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quinta-feira, 25 de julho de 2019

TEATRO NACIONAL D.MARIA II | «Demo.cracia v.2019» | 26-27 JUL 2019 | LISBOA



26 - 27 JUL 2019
SEX, 21H30 > SÁB, 19H30

SALA ESTÚDIO | ENTRADA LIVRE *



«Para chegar a este espetáculo, investigamos e debatemos violações de direitos humanos no mundo; refletimos sobre nós e a nossa relação com os outros; improvisamos cenas e concordamos em dar voz a quem sofre e não tem como se defender; concordamos em expor alguns dos políticos no poder que acreditamos estarem a ameaçar os direitos humanos.
O texto foi construído com base em documentos, e testemunhos reais: World Report 2019 da Human Rights Watch; The Freedom Archives; World Justice News; Child Soldiers Arquives; ILGA Portugal; Amnistia Internacional; Comissão Inter-americana de Direitos Humanos; Chinese Human Rights Defenders; International Labour Organization; dezenas de reportagens e discursos dos políticos interpretados no espetáculo. 
Alguma ficção, construída a partir do William Shakespeare e do Heiner Müller para falar de guerra e poder; Joe Murphy e Joe Robertson e a sua Selva de Callais; um trecho da Isabel do Carmo, amavelmente cedido e uma breve passagem de Florbela Espanca, quando falamos de amor.
O resultado é uma manta de retalhos, um patchwork que dedicamos a todas as pessoas e organizações humanitárias cuja voz está neste espetáculo». Saiba mais.
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*Entrada livre mediante o levantamento de bilhetes, na bilheteira do TNDM II. Limite de 2 bilhetes por pessoa, sujeito à lotação disponível.



quarta-feira, 17 de outubro de 2018

TEATRO | «O Filho» | ATÉ 10 NOV 2018 | CALDAS DA RAINHA






«Peça sobre o extremo isolamento, é-o de duas formas, pela distância territorial - a estória acontece nos confins de um fiorde, no interior norueguês em pleno inverno - e pelo isolamento que a idade traz. O que surpreende nesta peça de Fosse é, no entanto, uma mistura de clima psicológico vivida entre a ansiedade que o casal de pais, já de uma certa idade, vai mostrando que tem em relação ao filho ausente - único - a extrema solidão em que vivem, a quase nenhuma vizinhança em torno da casa - a aldeia de que se fala são casas vazias, como o nosso interior mais interior - e um tempo a gerir que, no fundo, não é mais que o próprio tempo a passar e uma hipotética visita do filho.
Mas o drama acontece, o filho regressa, o vizinho do lado fala da prisão que supostamente lhe aconteceu e, inesperadamente, o filho reage com violência e acontece uma morte: a do vizinho do lado. Entretanto nada parece passar-se com este regresso, a dificuldade de falar, a incomunicabilidade entre filho e pais, é radical. São seres estranhos um aos outros.
E o fim, com o filho partido de novo não se sabe para onde - fala-se de uma banda musical, o jovem tem 25 anos - e morto o vizinho do lado, o plano de uma solidão acrescentada é absoluto. E isto no país mais rico do mundo, com o maior rendimento per capita, como dizem as estatísticas».


Ficha Artística

TEXTO Jon Fosse
TRADUÇÃO Isabel Lopes e Fernando Mora Ramos
ENCENAÇÃO
 Fernando Mora Ramos
CENOGRAFIA José Carlos Faria
SONOPLASTIA Francisco Leal
DESENHO DE LUZ António Anunciação e Filipe Lopes
INTERPRETAÇÃO Isabel Lopes, António Parra, Carlos Borges e Fernando Mora Ramos


