relatório 2013 sobre a mortalidade infantil da imagem. Uma das notícias sobre o acontecimento:
 

«Relatório do UNICEF traz boas e más notícias sobre mortalidade infantil
Brasil é apontado como exemplo e cinco países africanos atingem Objetivos do Milênio antes do prazo. Mas meta não será alcançada até 2015 pela maioria dos países
O Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, anunciado pelo UNICEF, em Nova York, traz boas e más notícias sobre a mortalidade infantil no mundo. O aspecto mais preocupante diz respeito ao não cumprimento dos Objetivos do Milênio pela maioria dos países. Se permanecerem as atuais tendências, a meta de diminuir em dois terços a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos até 2015 não será alcançada. Pior ainda: se continuarem as atuais tendências, o objetivo não será alcançado antes de 2028.
Com isso, o UNICEF estima que 35 milhões a mais de crianças podem morrer, na maioria das vezes por causas evitáveis, entre 2015 e 2028, caso a comunidade global não realize ações imediatas para acelerar o progresso.
Mas o relatório também oferece algumas boas notícias. Mostra que é possível fazer importantes avanços na área da sobrevivência infantil. Em termos globais, o número anual de mortes de menores de 5 anos caiu de estimados 12,6 milhões em 1990 para aproximadamente 6,6 milhões em 2012. Ao longo dos últimos 22 anos, o mundo salvou cerca de 90 milhões de vidas que, de outra forma, teriam sido perdidas.
“Sim, devemos comemorar o progresso”, disse Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF. “Mas como podemos comemorar quando ainda há tanto a fazer antes de atingirmos a meta? Podemos acelerar o progresso, e sabemos como, mas temos que agir com renovado senso de urgência”, acrescentou». Continue a ler.