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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

MOSTRA DE CINEMA DA AMÉRICA LATINA | Abertura com «Severina» | DE 13 - 16 DEZEMBRO 2018 | CINEMA SÃO JORGE | LISBOA





Mostra de Cinema da América Latina
 «A Mostra de Cinema da América Latina tem a sua 9ª edição, entre 13 e 16 de dezembro de 2018, no Cinema São Jorge, em Lisboa, e entre os dias 24 e 27 de janeiro de 2019, no Cine-Teatro Louletano, em Loulé.
Abrindo com Severina, do brasileiro Felipe Hirsch, e fechando com Los Perros, da chilena Marcela Said, os trânsitos entre países, artes e artistas, nas mais diversas fórmulas, espelham a vitalidade e o espírito de cooperação de um território tão rico e diverso como a América Latina.

Um cinema de contágio produtivo entre regiões, que nos traz também música, literatura e artes plásticas, olhando de frente para as mudanças políticas, geográficas e migracionais latino-americanas». Saiba mais.






Duma critica sobre o filme: «(...)Filme – e livro – falam, entre outras coisas, do amor à literatura. Esse amor, digamos, um tanto extemporâneo numa sociedade com brutal predomínio das imagens sobre as palavras. Numa época de velocidade, imagens e superficialidade, a leitura parece, vamos dizer assim, um exercício a contrapelo dos costumes vigentes.(...)». Leia na integra.





sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

MOSTRA NA BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL|«O Agora… é tudo o que temos / Constança Capdeville (1937-1992)»| ATÉ 12 MAIO 2018



O Agora… é tudo o que temos

Constança Capdeville (1937-1992) 

MOSTRA | 8 fev. - 12 maio '18 | Mezzanine | Entrada livre


«Compositora, intérprete e professora, Constança Capdeville foi uma figura de destaque no panorama musical português pelo seu espírito inovador na conceção, na forma e nos materiais utilizados para a criação musical e na função que conferiu ao próprio concerto, enquanto espetáculo participado». Saiba mais.




pensamentos  de Constança Capdeville de entre
 os muitos que podem ser lidos na Mostra


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

«Felizmente há Luar ...»




MOSTRA DOCUMENTAL

FELIZMENTE HÁ LUAR...
Nos 200 anos da execução de Gomes Freire de Andrade (18 out 1817)

16 OUT 2017 - 17 FEV 2018

TORRE DO TOMBO


«Gomes Freire de Andrade tornou-se um símbolo dos defensores do ideário liberal e da luta contra o domínio britânico em Portugal ao ser executado naquela tarde de 18 de  outubro de 1817, sob a acusação não provada de liderar uma conspiração. O movimento liberal ganhará força e vingará em 1820 abrindo caminho à abolição da Pena de Morte, em 1852 para crimes políticos e em 1867 para crimes civis.No ano em que se assinalam os 150 anos sobre esse ato pioneiro que foi o da publicação da Lei da Abolição da Pena de morte em Portugal e os 200 anos da execução do general Gomes Freire de Andrade, o Arquivo Nacional da Torre do Tombo apresenta uma mostra do seu acervo documental com informação relevante sobre este personagem marcante da História de Portugal do século XIX». Mais no Texto de Apresentação.



quarta-feira, 22 de março de 2017

MOSTRA DOCUMENTAL | «Testemunhos da Escravatura/Memória Africana» | 2017 | 23 MAR - 27 JUN | TORRE DO TOMBO | LISBOA






«Esta exposição  procura mostrar a realidade que foi o comércio de escravos na sociedade portuguesa desde o seculo XV até ao século XIX. A Bula "Romanus Pontifex" do papa Nicolau V (8 de janeiro de 1455) que concede a D. Afonso V e seus sucessores, a faculdade de poderem fazer comércio com os negros, passando pelas iniciativas legislativas do tempo de Pombal para lhe pôr limites, até à Ratificação pela rainha Vitória do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Tratado assinado com a rainha D. Maria II, para a completa abolição do tráfico da escravatura (16 de Julho de 1842) e à Lei que aboliu a escravatura em alguns territórios da província de Angola (3 de julho de 1856) no reinado de D. Pedro V».






sexta-feira, 3 de março de 2017

LISBOA CAPITAL IBERO-AMERICANA DE CULTURA | «Mostra Mulheres no Audiovisual Ibero-americano» | ATÉ 8 MARÇO 2017 | CINEMA SÃO JORGE | LISBOA

VEJA A PROGRAMAÇÃO


«O FESTin foi um dos eventos culturais selecionados para fazer parte da Lisboa Capital Ibero-americana de Cultura e aproveitou para acentuá-la no feminino. Entre as diversas atividades no cinema São Jorge, estão previstas debates, mesas redondas, masterclasses e pelo menos três programações especiais de filmes.
Fazendo a devida ligação com as Américas, o festival vai exibir títulos da cinematografia latino-americana, para além de uma mostra especial, a realizar-se principalmente no Instituto Cervantes, de filmes de Titón (alcunha de Tomás Gutiérrez Alea), um dos mais prestigiados realizadores cubanos falecido em 1996. A sua viúva e protagonista de algum dos seus filmes, Mirtha Ibarra, estará presente. A atriz foi responsável pelo documentário “Titón – de Habana a Guantanamera”, que também será exibido.
O papel feminino na história do audiovisual português é igualmente observado na mostra de alguns trabalhos da realizadora Margarida Gil. Nascida na Covilhã e com uma extensa carreira no cinema e na televisão, a cineasta terá exibido no São Jorge os seus filmes mais emblemáticos – caso de “Rosa Negra” (1992), que fez parte da competição no Festival de Locarno, “O Anjo da Guarda” (1998), “Adriana” (2004), “O Fantasma de Novais” (2012) e “Paixão” (2012)».