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

NO TEATRO DA TRINDADE | «150 Milhões de Escravos» | ATÉ 28 JANEIRO 2018




«“A ideia de trabalhar o neorrealismo, nasce de uma vontade minha, pois tendo sido nascida e criada na lezíria ribatejana, conheci bem de perto os protagonistas das obras de Soeiro e Redol. Passados muitos anos, senti a necessidade de “voltar à terra”, à minha infância e adolescência. Ao mesmo tempo, nessa viagem de retorno cruzei-me com este que foi o movimento neorrealista português - A luta dos pobres. As gentes da lezíria, os operários da fábrica em Alhandra, os avieiros, os esteiros, os telhais, os campinos, os capatazes, os latifundiários, os ciganos, etc.; uma comunidade socialmente rica e digna de análise, como o fizeram tão bem Soeiro Pereira Gomes e Alves Redol (Alhandra e Vila franca de Xira). Em Almada, começámos esta viagem pelo neorrealismo com “O Cravo Espanhol” de Romeu Correia, que levámos a Ponte de Sor, Castro Verde, Setúbal, Alverca, Seixal e Leiria; passamos em “Gândara” de Carlos de Oliveira e o seu “Finisterra” e acabamos em ​Alhandra nos telhais dos “Esteiros” de Soeiro Pereira Gomes. A adaptação pretende trazer esta obra para a contemporaneidade, transportando as crianças trabalhadoras dos telhais e jovens operários para os dias de hoje. Quem são hoje os filhos dos homens que nunca foram meninos?”».    

Maria João Luís

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«150 milhões é o número de menores que, segundo a Amnistia Internacional, são hoje vítimas de trabalho infantil».


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

CINE-TEATRO | «Noite Viva» | TEATRO ABERTO | LISBOA





ESPECTÁCULOS
QUARTA A SÁBADO 21H30 | DOMINGO 16H00
NOS DIAS 24 e 31 DE DEZEMBRO NÃO HAVERÁ ESPECTÁCULO


Sem grandes perspectivas de futuro, Tomás vai sobrevivendo com esquemas e trabalhos ocasionais. Numa noite, Ana cruza-se no seu caminho. Traz consigo a violência e desperta sentimentos e sonhos que Tomás julgava perdidos. Quem é esta jovem mulher e qual é a sua história? Entre a solidão e o vazio, vislumbram-se a possibilidade do amor e a esperança de uma vida diferente.

Noite viva, apresenta-se como um projecto inovador de cine-teatro. Combinando as linguagens do teatro e do cinema, este espectáculo sai do espaço do teatro para seguir com a câmara as personagens e mostrar no grande ecrã outras histórias que se juntam àquela que se está a contar ao vivo no palco.  Tudo se desenrola de noite. É uma noite viva onde irrompem acções e emoções inesperadas e perturbadoras. E noite após noite procura-se a estrela que vai guiar o caminho. Saiba Mais.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

ESPECTÁCULO | «Nathan, o Sábio» | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | ALMADA




A propósito do Espectáculo o artigo seguinte de Rodrigo Francisco,  Encenador de «NATHAN, O SÁBIO» e Diretor da Companhia Teatro de Almada:

AINDA:

Leia aqui

quinta-feira, 30 de março de 2017

DANÇA | «Tudo o que é sólido dissolve-se no ar » | ATÉ 2 ABRIL 2017 | TEATRO MARIA MATOS | LISBOA

Veja aqui.



























 «TUDO O QUE É SÓLIDO DISSOLVE-SE NO AR»
CLÁUDIA DIAS
SALA PRINCIPAL COM BANCADA
29 MARÇO A 2 ABRIL 
 QUARTA A SÁBADO: 21H30 |  DOMINGO: 18H30


«Quando era criança assistia fascinada, como muitas pessoas da minha geração, aos programas televisivos do Vasco Granja e ficava deliciada com aqueles desenhos animados que criavam mundos a partir de plasticina, cartolina ou de uma só linha. Cerca de trinta e tal anos depois convoco esse universo, nomeadamente o trabalho de Osvaldo Cavandoli, para esta segunda criação do projeto Sete Anos Sete Peças.
Tendo em conta que uma linha reta é a linha mais curta que se pode traçar entre dois pontos,este é o ponto de partida escolhido por mim e pelo Luca Bellezze para a criação de uma espécie de cartoon ao vivo urdido a partir de um fio. Numa lógica de frame a frame, vai sendo construída uma narrativa visual e sonora que retrata, de forma sintetizada, aspetos particulares da realidade contemporânea.
Num tempo em que as linhas divisórias, as fronteiras, as barreiras, as linhas da frente e de mira dos conflitos bélicos, as fileiras e as linhas de identificação do drama dos refugiados, as linhas de respeito dos limites marítimos das nações, as linhas duras das fações radicais de organizações políticas e religiosas estão na ordem do dia, pretendemos trabalhar (n)uma linha unificadora, capaz de juntar o que se encontra separado».  Leia mais.





quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

TEATRO | «O Pai»









SINOPSE
«Não sabe onde deixou o relógio e em que casa está. Suspeita que o andem a roubar e lhe queiram ficar com a casa. O tempo, o lugar, as pessoas, o mundo à sua volta tornam-se cada vez mais estranhos. Quem está esquecido, confuso, errado? O pai? A filha? O genro? Os outros, que aparecem para ajudar?
No labirinto em que a vida se transformou, são muitas as encruzilhadas porque as grandes questões da existência irrompem na normalidade do quotidiano. É preciso encontrar soluções para a perda de autonomia, o desvanecer da identidade e a solidão. E continuar a viver».

terça-feira, 8 de novembro de 2016

TEATRO|«As Criadas»|DE 10 NOV A 18 DEZ 2016|TNDMII

Trabalho de Cristina Margato |Revista «E» | Expresso  5 NOV 2016

(montagem a partir da edição online)




«A s  C r i a d a s »
De 10NOV até 18DEZ 2016
TNDMII






quinta-feira, 20 de outubro de 2016

PROJETO CRINABEL TEATRO | «Uma menina está perdida no seu século à procura do pai» | 20-23 OUTUBRO 2016 | TNDMII





E vocês? De onde vêm?
«No ano em que comemora 30 anos, o projeto Crinabel Teatro ocupa o palco da Sala Garrett com o espetáculo Uma menina está perdida no seu século à procura do pai. A partir do romance homónimo de Gonçalo M. Tavares, conta-se a história de Hanna, uma menina que se encontra perdida num cenário pós-guerra à procura do pai. Em cena, um conjunto de intérpretes portadores de deficiência intelectual e física, cruza-se com os atores do D. Maria II e propõe a seguinte questão: até que ponto continuamos implicados em olhar para lá da norma?»

20 - 23 OUT 2016
qui-sab | 21.00H
DOM | 16:00H
SALA GARRETT

sexta-feira, 4 de março de 2016

GRUPO VOCAL FEMININO «SEGUE-ME À CAPELA» | Concerto | 2016 MARÇO 5 | 21:30 H | COIMBRA



Créditos: Carlos Gomes


MÚSICA | COIMBRA

A ESCOLA DA NOITE | GRUPO DE TEATRO DE COIMBRA
 [ACOLHE]
G R U P O   V O C A L 
FEMININO 
SEGUE-ME À CAPELA
2016  março 5 | 21:30 h


«O grupo vocal feminino Segue-me à Capela apresenta em concerto, no próximo dia 5 de março, no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, o seu novo trabalho: o CD-livro "San'Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher". Como convidados, juntam-se às sete vozes das Segue-me à Capela o percussionista Quiné Teles, o GEFAC e o grupo Galandum Galundaina». +.
«Atualmente composto pelas cantoras Ananda Fernandes, Catarina Moura, Joana Dourado, Margarida Pinheiro, Maria João Pinheiro, Mila Bom e Sílvia Franklin, Segue-me à Capela é um coletivo de sete mulheres que trabalha a música tradicional portuguesa numa perspetiva contemporânea, usando a voz como principal instrumento. A percussão e alguns elementos cénicos reforçam os climas gerados a partir do canto. O grupo existe há quinze anos, realizou inúmeros concertos em Portugal e no estrangeiro, colaborou com vários artistas, designadamente em discos e concertos, tendo editado o seu primeiro disco no ano de 2004, em edição de autor. O CD-livro "San'Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher", agora apresentado, é o seu segundo trabalho discográfico». +.





segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

TEATRO | «Graça: Suite teatral em três movimentos» | MULHERES E A CRISE DOS MIGRANTES SÃO TEMAS






