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quarta-feira, 3 de abril de 2019
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
quarta-feira, 22 de julho de 2015
JULEN FIGUERAS FERNÁNDEZ | «La música rock y los tres pilares del sexismo»
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| Recorte de captura do site da Pikara | Ler aqui. |
O artigo começa assim: «En las últimas décadas, las conquistas sociales por y para las mujeres han sido, dimisión más, reforma menos, lentas pero constantes. En el plano cultural, sin embargo, la industria del entretenimiento ha permanecido inamovible y ha continuado reproduciendo, si bien a veces de forma más sutil, la inagotable desigualdad de género que todavía sufrimos en nuestra sociedad. La parte que a mí me toca más de cerca, la de la música rock y sus variantes estilísticas, ha sido, en este sentido, uno de los campos en los que el carácter contestatario no ha ido de la mano de una lucha por acabar con la subordinación de género. Más bien todo lo contrario». Continue a ler.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
«SEXISMO»
«SEXISMO» é o titulo de um post de João André que vi no blogue Delito de Opinião. Lido, não podia deixar de o trazer para o EM CADA ROSTO IGUALDADE. Aqui está:
« Na semana passada estive num retiro de dois dias
no qual as actividades, a estrutura e o futuro do meu departamento foram
discutidos. Num dos dias esteve o director geral da divisão à qual o
departamento pertence e o qual reporta directamente o CEO da empresa. Na sessão
de perguntas e respostas que teve lugar, a certa altura falou uma colega minha,
que eu ainda conheço mal, e antes da sua pergunta fez uma relativamente longa
introdução ao tema que queria abordar.
A introdução passou em revista as actividades
mais recentes, um processo de reestruturação do departamento e sua harmonização
com o resto da divisão e terminou com um elogio a todas as actividades. Naquele
momento só pude pensar que ela estava a tentar chamar a atenção para si mesma e
estava a engraxar o chefe.
Só depois me surgiu outro pensamento: estaria
essa minha avaliação errada? Estaria eu a ser sexista? Fiz um exercício simples
e repeti na minha cabeça as palavras da minha colega mas dei-lhes a voz de um
colega homem. A opinião ressoou imediatamente de forma diferente. Pareceu-me uma
opinião sensata, uma introdução inteligente e pertinente para a(s) pergunta(s)
e, mesmo discordando de partes da opinião, tornou-se perfeitamente possível
respeitá-la.
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