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

NA TORRE DO TOMBO | «Memórias de Zeca Afonso» | DE 23 FEVEREIRO A 21 MARÇO 2017 | ENTRADA LIVRE







«Em memória a José Afonso (2 agt 1929 - 23 fev 1987) a Torre do Tombo promove uma mostra documental de 23 de fevereiro a 21 de março. Estarão patentes alguns poemas e canções, fotografias e discos em vinil, aliando documentos em suporte original e em suporte digital.
Contamos com a sua visita».


terça-feira, 22 de novembro de 2016

CLAUDIA DE CAMPOS | Congresso e Mostra | 24-25 NOV 2016 | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL | LISBOA







C O N G R E S S O
CLÁUDIA DE CAMPOS
Cultura, Literatura, Memória e Identidades
24-25 nov 2016
BNP | Auditório/Sala Multimédia
26 nov | ida a Sines

M O S T R A

CLÁUDIA DE CAMPOS (1859-1916)

Da literatura à intervenção cívica

25 NOV 2016 | 16:30 H

BNP
até 7 JAN 2017

_______________________ 

ENTRADA LIVRE



Maria Cláudia de Campos Matos, conhecida por Cláudia de Campos, nasceu no dia 28 de janeiro de 1859, em Sines, filha de Francisco António de Campos e de Maria Augusta Palma de Campos. Teve uma educação esmerada, da qual fizeram parte as literaturas inglesa e alemã.
Casou aos 16 anos com Joaquim Ornelas e Matos e, após alguns anos de casamento, estabeleceram-se em Lisboa na avenida Duque de Loulé. A vida conjugal não foi bem-sucedida, apesar dos dois filhos do casal e, em 1888, Cláudia de Campos e Joaquim Ornelas e Matos separaram-se judicialmente. A escritora tornou-se uma mulher autónoma, e iniciou uma nova fase da sua vida.
Após a separação, a escritora publicou a sua primeira obra, a coletânea de contos Rindo (1892). Foi na última década do século XIX que se concentrou a sua produção literária e ensaística. Já Coelho Neto (1864-1934), no dealbar do século XX, em carta dirigida a Garcia Redondo (1854-1916), se lhe referia nos seguintes termos: «[…] vou escrever sobre ela um artigo na Gazeta. Não conheço outra mulher que escreva a nossa língua com mais desembaraço do que essa formosa autora. […] Li os seus livros – e neles achei encanto e amargura, mel e travo – não são escritos banais, têm observação e trabalho […]». Da mesma forma, a polaca feminista, publicista e pacifista, Maria Cheliga-Loevy (1854-1927), cedo afirma acerca da autora «[…] portuguesa, cuja pátria intelectual é a Inglaterra, escritora conscienciosa, madame Cláudia de Campos tem, sobretudo, uma inclinação especial para os trabalhos de crítica. Jornalista uma vez por outra, nos seus artigos robustos, marcados por um estilo nítido, claro e preciso, dá testemunho incontestável de um espírito bem mais solidamente equilibrado do que o possuem bastantes detratores da mulher».
O romance mais destacado, Elle (1899), retratava a vila de Sines como lugar de uma infância idílica e de uma idade adulta complexa, contra os preconceitos de uma pequena povoação. A sua vertente ensaística acerca da literatura feminina e da participação das mulheres na sociedade teve o seu expoente em Mulheres: ensaios de psicologia feminina, obra publicada em 1895. Cláudia de Campos defendia a educação como meio de emancipação da mulher, o que significa que era mais reformista do que revolucionária.
Além da literatura, teve um papel cívico relevante até se afastar da ribalta e da vida social. Em 1906 fez parte da direcção da Secção Feminista da Liga Portuguesa da Paz e foi eleita vogal do Comité Português da agremiação francesa La Paix et le Désarmement par les Femmes. Vem a falecer em 30 de dezembro de 1916, fora dos grandes holofotes. +.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

OLÁ CRIANÇAS ! OLÁ JOVENS ! TALVEZ LHES INTERESSE (67) | Mostra «80 anos d’O Mosquito» | ATÉ 29 FEVEREIRO 2016 | BIBLIOTECA NACIONAL | LISBOA





«(...)
De todas as revistas portuguesas de banda desenhada, houve uma que atingiu um estatuto mítico que nenhuma outra logrou ultrapassar:O Mosquito. Aos que ainda a leram, comprada por cinco tostões aos jornaleiros ou nas tabacarias de esvão de escada, custa acreditar que já passaram 80 anos sobre o primeiro dia em que a revista foi publicada, a 14 de janeiro de 1936. (...)». Saiba mais.




segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

CENTENÁRIO | «Cruzada das Mulheres Portuguesas» | BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL




M O S T R A
No Centenário da Cruzada das Mulheres Portuguesas
2016| 28 janeiro a 30 abril
Sala de Referência
 ENTRADA LIVRE


«A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinala o centenário da criação da Cruzada das Mulheres Portuguesas (CMP), associação criada em 1916 com o objetivo de prestar assistência aos necessitados devido à Grande Guerra.
Foi inspirada na sua congénere francesa, La Croisade des Femmes Françaises, surgida em 1915, que, a 20 de março de 1916, um grupo de 80 mulheres, em que se incluía Elzira Dantas Machado, mulher do Presidente da República Bernardino Machado, fundou a Cruzada. A CMP desenvolveu a sua ação através de comissões (Propaganda, Enfermagem e Assistência aos Militares Mobilizados), promoveu a organização de cursos destinados a preparar enfermeiras e a criação de um hospital». Continue a ler.