Do trabalho da imagem:
«(...)
Especialmente centrado na pintura (e na figura) de Graça Morais, esta “suite teatral” ganha a premente actualidade de que fala o encenador ao relacionar as cores e as sombras luminosas da obra da pintora transmontana com o drama actual das migrações e da incapacidade que a Europa tem manifestado em lidar com o problema. 
Dividido em três actos, ou segmentos, o espectáculo parte da exploração dos sentidos que é manifesta na pintura de Graça Morais e termina com uma visita à própria artista no seu atelier de Lisboa. Pelo meio, a cena abre-se e como que explode em cores vivas perfazendo “a caminhada do medo”, título de uma série da pintora que inspirou um texto visionário de Antonio Tabucchi (1943-2012) sobre o fluxo das migrações contemporâneas na Europa, O Fim do Mito: Breve auto sobre um quadro de Graça Morais . “Foi um dos últimos textos que Tabucchi escreveu, a partir da experiência que viveu em Lampedusa, e foi extraordinariamente premonitório; ele adivinhou o descalabro que aí vinha”, nota Carlos J. Pessoa, justificando a “pintura cosmogónica” que surge como cenário para o texto do escritor italiano, no segundo acto da peça. (...) .
Suite teatral em três movimentos faz-se acompanhar no TeCA por três pinturas da artista, representando a mulher e a violência a que ela se encontra sujeita num mundo dominado pelo homem.  (...)».




TEATRO | PORTO
TEATRO DA GARAGEM
GRAÇA: SUITE TEATRAL EM TRÊS MOVIMENTOS 

FEVEREIRO  12 a 20
quarta-feira 19:00 | quinta-feira a sábado  21:00 |  domingo 16:00
Teatro Carlos Alberto | TNSJ 


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

NOVA OBRA DA COMPANHIA MAIOR | «Força» | NOVEMBRO 2015 | 12 a 15 | CCB




«Perante um manifesto claro do sentido de responsabilidade e desejo pelo bem-estar da família, que uma pessoa mais velha carrega; perante a consciência clara de um presente conflituoso, no país e no mundo, que tem de se enfrentar ano após ano; perante a constatação de que as dúvidas crescem com a vida e que é assim que cresce a sabedoria, Filipa Francisco propôs às mulheres e homens da Companhia Maior trabalharem sobre a força como palavra-chave para um espetáculo construído em conjunto.
Prosseguindo um processo criativo de procura e experimentação contínua dos efeitos desse estímulo – um método que a coreógrafa desenvolve há muito e que não é raro na dança contemporânea -, todos enfrentaram a fragilidade da indefinição e das incertezas, que tem dias que enfraquecem e desmotivam; assim chegaram a uma composição coerente e original, que é esta nova obra da Companhia Maior. (...)».  Mais.

«F O R Ç A»
novembro 2015 
dias 12 a 14 | 21:30 h
dia15 | 16:00 h
CCB | Pequeno Auditório
M/6 |  1h sem intervalo

Sobre Filipa Francisco - criação e direção artística - como se pode ler no site do CCB: «Filipa Francisco trabalha com as pessoas e as suas características individuais ou de comunidade com paixão. É também uma artista interventiva atenta aos direitos humanos, como vimos nas suas representações da violência doméstica (Nu Meio), das mulheres da República (Para Onde Vamos?) e da exclusão social de reclusos (Rexistir). Na obra com as jovens da Cova da Moura (Íman) e os ranchos folclóricos (A Viagem) a preciosidade da diferença cultural é evidente. Estas exigentes aventuras harmonizam sátira e beleza e transmitem o valor da arte para a experiência e participação na vida. Com a Companhia Maior a coreógrafa elogia a força latente de corpos que julgamos frágeis e dá voz a pessoas que querem falar do que está a acontecer ao mundo» - Paula Varanda.



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

OLGA RORIZ | «Pedro e Inês»





«A Companhia Nacional de Bailado regressa à coreografia que Olga Roriz concebeu para a história do amor trágico de D. Pedro e Inês de Castro. Numa dança que mistura paixão, entrega, desespero e tensão, um casal de bailarinos move-se sobre um espelho de água. Este representa a Quinta das Lágrimas, em Coimbra, onde o futuro rei de Portugal se encontrava secretamente com a nobre galega, para fugir aos olhares dos que viam aquele amor como uma ameaça à soberania nacional». Tirado daqui.


 «Pedro e Inês» 
 em cena até 24 de Outubro 
 Teatro Camões - Lisboa,
sessões
 quinta a sábado às 21:00h
 domingo às 16:00h
 Bilhete normal | entre 5€ e 30€
Espetáculos para escolas
14  outubro | 15:00h | 3 € 
 Professores (2 professores por turma) -  0 €



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

TEATRO | «Au bout de la nuit» | FEV 2015 | 26 | THÉÂTRE DE LA VIE | BRUXELAS



"Au bout de la nuit" au Théâtre de la Vie (Bruxelles, le 26 février 2015)

«L’asbl isala vous invite à découvrir la pièce de théâtre "Au bout de la nuit", l’histoire vraie de Nicole Castioni qui a vécu la prostitution et est aujourd’hui juge et députée au Parlement de Genève. Humour, fantaisie, pudeur et gravité font passer du rire aux larmes devant le parcours de cette jeune femme et sa rage de vivre. La représentation sera suivie d’une rencontre avec la compagnie TIC TAC and Co et l’équipe d’isala.
Pour y assister, réserver votre place en écrivant à isalaasbl@gmail.com (nous ne pourrons accueillir que 60 personnes). Merci ! Participation libre.
Un spectacle de la compagnie TIC TAC and Co, adapté par Annette Lowcay du livre "La soleil au bout de la nuit" (Ed. A. Michel). Coproduit par la Maison pour tous de Croix, le Mouvement du Nid, et subventionné par la Fondation de France.
La représentation du spectacle est possible grâce au soutien de la Région de Bruxelles-Capitale et la Direction Egalité des chances».
Esta mensagem está na Newsletter recebida há poucos dias da Lobby européen des femmes (LEF) e pode ser lida aqui. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

TNDMII | «as três (velhas) irmãs»





«UMA MEMÓRIA DE TCHÉKHOV

Martim Pedroso propõe-nos uma revisitação do clássico Três irmãs de Tchékhov com um elenco de atrizes seniores, acrescentando outra possibilidade de leitura desta obra, pela sugestão da biografia das próprias atrizes. É um espetáculo-homenagem que se constrói em dois níveis de representação: a ficção do texto e a ficção da realidade ou a autorrepresentação. As memórias das atrizes Graça Lobo, Mariema e Paula Só confundem-se com as memórias das personagens que interpretam: Olga, Macha e Irina, aquelas três irmãs esquecidas na província russa e que ainda sonham em ir para Moscovo».

AS TRÊS (VELHAS) IRMÃS
2015 | 19 FEV - 15 MAR
SALA ESTÚDIO


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

«RITES» | É uma Peça de Teatro sobre Mutilação Genital Feminina (MGF)



«RITES» é uma peça de teatro sobre Mutilação Genital Feminina concebida a partir de casos reais. É uma  produção conjunta do National Theatre of Scotland e da  Contact apoiada pelo Scottish Refugee Council e pelo Dignity Alert Research Forum.  Encontrado, pensamos que faz sentido saber mais sobre este espectáculo, uma experiência quiçá inspiradora. Desde logo as  autoras:

                                    Cora Bissett                    Yusra Warsama

Depois, conforme se pode ver no site do Teatro:
«Rites
Created by Cora Bissett and Yusra Warsama
Directed by Cora Bissett

Sound Design/Composer Patricia Panther

Video Designer Kim Beveridge

A co-production between the National Theatre of Scotland and Contact, supported by the Scottish Refugee Council and Dignity Alert Research Forum

Rites is a powerful and provocative new production exploring the deep-rooted cultural practice of Female Genital Mutilation. This ritual of enforced cutting has been performed for centuries and millions of girls worldwide, often as young as five years old, are still subjected to it. The reasons are complicated and myriad. It depends who you are, and it depends what you've been taught. Some things are simple though: FGM is still happening across the world. FGM is happening in the UK, here and now.
Rites is based on recent interviews and true stories from girls affected in Scotland and the rest of the UK, mothers who feel under pressure to continue the practice, and the experiences of midwives, lawyers, police officers, teachers and health workers trying to effect change in communities. The show weaves different perspectives into a powerful drama which explores the pressures, complexities and misconceptions existing within this deeply entrenched cultural initiation». Saiba mais.
E sobre o espectáculo no Guardian, onde o artigo começa assim: «The issue of female genital mutilation is to be explored on stage in a theatre production based on the real stories of girls and their mothers in the UK. The National Theatre of Scotland is collaborating with Contact theatre in Manchester for a new production created by the director Cora Bissett and theperformance poet and actor Yusra Warsama. It will be called Rites, based on interviews across the UK, including the experiences of midwives, lawyers, police officers, teachers and health workers. Bissett said they hoped the production would not “seek to demonise any one culture.”». Continue a ler.  Mais neste Blogue.
Ainda sobre a MGF, da Escócia: