Mostrar mensagens com a etiqueta MGF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MGF. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de abril de 2019

«Não Corte o Futuro!»




Veja aqui

“Não corte o futuro!” é o mote da campanha lançada a 5 de abril, nos aeroportos de Faro, Lisboa e Porto, com o objetivo de alertar para as consequências da mutilação genital feminina (MGF) no bem-estar de meninas e mulheres, entre as quais se incluem graves repercussões ao nível da saúde física e psicológica. Continue a ler no site da CIG



quinta-feira, 21 de setembro de 2017

FORMAÇÃO | «Ação de formação certificada gratuita: Prevenção, Sensibilização e Combate a práticas tradicionais nefastas em particular à Mutilação Genital Feminina (MGF)» | 25 /26 SETEMBRO 2017





«A Associação Mulheres sem Fronteiras, no âmbito do Projeto Pelo Fim da Excisão Faço (p)Arte – Projeto vencedor do 2º prémio da 3ª edição do prémio Contra a Mutilação Genital Feminina – Mudar aGora o Futuro, atribuído pela CIG, irá desenvolver uma ação de formação certificada gratuita: Prevenção, Sensibilização e Combate a práticas tradicionais nefastas em particular à Mutilação Genital Feminina (MGF) destinada a profissionais e voluntárias/os que prestam apoio técnico directo a requerentes de asilo e pessoas refugiadas das seguintes áreas: psicossocial, educação, desenvolvimento comunitário, jurídica, saúde».

A ação, de 18 horas, será realizada
 no CNAIM em Lisboa, 
nos dias 25/09 das 09h30 às 18h00, 26/09
 das 14h30 às 18h00 e 03/10 das 09h30 às 18h00.




terça-feira, 27 de junho de 2017

«O DIREITO A VIVER SEM MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA»




«“Direito a Viver sem Mutilação Genital Feminina” é o mote da campanha que desde o ano passado tem sido relançada nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, durante os períodos de férias escolares da Páscoa e Verão.
A partir do dia 23 de junho até ao final da primeira quinzena de setembro, a campanha regressará aos aeroportos nacionais com o objetivo de prestar informação sobre as consequências e os riscos da Mutilação Genital Feminina (MGF).
Esta campanha resulta de uma iniciativa conjunta do Governo, em parceria com várias entidades públicas e privadas, designadamente com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), tendo como enquadramento o III Programa de Ação para Prevenção e Eliminação da Mutilação Genital Feminina 2014-2017, coordenado pela CIG.
A MGF é uma violação dos direitos humanos das meninas e das mulheres e constitui uma forma de violência de género porque tem por base uma desigualdade estrutural nas relações de poder entre mulheres e homens, limitando a autodeterminação das mulheres e privando-as do seu direito à integridade física e psicológica». Veja mais.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

DOCUMENTÁRIO SOBRE MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA | «Este é o meu Corpo» | 5FEV2017 | 17:00H | MUSEU DAS ARTES DE SINTRA






SOBRE OS PRÉMIOS


«O Prémio Contra a MGF - Mudar aGora o Futuro foi instituído em 2012 pela mão da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e dirige-se a Associações sem fins lucrativos e/ou Organizações NãoGovernamentais (ONG) vocacionadas para a promoção dos direitos e interesses de imigrantes, e visa distinguir projetos que contribuam para a erradicação da MutilaçãoGenital Feminina (MGF)».
Os projetos vencedores da 3.ª edição do Prémio, que irão ser distinguidos a 5 de fevereiro, às 17h00, no Mu.Sa – Museu das Artes de Sintra, são:

1.º prémio
Fator M - Ativismo pelo fim da MGF
 Associação dos Filhos e Amigos de Farim (Sintra)

2.º prémio 
Pelo Fim da Excisão. Faço (p)arte
 Associação Mulheres Sem Fronteiras (Grande Lisboa)

3.º prémio 
Em Rede contra a Mutilação Genital Feminina II
 Movimento Musqueba 
 Associação de Promoção e
 Valorização da Mulher Guineense (Odivelas)





sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

AMANHÃ | 6 FEVEREIRO |«Dia Internacional da Tolerância Zero Contra a Mutilação Genital Feminina»


