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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA É CRIME | #DitadosImpopulares




«A campanha #DitadosImpopulares desconstrói ditados populares enfatizando a ideia de que a violência não é um assunto do foro privado. Visa, ainda, informar sobre os serviços da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica. Coordenada pela CIG, a Rede atualmente disponibiliza 166 estruturas de atendimento, 26 locais de acolhimento de emergência e 40 casas de abrigo, e cobre mais de 70% do país, envolve 218 municípios e, em 2018, assegurou uma média de 40 atendimentos por dia.
Por outro lado, apela a que todas as pessoas, e não só as vítimas, denunciem situações de violência doméstica às autoridades e peçam apoio junto desta Rede Nacional». Saiba mais.





quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

«Chega!»




Manifestantes protestam durante a marcha solidária silenciosa 
realizada este domingo, pelas vítimas de
 violência doméstica, entre o Marquês de Pombal
 e a Assembleia da República, em Lisboa, 
10 de Fevereiro de 2019 
Créditos
                                                                              ANTÓNIO PEDRO SANTOS / LUSA  | Tirada daqui




segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

«CULTURA MISÓGINA»




Veja aqui



«Clara Ferreira Alves fala em "cultura misógina dominante em Portugal" e relata episódio a que assistiu num restaurante.
A violência doméstica foi um dos temas em destaque no Eixo do Mal desta semana.
Clara Ferreira Alves deixou fortes críticas à "cultura misógina dominante em Portugal", numa alusão ao acórdão do juiz Neto de Moura, que minimizou um caso de violência doméstica pela mulher ter cometido adultério.
A comentadora SIC recordou ainda um episódio a que assistiu num restaurante e enumerou as medidas que considera fulcrais para um mais eficaz combate à violência doméstica».



terça-feira, 22 de janeiro de 2019

«GREVIO’s (Baseline) Evaluation Report on legislative and other measures giving effect to the provisions of the Council of Europe Convention on Preventing and Combating Violence against Women and Domestic Violence (Istanbul Convention) PORTUGAL»





Sobre o relatório, por exemplo:

«Relatório diz que Portugal precisa de mais coordenação e condenações no combate à violência contra mulheres

Portugal fez "progressos significativos" contra a violência contra mulheres e até é pioneiro em certas áreas, mas verifica uma baixa taxa de condenações e necessita de uma "coordenação mais robusta" entre as agências governamentais, indica hoje um relatório europeu». Leia aqui, na Plataforma sapo.


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

HELENA MATOS | «Indignações selectivas»



Leia aqui

O artigo termina assim:
«(...)
Hoje a violência doméstica, ou mais precisamente uma parte dela, ganhou o estatuto de flagelo, chaga social e causa urgentíssima. Foi apadrinhada pelos activistas do costume. Ou seja tornou-se no assunto que os protagonistas habituais sinalizaram como instrumental na sua luta por mais poder. E assim, armados de zelos inquisitoriais, vasculham agora acordãos em busca de frases comprometedoras, pedem medidas excepcionais e formação para os agentes da justiça, traduzindo-se no caso “a formação” por sessões de agitação e propaganda. Ou, para usar a terminologia da secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Lopes Monteiro, vai-se “avançar numa “missão civilizacional” para mudar “culturas demasiado interiorizadas”.
Portanto, estamos conversados: as idosas continuarão a ser agredidas em assaltos que só interessam aos histéricos securitários. Já na violência entre casais sobretudo se forem heterossexuais ou há condenações rápidas ou os juízes arriscam-se a tornar-se no alvo da próxima fúria mediático-política. Por fim mas não por último, sendo o desempenho da Justiça nos casos de violência doméstica analisado pela Equipa de Análise Retrospetiva de Homicídio em Violência Doméstica certamente que existem equipas de análise retrospectiva para os homicídios acontecidos noutros contextos. Seria importante conhecerem-se quer essas equipas quer as conclusões a que têm chegado».

