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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MARGARET ATWOOD | «A História de Uma Serva»







SINOPSE
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo.
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

MARGARET ATWOOD | Madame Oráculo



A propósito de Margaret Atwood e do seu livro Madame Oráculo o post  «Madame Oráculo’ e as mulheres de classe média» do Blogue Blogueiras Feministas onde se pode ler:
«Se me perguntarem qual o interesse nessa leitura, diria que é observar melhor a ideologia que acompanha a transição histórica da consolidação das mulheres de classe média no mercado de trabalho, sem a garantia da tão prometida equiparação aos homens – você enxerga muita resistência em admitir esse papel subalterno, ao mesmo tempo em que não se consegue enxergar uma superação possível da condição que não seja a destruição de seus próprios privilégios. Lady Oracle traz essa discussão: a impossibilidade de emancipação feminina, mas dentro de uma visão liberal do conceito de “emancipação”, pois a protagonista está fadada a suportar os aprisionamentos de sua classe e condições sociais». Leia na integra.
E uma boa ocasião para o video sobre uma conversa entre Margaret Atwood e a Prémio Nobel Alice Munro: 




Leia aqui.