Conforme se pode ler no site da CIG: «De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos, milhões de mulheres e raparigas, na União Europeia e em todo o mundo, são submetidas à prática brutal da Mutilação Genital Feminina (MGF) e muitas outras correm o risco de serem vítimas desta prática.
O dia 6 de fevereiro foi consagrado, pela Organização das Nações Unidas, como o Dia Internacional da Tolerância Zero Contra a Mutilação Genital Feminina.
Esta jornada de sensibilização a nível mundial é uma boa ocasião para se reafirmar o compromisso no sentido de erradicar esta prática extremamente lesiva que constitui uma violação grave dos direitos humanos e reflete a desigualdade entre os sexos, evidenciando a discriminação contra as mulheres»..
Com este post, divulgando as publicações das imagens, queremos assinalar a data. E acrescentemos o lema para este ano:


E as palavras do Secretário-Geral das Nações Unidas: 

«The Sustainable Development Goals contain a specific target calling for an end to FGM. When this practice is fully abandoned, positive effects will reverberate across societies as girls and women reclaim their health, human rights and vast potential». +.
A propósito da MGF, este trabalho, de hoje,  do jornal online Observador, com o seguinte titulo:

Pelo menos 200 milhões de raparigas e mulheres vítimas de mutilação genital




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

«RITES» | É uma Peça de Teatro sobre Mutilação Genital Feminina (MGF)



«RITES» é uma peça de teatro sobre Mutilação Genital Feminina concebida a partir de casos reais. É uma  produção conjunta do National Theatre of Scotland e da  Contact apoiada pelo Scottish Refugee Council e pelo Dignity Alert Research Forum.  Encontrado, pensamos que faz sentido saber mais sobre este espectáculo, uma experiência quiçá inspiradora. Desde logo as  autoras:

                                    Cora Bissett                    Yusra Warsama

Depois, conforme se pode ver no site do Teatro:
«Rites
Created by Cora Bissett and Yusra Warsama
Directed by Cora Bissett

Sound Design/Composer Patricia Panther

Video Designer Kim Beveridge

A co-production between the National Theatre of Scotland and Contact, supported by the Scottish Refugee Council and Dignity Alert Research Forum

Rites is a powerful and provocative new production exploring the deep-rooted cultural practice of Female Genital Mutilation. This ritual of enforced cutting has been performed for centuries and millions of girls worldwide, often as young as five years old, are still subjected to it. The reasons are complicated and myriad. It depends who you are, and it depends what you've been taught. Some things are simple though: FGM is still happening across the world. FGM is happening in the UK, here and now.
Rites is based on recent interviews and true stories from girls affected in Scotland and the rest of the UK, mothers who feel under pressure to continue the practice, and the experiences of midwives, lawyers, police officers, teachers and health workers trying to effect change in communities. The show weaves different perspectives into a powerful drama which explores the pressures, complexities and misconceptions existing within this deeply entrenched cultural initiation». Saiba mais.
E sobre o espectáculo no Guardian, onde o artigo começa assim: «The issue of female genital mutilation is to be explored on stage in a theatre production based on the real stories of girls and their mothers in the UK. The National Theatre of Scotland is collaborating with Contact theatre in Manchester for a new production created by the director Cora Bissett and theperformance poet and actor Yusra Warsama. It will be called Rites, based on interviews across the UK, including the experiences of midwives, lawyers, police officers, teachers and health workers. Bissett said they hoped the production would not “seek to demonise any one culture.”». Continue a ler.  Mais neste Blogue.
Ainda sobre a MGF, da Escócia:





sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CONVITE | Sessão Evocativa do Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina | FEV 2015 | DIA 6 | 15:00H | HOSPITAL S.FRANCISCO XAVIER |LISBOA




Agradece-se confirmação da presença, até 5 de fevereiro, para o e-mail luisa.palha@cig.gov.pt ou tel. 217 983 000.



