Mostrar mensagens com a etiqueta Campanhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Campanhas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA É CRIME | #DitadosImpopulares




«A campanha #DitadosImpopulares desconstrói ditados populares enfatizando a ideia de que a violência não é um assunto do foro privado. Visa, ainda, informar sobre os serviços da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica. Coordenada pela CIG, a Rede atualmente disponibiliza 166 estruturas de atendimento, 26 locais de acolhimento de emergência e 40 casas de abrigo, e cobre mais de 70% do país, envolve 218 municípios e, em 2018, assegurou uma média de 40 atendimentos por dia.
Por outro lado, apela a que todas as pessoas, e não só as vítimas, denunciem situações de violência doméstica às autoridades e peçam apoio junto desta Rede Nacional». Saiba mais.





quinta-feira, 22 de novembro de 2018

CAMPANHA | #VamosGanharALutaContraAViolência


«A propósito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, que se assinala no próximo dia 25 de novembro, a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, promove a campanha #VamosGanharALutaContraAViolência em conjunto com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), a Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), o Movimento Democrático de Mulheres (MDM), a Associação Plano I, a Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PPDM), a União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
Todos os dias, em Portugal e no mundo, raparigas e mulheres são vítimas de algum tipo de violência. A violência contra as mulheres é simultaneamente uma causa e uma consequência das desigualdades de género. Segundo dados da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (2014), 33% das mulheres na UE começam a passar por situações de violência de ordem física e/ou sexual a partir dos 15 de idade. Em Portugal, esta percentagem situa-se nos 24%. Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (2017), cerca de 80% das vítimas de violência doméstica, no nosso país, são mulheres.
Destaca-se ainda que a violência contra as mulheres tem uma dimensão maior do que aquela que a estatística nos mostra. De acordo com o Instituto Europeu de Género, 47% das mulheres que experienciaram violência não relataram o ocorrido a ninguém e isto acontece porque, frequentemente, as sociedades ainda toleram a violência contra as mulheres ao colocarem a culpa na vítima e falhando na punição do agressor.
Violência doméstica, tráfico de seres humanos, violação e outras agressões sexuais, casamento forçado, mutilação genital feminina ou assédio sexual são alguns dos crimes praticados contra as mulheres.
A violência doméstica é crime público. Denunciar é uma responsabilidade coletiva». Saiba mais.
Ligue 800 202 148.



sexta-feira, 28 de outubro de 2016

«o tempo entre o trabalho e a família»



O mote para a campanha foi lançado na  quarta-feira, «sobre a forma (desigual) como homens e mulheres conciliam a vida profissional com a vida pessoal e familiar é dado sob a forma de perguntas: “Há quanto tempo é que não faço eu o jantar?”, “Há quanto tempo é que não te vou buscar à escola?”, “Quando é que tenho tempo para mim?” e, por último, “Quando é que adoptamos práticas de conciliação no trabalho?”.
Estas interpelações vão começar a ser vistas em mupis por todo o país e ouvidas em spots radiofónicos e televisivos, numa tentativa de “sensibilizar homens e mulheres e também as entidades empregadoras para a necessidade de facilitar a conciliação do tempo entre o trabalho e a família, por um lado, e, por outro, promover a partilha das responsabilidades ao nível do trabalho não pago”, adiantou ao PÚBLICO Heloísa Perista, investigadora do Centro de Estudos para a Intervenção Social (CESIS)». Continue a ler no jornal Público.


sexta-feira, 23 de setembro de 2016

DEZ UNIVERSIDADES DO MUNDO COMPROMETEM-SE A COMBATER A DESIGUALDADE DE GÉNERO | veja como









«(...)Paralelamente aos debates da 71ª Assembleia Geral das Nações Unidas, a ONU Mulheres lançou na terça-feira (20) em Nova York relatório com dados de dez universidades do mundo, entre elas a Universidade de São Paulo (USP), detalhando a persistência da desigualdade de gênero na academia e os compromissos firmados para combater o problema.
O primeiro relatório da campanha “HeForShe IMPACT 10x10x10” mostrou que apesar de as mulheres representarem, em média, a metade dos estudantes de graduação e pós-graduação nas universidades, os cargos administrativos seniores e de professores titulares são dominados pelos homens.
Além da USP, o relatório contém informações e compromissos de outras nove universidades que fazem parte da campanha: Universidade de Georgetown (EUA), Sciences Po (França), Universidade de Nagoia (Japão), Universidade de Stony Brook (EUA), Universidade de Hong Kong, Universidade de Leicester (Reino Unido), Universidade de Oxford (Reino Unido), Universidade de Waterloo (Canadá) e Universidade de Witwatersrand (África do Sul). (...)». Leia na integra «Dez universidades do mundo se comprometem a combater desigualdade de gênero».






Disponível aqui.




quinta-feira, 5 de maio de 2016

UNICEF | #EuSouSofia | «SOFIA É O ROSTO DE TODAS AS CRIANÇAS QUE NINGUÉM VÊ»







UNICEF lança campanha ‘Eu Sou Sofia’ em apoio às crianças que vivem em áreas de conflito
Objetivo é dar visibilidade à situação dessas crianças e arrecadar doações para ajudar a salvar a vida desses meninos e meninas e de outros milhões de crianças vulneráveis.

Personagem foi criada pelos animadores de 3D de filmes como ‘Planeta dos Macacos’ e ‘Avatar’ a partir de 500 imagens de crianças reais de países que enfrentam situações de emergência, como Sudão do Sul, Haiti, Somália, Ucrânia, Níger e Iêmen. Continue a ler.






terça-feira, 7 de julho de 2015

CAMPANHA CONTRA A HOMOFOBIA E A TRANSFOBIA | Apresentação | 9 JULHO 2015 |18:00 H | PRAIA DA TORRE | OEIRAS




«A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género convida para assistir à apresentação da campanha de Combate à Violência e à Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Género».
RSFF, até 8 de julho 
 luisa.palha@cig.gov.pt | tel. 217 983 000


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

CPLP | Contra a Violência Eu Dou a Cara



«O Governo português e o Secretário Executivo da CPLP assinalaram o Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres com o lançamento de uma campanha conjunta a replicar em todos os Estados membros, sob o lema «contra a violência eu dou a cara».
Esta campanha surge após a resolução do XVIII Conselho de Ministros da CPLP, de 18 de Julho de 2013, decorrido em Maputo, o qual reafirmou os compromissos internacionalmente assumidos - relativos à promoção e respeito pelos direitos humanos das mulheres, incluindo em matéria de Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres - e reiterou a Convenção da ONU sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres e as resoluções da Assembleia Geral da ONU sobre a intensificação dos esforços para eliminar todas as formas de violência contra as mulheres.
A campanha de sensibilização conjunta sobre a eliminação da violência contra as mulheres em todos os países da CPLP foi lançada em simultâneo em todos os Estados-membros, no dia 25 de Novembro de 2013».