segunda-feira, 19 de novembro de 2018

«Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos»



Leia no Expresso


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Acredita que o Papa pode fazer a diferença?
Espero que sim. Ele tem sido um líder fantástico em tantos assuntos, como no ambiente, na pobreza, na exclusão, no isolamento. Não há dúvidas de que as pessoas LGBTI se sentem magoadas e marginalizadas, postas de parte por causa das coisas que são ditas pela Igreja. Na reunião de famílias, o Papa disse que quando se tinha uma pessoa LGBTI na família, então tínhamos de ser respeitosos e fazer tudo para não os magoarmos. Isso significa que ele considera que há dano e, uma vez que se considera isso, a questão é o que fazer a seguir? De certeza que ele não quer que esse dano continue. Gostávamos muito que ele tivesse a postura que teve com o ambiente ou com a exclusão social com as pessoas LGBTI, em especial com os jovens.
(...)»


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