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

«910 074 755»






número de contacto telefónico para todos os pedidos de transporte de vítimas de violência doméstica 

910 074 755



«O Serviço de Transporte de Vítimas de Violência Doméstica, e dos seus filhos e filhas, pretende assegurar o transporte rodoviário, em segurança, das mulheres vítimas de violência doméstica, dos/as dependentes a cargo, bem como dos seus pertences pessoais, desde as entidades encaminhadoras para a rede nacional de Casas de Abrigo ou para as Respostas de Acolhimento de Emergência em todo o território nacional (Portugal Continental)». +.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

«Representações da violência doméstica nas novelas»





Do blogue Brasileiro BLOGUEIRAS FEMINISTAS:

«Dentre as pautas feministas, acredito que a violência contra a mulher seja a que mais tem ganho atenção da mídia nos últimos tempos. Há ações institucionais sendo tomadas como o Ligue 180, aCasa da Mulher Brasileira, a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. Entre as mulheres, crescem o número de campanhas e ferramentas contra o assédio nas ruas. Foi tema da redação do ENEM. E, o Mapa da Violência 2015 destaca o aumento no número de mortes de mulheres negras.
O assunto está ganhando mais espaço e felizmente a maioria das pessoas não tem aceitado relativizações. A violência contra a mulher está ligada ao gênero e tem suas características próprias, que diferem totalmente de outras formas de violência. As mulheres são mortas geralmente por pessoas da família ou conhecidos, por quem deveria protegê-las e apoiá-las. As mulheres morrem em casa, muitas vezes em frente aos filhos.

Como consequência desse debate, vemos cada vez mais as novelas abordando a violência domésticaem suas tramas. Geralmente há um núcleo específico para apresentar o casal em que a mulher apanha e o homem é um bruto sem razão. Há diversos estereótipos nesses personagens, mas o que continua problemático é que dificilmente as mulheres são representadas como pessoas capazes de buscar ajuda e sair dessa situação, na maioria dos casos há um homem salvador que entra na relação para mudar sua vida». Leia na integra.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

SOBRE A EXPOSIÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA








«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) acaba de publicar dois manuais dirigidos à comunidade educativa:
  • Manual para a educação de infância – crianças expostas à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade
  • Manual para os ensinos básico e secundário – crianças e jovens expostas/os à violência doméstica: conhecer e qualificar respostas na comunidade.
Na génese das presentes publicações encontram-se dois manuais canadianos, da autoria da London Family Court Clinic, que foram, posteriormente, adaptados à realidade do concelho de Cascais, pelo Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica e publicados pela respetiva autarquia, em 2007 e 2009». Continue a ler.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

RELATÓRIO ANUAL DE MONITORIZAÇÃO | «Violência Doméstica 2014» | OCORRÊNCIAS REPORTADAS ÀS FORÇAS DE SEGURANÇA




Do Relatório:«(...)Em 2014, tal como verificado em anos anteriores, as ocorrências de violência doméstica participadas à Guarda Nacional Republicana (GNR) e à Polícia de Segurança Pública (PSP) representam quase a totalidade das participações por VD registadas pelas autoridades  policiais (99,95%); no ano transato este crime foi o segundo mais reportado a nível nacional (a seguir ao furto no interior de veículos), representando 8% de toda a criminalidade registada pelas autoridades policiais, e foi o crime mais registado no âmbito dos crimes contra as pessoas, representando um terço 33% da criminalidade registada nesta tipologia1 . O presente relatório contempla cinco partes: 1) Sumário executivo; 2) Quantitativos globais das ocorrências de violência doméstica (VD) participadas às FS em 2014 e quantitativos relativos ao 1.º semestre de 2015; 3) Caracterização detalhada das ocorrências participadas em 2014; 4) Detenções, estruturas especializadas nas FS, ações de formação e iniciativas; 5) Decisões de atribuição do estatuto de vítima e decisões finais em processos-crime por VD.(...)».