  P R O G R A M A  





Bebés Mutiladas




A revista da imagem é do jornal Expresso de 25 de outubro de 2014  mas o problema que é manchete continua. Lê-se na capa:
«Bebés mutiladas 
Os fanados tradicionais foram proibidos e substituídos 
por uma prática ainda mais violenta:
a excisão das meninas à nascença .
Uma reportagem de Luís Pedro Nunes e Alfredo Cunha
na Guiné-Bissau».
Outro recorte da reportagem:





terça-feira, 11 de novembro de 2014

CONTRA A MGF | Atribuição de Prémio | SESSÃO PÚBLICA | NOV | 12 | 16:00H | LISBOA



Sessão Pública
Atribuição do Prémio
 Contra a MGF | Mudar aGora o Futuro
 12 nov | 16:00h
 Auditório do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante
 Lisboa


«Tendo como enquadramento as III Jornadas Nacionais Contra a Violência Doméstica e de Género, realiza-se, no próximo dia 12 de novembro, pelas 16h00, no Auditório do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante, em Lisboa, a sessão pública de atribuição do Prémio Contra a MGF – Mudar aGora o Futuro.
Este Prémio é uma iniciativa da Comissão para Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), no âmbito do III Programa de Ação para a Prevenção e Eliminação da Mutilação Genital Feminina 2014-2017, integrado no V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género 2014-2017».

quarta-feira, 2 de abril de 2014

CONCURSO | Estudo sobre risco de mutilação genital feminina em Estados da União Europeia




Conforme se pode ler no site da CIG: «Por iniciativa do EIGE – Instituto Europeu para a Igualdade de Género, encontra-se aberto, até 28/04/2014, um concurso público para a realização de um estudo sobre a estimativa do número de mulheres e meninas em risco de Mutilação Genital Feminina (MGF) em determinados Estados Membros da UE.
Este estudo irá contemplar três etapas: 1) identificação e análise dos estudos existentes sobre a estimativa do risco de MGF; 2) realização de um estudo-piloto em pelo menos três Estados Membros, a fim de estimar o número de mulheres e meninas em risco de MGF na UE; e 3) desenvolvimento de recomendações metodológicas para estimativa do risco de MGF em todos os Estados Membros». SAIBA MAIS.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

6 FEVEREIRO - Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina - MGF


Hoje,  6 de Fevereiro, é Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina  (MGF). Por várias vezes nos temos referido a este  problema no Em Cada Rosto Igualdade, e até indiretamente (como se vê pela imagem) quando  mostramos material de divulgação. E, neste dia, talvez se justifique voltar a este post e a este onde, nomeadamente, se dá conta da prioridade atribuida  pelo Governo à luta contra esta barbárie,  e se refere a documentação que a CIG disponibiliza no seu site relativa à problemática.
Mas neste dia, como bem nos lembrou a colega Adelaide Rocha do GEPAC, com base em informação do Grupo Parlamentar Português sobre População e Desenvolvimento, é de destacar: Portugal ratifica Convenção de Istambul em vésperas do Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina - Portugal depositou hoje o instrumento de ratificação da Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e a Violência Doméstica, tornando-se no primeiro país da União Europeia a fazê-lo.
A comunicação social deu boa cobertura ao acontecimento e facilmente se pode saber mais, por exemplo, aqui, e a notícia começa assim: «O deputado algarvio Mendes Bota, relator geral sobre a Violência Contra as Mulheres, da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, manifestou-se satisfeito por Portugal ter sido o primeiro estado-membro da União Europeia a ratificar a Convenção de Istambul.
O Estado português completou assim o processo de ratificação da convenção para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica, com a entrega do instrumento de ratificação junto do Conselho da Europa».

 Por outro lado: «Na sessão com que o Governo hoje assinalou o dia contra a MGF, num hospital no Barreiro, a Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, anunciou que o estudo sobre a prevalência da MGF em Portugal avançará "ainda este trimestre, com a colaboração da Fundação para a Ciência e Tecnologia". +
Para finalizar,  podemos ler a  «Message of Michelle Bachelet for the International Day for Zero Tolerance of Female Genital Mutilation» na UN Women: «Today UN Women joins women and men, boys and girls around the world in a call to action for zero tolerance for female genital mutilation (FGM). The adoption of the landmark resolution banning female genital mutilation by the UN General Assembly this past December is a step in the right direction. We applaud the progress being made by communities, by individuals to abandon this harmful practice and protect the rights and dignity of girls and women». Continue aqui...

