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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

COMPANHIA DE DANÇA PLURAL | «Esta Companhia, com um trabalho pioneiro há mais de 20 anos, junta em palco bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, física ou cognitiva, ao contrário de anos anteriores está sem financiamento e por isso decidiu lançar uma campanha solidária para angariar dinheiro»


Conforme se pode ler e ouvir no site da TSF:
«Esta Companhia, com um trabalho pioneiro há mais de 20 anos, junta em palco bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, física ou cognitiva, ao contrário de anos anteriores está sem financiamento e por isso decidiu lançar uma campanha solidária para angariar dinheiro que lhe permita pagar aos artistas, alugar o equipamento e o espaço para o espetáculo.
São necessários pelo menos 2 mil euros, numa campanha que está em curso até ao próximo dia 22 para que seja possível o espetáculo estrear este mês no Auditório Camões.
Diana Niepce, bailarina, coreógrafa, responsável pela direção artística do novo espetáculo da Plural, diz que só pode mesmo acreditar que o dinheiro vai aparecer, porque caso contrário será uma frustração».  Continue a ler.




quinta-feira, 30 de março de 2017

DANÇA | «Tudo o que é sólido dissolve-se no ar » | ATÉ 2 ABRIL 2017 | TEATRO MARIA MATOS | LISBOA

Veja aqui.



























 «TUDO O QUE É SÓLIDO DISSOLVE-SE NO AR»
CLÁUDIA DIAS
SALA PRINCIPAL COM BANCADA
29 MARÇO A 2 ABRIL 
 QUARTA A SÁBADO: 21H30 |  DOMINGO: 18H30


«Quando era criança assistia fascinada, como muitas pessoas da minha geração, aos programas televisivos do Vasco Granja e ficava deliciada com aqueles desenhos animados que criavam mundos a partir de plasticina, cartolina ou de uma só linha. Cerca de trinta e tal anos depois convoco esse universo, nomeadamente o trabalho de Osvaldo Cavandoli, para esta segunda criação do projeto Sete Anos Sete Peças.
Tendo em conta que uma linha reta é a linha mais curta que se pode traçar entre dois pontos,este é o ponto de partida escolhido por mim e pelo Luca Bellezze para a criação de uma espécie de cartoon ao vivo urdido a partir de um fio. Numa lógica de frame a frame, vai sendo construída uma narrativa visual e sonora que retrata, de forma sintetizada, aspetos particulares da realidade contemporânea.
Num tempo em que as linhas divisórias, as fronteiras, as barreiras, as linhas da frente e de mira dos conflitos bélicos, as fileiras e as linhas de identificação do drama dos refugiados, as linhas de respeito dos limites marítimos das nações, as linhas duras das fações radicais de organizações políticas e religiosas estão na ordem do dia, pretendemos trabalhar (n)uma linha unificadora, capaz de juntar o que se encontra separado».  Leia mais.





segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ACONTECEU | «Por Delicadeza»







Conforme se pode ler no site da TSF:
«"Por delicadeza" uma peça do projeto Dançando com a Indiferença que junta no palco do Teatro Viriato, em Viseu, pessoas com e sem deficiência. A ideia "é criar um espaço de reflexão e de inclusão". 

Em palco estão cadeiras de rodas, bengalas, cegos, bailarinos, paralíticos, novos e velhos. Todos em palco numa "vertigem de movimento e que propõe um novo olhar sobre a deficiência. Mas em palco o resultado é sobretudo artístico", revela Henrique Amoedo, que dirige o Arte mas também terapêutica, diz Ricardo Meireles. O coreógrafo aponta "os ganhos que o palco traz a estes portadores de deficiência".
E "andar no palco é como andar na rua", conta Sara Lourenço, 84 anos, bailarina e cega. Rafaela Rodrigues tem 19 anos e é aluna de dança. Para esta bailarina este foi "um projeto sem grandes alterações e com ajudas mútuas".
Dançando com a diferença é um projeto do Teatro Viriato que prepara o terreno para a criação futura de um grupo de dança contemporânea, em Viseu, que reúna pessoas com e sem deficiência. (...)».Saiba mais.

E um bom pretexto para, de Sophia de Mello Breyner Andresen:



quinta-feira, 14 de julho de 2016

DANÇA | «Antes que matem os elefantes» | 2016 JULHO |15-16| TEATRO CAMÕES | LISBOA



«A coreógrafa Olga Roriz quis que a guerra na Síria fosse o palco de Antes que matem os Elefantes, uma peça de dança que criou como alerta para uma reflexão coletiva sobre o conflito naquele país».
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Após a estreia, Antes que matem os Elefantes irá realizar uma digressão por cinco cidades: Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão (28 de maio), Teatro Camões, em Lisboa (15 e 16 de julho), Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo (23 de setembro), Teatro Municipal de Bragança (29 de outubro) e Teatro Nacional de São João, no Porto (26,27 e 28 de janeiro de 2017).
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Recorte da TimeOut de 13 julho 2017



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

NOVA OBRA DA COMPANHIA MAIOR | «Força» | NOVEMBRO 2015 | 12 a 15 | CCB




«Perante um manifesto claro do sentido de responsabilidade e desejo pelo bem-estar da família, que uma pessoa mais velha carrega; perante a consciência clara de um presente conflituoso, no país e no mundo, que tem de se enfrentar ano após ano; perante a constatação de que as dúvidas crescem com a vida e que é assim que cresce a sabedoria, Filipa Francisco propôs às mulheres e homens da Companhia Maior trabalharem sobre a força como palavra-chave para um espetáculo construído em conjunto.
Prosseguindo um processo criativo de procura e experimentação contínua dos efeitos desse estímulo – um método que a coreógrafa desenvolve há muito e que não é raro na dança contemporânea -, todos enfrentaram a fragilidade da indefinição e das incertezas, que tem dias que enfraquecem e desmotivam; assim chegaram a uma composição coerente e original, que é esta nova obra da Companhia Maior. (...)».  Mais.

«F O R Ç A»
novembro 2015 
dias 12 a 14 | 21:30 h
dia15 | 16:00 h
CCB | Pequeno Auditório
M/6 |  1h sem intervalo

Sobre Filipa Francisco - criação e direção artística - como se pode ler no site do CCB: «Filipa Francisco trabalha com as pessoas e as suas características individuais ou de comunidade com paixão. É também uma artista interventiva atenta aos direitos humanos, como vimos nas suas representações da violência doméstica (Nu Meio), das mulheres da República (Para Onde Vamos?) e da exclusão social de reclusos (Rexistir). Na obra com as jovens da Cova da Moura (Íman) e os ranchos folclóricos (A Viagem) a preciosidade da diferença cultural é evidente. Estas exigentes aventuras harmonizam sátira e beleza e transmitem o valor da arte para a experiência e participação na vida. Com a Companhia Maior a coreógrafa elogia a força latente de corpos que julgamos frágeis e dá voz a pessoas que querem falar do que está a acontecer ao mundo» - Paula Varanda.



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

OLGA RORIZ | «Pedro e Inês»





«A Companhia Nacional de Bailado regressa à coreografia que Olga Roriz concebeu para a história do amor trágico de D. Pedro e Inês de Castro. Numa dança que mistura paixão, entrega, desespero e tensão, um casal de bailarinos move-se sobre um espelho de água. Este representa a Quinta das Lágrimas, em Coimbra, onde o futuro rei de Portugal se encontrava secretamente com a nobre galega, para fugir aos olhares dos que viam aquele amor como uma ameaça à soberania nacional». Tirado daqui.


 «Pedro e Inês» 
 em cena até 24 de Outubro 
 Teatro Camões - Lisboa,
sessões
 quinta a sábado às 21:00h
 domingo às 16:00h
 Bilhete normal | entre 5€ e 30€
Espetáculos para escolas
14  outubro | 15:00h | 3 € 
 Professores (2 professores por turma) -  0 €



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

BALLETEATRO | «Préférence» | FEV 2015 | 11 e 12 | 21:30H | TM CAMPO ALEGRE | PORTO






«PRÉFÉRENCE»
Balleteatro
Coreografia de Cyril Viallon

11 e 12 de fevereiro às 21h30

TM Campo Alegre
Porto


«"Préférence" é uma proposta sobre as questões do género, sobre a comunicação entre homem, mulher ou outra... Que importância há de ser mulher na sociedade atual e ser ainda definida pelos códigos estéticos da delicadeza e da ternura. Que importância há de ser Homem na sociedade atual e ter de corresponder aos padrões da força, da virilidade. Que importância há de não se enquadrar nesta normas predefinidas!...

Falar e viver o humano foi sempre um tema que interessou e apaixonou o coreógrafo francês, Cyril Viallon, que pela sexta vez colabora com o balleteatro». Saiba mais.