UN Women

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

CONTRA A MGF-ATRIBUIÇÃO PRÉMIOS-20 DEZEMBRO

 
Cerimónia Pública de atribuição dos prémios
“Contra a MGF - Mudar aGora o Futuro”
 
 
A Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Fátima Duarte, tem a honra de convidar V. Exa. para a Cerimónia Pública de atribuição dos prémios “Contra a MGF – Mudar aGora o Futuro”, que decorrerá no próximo dia 20 de dezembro de 2012, na Biblioteca da CIG, sita na Av. da República, 32 – 2º andar, em Lisboa, pelas 10h. Esta Cerimónia conta com a presença de SEXA a Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais.
 
Agradece-se confirmação da presença para o e-mail
paula.brito@cig.gov.pt
 
O PROGRAMA
 
E o problema da Mutilação Genital Feminina (MGF) já tem sido objeto da nossa atenção aqui no Em Cada Rosto Igualdade. Por exemplo, neste post.


 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA (MGF)


A luta contra a Mutilação Genital Feminina (MGF) é, tem de ser, uma urgência a nível mundial. Das organizações e de todos nós. E, de facto, desde organismos da ONU até a designada Sociedade Civil, multiplicam-se as  tomadas de posição e as acções  para se pôr fim a esta barbárie. Por exemplo:
 - E há o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina - «6 de Fevereiro foi a data internacionalmente consagrada como Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, em 2003, pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de denunciar a prática, existente em cerca de 28 países africanos e do Médio Oriente, bem como na Ásia e em comunidades migrantes na Europa, América do Norte e Austrália»
- E temos a «Eliminação da mutilação genital feminina : declaração conjunta» - imagema acima -   podendo ver o Documento aqui. 
Também a CIG, naturalmente,  tem o problema na sua agenda,  e é tema da  Noticias:  

Aliás, foi a sua leitura  que nos levou a trazer esta questão para o nosso blogue com este desenvolvimento e que pode ler aqui. No Editorial a  Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, escreve (sublinhado nosso):
«(...) Herdeiro de uma geração de Planos Nacionais, o
IV Plano Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação, o IV Plano Nacional contra a Violência Doméstica, e do II Plano Nacional Contra o Tráfico de Seres Humanos aprovados e em vigor desde o inicio de 2011, o Governo, na sequência da reflexão critica que publicamente fez sobre os mesmos, optou pela continuidade na execução do essencial das medidas previstas nesses Planos, opção que tem concretizado a cada dia da sua governação. Dada a grande diversidade de medidas, porventura excessiva, contidas nos Planos foi julgada necessária uma focalização em determinadas áreas, consideradas prioritárias: o reforço da prevenção e do combate à violência doméstica e de género; a intensificação da intervenção no domínio do combate à mutilação genital feminina, já que essa intervenção foi superficial nos últimos anos, apesar da existência de um Programa de Ação; a atenção especial à situação das mulheres no mercado de trabalho, ainda mais necessária nestes tempos difíceis em que a crise económica acaba por ter um maior impacto sobre as mulheres; a promoção de um melhor conhecimento e de um combate mais ficaz ao fenómeno do assédio sexual; e ainda, no domínio da luta contra o tráfico de seres humanos, a melhoria do conhecimento do fenómeno, apurando os mecanismos de sinalização das vítimas e a segurança e fiabilidade das estatísticas produzidas. (...)».
O dossiê da Notícias é tão completo que para saber mais começamos por recomendar a sua leitura, e seguir os muitos endereços que fornece. Além disso, há a demais informação disponível no site da CIG. 
Assim, talvez, apenas chamar a atenção para a Abertura de Candidaturas ao Prémio Contra a MGF - Mudar agora o Futuro.


«Este prémio é uma iniciativa da Comissão para Cidadania e Igualdade de Género (CIG), no âmbito do IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação, 2011-2013, e do II Programa de Ação para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina. O prémio, de natureza pecuniária, tem como objetivo distinguir os 3 melhores projetos destinados à eliminação da mutilação genital feminina a implementar por associações sem fins lucrativos, que tenham inscrito no seu objeto ou denominação social a promoção dos direitos e interesses específicos de imigrantes». Regulamento. Critérios de Avaliação. Avaliação.

E para terminar um dos muitos videos que podem ser vistos na internet sobre esta problemática: